O Jardim Botânico não será mais o mesmo. Nesta quinta-feira, feriado de São Jorge, começou a funcionar a Boulangerie Guerin, que leva o nome de um dos maiores chefs pâtissier e do empresário da indústria naval Omar Catito Peres. Os dois prometem a inauguração, em maio, das oljas de Ipanema, Lido e Centro. Apesar de ter começado na tarde de quinta-feira, a loja só vai ser
inaugrada oficialmente neste sábado, num café servido pelos empresários que contará com uma estrêla da casa, o croissant com amêndoas. A loja fica na Rua Jardim Botânico, 67.
A Boulangerie Guerin é uma padaria e confeitaria inspirada nos tradicionais estabelecimentos franceses, localizada no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro. A loja, que leva a assinatura do premiado chef pâtissier Dominique Guerin, oferece receitas clássicas, como baguettes francesas, croissants, pains au chocolat, brioches e pains au levain e de campagne preparados de maneira artesanal, com fermentação natural. Representando a confeitaria, mil-folhas, éclairs, tortas e macarons, entre outros, enfeitam o balcão, que exibe ainda opções de quiches e folheados.
A arquitetura do local, aberto em março de 2012, apresenta o processo de fabricação na vitrine, ressaltando um importante aspecto para a empresa: a transparência. Desta forma, os clientes podem apreciar, por meio de uma parede de vidro, a produção dos pães. A decoração conta ainda com paredes revestidas por pequenos azulejos brancos importados da França, do mesmo modelo usado no metrô da Cidade Luz. A apresentação estética, incluindo a iluminação do ambiente, realça os saborosos artigos da Guerin e “transporta” o público para uma autêntica padaria parisiense.
“Em 2013, a Boulangerie Guerin é vencedora nas categorias “melhor
pão” e “melhor macaron” da premiação Veja Rio Comer & Beber. Em 2013, a boulangerie Guerin e tambem vencedora do prêmio Epoca : “Melhor pão do Rio” 2013-14. Este ano foi tambem o ano da consagração da boulangerie pela “Gula!” : Boulangerie Guerin, melhor doceria do Brasil.”
A equipe da Boulangerie Guerin agradece aos clientes e colaboradores o reconhecimento do trabalho, consagrado com dois importantes prêmios em 2012: Melhor Doce (“Rio Show de Gastronomia” do jornal O Globo) e Melhor Pão (“O Melhor do Rio de Janeiro” da revista Época).
O site do TripAdvisor se baseou na avaliação de milhões de viajantes. Lista das 10 melhores ilhas da América do Sul tem três do Brasil, além de Noronha: Ilha Grande (RJ) e Boipeba (BA).
Do G1
Providenciales, uma ilha do Caribe, foi eleita a melhor do mundo para passar férias em uma premiação que considera a opinião de milhões de viajantes do mundo todo. O ranking foi divulgado pelo TripAdvisor e se baseia na qualidade e na quantidade de avaliações de atrações, hotéis e restaurantes em cada ilha feitas pelos usuários do site nos últimos 12 melhores
Em fevereiro deste ano, a baía do Sancho, localizada na ilha pernambucana, foi eleita pela segunda vez consecutiva a melhor praia do mundo em um ranking feito também pelo TripAdvisor.
Providenciales é a ilha mais desenvolvida de Turks e Caicos, território britânico localizado no Caribe. Conhecida pelos moradores como "Provo", ela é cheia de hotéis e condomínios de luxo, restaurantes, spas, lojas e campos de golfe – assim como praias de areia branca e mar turquesa, boas para tomar sol, nadar e mergulhar em meio a corais e a uma rica vida marinha.
Em segundo lugar no ranking mundial ficou a ilha de Maui, no Havaí, seguida por Roatan, em Honduras, Santorini, na Grécia, e Ko Tao, na Tailândia.
Já a lista da América do Sul teve três ilhas brasileiras: Fernando de Noronha em primeiro lugar, Ilha Grande (RJ), em segundo, e Boipeba (BA), em 10°.
As melhores do mundo
1°- Providenciales (Turks e Caicos) 2°- Maui (Havaí, EUA) 3°- Roatan (Honduras) 4°- Santorini (Grécia) 5°- Ko Tao (Tailândia) 6°- Madeira (Portugal) 7°- Bali (Indonésia) 8° - Ilhas Maurício (Maurício) 9°- Bora Bora (Polinésia Francesa) 10°- Fernando de Noronha (Brasil)
As melhores da América do Sul , Brasiluela)
1°- Fernando de Noronha (PE, Brasil) 2° - Ilha Grande (RJ, Brasil) 3° - Ilha de Páscoa (Chile) 4° - Providencia (Colômbia) 5° - Santa Cruz (Equador) 6° - Chiloe (Chile) 7° - Islas Margaritas (Venezuela) 8° - San Andres (Colômbia) 9° - San Cristobal (Equador) 10° - Boipeba (BA
Para celebrar a maioridade, canal desenvolveu um lote especial da bebida, em parceria com a cervejaria artesanal Verve, do Rio.
Para marcar a maioridade, o Sexy Hot lançou a própria cerveja. O canal desenvolveu um lote em parceria com a cervejaria artesanal Verve, do Rio de Janeiro. A bebida, com teor alcoólico de 6,9%, foi batizada Sexy Hot e está sendo distribuída a parceiros do canal. O rótulo e arte do kit de cervejas e taças foi desenvolvido pela agência Buurt.
O canal de conteúdo erótico fruto de parceria da Globosat com a Playboy TV também aproveita para anunciar mudanças na programação no decorrer de abril. O Sexy Hot conta com novas faixas temáticas, quatro estreias de filmes nacionais por semana e uma nova temporada do programa Penetra, exibido nas noites de sábado. As novas faixas são: Primeira Mão, Rapidinhas, Almoço Executivo, Amador, Fetiche, A Dois e InterSexy. O programa de entrevistas Penetra, apresentado por Bianca Jahara, inicia nova temporada em um cenário diferente e com convidados inéditos.
Considerada por especialistas como uma espécie de "Riviera" brasileira, a partir do dia Primeiro de Maio secretarias de turismo da região irão distribuir um guia elaborado pela (Secretaria de Turismo estadual. A publicação sugere roteiros turísticos de Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba e Itaguaí. Em mais uma ação após assumir o Programa de Artesanato do Estado do Rio de Janeiro, a Secretaria de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (Sedrap) marcou presença, na última quarta-feira, dia 15, no Palácio Guanabara, em Laranjeiras, para o lançamento da versão impressa do Guia Cultural da Costa Verde. Além de sugerir roteiros turísticos e gastronômicos, a publicação propõe a redescoberta da cultura da região, com foco no rico artesanato fluminense.
Nea Mariozz, chefe de gabinete da Sedrap e também coordenadora do Programa de Artesanato do Estado, elogiou a iniciativa. Ela participou de reuniões com as equipes das instituições parceiras do evento, nas quais foram definidas questões sobre a exposição de peças artesanais durante a festa.
- O lançamento deste guia é um momento especial para o Estado. É mais uma ação de fomento ao desenvolvimento regional, no âmbito econômico - através do turismo - e cultural, com destaque para a divulgação do artesanato - disse.
A cerimônia contou com o governador Luiz Fernando Pezão e a primeira-dama Maria Lucia Horta; Essiomar Gomes, presidente da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Fiperj), vinculada à Sedrap, e demais autoridades do Governo.
Guia Cultural da Costa Verde
Elaborado pela Secretaria de Estado de Turismo (Setur), em conjunto com a Editora Cidade Viva, o guia terá seis mil exemplares disponíveis gratuitamente nas secretarias de Cultura e Turismo dos municípios a partir do dia 1° de maio. A edição reúne em suas 208 páginas mais de cem atrativos dos municípios de Paraty, Angra dos Reis, Mangaratiba e Itaguaí, listando ateliês, centros culturais, restaurantes, bares e cafés sediados nas quatro cidades.
Frigorífico,
controlado pela JBS, que todos acusam de pertencer ao filho do
ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva, está sendo acusado
pela gigante mundial de alimentos de ter adulterado produtos: ao invés
de carne bovina enviaram carne equina. Ou seja, de cavalo mesmo. Holding
brasileira se defende, desqualificando fornecedora europeia. Empresa
tem fartos anúncios na televisão brasileira, usando o ator Tony Ramos
dizendo que o produto vendido por ela é de qualidade. A mesma empresa
teve problemas com a Justiça trabalhista brasileira por dar carne podre
para alimentar seus empregados. Matéria foi publicada no Globo.
VEVEY
(Suíça) e SÃO PAULO – O escândalo sobre o uso de carne de cavalo em
alimentos que deveriam ser preparados com proteína de origem bovina
chegou agora à brasileira JBS — maior empresa em processamento de
proteína animal do mundo — e à gigante Nestlé. A multinacional suíça
acusa o fornecedor alemão H.J. Shypke, subcontratado pela JBS Toledo,
escritório comercial da brasileira na Bélgica, de lhe ter fornecido
carne equina em vez de bovina. A Nestlé utilizou o produto na preparação
de pratos prontos vendidos na Itália, Espanha e França e anunciou a
retirada de tais preparações das prateleiras.
