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sexta-feira, 19 de julho de 2019

AINDA MODA INVERNO: Moda oncinha e o couro preto são para sempre

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Veja 5 formas de adotar o animal print nos looks durante o inverno

Vai dizer que você não tem uma peça dessas guardada no seu closet? Confessa, vai...Então aproveite para usar porquê ela está pelas ruas de várias capitais. No Rio não seria diferente.  E saiba que no mundo da moda, a estampa é atemporal. O que muda são as peças e as formas de usar o animal print a cada estação. No inverno, quando a temperatura é muito mais fria, roupas, calçados e acessórios de oncinha prometem esquentar o visual de maneira bem fashionista. Nós separamos algumas inspirações, como as da modelo mineira Góia Drumond, especialmente para o Blog Qsacada.

     
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A estampa de oncinha é tão clássica que pode ser usada até em produções mais discretas e minimalistas. A vantagem é que as cores da estampa - geralmente preto, marrom e branco - estão dentro da paleta de tons terrosos, que transmitem superbem o mood invernal.

Outras dicas:

1 - Oncinha na bolsa ou na pochete

Um jeito fashion de usar a oncinha no inverno é na bolsa ou até mesmo na pochete - acessório que segue em alta para dar praticidade aos looks de frio. Escolha shapes pequenos para um visual mais glam, tanto para o dia a quanto para produções de festa. Para combinar, roupas brancas ou da mesma paleta de cores, como o terracota, funcionam superbem.

2 - No body de gola alta e mangas longas

As apaixonadas por body (must have de verão!) não precisam deixar a peça de lado no inverno! Ele pode aparecer em materiais mais quentinhos com a estampa de oncinha, como modelagens em gola alta e mangas compridas. Para um visual descolado, você pode combinar o body com uma calça jogging, que tem um mood esportivo. Se a ocasiões for de festa, use o body com short e meia-calça ou com saias de cintura alta. Para complementar, botas ou coturnos garantem look bem moderno e quentinho.

3 - Cardigã de onça é prático

Quer usar animal print de forma discreta? Aposte no cardigã de oncinha! O casaco de modelagem longa, além de deixar a produção mais quentinha, funciona com qualquer look por baixo, desde calça até saias, vestidos ou bermudas. A dica é escolher cardigãs de malha ou veludo para um visual de inverno mais aquecido e elegante.

4 - No detalhe da jaqueta de couro

A jaqueta de couro preta também é atemporal e combina com todos os estilos. Nesse outono/inverno, ela pode ter detalhes animal print para você entrar no mood de maneira fashion e delicada - sem contar que entra também no estilo western, hit da estação! Vale usar a peça por cima de vestidos, saias ou calças, ou até mesmo jogada sobre os ombros por cima de um suéter ou tricô de inverno.

5 - Botas western com animal print

E por falar em western look, o animal print pode aparecer nas botas desse estilo! É que as botinhas de caubói ganharam detalhes de oncinha nesse inverno: o calçado aparece com bico fino, cano curto ou médio, e salto block, características que transmitem uma vibe "Velho Oeste" bem glam e sofisticada.

CUIDADO: riscos de infarto e AVC aumentam 30% no inverno

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Na Ilha do Governador, por exemplo, os casos de morte súbita atendidos pelo Corpo de Bombeiros e de atendimentos no setor de emergência do Hospital Municipal Evandro Freire servem como parâmetro para esse alerta. Saiba como se prevenir.

O inverno aumenta em 30% o risco de infarto e AVC. Isso acontece porque o organismo faz de tudo para manter o calor interno do corpo. Assim, quando as terminações nervosas da pele se ressentem com o frio, o nosso metabolismo se prepara para evitar a perda de calor para proteger o funcionamento de órgãos vitais internos. Isso faz com que as paredes dos vasos sanguíneos que irrigam a pele se contraiam e o coração precisa fazer mais força para bombear o sangue.

“Idosos, hipertensos, diabéticos, obesos, fumantes e sedentários precisam redobrar os cuidados no inverno”, alerta o cardiologista e consultor do Bem Estar Roberto Kalil. E mesmo quem não pertence a esses grupos deve evitar a exposição prolongada ao frio intenso e o choque térmico causado pelas quedas bruscas de temperatura.

Entre os cuidados nesta época do ano estão: alimentação mais saudável, beber muito líquido, praticar exercício físico, acompanhamento médico e evitar exposição prolongada a ambientes com ar condicionado quente ou frio.

Vai viajar? Saiba onde estão os 16 radares que serão desligados no Rio

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Os equipamentos foram instalados em áreas consideradas de risco das rodovias RJ 104 e RJ 106, que deixarão de funcionar a partir de semana que vem.

Pelo menos 16 radares da RJ 104 e RJ 106 serão desativados a partir da semana que vem por medida de segurança, já que motoristas que são obrigados a reduzir a velocidade nessas localizações têm sido alvos de bandidos. A informação foi dada com exclusividade na última terça-feira pelo DIA, que teve acesso à lista com as localizações dos equipamentos a serem desativados pelo Departamento de Estradas e Rodagem do Rio (DER-RJ).

Em abril deste ano, motoristas foram obrigados a se abrigar de um tiroteio na RJ 104, em São Gonçalo. Já em maio, um homem foi flagrado portando um fuzil no meio da rodovia RJ 106 durante um protesto. Esses são apenas alguns dos momentos de pânico pelos quais passam os motoristas que circulam pelas rodovias.
 
Os equipamentos que serão desativados estão na Rodovia Amaral Peixoto (RJ 104 e RJ 106), entre São Gonçalo e municípios da Região dos Lagos. Na RJ 104 serão retirados os radares do km 1,5 (Caramujo); Km 3,5 (Baldeador), nos dois sentidos; Km 6,5 (Novo México), em ambas as direções; Km 9 (Colubandê); Km 13 (Jardim Catarina); Km 18 (Guaxindiba); e Km 19,5 (Marambaia). Já na RJ 106, em São Gonçalo, serão retirados os equipamentos do Km 1,6 (Arsenal); Km 1,7 (Arsenal); Km 4,5 (Sete Cruz); Km 6,7 (Engenho do Roçado), nos dois sentidos; e Km 8 (Rio do Ouro), em ambas as direções.

As localizações foram definidas com base em informações passadas pelo Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) da Polícia Militar e o desligamento dos radares cumpre o que diz a lei do deputado Dionísio Lins (PP) que proíbe a instalação de novos equipamentos em áreas de risco mapeadas e conhecidas por terem grandes índices de assaltos ou confrontos armados.

Em nota, a Polícia Militar informou que o comando do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) disse que a desativação dos equipamentos "além de se adequar à normativa, visa atender às demandas da população de maneira estratégica e eficaz, minimizando assim a incidência no roubo de veículos durante o trânsito noturno".

O parlamentar, que também é presidente da Comissão de Transportes da Alerj, informou que vai acompanhar o desligamento dos radares anunciados e cobrar a extensão da medida a outras rodovias.

Lins vai, ainda, pedir ao Instituto de Pesos e Medidas do Rio de Janeiro (Ipem/RJ) a relação com os endereços de todos os equipamentos existentes no estado, o nome das empresas responsáveis pela instalação e se estão devidamente aferidos pelo órgão.
 
Radares desativados:

NITERÓI

Rodovia Amaral Peixoto
RJ 104 - Km 1,5
(Caramujo)
RJ 104 - Km 3,5 (Baldeador) nos dois sentidos

SÃO GONÇALO

RJ 104 - Km 6,5 (Novo México) nos dois sentidos
RJ 104 - Km 9 (Colubandê)
RJ 104 - Km 13 (Jardim Catarina)
RJ 104 - Km 18 (Guaxindiba)
RJ 104 - Km 19,5 (Marambaia)
RJ 106 - Km 1,6 (Arsenal)
RJ 106 - Km 1,7 (Arsenal)
RJ 106 - Km 4,5 (Sete Cruz)
RJ 106 - Km 6,7 (Engenho do Roçado) nos dois sentidos
RJ 106 - Km 8 (Rio do Ouro) nos dois sentidos

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Flip perde fôlego e PM tem de tomar conta de Paraty contra a violência

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A 17ª edição da Flip, que terminou neste domingo (14/7), teve 41 autores convidados que participaram dos cinco dias de evento. A edição teria novidades, mas foi morna, na opinião de especilistas. Nas ruas de pedras centenárias e casarios históricos, muita gente e a ocupação por parte do Batalhão de Choque (BPChoq) da PM do Rio temendo ação de traficantes que tomaram os municípios da Costa Verde, como Angra dos Reis e Mangaratiba. Paraísos de nossa costa marítima, e Balneário mais lindo e cheio de histórias, que foi ocupado por bandidos sanguinários dos morros da capital carioca que foram para lá atrás do dinheiro milionário que vem do tráfico de drogas para o turismo. Triste realidade de nossas cidades que poderiam crescer com o setor turístico e hoteleiro.  Estavam sendo esperadas 200 mil pessoas.

    
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Quanto à A Flip 2019, dos 41 convidados, participaram 22 mulheres e 19 homens. Além disso, houve um pequeno aumento no percentual de autores e autoras negras em relação aos últimos dois anos, quando houve um recorde de participação (30%). Em 2019, o percentual foi de 31,7%. Na avaliação divulgada pela organização. Teve de tudo, até troca de socos, sendo o objetivo maior o fato de querer denegrir a imagem do governo brasileiro.

Não houve discussão sobre a violência e o q ue deveria ser feito para acabar com essa realidade. Não houve discussão sobre o aumento do turismo da região, usando a Flip como pólo de atração para a Costa Verde.  Apenas temas, alguns atuais e outros desgastados pelo tempo, a começar pela homenagem à Euclides da Cunha, autor de "Os Sertões", com debates sobre resistência e luta: quase requisito da edição. Não se falou sobre a destruição do país por governos anteriores. 

     
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Não se debateu nem o fato do fechamento de grandes livrarias no Rio, principalmente, e nem na necessidade de se promover o aumento da leitura entre os indivíduos. De como atrair uma geração que mal sabe ler ou interpretar um texto.

Outros temas

Na noite de quinta (11/7), Kalaf Epalanga e Gaël Faye divertiram a plateia falando de temas sérios como guerra, imigração e racismo. Os autores criticaram a pouca presença de negros e mestiços na literatura e expuseram a realidade da imigração na Europa e dos conflitos africanos, mas não perderam a oportunidade de fazer piadas durante as falas.

O encontro entre Jarid Arraes e Carmen Maria Machado também foi marcado por temas sérios, como a escassez de autoras negras e o que se espera da literatura LGBT. As escritoras também cativaram o público, mas com emoção e sensibilidade. Com homenagem a Conceição Evaristo, teve até choro durante a apresentação.

Visita ao Cristo Redentor, uma vergonha para o turismo

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Escadas rolantes e elevadores do Cristo Redentor estão parados há três meses. Quem deseja visitar o monumento precisa subir 220 degraus, depois de pagar quase R$ 80 para subir no trenzinho. Elevadores estão parados desde abril, quando foram danificados pela chuva. Instituto responsável pela manutenção do lo cal deveria ser cassado, e o estado responbsabilizado pela desordem que mancha a imagem do Rio de Janeiro, e também do Brasil, lá fora.

Ponto turístico do Brasil conhecido internacionalmente, está entregue à própria sorte e possui problemas de acessibilidade. As escadas rolantes e elevadores do Cristo Redentor estão parados há três meses. Assim, quem deseja visitar o monumento precisa subir 220 degraus, impossibilitando o acesso de quem tem problemas de locomoção.

Assim, a capela que fica aos pés do monumento não é usada somente para as orações, mas também para os visitantes descansarem.

“Foi brabo. Quase que eu não aguentei”, desabafou a aposentada Maria de Lourdes Lyra.

Os elevadores estão parados desde abril, quando foram danificados pelo temporal que atingiu a cidade. De acordo com o Alerta Rio, foi a pior chuva dos últimos 22 anos.

O ICMBio, órgão do governo federal responsável pelo Parque Nacional da Tijuca, onde fica o Morro do Corcovado, recomendou a interdição para manutenção e disse que a empresa Trem do Corcovado deveria pagar pelas obras, que podem ter custo de R$ 1 milhão.

Já a empresa Trem do Corcovado diz que a responsabilidade pela escada rolante é do ICMBio. O impasse dura três meses.

A companhia Trem do Corcovado afirmou que vai assumir a manutenção e religar os equipamentos na próxima semana, mas vai pedir que a Justiça julgue quem deve pagar pelo reparo.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Que frutas você deve dar para o seu Pet

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Você sabia que as elas também podem ser inseridas no cardápio dos cães, por exemplo?

Embora sejam carnívoros, eles também podem consumir frutas frescas ocasionalmente na forma de petiscos, porém, assim como nos humanos algumas frutas podem desencadear reações alérgicas, nos cães pode ocorrer o mesmo.

Diversas matérias veiculadas na mídia e posts em redes sociais tratam sobre esse assunto e a nossa dica é seguir apenas as recomendações vindas dos veterinários, pois são eles os melhores entendedores sobre os animais.

Em artigo publicado no site do centro veterinário Pacaembu, a médica veterinária Adriane Tomimassu explica que as frutas possuem um tipo de açúcar que fez bem ao metabolismo, a frutose, que ajuda a reduzir o risco de diabetes. Mas, embora sejam boas para a saúde, frutas em excesso podem ser tóxicas e fazer com que o animal sinta-se saciado e deixe de se alimentar com o que realmente necessita. Ração é fundamental.