Testes realizados
pela Nestlé identificaram traços de DNA de cavalo em dois produtos
feitos com carne fornecida pela H.J. Schypke. Os níveis encontrados,
acima de 1%, são superiores ao limite estabelecido pela agência
britânica de segurança alimentar e indicam, de acordo com a companhia
suíça, “adulteração ou negligência grosseira”.
“Não há problema
de segurança alimentar, mas erros na etiquetagem de produtos significam
que eles não cumprem os padrões altamente elevados que os consumidores
esperam de nós”, ressaltou a empresa suíça que, na semana passada, havia
afirmado que os produtos de sua marca não haviam sido afetados pelo
escândalo, que teve início no Reino Unido e detonou uma onda de testes
em outros mercados. Devido à descoberta, a companhia está aumentando seu
programa de garantia de qualidade, “adicionando novos testes de DNA
para carne de cavalo antes da produção na Europa".
Ao reconhecer o
uso de carne de cavalo em dois de seus produtos, a maior empresa de
alimentos do mundo anunciou o recolhimento das massas testadas — ravioli
e tortelini de carne — das prateleiras de Itália e Espanha. Também
suspendeu as entregas de todos os processados contendo bovino fornecido
pela H.J. Schypke. Na França, está suspensa a venda da lasanha à
bolonhesa da marca a serviços de catering empresarial.
JBS não venderá produtos europeus
Em
nota, a companhia brasileira esclareceu que a Schypke não pertence a
seu grupo e que, para garantir fornecimento e flexibilidade a seus
clientes europeus, a JBS Toledo desenvolveu alternativas europeias de
suprimento, em comum acordo com seus clientes.
A JBS também
informou que suspendeu todos os contratos com a Schypke e que não
comercializará mais produtos europeus até que a confiança na segurança
do sistema de fornecimento seja restabelecida. Além disso, garantiu que
não há qualquer problema nos produtos fabricados pela própria empresa.
“Nenhum
caso de violação foi identificado nos produtos fabricados pela própria
JBS. Como reconhecimento da confiança depositada na JBS pelos seus
clientes, nenhum contrato sofreu alteração ou cancelamento e os pedidos
estão sendo cumpridos a partir das plataformas próprias de produção”,
informou a multinacional brasileira.
Há cerca de duas semanas, o
uso de carne de cavalo em preparações supostamente bovinas foi
descoberto no Reino Unido, levando a uma onda de testes em outros
mercados. Ontem foi encontrada carne de cavalo em produtos bovinos na
Finlândia e na Suécia. Autoridades britânicas e alemãs querem que os
testes continuem e que aumentem as exigências sobre a qualidade do que é
utilizado na preparação de alimentos prontos.
Clube mais famoso do país ganha
programa de captação com projeto da Innovant Editora, clube quer elevar
em 55% sua base de sócio-torcedores. Kits para sócio-torcedor serão
vendidos em bancas, por R$ 39,90
Com quase 55 mil
sócio-torcedores, o Flamengo realizou uma parceria com a Innovant
Editora para elevar sua base de sócios em 55% até o fim deste ano. Além
disso, a proposta é que além de trazer novos membros ao clube, haja
maior fidelização desses torcedores.
A partir da sexta-feira,
17/4, a Innovant colocou à venda nas bancas do Rio de Janeiro o Kit
Sócio-Torcedor do Flamengo, por R$ 39,90. Ele dá direito a um produto
oficial do clube, uma camisa na estreia do produto; revista; e um mês
grátis no programa sócio-torcedor. “Só em uma camisa oficial do clube, o
torcedor já pagaria pelo menos uns R$ 120”, diz Márcio Saldanha
Marinho, vice-presidente executivo da Innovant. Depois, os
sócio-torcedores passam a receber a revista com notícias do clube em
casa. A divulgação do kit sócio-torcedor é assinada pela X-Tudo
Comunicação Completa.
Ainda no primeiro semestre, o mesmo tipo de
produto estará disponível para Botafogo e Fluminense. E a Innovant
também está negociando com clubes de São Paulo e de Minas Gerais. O
projeto foi inspirado em ação do clube português Benfica, que pulverizou
as vendas de kits para sócio-torcedores em postos de combustível.
Tour
virtual pelo famoso estúdio utilizado pelos Beatles foi criado pelo
Google Creative Lab em parceria com a Stink Digital. Voz de Giles
Martin, filho do produtor dos Beatles Sir George Martin, guia o passeio.
Do Creativity
Fãs
de música agora podem fazer um passeio interativo pelo icônico Abbey
Road Studios sem nem colocar os pés em Londres graças ao Google
Streetview. Desenvolvido pelo Google Creative Lab e pela Stink Digital, o
Inside Abbey Road permite ao internauta explorar os vários estúdios
onde Beatles, Pink Floyd e, mais recentemente, Lady Gaga gravaram
grandes hits.
O site é um tesouro em forma de conteúdo para
amantes de música com vídeos antigos, linhas do tempo, fotografias e
mais. A voz de Giles Martin, filho do produtor dos Beatles Sir George
Martin, guia o tour. O visitante virtual pode até brincar com os
equipamentos de gravação.
O Google trabalhou com Rob Blishen,
diretor da RSA Films, no vídeo de divulgação do site (veja abaixo). Para
fazer o material se parecer com uma viagem pelo Streetview, a produção
foi feita com tomadas contínuas, o que exigiu da equipe bloquear o
trânsito de veículos e de entusiasmados turistas em seis quadras durante
períodos de até dois minutos.
Aproveite a entrada gratuita em 43 museus na capital e em Petrópolis.
Proposta
de oferecer entrada gratuita em 41 museus da cidade do Rio de Janeiro e
dois da Região Serrana, começa a valer desde a terça-feira (14/4) o
Passaporte dos Museus. O projeto comemora os 450 anos da capital
fluminense. Se você não sabia agora fique sabendo.
Inaugurado em
2013 na Zona Portuária, o Museu de Arte do Rio (MAR), que tem ingresso a
R$ 8, está entre as instituições que darão gratuidade por meio do
passaporte. Outras opções são o Forte de Copacabana (ingresso a R$ 6) e o
Museu da República (R$ 6). O Museu Imperial, em Petrópolis (R$ 10),
também está na lista.
O passaporte terá formato de um caderno de
bolso e será distribuído sem custo em seis pontos: Museu Nacional de
Belas Artes, Museu da República, Museu Imperial, Museu de Arte do Rio,
Museu Aeroespacial e Centro Cultural Banco do Brasil. Cada museu terá
dias específicos da semana para oferecer gratuidade e a validade do
passaporte vai até o fim de 2015.
Veja a lista completa:
Museus participantes (por ordem alfabética):
Biblioteca Nacional
Casa Daros
Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio de Janeiro (antigo Museu do Trem)
Casa do Pontal
Casa França Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil - Rio de Janeiro
Centro Cultural Correios
Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo)
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Memorial Municipal Getúlio Vargas
Museu Aeroespacial
Museu Bispo do Rosário
Museu Casa da Hera
Museu Casa de Benjamin Constant
Museu Casa de Rui Barbosa
Museu Chácara do Céu
Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Museu da Maré
Museu da República
Museu da Vida
Museu de Arte do Rio
Museu de Arte Moderna
Museu de Astronomia e Ciências Afins
Museu de Ciências da Terra
Museu de Favela
Museu de Folclore Edison Carneiro
Museu do Índio
Museu do Meio Ambiente
Museu Histórico da Fortaleza de São João
Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana
Museu Histórico Nacional
Museu Imagens do Inconsciente
Museu Imperial
Museu Militar Conde de Linhares
Museu Nacional
Museu Nacional de Belas Artes
Museu Naval
Museu Villa-Lobos
Museus Raymundo Ottoni de Castro Maya - Museu do Açude
As
panelas de pressão elétricas são muito associadas à praticidade e
segurança, já que é possível programar o tempo de funcionamento: elas
desligam sozinhas, e não há o risco da temida explosão. Uma comparação
feita pela Associação de Consumidores Proteste revelou outra vantagem:
os aparelhos são até cinco vezes mais econômicos do que as tradicionais.
Segundo o teste, a pessoa poupa até R$ 129,60 por ano ao optar por
preparar, uma vez por semana, feijão e carne assada na panela elétrica,
em vez de cozinhar no fogão. Os preços das panelas elétricas vão de R$
170 a R$ 399, enquanto os modelos convencionais da marca de referência
são vendidos por cerca de R$ 169,90.
É preciso ler o manual para
aprender a maneira certa de limpar a panela elétrica. Geralmente,basta
esperar que o aparelho esfrie para retirar o recipiente interno e
lavá-lo.
Veja algumas opções:
Mondial
Pratic Cook de 4litros, da Mondial, no Ricardo Eletro.
R$ 199,90
Electrolux
Panela de 3 litros, nas Casas Bahia.com.
R$ 199
Walita
Capacidade de 5 litros, nas Casas Bahia.
R$ 329
Britânia
Panela de 3 litros, na Casa & Video do NorteShopping.
R$ 229,90
Oster
Capacidade de 5 litros, na Camicado do NorteShopping.
R$ 299,90
Philips Walita
Panela de pressão elétrica de 5 litros, na Polishop do São Gonçalo Shopping.
R$ 349,90
Electrolux
Capacidade de 10 litros, nas lojas Ponto Frio.
R$ 399
Mondial
Panela de 5 litros, no Carrefour.
R$ 249
Fun Kitchen
Vendida no site Shoptime, com capacidade de 4 litros.
Ela tornou-se um problema real. A
carência de micronutrientes afeta uma em cada quatro pessoas no mundo.
Em entrevista, a professora Andréa Ramalho alerta, na Época desta
semana, para esse problema silencioso que enfraquece o organismo.
A
fome oculta é um fenômeno pouco divulgado, mas, quando em estágio
avançado, este problema silencioso deixa o organismo mais fraco e
vulnerável a inflamações e infecções. A professora do Instituto de
Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Andréa Ramalho
é especialista no assunto e publicou o livro Fome Oculta - Diagnóstico,
Tratamento e Prevenção (Editora Atheneu). Em entrevista ao Prêmio Jovem
Cientista, Andréa explica o que é a fome oculta e quais são os desafios
do diagnóstico e combate.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que uma em cada quatro pessoas no mundo tem fome oculta. O que é esse problema? A
“fome oculta” é definida como uma carência não explícita de um ou mais
micronutrientes, em que há alterações fisiológicas mínimas, não
perceptíveis no exame clínico de rotina. A “fome oculta” é uma
consequência da falta ou do baixo consumo, sobretudo, de micronutrientes
(vitaminas e minerais). É o estágio anterior ao surgimento dos sinais
clínicos de carência e não está necessariamente associado a enfermidades
claramente definidas, como as facilmente observadas na desnutrição.
Há algum sintoma? Quais são as consequências da carência de micronutrientes para o organismo?
Por
não apresentar sinais clínicos de carência, que são característicos das
manifestações finais do quadro de ausência de vitaminas e minerais, a
fome oculta se instala de forma imperceptível e silenciosa. Porém, mesmo
que não evolua para os estágios terminais da deficiência, já causa
prejuízos à saúde. Pode comprometer várias etapas do processo
metabólico, com alterações no sistema imunológico, nas defesas
antioxidantes e no desenvolvimento físico e mental. A deficiência é
fator predisponente/agravante de diversas doenças crônicas, como doenças
cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes mellitus,
dislipidemia, obesidade, alguns tipos de câncer e osteoporose, entre
outras.
Ainda que a fome oculta possa ocorrer devido à falta de
um micronutriente específico, frequentemente ocorre de forma combinada a
outras deficiências de vitaminas e minerais.
Como é o tratamento?
Procedimentos
recomendados por órgãos internacionais como World Health Organization
(WHO), Food and Agriculture Organization (FAO) e Unicef para o combate e
a prevenção da fome oculta reafirmam a importância dos programas de
intervenção pautados na utilização de suplementos vitamínicos, na
fortificação de alimentos e na diversificação alimentar para melhorar a
qualidade e a quantidade do consumo de nutrientes.
Com exceção
das situações de extrema pobreza, a renda e a escolaridade parecem não
ter grande impacto na incidência dessa doença, o que reforça a tese de
que a ingestão inadequada de alimentos fontes de vitaminas e minerais
esteja relacionada a hábitos e questões culturais. Por isso, o aumento
do consumo desses alimentos é a principal estratégia, em longo prazo, no
combate à fome oculta.
Como a fome oculta e suas consequências
podem ocorrer sem sinais clínicos detectáveis, o diagnóstico precoce e o
tratamento adequado têm grande impacto sobre a saúde, sobretudo nos
grupos clássicos de risco, como o materno-infantil e pré-escolares,
diminuindo atendimentos médicos e internações.
As deficiências de
vitamina A, ferro e iodo são priorizadas pela Organização Mundial da
Saúde, pois são as três maiores carências nutricionais mundiais. Quais
alimentos são ricos nestes nutrientes?
No caso da vitamina A,
fígado, ovos, leite, manteiga, queijo, cenoura, agrião, espinafre,
manga, couve, abóbora, batata doce, mamão, pimentão vermelho, caju e
goiaba são alguns alimentos que contêm este nutriente. O ferro está
presente em carnes vermelhas, peixes e na gema do ovo, por exemplo.
Também está em alimentos de origem vegetal, como cereais integrais,
vegetais escuros, oleaginosas, grãos e melado de cana-de-açúcar,
rapadura e açúcar mascavo. Por fim, são fontes de iodo as algas
marinhas, salmão, leite e derivados, ovo, carne vermelha, camarão,
mexilhão, fígado, atum, bacalhau, castanha do Brasil e quinoa.
O exercício físico é benéfico para o corpo, mas também pode se tornar um inimigo do combate à fome oculta. Por quê?
A
prática regular de exercício físico está associada à promoção da saúde e
à prevenção de doenças crônico-degenerativas. Porém, é importante
ressaltar que diferentes tipos e intensidades de exercício físico
provocam alterações distintas na imunidade e nas defesas antioxidantes,
com impacto direto na saúde. A resposta a uma carga intensa de exercício
físico provoca um aumento na produção de radicais livres e consequente
estresse oxidativo, que leva danos aos tecidos e órgãos. Como defesa,
ocorre o aumento da utilização de nutrientes com função antioxidante.
Neste contexto, são indicados o aumento do consumo de alimentos com
função antioxidante e a suplementação de vitaminas e minerais.
Algumas
pessoas, apesar da alimentação saudável e balanceada, apresentam fome
oculta. Por que isso acontece e o que fazer nesses casos?
Algumas
situações – como aumento da frequência e intensidade de exercícios
físicos, baixa exposição solar, aumento de peso, algumas disfunções
hormonais, menos horas de sono que o necessário, estresse intenso, entre
outras alterações – fazem o organismo utilizar mais micronutrientes,
ainda que haja alimentação saudável. Com isso, é importante fazer
avaliações médicas regulares, para os ajustes nutricionais necessários.
O
combate à fome tem sido uma das principais bandeiras da atualidade, mas
para garantir a segurança nutricional da população é preciso também
combater a fome oculta. Como erradicar este problema?
O
compromisso para suplementação e fortificação de alimentos teve sucesso
em diferentes países desenvolvidos e em desenvolvimento, o que demonstra
a importância das parcerias entre o setor privado e público no
estabelecimento de metas para a saúde pública. Tais medidas se somam à
promoção de mudança de hábitos alimentares por meio da educação
nutricional. A distribuição de suplementos integra, com frequência, os
programas de saúde pública já estabelecidos no país, como por exemplo,
as campanhas de vacinação. Tal iniciativa reduz custo, uma vez que a
mesma estratégia operacional e sistema de distribuição dessas campanhas
podem ser utilizados nesse caso, aumentando assim a relação
custo/benefício.
O combate à fome oculta tem apresentado
resultados tímidos diante da grandeza do problema, que atinge até mesmo
regiões consideradas fora do eixo tradicional da miséria no Brasil. O
custo de não intervir adequadamente para superar as carências
específicas é muito maior do que o custo de programas de intervenção.
Mesmo assim não é raro que os setores envolvidos na busca de uma solução
– universidades, governos indústria, mídia e população – falem
linguagens diferentes. Precisamos de interfaces entre esses setores para
permitir que o conhecimento científico se traduza em ações e programas
de intervenção nutricional de alcance social. A erradicação ou, pelo
menos, a redução da fome oculta no Brasil teria um impacto social
positivo e penso que deve constituir um compromisso ético para com as
próximas gerações.
Depois da onda contra o
sedentarismo, população parece que está desistindo dos exercícios que
vinham praticando. A culpa é de quem?
Voltou a crescer o número
de brasileiros com excesso de peso – isso após dois anos de relativa
estabilidade. Segundo o Ministério da Saúde, atualmente 52,5% da
população adulta do País pesa além do que é considerado saudável
(56,5%dos homens e 40,1% das mulheres), enquanto em 2013 esse percentual
fixava-se em 50,8%. Um dos fatores que preocupa os especialistas é a
curva muito ascendente: em 2007 eram considerados obesos 43% dos
habitantes, agora esse índice já ultrapassa os 50%. Outro dado
instigante é que o brasileiro está engordando apesar de despender mais
tempo com exercícios físicos (o que indica fator de propensão genética):
35,5% da população reserva semanalmente cerca de 150 minutos para
exercitar-se, há cinco anos essa taxa era de 29,9%. Finalmente, entra o
sal como vilão nessa história: o consumo médio no Brasil é o dobro do
recomendado pela OMS.
Desejos da mulher moderna foi o foco dos estilistas
Profissionais
que desvendam os segredos femininos transformam a passarela em
laboratório para criações originais e bem construídas, aponta analista
do Estadão.
Fim do quarto dia de desfiles da São Paulo Fashion. Agora já é possível responder a algumas perguntas.
Número
1: o que estará nas vitrines do verão? Resumindo bastante: roupas
brancas, frescas, de algodão, de seda. Casacos tipo quimono,
acinturados, sofisticados, com decote em V. Batas e bijuterias étnicas,
como brincos grandes. Babados delicados, looks em tons claros de azul e
de rosa. Enfim, já dá para ter uma ideia.
Número 2: o que a
mulher adulta, moderna, bem-sucedida vai querer usar? Que tipo de roupa
virá em mente na primeira hora do dia, quando surge aquela fatídica
dúvida: o que vou vestir hoje? De bate pronto, pode-se dizer que a
coleção da estilista paulistana Giuliana Romanno, apresentada nessa
quinta no Instituto Tomie Ohtake, resolve a questão.