Recomenda-se que as frutas sejam oferecidas apenas para pets acima de seis meses de vida e sempre como petiscos durante o dia, não ultrapassando 20% de sua alimentação. Importante também é que as frutas sejam servidas em pedaços, sem casca e preferencialmente sem sementes.

No site do centro veterinário Da Vinci, as frutas indicadas como frutas permitidas são:

1 -  Banana: auxilia no sistema imunológico e é rica em potássio, fibras e vitaminas A e C, mas não vale exagerar.

2 - Maçã: pode ser servida com casca, mas sem o talo; é rica em vitaminas e ajuda na limpeza da língua e da dentição.

3 - Manga: indicada para os casos de falta de nutrientes é rica em fibras alimentares e vitamina C; deve ser servida em pedaços, sem a casca e o caroço;

4 - Morango: deve ser servido em pequenas quantidades e com a casca; rica fonte de vitaminas A e C, ajuda na função cerebral.


Agora, atenção às frutas que não são indicada:

1 - Abacate: possui a persina, uma substância tóxica para os cães e por ser gorduroso, pode gerar problemas estomacais e intestinais;

2 - Abacaxi: é ácido e pode ocasionar problemas gastrointestinais

3 -  Uva: há estudos que afirmam que podem causar graves lesões renais.


Em artigo publicado no site Liberal, o veterinário Jorge Morais acrescenta ainda na lista dos permitidos o caju (sem a castanha), o caqui, a pêra, o kiwi e a goiaba e orienta que não sejam oferecidos, também, a laranja e a carambola.


Importante:

Assim como acontece conosco, mesmo com propriedades positivas, pode ser que alguma fruta recomendada não caia muito bem ao seu animal. Esteja atento e na dúvida, consulte seu veterinário de confiança. Seu cãozinho agradece!


Parque da Chapada dos Veadeiros tem entrada paga a partir desta segunda-feira

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Moradores da região deverão pagar R$ 3, mas dos demais visitantes brasileiros serão cobrados R$ 17. Veja também quem ainda tem entrada franca garantida no espaço.

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, começa a ter entrada paga a partir desta segunda-feira (8/7), segundo a concessionária que assumiu a administração do local, a SociParques. De acordo com a empresa, a cobrança é revertida em manutenção e melhorias a serem feitas no espaço.

De acordo com a concessionária, moradores de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Colinas do Sul, Nova Roma, São João d'Aliança e Teresina de Goiás, cidades abrangidas pelo parque, pagam R$ 3 para entrar. No entanto, essas pessoas precisam se cadastrar na portaria do local de segunda a sexta-feira, das 15h às 17h, apresentando os seguintes documentos:

Comprovante de endereço – se o comprovante não estiver no nome do morador, também é necessário apresentar contrato de locação do imóvel com firma reconhecida (junto da conta de consumo no nome do proprietário do imóvel); certidão de casamento ou contrato de união estável;

Os demais brasileiros deverão pagar R$ 17 para entrar no parque. Visitantes de países do Mercosul pagarão entrada no valor de R$ 26, e demais estrangeiros deverão pagar R$ 34.

Veja abaixo quem pode entrar na área sem pagar entrada:
Visitantes brasileiros ou estrangeiros que residem no Brasil com 60 anos ou mais
Crianças com até 12 anos incompletos acompanhados de adultos
Estudantes e acompanhantes de estabelecimentos de ensino com visitas pré-agendadas com objetivo de educação ambiental
Populações extrativistas beneficiárias da unidade de conservação
Colaboradores ou membros de instituições parceiras colaboradoras do ICMBio
Pesquisadores autorizados pelo ICMBio
Servidores de órgãos públicos em serviço
Guias de turismo regularizados pelo Ministério do Turismo
Condutores de visitantes cadastrados de acordo com critérios estabelecidos pela chefia da unidade de conservação
A concessionária disponibiliza o email contato@sociparques.com.br para tirar dúvidas dos visitantes.

Patrimônio

O parque tem 240 mil hectares e é apenas uma parte da região da Chapada dos Veadeiros, que é considerada Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Estão em regiões próximas ou dentro da Chapada dos Veadeiros três aquíferos: o Guarani, o Urucuia e o Bambuí.

O Cerrado é um dos ambientes mais antigos do planeta, com mais de 2 bilhões de anos. É segundo o bioma de maior formação vegetal da América do Sul, perdendo apenas para a Amazônia. No Cerrado estão 62% das cavernas brasileiras (cerca de 4 mil), que ajudam a água da chuva a ir para o lençol freático, além de ser o berço de uma das maiores biodiversidades do mundo.

Não esqueça dos alimentos que aumentam sua imunidade

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Especialista dá dicas para manter a saúde durante o inverno, e o combate à gripe e resfriados.

Temperaturas mais baixas durante o inverno contribuem bastante para a vulnerabilidade do organismo, o que pode resultar em gripes, resfriados, viroses, entre outras doenças. Por isso, na época mais fria do ano, é importante manter uma alimentação balanceada, porém, rica em vitaminas e minerais. 

Além disso, o consumo de substâncias antioxidantes também é fundamental para que o sistema imunológico fique mais resistente a vírus e bactérias. De acordo com Luciana Novaes, nutricionista e mestre em Saúde Pública da Fiocruz, a falta de imunidade pode estar ligada a um cardápio pobre em frutas, verduras e legumes.

Uma boa dica da especialista é a relação entre as cores dos alimentos e seus benefícios. “Alimentos de cor alaranjada, como cenoura, abóbora e manga, assim como os de cor verde-escuro, caso da rúcula e do agrião, possuem uma grande quantidade de vitamina A, importante para a produção de células do sistema imune. Além disso, eles possuem ação antioxidante”, diz a nutricionista.

Segundo Luciana, é importante investir nos alimentos certos e o consumo deve ser diário. “A pessoa não precisa tomar suco de laranja todos os dias. O ideal é substituir por outros alimentos, sempre incluindo nas receitas do dia a dia. O alho e a cebola são bons exemplos. Ajudam a fortalecer o sistema imune”, explica.

Fonte O Dia

Temperatura caiu muito? Saiba que os Pets precisam de cuidados especiais

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Casinhas, camas e roupinhas ajudam a mantê-los aquecidos. Mudança de comportamento, como tremores, são indicativos de que seu peludo pode estar com frio. Veja também no painel ilustrativo, as dicas que os cachorros dão para os seus donos sobre os seus sentimentos de momento.

O inverno ainda chegou, e a temperatura já caiu bastante. Assim como nós, os pets sentem essa mudança no tempo. Não pensem que, por terem pelos, eles estão protegidos os os protegem. Uma caminha, casinha e cobertorzinho é sempre bem vindo. Se eles já adoram um aconchego imaginem no frio! Mas, como saber se seu cão ou gato está com frio? Quem dá as dicas é a veterinária Juliana Velloso.