Giuliana faz
uma alfaiataria moderna, bem construída e sexy. Este é apenas o seu
terceiro desfile na SPFW e é bom observar a sua evolução. Desta vez, ela
conseguiu captar os anseios de sua clientela descolada e transportá-los
para o universo das passarelas, fazendo roupas muito desejáveis. Tudo
ali é comercial, isso é certo. Mas existe um conceito bem definido por
trás de cada peça: a mulher de hoje quer se fazer notar em diversos
ambientes: o corporativo, o social, o artístico, o familiar... E por
isso precisa de uma roupa que vista bem, que melhore suas formas, que
tenha algo de moderno e de único e que, de preferência, seja um tanto
sensual.
"Muito fresco o jogo de mostra-e-esconde com fendas, na
frente e atrás, e o uso elegante de argolas de jacarandá e pingentes de
pedras naturais, quase imperceptíveis, pela roupa", definiu a diretora
de moda da Vogue Brasil, Barbara Migliori. "Cada vez mais confiante no
trabalho com a alfaiataria, Giuliana tratou a laise feita de organza
como se fosse tecido plano, intercalando com linhos e sedas em tom de
azul denim."
Mestre no trabalho com couros, Patrícia Viera também
foca nessa mulher contemporânea. Dona de fábrica com maquinário
próprio, a estilista carioca desafia os limites do conhecido no uso do
material, modificando a percepção dos consumidores. Para o verão 2016,
ela propôs uma viagem para a Costa Rica dos anos 1960. O comprimentos
mídi nas saias de cintura alta e vestidos, além dos tops mínimos,
trouxeram as tendências internacionais do momento ao desfile. Mas a
força dela está na sutileza do trabalho com o couro, que muitas vezes
confunde de tão leve e maleável.
Outra especialista, a estilista
Gina Guerra, da Gig Couture, apresentou uma coleção inteirinha em tricô.
A marca mineira ganha território em São Paulo ao evoluir na criação de
texturas em jacquard e pontos inovadores feitos a partir de fios
sintéticos e com maquinário japonês tecnológico. Baseado em ideias da
cultura pop dos anos 1960, o desfile apresentou uma paleta de cores ora
eletrizante, ora suave, como tons de algodão doce. As silhuetas, os
recortes e as fendas comprovaram a expertise da estilista.
"Sempre
parto do desafio ao tricô. Tenho esse dever com a a cliente que quer
vestir algo realmente diferente", diz ela. "A moda fala muito. E toda
mulher, de certa forma, é apegada a ela. Sinto que tenho um trabalho
fundamental nessa cadeia."
Festeira famosa no Rio de Janeiro,
Lenny Niemeyer é do tipo que agrega. Ela estava em casa em sua estreia
em São Paulo - sua grife sempre desfilou no Fashion Rio, evento
temporariamente suspenso por falta de patrocínio. Prova de sua força
está na primeira fila, que reuniu grandes nomes da moda nacional, como
Reinaldo Lourenço, Valdemar Iódice e Oskar Metsavaht, entre outras
personalidades da televisão e das colunas sociais. Na passarela, uma
orquestra de cordas embalou as modelos que vestiam maiôs e biquínis de
modelagem impecável, além de saias de linho com georgette de seda,
calças de crepe e vestidos plissados. Tudo chique, o auge da
sofisticação na moda praia. "Eu me inspirei em um baile de Carnaval, em
um Brasil nostálgico. E pensei em quatro temas, os marinheiros, os
malandros, os pierrôs e Carmen Miranda", diz Lenny.
"Foi
coincidência fazer uma coisa que parece tão carioca na minha estreia em
São Paulo. Mas brinco que o Rio é minha praia e São Paulo é o meu
quintal. Estou feliz de estar aqui", completa.
Chega o outono, mudam os cardápios da cidade. Entre abril e maio, os chefs aproveitam para testar pratos novos e conquistar o público. Alguns têm ingredientes inéditos, outros são reedições de favoritos. Selecionamos as melhores novidades.
Carlota Faz menos de um mês que Carla Pernambuco renovou o cardápio de seu restaurante. A paella negra (R$ 65, foto) é feita com arroz negro, lula, polvo e camarões. Ela aparecia de vez em quando como uma sugestão especial da chef, mas agora entrou no menu fixo. Um prato inédito é o pato confit (R$ 67), curado na casa com laranja e açúcar mascavo, molho de maple syrup e mostarda. Vai à mesa acompanhado de risoto de mascarpone e laranja. R. Sergipe, 753, Higienópolis, 3661-8670
Osteria del Pettirosso A renovação do menu de Marco Renzetti traz 10 novos pratos, como a entrada crema di porcini (R$ 55) com ovo mole, creme de funghi, tutano e croutons. Estreia também o gnocchi alla sorrentina (R$ 54, foto). Duas receitas tradicionais romanas estreiam. Uma é o tonnarelli con la mosca (R$ 55), com ragu de filé mignon. “É uma comida bem caseira, que dificilmente se encontra em trattorias”, diz Renzetti. A outra é o maccheroni com la pajata (R$ 56), com ragu de tripas do vitelo alimentado apenas com leite. Al. Lorena, 2.155, Cerqueira César, 3062-5338
Loi Ristorantino Entre as novidades do chef italiano Salvatore Loi em seu Loi Ristorantino está o nhoque de berinjela com tomates cerejas confitados e creme de burrata (R$ 52, foto). “Os nhoques são macios e marcantes”, diz o chef. A casa estreia no almoço o menu mezzogiorno, de segunda a sexta-feira, com preço fixo (R$ 85) que inclui amouse bouche, entrada, prato principal e sobremesa. R. Dr. Melo Alves, 674, Jardins, 3063-0977
Cosí “O ovo mollet é uma constante em nosso cardápio”, diz o chef, Renato Carioni. A nova versão, que estreia em maio traz o ovo empanado em farinha panko e servido sobre mascarpone trufado (R$ 37, foto). Quando chega à mesa, o garçom derrama sobre o prato um creme de batata que se mistura ao queijo. Outras novidades são o caneloni de cordeiro com molho de cogumelos (R$ 55) e o ravióli de bacalhau na manteiga de frutas secas (R$ 55). Os preços citados ainda são provisórios. R. Barão de Tatuí, 302, Sta. Cecília, 3826-5088
Bistrô Charlô Desde que assumiu a cozinha há três anos, Francisco Farah vem mudando o cardápio sem dar muita pinta. “A gente começou a polir os pratos sem mudar o estilo da cozinha”, diz. Entre as novidades da temporada, pupunha assada com tutano de foie gras (R$ 60, foto). “Gostava muito de um prato de pupunha do Claude Troisgros e fiz uma releitura”. R. Barão de Capanema, 440, Cerqueira César, 3087-4444
Mercearia do Conde Trouxinhas de chèvre com salteado de shiitake e aspargos (R$ 59, foto) estão entre as novidades do restaurante de Flávia Mariotto e Madalena Stasi. “Quis fazer uma massa super artesanal e leve de verdade, sem aquele monte de molho”, diz Flávia. Como a chef é fã de sopas, e sempre tenta manter uma ou duas à venda no restaurante, lança agora a sopa libanesa (R$ 42), feita de lentilhas rosadas, espinafre e canela. Outra estreia é o caldinho asteca (R$ 39), uma sopa de galinha caipira, com legumes, abacate, pimenta jalapeño, coentro e pedaços de tortilha de milho. R. Joaquim Antunes, 217, Jd. Paulistano, 3081-7204
Obá As novidades da temporada chegam ao menu executivo (R$ 34) para servir “comida gostosa do dia a dia”, define Hugo Delgado, restaurateur. Às quintas-feiras, o prato é um curry de cordeiro (foto) com batatas e especiarias, servido com arroz jasmim e relish de pepino. “Escolhemos um curry tailandês para as pessoas conhecerem e por não ter pimenta”, explica Hugo. Rua Dr. Melo Alves, 205, Cerqueira Cesar,3086-4774
Aizomê O tempurá de lula ao aioli de sua própria tinta (R$ 39, foto) é uma das novidades, mas a estrela do outono na cozinha de Telma Shiraishi é o abalone, molusco considerado iguaria no Japão. Está no menu-degustação (R$ 210, de sete etapas; R$ 180, o de cinco etapas) e em opções do cardápio: em caldo dashi com kombu, tofu e vegetais é o awabi no chirimushi (R$ 49). Al. Fernão Cardim, 39, Jd. Paulista, 3251-5157
Miya O cardápio oficial ainda não foi impresso, mas já dá para pedir 10 pratos novos. Entre eles, as tostadas de milho (R$ 42), em duas opções: salmão curado na casa e creme azedo de yuzu ou atum marinado, maionese de wasabi e salada de algas. Flávio Miyamura, que não costuma usar ingredientes tradicionais brasileiros, abriu exceção para o pargo com farinha d’água e vinagrete crocante com cupuaçu (R$ 57). “A acidez do cupuaçu substitui o limão no preparo, fica muito saboroso”, afirma o chef. O magret de pato curtido no missô branco (R$ 65, foto) é um dos destaques. Esta versão de missô é mais leve que a do vermelho tradicional. Nectarinas salteadas acompanham o prato. Para a sobremesa, Miyamura adaptou o bolo de coco gelado popular no País e acrescentou matchá (R$ 19), misturando o amargo do chá verde. R. Fradique Coutinho, 47, Pinheiros, 2359-8760
Especialistas
do blog do Estadão traçam um roteiro interessante para quem quiser
aproveitar e ser diferente nas escolhas gastronômicas.
Quando
Caco Marinho foi convidado por Edinho Engel para acompanhá-lo no 8º
Paladar Cozinha do Brasil, pediu para mostrar a carne de fumeiro aos
paulistas. A ideia era ele, Edinho e Fabrício Lemos, do Al Mare, falarem
sobre carnes secas da Bahia. Caco escolheu o fumeiro. “De modo geral a
gente aqui não se debruça sobre os ingredientes locais”, disse. E ele
quis mudar isso. Pegou o carro, chamou um amigo fotógrafo e rumou para
Maragogipe para conhecer os produtores das carnes que ele já comia na
capital.
Lá, conheceu Simone Assis, presidente da Associação de
Produtores de Carne de Fumeiro, e ciceroneado por ela foi a alguns dos
poucos produtores que ainda insistiam em manter a produção, mesmo sob o
risco de ver toda a mercadoria apreendida. Gente como Valfredinho e seu
filho Traquino, o, Trac, Valdo Perninha, Anselmo, entre outros. Saiu da
cidade barrunfado (expressão baiana que quer dizer cheirando a fumaça) e
decidido a manter e atualizar a tradição. Registrou o processo e partiu
para Salvador. “Retornei com esse material em mãos e enxerguei naquilo
uma grande oportunidade de manutenção daquela tradição”.
Maragogipe
e região consomem três toneladas de porco por semana. “Lá se aproveita
tudo do porco: fazem o fumeiro, as linguiças, vendem o pernil na feira,
as vísceras para o sarapatel e o que sobra defumam para feijoada”, diz o
chef.
Apesar de encantado pelo produto, a carne era salgada
demais para os pratos que imaginava preparar. Se lavasse, perderia parte
do gosto da defumação, mas daquele jeito, estaria limitado a cozidos
para equilibrar o sal (“não tem carne melhor para por numa feijoada ou
cozido”, diz). Procurou Simone e pediu uma redução na quantidade de sal e
tempo de salga e foi com essa carne que desembarcou em São Paulo para a
aula no Paladar Cozinha do Brasil.
Normalmente, a salga é feita
com uma parte de sal para duas de carne, depois a peça é banhada em
bacias por mais uma hora e só assim segue para o fumaceiro por até cinco
horas. “A minha, Simone faz com meia hora de salmoura e de lá direto
para o moquém. A técnica tradicional vislumbrava a conservação da época
que nem geladeira existia”, diz. É ela que às vezes ele serve em seu
restaunte, com mel de uruçu, farofa d’agua e vinagrete de biribiri.
Como o fumeiro chegou a restaurantes em São Paulo
“Animal”,
empolgou-se André Mifano ao ver as chouriças e o pedaço de mantinha
vindo de Maragogipe, encomendado pelo Paladar. Pediu uma faca, tirou um
naco da carne e comeu como estava – a defumação a mais de 70º faz a
carne assar lentamente. Falava da peça com mais admiração do que a
expressão mostrava.
Jefferson Rueda fez o alerta. “Dei aqui para
um cara do nordeste comer e ele não aguentou. Tem muito sal. Se eu
lavar, vai perder o defumado. Assim é difícil usar”, disse emendando em
seguida uma série de perguntas sobre a quantidade de sal por quilo de
carne.
Sanduíche aberto. Jefferson Rueda fez o fumeiro com tartare de beterraba e picles
Carne
de fumeiro data de épocas em que geladeira não era comum e as carnes
precisavam ser salgadas para ser conservadas. Seguindo a tradição, os
produtores repetem a mesma proporção: um quilo de sal para dois quilos
de carne. Desafiados a conhecer – e usar – o fumeiro de Maragogipe,
os chefs aceitaram preparar pratos com ele. Mas, de cara, Jefferson
Rueda, experiente em cura de porco, achou a quantidade de sal exagerada.
Nem tentou utilizar a tradicional. Sugeriu a proporção de 100 gramas de
sal para cada litro de água usada na salmoura em que a carne
descansaria.
Paladar deu o recado a Simone, que recebeu as
instruções por telefone. “Aqui a gente faz assim porque nossa comida é
diferente, né? A gente coloca no feijão, faz um escondidinho, a comida
de restaurante aí de São Paulo é mais, assim, sofisticada”, disse. “Vou
fazer como faço para Caco”, disse. O chef baiano também pede menos sal
na carne que encomenda.
Chã. André Mifano serviu o fumeiro com, feijao caupi, ovo e picles
Paladar
recebeu a nova remessa de carne, menos arisca no sal, mas com as
características tradicionais. Rueda fez um sanduíche aberto com relish
de beterraba e Mifano grelhou nacos que serviu com feijão caupi e picles
de mini chuchu e cenoura.
A produção de carne de fumeiro é sucesso no Recôncavo Baiano, aponta blog do Estadão.
Nem
mesmo Dorival Caymmi, o mais baiano dos baianos, colocou a carne de
fumeiro em seus versos. Cantou o vatapá, o caruru, o acarajé, as
baianas, a vida dura dos pescadores, mas não os moquéns em que as carnes
de porco são defumadas por horas, onde negros e caboclos se debruçam
imersos nas nuvens de fumaça zelando pela qualidade de uma das iguarias
mais baianas e menos turísticas.
Comida de baiano iniciado, a
carne de fumeiro – ou apenas o fumeiro, como se chama a carne defumada
no moquém –, é ingrediente proibido, integrante da lista de produtos
tradicionais que não estão adequados às exigências legais. Resiste na
ilegalidade, com produtores na pequena Maragogipe, incrustada no
Recôncavo.
Maragogipe é ora vale, ora monte, tem vegetação densa
ao entorno e manguezais. Requer tração para enfrentar suas ladeiras e
benevolência para perceber nos casebres carcomidos pelo tempo a riqueza
perdida no passado. A origem do nome não é unanimidade entre
historiadores. Há uma sobre povos nativos da região, os Marago-jyp
(“braços invencíveis”), outra como significado para “rio dos marahús ou
dos maracujás” – apesar de não haver indícios de que o lugar tenha sido
uma região fértil em maracujás – e a última para vocábulos tupi-guarani,
sendo “mara” um correspondente à guerra, “goia” a vale e “ipe”, rio, ou
seja, vale e rio onde se faz a guerra.
Nada no batismo faz
menção às atividades que colocaram a cidade no mapa do paladar. Foi ali
que surgiu a variedade de café Maragogipe, levada para a América Central
e praticamente extinta no Recôncavo. A cidade foi polo de produção
fumageira para três grandes empresas de charutos até o início do século
passado; e como lugar de produção de uma das iguarias mais tradicionais
da Bahia, pouco conhecida fora do Estado.
Sob o sol sem trégua da
segunda parte da manhã, Simone Assis agarrava-se à traseira da moto na
descida da ladeira de paralelepípedo do Alto do Cruzeiro. As pernas,
apesar de acostumadas às subidas e descidas ingratas, estavam atrasadas
para o percurso até a praça do Fórum, ponto de encontro para quem chega à
cidade em busca do seu produto mais nobre, ainda que ilegal.
Presidente
da Associação de Produtores de Carne de Fumeiro, organização que reúne
os remanescentes da técnica de conservação e têmpera da carne de porco, o
moquém, Simone, é a porta voz de uma tradição em vias de extinção. Como
os produtores ainda não conseguiram se adequar às exigências do
Ministério da Agricultura e da Vigilância Sanitária para a produção das
mantinhas, chouriças gordas e magras, linguiça de cabeça, entre outros
defumados do focinho ao rabicó, a entidade que Simone representa é para a
justiça algo como uma organização criminosa gastronômica.
Crescida
em meio à fumaça e sangue, Simone acompanhava o pai na matança dos
porcos, no destrinchar e depois, na salga e defumação lenta e longa das
peças de carne. Com ele, também aprendeu a técnica rústica que, pelo
teor de sal e tipo de defumação, faz a carne resistir mais tempo em
cozinhas que até a metade do século passado não tinham geladeiras.
Viu
junto com a ascensão social e o arrocho nas regras sanitárias de
produção, a debandada de produtores, que hoje são apenas 14. Fumeiro
passou a ser vista como carne de gente pobre, porém é cara demais para o
pobres (com a defumação, perde até 20% do peso original), sem
competitividade no mercado. E de alguns anos para cá, ações do
Ministério Público têm acuado os produtores por conta das condições
sanitárias de preparo. “Tratam a gente como bandido”, diz Simone.
A
promotora Neide Romão tem seu ponto. “Os locais (de produção e
manipulação da carne) se encontram inadequados para o abate e
beneficiamento. Instalei um inquérito civil para apurar irregularidades
que chegaram ao meu conhecimento, não somente sobre a falta de
estrutura, como também o transtorno que causavam e causam a quem está no
entorno”, diz. Segundo ela, esses motivos obrigaram o Ministério
Publico a ajuizar uma ação civil pública para requerer o fechamento
dessas unidades. Os produtores resistem, atrás de uma cortina de fumaça
que embaralhou o consumo local com a proibição legal.