Ficar atento ao comportamento do seu peludo é a principal recomendação de Juliana. Se seu cão está tremendo ou seu gato se entocou em algum lugar que não seja o hábito dele porque eles podem estar com frio. Segundo Juliana, esses são alguns dos sintomas que os pets apresentam quando estão com frio. Ela explica que os tremores são comuns nos cachorros, principalmente nos de pelo curto. Deitar no cobertor ou na cama deles ou dos tutores também são alguns sinais de frio.

Gatos e cães

Os felinos não tremem, o que dificulta um pouco a percepção do tutor. Além de se esconder, eles também gostam do quentinho da cama deu seus tutores, deu seus cobertorezinhos. Então, se ele estiver em algum desses lugares, já sabe: ele está tentando de aquecer. Mas, roupinha em felino, nem pensar. Eles não gostam. É o alerta que Juliana dá.

Já os cães, têm uns que gostam e outros, não. Também vai da percepção do tutor. E a veterinária avisa: se o pet não gostar de roupa não coloque. Não é porque você acha que ele está com frio que deve encasacá-lo. Nesse caso, uma cobertinha já resolve. Como nosso frio não é muito congelante igual ao europeu, é preciso ter cuidado na hora de aquecer seus pets. Não os encha de roupas, cobertores e edredons. Um mantinha ou um aconchego na cama já resolve, de acordo com Juliana.

E, para quem tem pet que fica do lado de fora da casa, não esqueça da casinha com cobertor.


Armando Nogueira vai estar na Flip em Paraty

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O jornalista, professor universitário e escritor Paulo Cesar Guimarães (PC Guimarães) levará histórias interessantes e picantes sobre esse monstro que ajudou a crescer o jornalismo da Rede Globo de Televisão. Já outro jornalista, também carioca e muito importante, dono de uma das maiores agências de assessoria de imprensa do país, criador do Museu da Pelada, apresentador de televisão, estará na feira literária lançando mais um selo, a Approach Editora.

São os Heróis da Resistência inseridos no tema principal da Festa Literária Internacional de Paraty, que chega em sua décima sétima edição, sendo realizada entre os dias 10 e 14/7. Ou seja, começa nessa quarta-feira (10), em um dos locais mais bonitos e cheios de história da Costa Verde fluminense.

Uma Flip que promete ser ainda mais ativista, suplantando um encontro de autores para intensificar o debate político, abordando o massacre de Canudos, narrado por Euclides da Cunha, jornalista do então Estado de São Paulo e autor do mais famoso relato sobre a guerra de Canudos " Os Sertões".

Homens de imprensa e do futebol

Pra quem for a Flip e quiser prestigiar o PC Guimarães que vai falar do seu Armando: o papo sobre a biografia de Armando Nogueira, que será lançada em março de 2020, vai rolar na Off-Flip da Casa Gastromar, rua da Capela, 34. Será nos dias 11 e 12, quinta e sexta, às 15h. " A casa, um charme por sinal, estava acabando de ser restaurada quando estive em Paraty pra fazer mais uma das 200 e tantas entrevistas do livro", lembra o escritor e jornalista que promete histórias muito interessantes para a platéia.

          
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No sábado (13), a partir das 18hs, será a vez dos "Heróis da Resistência", orquestrado pelo jornalista Sérgio Pugliese, que lança na Flip o selo Approach Editora, conduzindo conversas com empreendedores, como Cello Camolese, dono de quatro casas culturais e gastronômicas no Rio, e o escritor Pedro Salomão.

Sobre a feira

A 17ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty pretende exibir as marcas das perturbações que o Brasil sofreu na última década. De acordo com analistas, já não se trata de um conclave de literatos fundado em 2003 pela editora inglesa Liz Calder, então moradora da cidade histórica. Com o passar das crises, Liz foi embora, os grandes escritores sumiram, as verbas minguaram e a programação alternativa se incorporou à festa. “Hoje a Flip é a fusão da programação principal com a de casas parceiras”, diz a editora Fernanda Diamant, curadora da festa. “O público mudou a relação com a atenção. Por isso, optamos por mesas de 45 minutos, com formatos variados: palestras, performances e entrevistas.”

      
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      Marcia Peltier e PC Guimarçães

Outra mudança se deu na densidade literária, que se diluiu para dar lugar à politização e à invasão de autores militantes dos movimentos negro, indígena, LGBTQ+ e feminista. “A Flip é um evento educativo e politico”, afirma Fernanda. “Ao fazer cultura, você faz política.” Nada mais politizado que o autor homenageado deste ano, Euclides da Cunha (1866-1909), e seu “livro vingador”, “Os sertões” (1902), mistura de tratado antropológico-topográfico e relato da destruição do arraial de Canudos, em outubro de 1897, pelo exército brasileiro. É um tema que convém ao novo modelo da festa.

A atualidade de “Os sertões” será discutida por 33 escritores de dez nacionalidades em várias áreas, da sociologia à fotografia, roçando até a literatura. Fernanda escolheu nomes de locais do interior da Bahia para ilustrar as 21 mesas, nem sempre ligadas ao tema.


sexta-feira, 5 de julho de 2019

Manter massa muscular é importante para a velhice

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Estudo da USP mostra a importância de manter massa muscular para longevidade. De modo geral, os participantes do estudo que morreram eram mais velhos, faziam menos exercícios, tinham diabetes e doenças do coração. Carne e feijão são importantes para a recuperação.

Pesquisadores da USP analisaram dados de 839 pessoas com 65 anos ou mais para analisar como a quantidade de músculos influencia na longevidade de cada um. Eles concluíram que o risco de mortalidade foi quase 63 vezes maior entre as mulheres com pouca massa muscular. Entre os homens com menos massa muscular, a chance de morrer foi 11,4 vezes maior.

As primeiras medidas foram anotadas entre 2005 e 2007. Quatro anos depois, 132 dos voluntários haviam morrido. Desses, 43,2% faleceram por problemas no coração. Entre os homens, 20% morreram, enquanto entre as mulheres, 13%. De modo geral, os participantes que morreram eram mais velhos, faziam menos exercícios, tinham diabetes e doenças do coração.

— Quando a gente viu as causas de morte, cerca de 40% foram devido a doenças cardiovasculares, por insuficiência cardíaca. Há dois fatores por trás disso. O primeiro é que o sujeito que vai ter uma doença cardíaca tem menos músculos porque qualquer doença crônica é uma inflamação. E a inflamação diminui a produção muscular— explica Rosa Maria Rodrigues Pereira, professora da Disciplina de Reumatologia da Faculdade de Medicina da USP e coordenadora da pesquisa. — Em qualquer doença crônica você acaba produzindo menos músculos. Isso acontece também em doenças reumatológicas e diabetes, por exemplo. O segundo fator é que a atividade física é boa para a atividade cardiovascular.

Alimentação: carne, feijão e grão de bico ajudam a manter a massa muscular

A médica explica que a perda de massa muscular acontece naturalmente após os 40 anos, e pode passar despercebida com o ganho de peso de gordura. Estima-se que após os 50 anos, entre 1% e 2% da massa muscular seja perdida anualmente. Entre os fatores que podem acelerar o fenômeno estão sedentarismo, dieta pobre em proteínas, doenças crônicas e hospitalização.

Para recuperar a massa muscular perdida, a médica Maria Rodrigues indica uma rotina de exercícios físicos e uma dieta rica em proteínas.

— Não estamos falando aqui de dietas “low carb”, em que a pessoa aumenta demais o consumo de carne. O importante é que você tenha uma boa ingestão de proteínas, que podem ser tanto de origem animal quanto vegetal. É importante, a partir dos 60 anos, continuar comendo peixe, ovo, carne e frango. Ou proteínas de origem vegetal: feijão, grão de bico, lentilha e amêndoas, por exemplo. E a atividade física, com musculação, com pesos, que é uma coisa boa para aumentar a massa muscular.

Quase metade dos brasileiros perde músculos a partir dos 80 anos

O estudo foi feito na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP). Os cientistas avaliaram a quantidade de músculos que cada pessoa tinha nos braços e nas pernas, além da quantidade de gordura nas camadas abaixo da pele e entre os órgãos vitais.

O grupo desenvolveu uma equação para determinar, com base nas características estatísticas da população estudada, quais indivíduos poderiam ser considerados com massa muscular abaixo da média. Cerca de 20% das pessoas que participaram da pesquisa tinham massa muscular abaixo da média.

A perda músculos associada ao envelhecimento é conhecida como sarcopenia. Dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia indicam que 46% dos brasileiros acima de 80 anos sofrem disso.

Os voluntários que participaram da pesquisa da USP foram examinados por uma técnica conhecida como densitometria por emissão de raios X de dupla energia. Rápido e indolor, o exame não requer nenhum preparo especial e é realizado com baixa intensidade de exposição aos raios X. Esse tipo de densitometria fornece as informações de massa óssea, magra e de gordura do corpo inteiro ou de partes específicas, expressas em porcentagem da massa total. O equipamento foi adquirido com auxílio da Fapesp.


Maior festival de churrasco do país chega ao Rio de Jeneiro

           Resultado de imagem para Maior festival de churrasco do país chega ao Rio de Jeneiro  A esquadrilha da fumaça desembarca na cidade maravilhosa com uma super produção e atrações para toda família com entrada gratuita!  O que vai ter:  - 15 estações de cortes especiais  - Cervejas artesanais  - Super chefs assadores - 5 bandas ao vivo - Espaco Kids  Onde? Shopping Fashion Mall Quando? 13 e 14 de julho A partir das 12h  *Entrada gratuita

A esquadrilha da fumaça desembarca na cidade maravilhosa com uma super produção e atrações para toda família com entrada gratuita!

O que vai ter:
- 15 estações de cortes especiais
- Cervejas artesanais
- Super chefs assadores
- 5 bandas ao vivo
- Espaco Kids

Onde? Shopping Fashion Mall
Quando? 13 e 14 de julho
A partir das 12h

*Entrada gratuita 

Festas julinas, 9 roteiros para aproveitar em São Paulo

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1 - Brincadeiras e comidinhas típicas animam a Festa Junina do Mosteiro da Luz, organizada no jardim do local (foto acima). Preparados pelas freiras, os quitutes têm preços a partir de R$ 3 e as atrações incluem piscina de bolinhas, corrida de saco e ovo na colher. Av. Tiradentes, 676, Luz, 3311-8745. Sáb. e dom., 14h/20h. Grátis. Até 14/7.

2 - Do projeto Tardes no Terraço, o Shopping Vila Olímpia recebe um arraial com brincadeiras e oficinas gratuitas para crianças de até 8 anos. Além de jogos como pescaria e argolas, o espaço organiza atrações como corrida de saco e cantigas de roda. Barracas vendem quitutes típicos como bolos, paçoca e pipoca. Shopping Vila Olímpia (3º piso). R. Olimpíadas, 360, V. Olímpia, 4003-4173. Sáb. (6/7) e dom. (7/7), 13h/19h. Grátis.

3 - Além dos pratos típicos, bolinhos de bacalhau e pastéis de Santa Clara dão toque especial à Festa Junina na Portuguesa. Entre os shows, participam bandas como Ira e CPM22, no sábado (6/7) e Sorriso Maroto na 2ª (8/7). Estádio do Canindé. R. Comendador Nestor Pereira, 33, Canindé. Sáb. (6/7), 2ª (8/7), 13/7 e 20/7, a partir das 19h; Dom. (14/7), a partir das 16h. R$ 60/R$ 80.

4 - Festa à moda antiga, a Quermesse da Igreja do Calvário reúne cerca de 20 barracas de comidas e brincadeiras típicas. Fazem sucesso o vinho quente (R$ 6) e o espetinho de carne (R$ 7). Tem até correio elegante, sorteios de prêmios e shows. O ingresso ainda dá direito a um ‘vale-bingo’. R. Cardeal Arcoverde, 950, Pinheiros, 3085-1307. Sáb. (6/7), 17h30/23h30; dom. (7/7), 17h30/22h30. R$ 15 (acima de 60 anos, R$ 5; até 10 anos, grátis).

5 - No Arraiá do Monobloco, um dos blocos carnavalescos mais célebres dos carnavais de Rio e São Paulo celebra o período junino com repertório especial. Não vai faltar decoração temática, comidas e bebidas típicas e também food trucks. Audio. Av. Francisco Matarazzo, 694, Água Branca, 3862-8279. Sáb. (6/7), 22h. R$ 60/R$ 100 (1º lote). Ingressos: www.ticket360.com.br

6 - Marília Mendonça abre, na 5ª (11/7), a 10ª edição do Arraiá do Villa, voltado à música sertaneja. As duplas César Menotti e Fabiano e também Breno e Caio César se apresentam em 12/7. Dia 13/7 é a vez de Thaeme e Thiago. Jefferson Moraes encerra a programação do evento, em 14/7. Villa Country. Av. Francisco Matarazzo, 774, Água Branca, 3868-5858. 5ª (11/7), 12, 13 e 14/7, 20h (show, 0h30). R$ 30/R$ 120.

7 - Sucessos autorais e músicas de São João vão embalar o Arraiá do Geraldo Azevedo. Cantor e banda querem fazer o público dançar ao ritmo de canções como ‘Sabor Colorido’, ‘Tempero do Forró’ e ‘Moça Bonita’. Já a música ‘Chorando e Cantando’ será apresentada com novos arranjos. Geraldo Azevedo (foto acima) também vai interpretar releituras de clássicos de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. Casa Natura Musical. R. Artur de Azevedo, 2.134, Pinheiros, 3031-4143. 13/7, 22h. R$ 100/R$ 220.