Ar de churrasco e copo de cerveja
Dia
de moquear é também dia de cerveja. Valfredinho, um dos melhores
produtores da região, corta um naco da mantinha e um pedaço de uma das
linguiças e as coloca sobre a brasa, fazendo a gordura pipocar ao entrar
em contato com o fogo, perfumando mais ainda a fumaça que nublava a
manhã. Um litrão de cerveja aparece na mão de quem chega e o expediente
se confunde com farra.
Ilegalmente, Valfredinho continua a
produzir dentro da cidade. Corpo suado e pintado pela fuligem das
brasas, ele cobre e descobre as matinhas para concentrar a fumaça. Faz
isso por quatro a cinco horas, no moquém, num cenário de varais de
madeira repletos de carnes estendidas a um metro de altura do braseiro e
, fumaça constante – misturada ao delicioso cheiro de churrasco – e
montes de carnes já preparadas descansando sob uma mesa de madeira.
Sua
produção sai rumo a Salvador no porta-malas de um carro comum como
estratégia para passar pela fiscalização nas estradas e diminuir o risco
de apreensão da mercadoria. Parte fica na cidade, vendida na feira de
sábado e em restaurantes de toda a região.
A proibição do fumeiro
é dessas que não pegou. Na feira de Maragogipe, encontra-se a carne com
facilidade. Mas mesmo em Salvador, bares e restaurantes vendem a carne
abertamente, é petisco frequente nas mesas. Desde que o Ministério
Público passou a acompanhar de perto a produção, Simone e companhia se
organizaram para contornar a situação de ilegalidade.
Com apoio
da prefeitura de Maragogipe e do consórcio Enseada Indústria Naval,
elaboraram um projeto para a construção de uma central de beneficiamento
de fumeiro que atenderia as exigências sanitárias para a produção do
fumeiro. Com a suspensão das obras do Estaleiro no começo do ano, o
projeto da central também está parado.
O projeto prevê a
construção de um prédio para armazenamento da carne in natura e preparo
do fumeiro, com paredes azulejadas, mesas de aço inox e uma central de
defumação a ser compartilhada por todos, mesmo que cada um dos
produtores tenha seus segredos.
O chef Caco Marinho, de Salvador,
é um entusiasta do fumeiro. Embarcou para o Recôncavo para conhecer
produtores e coloca esporadicamente nos cardápios de seus restaurantes o
fumeiro de Maragogipe. Diz estar preocupado com a criação de uma
central de beneficiamento por temer a uniformização de todos os
produtores. “Não adianta azulejar tudo para acabar com a salmonela e
botulismo se matar a tradição”, diz.
Cortes da tradição
Mantinha
Mantinha A
mais famosa dos fumeiros, é feita com o chã de dentro ou coxão mole do
porco, tirada em um corte que é motivo de orgulho entre os produtores.
Rosada e fibrosa, é a melhor opção para grelhar ou assar sob a brasa.
Ideal para escondidinho e farofas. Já foi usada em substituição ao bacon
no preparo de um espaguete a carbonara pelo chef Caco Marinho, do
restaurante DOC Casual Dinning, de Salvador. Para reconhecer uma boa
peça, fique atento ao peso: se tiver mais de quatro quilos,
provavelmente a peça veio de uma porca velha, de carne dura.
Linguiça de cabeça Feita
apenas sob encomenda, é elaborada com carne da cabeça do porco e
grandes nacos de gordura (à semelhança de alguns embutidos europeus). É
ideal para petiscar acompanhada de uma boa farofa e cerveja de
qualidade.
Choriça gorda
Choriça gorda É feita com
tripa de boi e recheada com aparas das mantinhas, temperadas com alho,
cominho e sal. Os pedaços grandes são intercalados por grandes nacos de
gordura. É o corte certo para fazer o “feijão gordo”, a feijoada baiana
do dia a dia, que leva feijão carioquinha, carne seca, às vezes costela
de boi, e pedaços de mantinha. Encontrado em feiras e comido em najés
(tigelas de barro) com muita farinha, preferencialmente a feita em
Maragogipe.
Choriça magra
Choriça magra Tem teor de
gordura menor que o da gorda, mas fora isso, é praticamente a mesma
receita. Ideal para grelhar na churrasqueira, mas é preciso lavar bem a
peça de carne antes de usar, para reduzir um pouco o sal.
Confira
mais de 70 opções de pacotes para o feriado do 1º de maio, se você não
tem tempo para o do dia 21. Em Mangaratiba ou Búzios, no Rio de Janeiro,
as opções para três dias custam quase R$ 4 mil.
O feriado de
Páscoa terminou há apenas dez dias, mas quem não teve chance de
descansar –ou já está pensando em mais uma viagem–, pode se preparar: os
próximos 15 dias reservam dois feriados "emendáveis".
Tiradentes cai já na próxima terça-feira (21) e o feriado seguinte, 1º de maio, o Dia do Trabalho, em uma sexta.
A
alta do dólar, que tem gravitado acima dos R$ 3 desde o início de
março, está fazendo com que os pacotes oferecidos por agências fiquem
mais completos.
"Tem ganhado força a tendência de pacotes com
refeições e passeios incluídos já na hora de fechar a compra", diz
Francisco Leite, presidente da seção paulista da Abav (Associação
Brasileira de Agências de Viagens).
Nos modelos de meia pensão e
"all inclusive", comuns principalmente em resorts, o consumidor se
previne contra flutuações no preço do dólar em gastos feitos no cartão.
A
tendência é mais forte em viagens internacionais, mas também se mostra
nos destinos nacionais, já que certos preços têm como referência a moeda
americana.
Com a economia incerta, o setor hoteleiro espera que
muita gente comece, ainda neste meio de primeiro semestre, a reservar
até a viagem de Réveillon.
O que não impede que, para atrair
público no restante do ano –como nesses próximos feriados–, hotéis e
agências pelo país façam uma série de promoções.
Se sua ideia for descansar em 1º de maio, o "Turismo" reuniu uma seleção de 72 pacotes para a data.
Muitos
com descontos generosos, como os do hotel Golden Tulip Interatlântico,
em Natal. Três noites no local, próximo à praia do Meio, saem pela
metade do preço.
Para quem tem um tempo um pouco maior do que os
três dias de folga, a agência paulistana Flot tem pacotes para o Caribe
(Punta Cana, Cancún e Varadero, em Cuba) com 5% de desconto, a partir de
R$ 3.024 –com seis noites nos destinos.
Os viajantes
retardatários vão encontrar 47 opções para embarcar de última hora, já
nesta sexta, e curtir o feriado de Tiradentes.
PACOTES PARA O ESTADO DE SÃO PAULO
NA PRAIA
R$ 584 Valor promocional para duas diárias no hotel Monte Serrat, em Santos. Com café. Na RCA: (11) 3017-8700; rcaturismo.com.br
R$ 1.100 Três noites em Ilhabela, com café. Pacote com 10% de desconto. Reservas: (12) 3894-9415; barradopiuva.com.br
R$ 1.296 Pacote com 20% de desconto para três noites no Amora Hotel, em Maresias (São Sebastião). Reservas: (12) 3865-7377; amorahotel.com.br
R$ 1.680 Pacote
de três noites, para até três pessoas, no hotel Nau Royal, na praia de
Camburi (São Sebastião). Inclui café da manhã e chá da tarde. Na
Adventure Club: (11) 5573-4142; adventureclub.com.br
R$ 2.550 Três noites em Caraguatatuba. Inclui café e jantar. Crianças de até dez anos têm cortesia. Reservas: (12) 3884-9339; tabatingahotel.com.br
R$ 2.595 Preço
por pessoa para três noites, a partir de 30/4, em quarto duplo, com
café, no hotel Nau Royal, em Camburi (São Sebastião). Na Teresa Perez:
(11) 3799-4000; teresaperez.com.br
R$ 4.440 Pacote de três noites na pousada Picinguaba, em Ubatuba, em quarto duplo. Inclui café e jantar. Na Auroraeco: (11) 3086-1731; auroraeco.com.br
NO CAMPO
R$ 443 Três
noites em Brotas, em quarto duplo, com café. Inclui rafting e
tirolesas. Preço promocional: custava R$ 503. Na EcoAção: (14)
3653-9140; ecoacao.com.br
R$ 675 Três
noites na pousada Recanto dos Manacás, em Socorro. O valor, com 10% de
desconto, inclui café e tirolesa. Reservas: (19) 3895-6876; recantodosmanacas.com.br
R$ 805 Valor para três noites, para o casal, na pousada Vila Rica, em Cunha. Inclui café da manhã. Reservas: (12) 3111-2612; pousadavilarica.com.br
R$ 870 Pacote
com duas noites, em quarto coletivo ou barraca, para fazer a travessia
da serra Fina, na serra da Mantiqueira. Inclui todas as refeições
durante a trilha. Travessia da Serra Fina
R$ 970 Valor por pessoa no hotel Tauá, em Atibaia. Inclui todas as refeições. Na RCA: (11) 3017-8700; rcaturismo.com.br
R$ 1.011 Valor promocional para três noites em Belém (PA), no Golden Tulip. Inclui café da manhã. Reservas: (91) 3366-7592; goldentulipbelem.com
R$ 1.080 Pacote
para três noites, fazendo a travessia Itaguaré-Marins, na fronteira de
SP e MG. Inclui transporte rodoviário e pensão completa. Na Pisa
Trekking: (11) 5052-4085; pisa.tur.br
R$ 1.128 Três noites no Royal Thermas Resort, em Olímpia. Inclui café, três refeições e transporte rodoviário. Na CVC: (11) 3003-9282; cvc.com.br
R$ 1.192 Três
noites no Royal Thermas Resort, em Olímpia, em regime de meia pensão.