8 - A primeira edição do Arraiá D’Arena conta com grandes nomes da atual música sertaneja e também do forró. No dia 27/7, há shows de Solange Almeida, Falamansa, Mila e Léo Magalhães. Naiara Azevedo, Mano Walter e Bárbara Telles se apresentam em 28/7. O evento conta com roda-gigante, comidas típicas e brindes. A cenografia é assinada pelo renomado Zé Carratu. Arena Corinthians. Av. Miguel Ignácio Curi, 111, Artur Alvim. 27 e 28/7, 14h (abertura dos portões; shows, 16h/23h). R$ 50/R$ 320. Ingressos: www.eventbrite.com.br

9 - Para não deixar ninguém parado, o São João de Nóis Tudim (foto acima), no Centro de Tradições Nordestinas, prorrogou o término das celebrações e reúne bandas de forró, cantores sertanejos, grupos folclóricos, quadrilhas e até aulas de dança. O arrasta-pé ocupa os fins de semana com comidas típicas, como pamonha (R$ 13), e também pratos nordestinos, como o baião de dois (R$ 65, para até quatro pessoas). Para beber, o quentão e o vinho quente estão garantidos (R$ 15, cada). R. Jacofer, 615, Limão, 3488-9400. Sáb. e dom., 12h/0h. Grátis. Até 28/7.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

São Paulo se consagra como a maior manifestação do orgulho gay do mundo

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Grandes marcas patrocinaram o evento e se aproximam mais ainda de um público fiel que sabe o que quer e onde gastar para viver.

A cidade de São Paulo já se consagrou como sede de um dos maiores, se não o maior, desfile de orgulho LGBTQ+ do mundo. A Parada Gay, como ficou conhecida, foi para a rua no domingo, 23/6, na avenida Paulista. Além de ato político contra o preconceito, ela é também celebração da diversidade sexual e um motor econômico importante para a cidade.

Parte relevante do financiamento do evento foi da iniciativa privada, por meio de compra de mídia durante a festa. Neste ano, a parada conta como patrocínio master de Burger King. Além da rede de restaurantes, Amstel, Uber e Avon também fecharam cotas. Já as parcerias de apoio ficam a cargo de Accor, Microsoft, MaxMilhas, Mac, Philip Morris Brasil, Mercado Livre, Parada Ao Vivo e Zendesk.

“Todas essas empresas têm políticas de diversidade dentro delas. Quando resolvem apoiar o evento, estão mostrando para a sociedade que aquilo que têm dentro da empresa como um valor está a mostra para o mundo exterior”, explica Renato Viterbo, vice-presidente da Apoglbt SP, entidade responsável por realizar o evento. O executivo aponta que, além da exposição estática, todas essas marcas farão ações durante o desfile, que contará com cerca de 20 trios elétricos. No carro do Burger King, por exemplo, haverá um show da cantora Melanie C. A ex-integrante das Spice Girls já é uma das atrações mais esperadas do evento.

Quase todas são marcas presentes no Brasil se dirigem ao consumidor final. Já em Nova York — que este ano será o anfitriã da World Pride e também concorre ao título de maior parada do mundo — há diversas empresas B2B que patrocinam a festividade. Entre elas, gigantes da indústria como Omnicom Group, SalesForce, IBM e Ernest Young. Em São Paulo, a única integralmente B2B a apoiar o evento é a Zendesk, que desenvolve softwares para empresas (a Microsoft tem produtos e serviços para ambos os mercados).

“Apoiar a Pride Parade NY é mostrar que combater o preconceito é o mínimo. Algumas empresas vão além do básico: a Salesforce, por exemplo, se comprometeu a reduzir investimentos em estados que aprovarem leis contra os direitos dos LGBTs”, explica Laura Garcia, diretora de estratégia da Interbrand São Paulo.

É possível que exista no Brasil, portanto, uma janela de oportunidades a ser mais explorada. “É assim que essas empresas atraem os melhores talentos e conseguem criar um ambiente em que todos podem levar para o trabalho o seu eu mais autêntico”, diz Garcia.

Entretanto, Laura explica que é necessário olhar para o contexto local para compreender a ausência das marcas B2B no apoio ao evento. Em um dos países que mais mata a comunidade LGBT no mundo, “se torna mais eficiente investir recursos na transformação da cultura interna e em financiar ONGs, fundações ou institutos que trabalham a favor dos direitos LGBTs. Só assim o apoio se torna autêntico. Como ainda estamos distantes de um cenário como o americano, é compreensível a ausência das marcas em eventos como a Parada”, afirma.

Em 2019, tanto São Paulo quanto Nova York escolheram como tema de seus desfiles os 50 anos de Stonewall. A data lembra quando integrantes da comunidade LGBT foram às ruas protestar contra a violência policial sistemática voltada a eles. O estopim foi a batida policial truculenta no bar nova iorquino Stonewall.

Fonte Meio & Mensagem


Um São João diferente na cidade do Porto

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  Ponte sobre o Rio Douro - Portugal  Foto: Fernanda Ferraro

O dia 24 de junho foi comemorado em Portugal, mas precisamente na cidade do Porto, na Região Norte daquele país, como se fosse réveillon. Teve muita queima de fogos de artifício, cantorias e uma multidão assistindo ao espetáculo que foi registrado por uma ex-moradora da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro,, Fernanda Ferraro, que está morando e trabalhando muito naquela cidade lusitana. Outro detalhe interessante é que, diferente do Brasil, a festa tem uma culinária não muito especial, mas deliciosa, como as sardinhas na brasa.

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  São João em Portugal e gastronomia  - Foto: Fernanda Ferraro

Cidades do Rio de Janeiro agitam seus festivais de inverno

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   Hotel Quitandinha - Petrópolis

A praiana Búzios, na Região dos Lagos; Paraty, na Costa Verde fluminense e Teresópolis, na Região Serrana,  são alguns dos municípios que se destacam.

Mal o inverno chegou e, junto com ele, vem também um calendário repleto de festivais e eventos pelo interior do estado, que vão animar o mês de julho. Há opções gastronômicas e culturais no litoral , no Vale do Café e na Serra Fluminense .

1 - Búzios. De 5 a 14 de julho acontece a 18ª edição do Festival Gastronômico de Búzios, que reunirá cerca de 80 restaurantes, que vão apresentar pratos em versões de degustação, nas calçadas em frente dos estabelecimentos. Na Orla Bardot, o Altto e o Salt são alguns dos participantes.

2 - Vale do Café. As cidades históricas que compõem o Vale do Café promovem a 16ª edição do Festival do Vale do Café, com atrações musicais, artísticas e gastronômicas em diversas das antigas fazendas da região. Além das apresentações e atrativos, há cursos de instrumentos musicais. As fazendas Alliança e União são algumas das que participam. De 18 a 28 de julho.