Valor por pessoa em quarto duplo. Na RCA: (11) 3017-8700; rcaturismo.com.br
R$ 1.200 Promoção (33% de desconto) para três noites em Águas de São Pedro. Inclui todas as refeições. Reservas: 0800-7717900; avenidacharmehotel.com.br
R$ 1.398 Três
noites, com pensão completa, no Blue Tree Park de Lins. Inclui
transporte rodoviário a partir de SP. Na NX: (11) 5614-9177; nxturismo.com.br
R$ 1.966 Duas noites para o casal no hotel Tauá, em Atibaia, com todas as refeições incluídas. Na CVC: (11) 3003-9282; cvc.com.br
R$ 2.835 Pacote
de três noites, por pessoa, no hotel Fasano Boa Vista, em Porto Feliz.
Inclui café da manhã; Na Teresa Perez: (11) 3799-4000; teresaperez.com.br
R$ 2.850 Valor
promocional de três noites no Terras Altas by Blue Tree, em Itapecerica
da Serra. Com pensão completa e recreação infantil. Reservas: (11)
3018-1848; bluetree.com.br
R$ 3.378 Valor
para três noites na Fazenda Capoava, em Itu, para o casal. Com pensão
completa e trilhas pela mata. Reservas: (11) 2118-4155; fazendacapoava.com.br
Nos outros estados
R$ 92 Valor da diária, para até três pessoas, no hotel ibis budget Aracaju (SE). Café da manhã não incluído. Reservas: 0800-7037000; ibis.com
R$ 474 Valor
com 50% de desconto para três noites no Golden Tulip Interatlântico, em
Natal (RN), com café da manhã. Reservas: (84) 3087-4800; goldentulipinteratlantico.com
R$ 558 Pacote
com dois noites de hospedagem em Joinville (SC). Preço por pessoa, com
café da manhã, traslado ao Beto Carrero World (sem ingresso) e
transporte rodoviário a partir de SP. Na CVC: (11) 3003-9282; cvc.com.br
R$ 630 Preço
com 15% de desconto, para duas pessoas no Eco Resort Village Mata
Encantada, em Santo André (BA). Não inclui refeições ou aéreo. Reservas:
(11) 3230-7270; mataencantada.com.br
R$ 729 Pacote
de três noites em Balneário Camboriú (SC), com café. Inclui aéreo,
traslados e ingressos para o Beto Carrero World. No Hotel Urbano: (21)
2108-8845; hotelurbano.com
R$ 911 Pacote de três noites em Salvador (BA), no hotel Sol Plaza Sleep, com café da manhã e city tour. Na Top Brasil: (11) 5576-6300; topbrasiltur.com.br
R$ 921 Valor
com 15% de desconto para três noites no Costa Brasilis Resort, em Santo
André (BA). Inclui café e massagem de cortesia. Reservas: (73)
3282-8200; costabrasilis.com.br
R$ 980 Três diárias no Guarany Express, em João Pessoa (PB), caom café da manhã e aéreo. Valor por pessoa. Na Americanas: 4003-4313; viagens.americanas.com.br
R$ 1.078 Três
noites em Salvador, com café da manhã, em quarto duplo. Valor por
pessoa, inclui aéreo, traslados e passeios às praias. Na CVC: (11)
3003-9282; cvc.com.br
R$ 1.100 Duas
noites, em quarto duplo, no hotel Ipanema Plaza, no Rio, com café e um
almoço ou jantar de cortesia. Reservas: (21) 3687-2060; ipanemaplaza.com.br
R$ 1.221 Pacote de três noites, com desconto de 25%, na pousada Corsário, em Búzios (RJ). Com café. Reservas: (22) 2623-6403; pousadacorsario.com.br
R$ 1.271 Três noites em Salvador (BA), em quarto duplo, com café da manhã. Inclui aéreo e city tour. Na NX: (11) 5614-9177; nxturismo.com.br
R$ 1.321,50 Três
noites no Sauípe Resorts, no complexo de Costa do Sauipe (BA), em
regime "all inclusive". Sem aéreo. Reservas: (11) 3218-4335; costadosauipe.com.br
R$ 1.360 Preço
por pessoa, em quarto duplo, em Foz do Iguaçu (PR). Inclui café da
manhã, traslados e visita às cataratas. Na Pisa: (11) 5052-4085; pisa.tur.br
R$ 1.390 Pacote
de quatro noites, com desconto, em Fernando de Noronha (PE). Inclui
café da manhã e traslados, mas não passagens aéreas. Na Adventure Club:
(11) 5573-4142; adventureclub.com.br
R$ 1.454 Pacote
com três noites de hospedagem na pousada Aldeia Portuguesa, em Porto
Seguro (BA), com café da manhã. Inclui aéreo. Na Submarino: 4003-9888; submarinoviagens.com.br
R$ 1.501 Pacote
de três noites no Jatiuca Resort, em Maceió (AL). Inclui aéreo (saída
em 30/4) e duas refeições diárias. No Submarino: 4003-9888; submarinoviagens.com.br
R$ 1.550 Três
noites, para o casal, no hotel L'Acqua diRoma, em Caldas Novas (GO).
Inclui acesso a parque aquático e duas refeições diárias -criança de até
7 anos não paga. Reservas: (11) 3253-3501; diroma.com.br
R$ 1.590 Três
noites, com pensão completa, em quarto duplo, no Amazon Eco Park, na
Amazônia. Inclui traslados e passeios. Na Adventure Club: (11)
5573-4142; adventureclub.com.br
R$ 1.660 Pacote
com 10% de desconto para três diárias em quarto duplo na pousada Vila
Kalango, em Jericoacoara (CE). Inclui café e traslados. Reservas: (88)
3669-2289; vilakalango.com.br
R$ 1.690 Três
noites na Chapada dos Veadeiros (GO), com trilhas e regime de meia
pensão. Valor por pessoa em quarto duplo. Sem aéreo. Na Pisa: (11)
5052-4085; pisa.tur.br
R$ 1.747 Pacote
com 14% de desconto para três noites no hotel Cabeça de Boi, em Monte
Verde (MG). Inclui todas as refeições. Reservas: (35) 3438-1311; hcboi.com.br
R$ 1.800 Valor
promocional para três noites na pousada Porto Imperial, em Paraty (RJ),
com café da manhã. Crianças de até cinco anos não pagam. Reservas: (24)
3371-2323; portoimperial.com.br
R$ 1.864 Valor
por pessoa para quatro noites em Porto de Galinhas (PE). Não inclui
aéreo, mas traslados e todas as refeições. Na RCA: (11) 3017-8700; rcaturismo.com.br
R$ 1.900 Três
noites, com meia pensão, em quarto duplo, no Pestana Angra Beach
Bangalows, em Angra dos Reis (RJ). Inclui traslados. Na Tereza Ferrari:
(11) 3021-1699; terezaferrariviagens.com.br
R$ 1.950 Valor
para o casal, com três noites de hospedagem no Golden Dolphin Express,
em Caldas Novas (GO) -check-in no dia 30/4. Com traslados e café da
manhã. Na Azul Viagens: (11) 4003-1181; azulviagens.com.br
R$ 2.160 Três
noites, em quarto duplo, no sistema "all inclusive", no Iberostar
Bahia, na Praia do Forte (BA). O valor promocional, com 20% de desconto,
ainda permite que duas crianças acompanhem os pais. Reservas: (71)
3676-4300; iberostar.com
R$ 2.460 Três
noites no Costão do Santinho, em Florianópolis (SC). Inclui aéreo,
traslados e todas as refeições. Na Abreu: (11) 2860-1840; abreutur.com.br
R$ 2.689 Valor
promocional para pacote de três noites no Mussulo Resort, na Paraíba.
Em regime "all inclusive". Reservas: (83) 3298-2750; mussulobymantra.com.br
R$ 2.819 Pacote
de sete noites, com saída em 1º/5, no La Torre Resort, em Porto Seguro
(BA). Com aéreo e todas as refeições incluídas. Na Top Brasil: (11)
5576-6300; topbrasiltur.com.br
R$ 2.970 Três
noites em Itacaré (BA), em quarto duplo, em pacote que inclui café e
jantar, traslados e passeios. Na Auroraeco: (11) 3086-1731; auroraeco.com.br
R$ 3.028 Valor
com 20% de desconto para três noites, com todas as refeições, no hotel
Village Le Canton, em Teresópolis (RJ). Reservas: (21) 2741-4200; lecanton.com.br
R$ 3.210 Pacote
de três noites para o casal e até duas crianças de 12 anos
(normalmente, só dá direito a uma criança de seis anos) no Portobello
Resort, em Mangaratiba (RJ). Com pensão completa. Reservas: 4020-8005; portobelloresort.com.br
R$ 3.388 Três
noites no Blue Tree Park Búzios (RJ), com pensão completa e cortesia
para até duas crianças de 11 anos. Promoção para o feriado. Reservas:
(11) 3018-1848; bluetree.com.br
R$ 3.417 Valor
para o casal, com três noites no Vale Suíço Resort, em Itapeva (MG).