3 - Vassouras. A cidade recebe, de 5 a 7 de jullho, a 4ª edição do Devoart Gastro Beer, que reúne food trucks, música e cerveja artesanal, além de workshops de cutelaria, queijos, fotografia, vinho, café, trufas e outros temas.

4 - Paulo de Frontin. O Jardim Ecológico Uaná Etê realiza, até o dia 14/7, a 2ª Festa das Luzes da Mata Atlântica. A iluminação especial, no meio da Mata Atlântica, acontece às 17h30 e o ingresso dá direito a conhecer os 22 jardins do local, grande atração do parque. Além da iluminação especial, show de música, DJs e exposições de arte animam o públuico.

5 - Serra Fluminense. As cidades de Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburo e Três Rios recebem a 18ª edição do Festival Sesc de Inverno, que acontece nos 4 municípios dos dias 19 a 28 de julho, com atrações gratuitas de música, teatro, dança, literatura e arte, entre outros temas.

6 - Teresópolis. Dos dias 12 a 21 de julho, Teresópolis sediará o festival Vinho nas alturas, quando vinícolas e distribuidores apresentam seus rótulos acompanhados de degustações de alguns restaurantes da cidade. Acontece no hotel Le Canton.


0% álcool: Bares onde não se vende bebida alcoólica estão crescendo

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    Nonalcoholic Bar Getaway

Este tipo de estabelecimento está ganhando popularidade ao redor do mundo, principalmente em Nova Iorque e em Londres. É o movimento 0% álcool.

Quando você entra no Getaway, um bar estiloso perto da avenida principal de Greenpoint, no Brooklyn, você pode imaginar que vai encontrar ali todos aqueles drinques de Nova York que fazem sucesso no Instagram.

As paredes verde e azul são de bom gosto, o espaço é aconchegante o suficiente a ponto de você participar da conversa na mesa vizinha, e o cardápio apresenta uma lista de coquetéis de US$ 13 com ingredientes como xarope de tabaco, groselha e pimenta jalapeño.

Há ainda um aviso amistoso dos proprietários comunicando que laptops não são permitidos.

Mas há uma diferença crucial entre o Getaway e outros bares do Brooklyn: o Getaway não vende drinques com álcool.

Um bar sem bebida alcoólica soa como um paradoxo, como um aquário sem peixe ou uma padaria que não vende pão.

Mas em cidades como Nova York e Londres, onde os bares costumam funcionar como uma segunda sala de estar para quem mora em apartamentos com pouco espaço, uma opção de vida noturna sem álcool pode atrair uma clientela que, por algum motivo, prefere não beber.

Sam Thonis, coproprietário do bar junto a Regina Dellea, teve a ideia de abrir o Getaway há três anos, quando ele e o irmão, que não bebem, estavam tentando encontrar um lugar para sair à noite.


"Não havia muitas opções de vida noturna em Nova York que não girassem em torno do álcool ou não estivessem tentando te forçar (a beber) de alguma forma", diz Thonis.

"Quanto mais eu conversava com as pessoas, mais eu sentia que elas queriam esse tipo de espaço".

Em resposta, Thonis e Dellea fizeram do seu bar cuidadosamente um espaço com 0% de álcool, o que significa que nem mesmo cervejas sem álcool, que têm uma quantidade mínima de álcool, são permitidas no cardápio.

Nos EUA, o termo "não alcoólico" pode ser aplicado a bebidas com 0,5% de álcool por volume ou menos, o que significa que muitas cervejas sem álcool famosas na verdade não são totalmente livres da substância.

"É 0%, tanto quanto for humanamente possível, por isso, se você está sóbrio e isso é um problema para você, ou você nem quer sentir o cheiro de álcool ao seu redor, você estará seguro", esclarece Thonis.

Mas ainda assim o lugar se parece com um bar - só abre à noite, tem pouca luz e ninguém parece estar trabalhando.

O Getaway, inaugurado em abril, faz parte de uma onda mundial crescente de casas noturnas que atendem especificamente pessoas que estão evitando o álcool, mas ainda querem sair e socializar em espaços tradicionalmente dominados pela bebida.

Nos EUA, há ainda o Vena's Fizz House, em Portland, e o The Other Side, em Crystal Lake, subúrbio de Illinois. Em Londres, a rede Redemption Bar, que tem três filiais, além de não vender álcool conta com um cardápio de comida vegana, sem açúcar e sem trigo. Em janeiro, o The Virgin Mary, um pub sem álcool, foi inaugurado em Dublin, na Irlanda.

Espaços copiados

Bares que não vendem álcool não são um conceito novo. No fim do século 19, uma série de bares sem álcool, conhecidos como temperance bars ("bares de temperança") foram estabelecidos no Reino Unido, na esteira do movimento de temperança, que pregava a abstinência.


O Temperance Bar de Fitzpatrick, fundado em 1890 em Rawtenstall, ao norte de Manchester, serve ainda hoje cerveja de raiz sem álcool e doses de dandelion and burdock, bebida não alcoólica à base de dente-de-leão e bardana.

Mas a diferença em relação à onda atual de bares sem álcool é que eles não estão enraizados na ideia de abstinência total.

No Getaway, por exemplo, a clientela não é formada apenas por pessoas que não bebem, mas por qualquer um que queira se divertir em um ambiente de bar sem o risco de acordar de ressaca no dia seguinte.

"Nada no nosso espaço diz que você precisar ficar sóbrio, ou que você não deve virar a esquina e entrar em outro bar para tomar uma dose de tequila depois que sair aqui", explica Thonis.

"Não é exclusivamente para quem não bebe."

Dessa forma, o Getaway dialoga com o movimento que faz com que a geração millennial das grandes cidades reconsidere o papel do álcool em suas vidas.

Lorelei Bandrovschi, de 32, se enquadra nessa categoria. No ano passado, ela começou a organizar eventos sem álcool, chamados Listen Bar, para pessoas que queriam se divertir sem consumir bebida alcóolica. Ela costumava atuar como consultora para marcas como YouTube e o Museu de Arte Moderna de Nova York, mas agora o Listen Bar é seu trabalho em tempo integral.

"Os bares são um espaço de relaxamento, e fomos levados a acreditar que o álcool precisa fazer parte disso", diz Bandrovschi.

"É muito libertador criar espaços em que uma festa animada não seja sinônimo de ressaca e memórias fora de foco."

Bandrovschi não é abstemia, mas depois de um mês sem beber ela notou a falta de opções para pessoas que queriam sair com os amigos sem ter que pedir um refrigerante, enquanto todos os outros tomavam drinques elaborados.

"Acho que a cultura do bar, desde o cardápio aos funcionários e clientes, tende a fazer com que quem não bebe se sinta deslocado", avalia.

"Minha filosofia pessoal é de que a bebida deve ser opcional. Para chegar a uma cultura de bebida opcional, em oposição à cultura atual de que beber é a regra, temos que celebrar a escolha de não beber."