Inclui todas as refeições e hospedagem de criança de até 11 anos.
Reservas: (11) 5135-2300; valesuico.com.br
R$ 4.245 Pacote de três noites no Txai Resort, em Itacaré (BA), em quarto duplo, com café e jantar. Reservas: (11) 2627-6363; txairesorts.com
R$ 7.130 Valor
para duas pessoas por três noites, a partir de 30/4, no Ponta dos
Ganchos Resort, em Governador Celso Ramos (SC). Inclui café, chá da
tarde e um jantar. Reservas: (48) 3953-7000; pontadosganchos.com.br
NO EXTERIOR
R$ 1.008 Três noites em Lima (Peru), sem refeições. Inclui aéreo. Na Americanas: 4003-4313; viagens.americanas.com.br
R$ 1.148 Valor por pessoa, em quarto duplo, para três noites em Santiago (Chile). Inclui aéreo, sem refeições. No Submarino: 4003-9888; submarinoviagens.com.br
R$ 1.199 Pacote
de três diárias em Santiago (Chile), com café da manhã, traslados e
aéreo. Pacote com 40% de desconto. No Hotel Urbano: (21) 2108-8845; hotelurbano.com
R$ 1.519 Quatro
noites de hospedagem em Buenos Aires (Argentina), com café da manhã.
Com saída em 29/4, inclui passagens aéreas, traslados e city tour. Na Flytour: 0800-118687; flytour.com
US$ 540 (R$ 1.667) Três
noites de viagem pela Amazônia peruana, com pensão completa e
hospedagem em quarto duplo. Sem aéreo, com traslados. Na STB: (11)
3038-1551; stb.com.br
US$ 578 Três
noites, com café da manhã, no Puerto Mercado Hotel, em Montevidéu
(Uruguai). Inclui aéreo e traslados. Na ADVTour: (11) 2167-0633; advtour.com.br
US$ 655 Pacote
de três noites em Buenos Aires (Argentina), com café da manhã, em
quarto duplo. Inclui traslados, passagem aérea e city tour. Na ADVTour:
(11) 2167-0633; advtour.com.br
US$ 696 (R$ 2.148) Pacote
promocional de três noites no Arakur Ushuaia Resort & Spa, na
Argentina. Inclui café da manhã, caminhadas e traslados. O valor
original era de US$ 1.044. Reservas: (+54) 2901-442901; arakur.com
R$ 2.290 Seis
noites, em quarto duplo, com todas as refeições, no hotel Tierra
Chiloé, no Chile. Inclui passeios e traslados. Sem aéreo. Na Adventure
Club: (11) 5573-4142; adventureclub.com.br
R$ 3.024 Seis
noites de hospedagem em Punta Cana (República Dominicana), em sistema
"all inclusive". Inclui aéreo e traslado, com saídas apenas nos dias 25 e 26/4. Na Flot: (11) 4504-4544; flot.com.br
US$ 1.627 (R$ 4.991) Pacote
de cinco noites, sendo três em Montreal e duas em Québec. Sem
refeições, inclui aéreo e traslados entre as cidades. Na Abreu: (11)
3702-1840; abreutur.com.br
US$ 1.650 (R$ 5.061) Pacote
de três noites em quarto duplo no hotel La Casona de Viña Matetic, no
Chile. Sem aéreo, inclui café e jantar (com meia garrafa de vinho) e
tour pela vinícola. Reservas: (+56) 2 2611-1501; matetic.com
R$ 4.772 Seis noites em Varadero (Cuba), com todas as refeições incluídas. Inclui aéreo, com saída até 30/6. Na Flot: (11) 4504-4544; flot.com.br
Vejam os passaportes que te dão poder pelo mundo, segundo site.
Curioso
para saber como são os passaportes de países tão distantes quanto
Azerbaijão, Laos, Kosovo ou Chade? O site Passport Index mostra a cara
desse documento de viagem em 198 países – todos os que existem no mundo,
de acordo com algumas classificações.
De estrutura simples, o
site permite fazer buscas por país, pela localização no mapa-múndi e até
por cores: vermelhos, azuis e verdes. saiba mais. A plataforma
também mostra para quantos países cada nacionalidade pode viajar sem
precisar de visto e, com base nessa informação, criou o “Passport Power
Rank” (ranking de poder do passaporte).
O ranking é feito
atribuindo pontos para cada país que os portadores do passaporte em
questão podem visitar sem precisar de visto -- ou pedindo-o só ao chegar
ao destino, um processo geralmente simples.
O primeiro lugar no
ranking é dividido entre EUA e Reino Unido, cujos cidadãos podem visitar
147 países sem precisar de visto. Em seguida vêm França, Coreia do Sul e
Alemanha, com 145 países livres de visto. O Brasil aparece na 17ª
posição, junto com Romênia e Mônica, com 128 destinos que podem ser
visitados sem precisar de visto.
Conheça os melhores (e piores) passaportes para viajar
Consultoria
elaborou ranking avaliando necessidade de visto de documentos de viagem
de 199 países; brasileiros não precisam de visto para entrar em 146
países. Se você possui um passaporte do Afeganistão poderá entrar sem
visto em apenas 28 países no mundo. Por outro lado, se tiver o
passaporte americano, britânico, alemão, sueco ou finlandês, será
recebido sem necessidade de entrevistas prévias em 174 países.
Esses
são os dois extremos de um ranking elaborado pela consultoria Henley
& Partners, que examinou o acesso concedido a passaportes de 199
países - os 193 países membros da ONU mais Taiwan, Kosovo, o Território
Palestino, Vaticano, Hong Kong e Macau.
O levantamento usa como
base dados de 2014. O passaporte brasileiro é o 21º entre os que mais
abrem portas, permitindo acesso direto a 146 países.
Na lanterna
estão o Território Palestino, que dá acesso a 35 países, Paquistão e
Somália (32 países), Iraque (31 países) e o já citado Afeganistão.
A
lista traz algumas surpresas. A Coreia do Norte, por exemplo,
considerada um dos países mais fechados do mundo, aparece em 86º lugar,
empatada com Angola.
Na América Latina, o Brasil está em 3º lugar, atrás da Argentina (17º posição) e do Chile (18º posição).
Cuba aparece na 69ª posição, Colômbia em 64º e Haiti em 79º - o pior da América Latina.
Considerando-se
o número de países para os quais os brasileiros podem viajar sem visto,
houve melhora desde 2008. Naquele ano, os brasileiros podiam viajar
para 122 países sem visto, número que subiu para 146 em 2014.
No ranking geral, entretanto, o Brasil ocupava o 19º lugar, e caiu agora para 21º.
Segurança e economia
Mas
por que os cidadãos de alguns países podem viajar para mais lugares sem
se preocupar com visto? De acordo com a consultoria, os principais
fatores que influenciam são segurança e economia dos países. A situação
política e as relações com outros países também são consideradas.
A
política de vistos, diz a empresa, se baseia nas relações históricas ou
diplomáticas, em tratados de comércio e no comércio bilateral entre as
nações.
A OMT (Organização Mundial do Turismo), da ONU, afirma
que a facilitação da expedição de vistos é uma forma de incentivar o
crescimento do turismo, o que contribui para o desenvolvimento econômico
dos países.
Segundo a OMT, no ano passado, 62% da população
precisa de visto para entrar em algum país, 16% receberam visto na
chegada e 19% não precisaram de visto.
Houve uma evolução, já que, em 2008, 77% precisaram de visto.
Em
geral, segundo a organização, as economias emergentes costumam ser mais
abertas que as mais avançadas, sendo que os países do sudeste asiático,
do leste da África, do Caribe e da Oceania são os com maior abertura.
Enquanto isso, os da África Central e do Norte e da América do Norte são os que possuem as políticas mais restritivas.
Nos
restaurantes paulistanos, a crise parece passar longe não vontade
criativa de ter mais frequentadores. Tanto é que o ouro, metal-símbolo
de riqueza, entrou para o
cardápio. Na Osteria del Pettirosso (Alameda
Lorena, 2.155, Jardim Paulista, 3062-5338) o risoto de açafrão leva uma
folha de ouro de 24 quilates (foto). “Elas chegam diretamente da Itália,
da fábrica Battiloro Giusto Manetti, que tem 183 anos de tradição”,
informa a casa. Quem quiser degustar o rico prato precisa fazer o pedido
com quatro dias de antecedência – custa R$ 150. Não é o único caso. A
Anusha Chocolates (R. Comendador Miguel Calfat, 420, V. N. Conceição,
3045-6054) serve uma trufa com pó de ouro (R$ 4,50 cada). E, no japonês
Kappa & Kanashiro (R. Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 524. Itaim
Bibi, 2691-8003), é possível encontrar o saquê Hakushika Gold, com
flocos de ouro (R$ 194,40 a garrafa).