"Deve haver tanto espaços (para quem não bebe) quanto para quem bebe, espaços que sejam legais e divertidos. Eu queria criar algo que estava faltando, queria muito mudar essa cultura", completa.

Bebida opcional

Essa ideia de que a "bebida deve ser opcional" pode não ser ainda o padrão, mas há indicadores de que os jovens não estão bebendo mais tanto quanto costumavam.

Em 2016, entre os adultos com mais de 16 anos entrevistados pelo Escritório Nacional de Estatísticas, o IBGE britânico, apenas 56,9% haviam bebido na semana anterior, o menor percentual já registrado desde que o órgão começou a fazer a pergunta em 2005.

Em fevereiro, o International Wine and Spirits Record afirmou que 52% dos adultos americanos estavam tentando ou já haviam tentado reduzir o consumo de álcool.

Uma série de artigos sobre tendências recentes sugere que os millennials estão reconsiderando quando e como eles bebem.

As vendas de cerveja estão em declínio nos EUA e, embora isso possa significar que os consumidores estão se voltando para outros tipos de bebida, a indústria do álcool respondeu à crise introduzindo mais opções com baixo teor e sem álcool.

As bebidas não alcoólicas podem se converter em um grande negócio, inclusive em espaços que não são livres de álcool.

Cada vez mais, restaurantes sofisticados incluem opções de bebida sem álcool para acompanhar seus menus, assim como vinhos ou coquetéis.

"Muitos clientes pediam opções sem álcool e não queriam beber apenas água", diz Chelsea Carrier, diretora de bebidas dos restaurantes O Ya, Covina e The Roof Top, em Nova York.

Ela estima que atualmente as bebidas sem álcool correspondam a cerca de 20% dos pedidos - e acredita que coquetéis não alcoólicos fazem com que os clientes que não bebem se sintam incluídos.

"Você pode estar sentado ao lado de alguém que está bebendo uma garrafa de vinho de mais de mil dólares, tomar um coquetel sem álcool e sentir que pertence àquele lugar", diz ela.

Seguindo uma tendência


No Existing Conditions, um bar no Greenwich Village de Nova York conhecido pelos drinques criativos, os coquetéis sem álcool são um destaque no menu. E, de acordo com o diretor de bebidas Bobby Murphy, são alguns dos itens mais caros que eles oferecem, tanto em termos de ingredientes quanto de mão de obra.

Um drinque, o Stingless, leva mel de melipona, produzido por minúsculas abelhas no México, que pode custar US$ 100 o quilo.  "Servir só refrigerante já não é mais suficiente", diz Murphy.

"Quando fazemos drinques sem álcool, queremos que sejam algo que você não vai conseguir encontrar em nenhum outro lugar."

Ele estima que de 20% a 30% do total de bebidas vendidas no Existing Conditions são não alcoólicas. Resta saber se a onda de "bares sóbrios" continuará a proliferar e prosperar. Em 2015, um bar que não vende álcool foi desativado após apenas cinco semanas em Auckland, na Nova Zelândia. Mas não há dúvida de que o interesse por bebidas não alcoólicas para adultos está aumentando em toda a indústria - o que torna improvável que despareça em breve.

No Getaway, o negócio se manteve estável no último mês.

"Todos os dias me preocupo com o fato de que ninguém vai aparecer e, 20 minutos depois, está cheio", conta Dellea.

Entre seus clientes, estão vizinhos curiosos, mulheres grávidas e abstêmios, mas Dellea e Thonis esperam que o apelo do bar seja amplo. "Pode ser para todos, mas não precisa ser", diz Thonis.

"Há um milhão de opções. Se as pessoas não gostam da gente, tudo bem. Elas têm direito. Para quem quiser estar aqui, estamos abertos."

Fonte BBC


Norteamericanas já tem o seu viagra para aumentar libido

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Estados Unidos aprovam novo medicamento apelidado de 'Viagra para mulheres'. Usado para tratar o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH) em mulheres na pré-menopausa, ele deve ser aplicado 45 minutos antes da relação sexual.

A Administração de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos (FDA) aprovou na sexta-feira (21) um novo tratamento para mulheres que sofrem com a perda do desejo sexual. O medicamento chamado "Vyleesi" (bremelanotide), que deve ser aplicado pelo menos 45 minutos antes da relação sexual, recebeu o sinal verde para tratar o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH) em mulheres na pré-menopausa, de acordo com um comunicado da FDA.

O remédio, segundo a agência americana, "ativa os receptores de melanocortina", embora se desconheça "o mecanismo que melhoria o desejo sexual e a angústia relacionada" ao transtorno. Entre os efeitos colaterais estão náuseas, vômitos e dor de cabeça.

O Vyleesi será comercializado pela farmacêutica AMAG Pharmaceuticals. Segundo a FDA, ele também pode provocar aumento da pressão arterial, e por isso não é recomendado para pacientes com pressão alta ou com doença cardiovasculares. O medicamento também pode reduzir significativamente os níveis de naltrexona, usada por pacientes com dependência de álcool ou de opioides.

Em agosto de 2015, a FDA já havia autorizado que a farmacêutica Sprout Pharmaceuticals vendesse a flibanserina, com o nome comercial de "Addyi". Trata-se de uma pílula também conhecida como "viagra feminino". O remédio é pensado para uso diário em mulheres no período da pré-menopausa e que notam a perda repentina do desejo sexual.

A aprovação do Vyleesi, no entanto, foi questionada por alguns membros da comunidade científica e entre o próprio público, já que vários médicos colocam em dúvida os efeitos do remédio e a natureza da suposta desordem sexual.


Destruição do turismo no Rio

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Patrimônio das histórias cariocas, Motel Vip's fecha as portas

Estabelecimento funcionava há 48 anos no local e encerrou as atividades no sábado (22/6). Dona diz que nunca foi comunicada pelo poder público sobre fechamentos da avenida. Prefeitura e Justiça ajudam a enterrar mais lugares que eram ícones da cidade marvilhosa.

Depois de ficar pelo menos 2 dos últimos 5 meses fechado, os donos do histórico Motel Vip's – que fica na Avenida Niemeyer, na Zona Sul do Rio de Janeiro – resolveram encerrar de vez as atividades do estabelecimento neste fim de semana.

Dona do motel, Anna Thereza Barros, explicou que as dificuldades que levaram ao fim do funcionamento do motel começaram em 2014, quando teve início a construção da Ciclovia Tim Maia.

Desde aquela época, a empresária disse que a prefeitura tem interrompido a passagem de carros na Niemeyer sem nenhum comunicado prévio ao comércio local. A avenida é a única via que dá acesso a motéis, estabelecimentos e casas na região.

A gota d'água para a empresária foi um telefonema de uma cliente na última sexta-feira (21). A mulher dizia que tinha sido barrada por agentes na subida da Niemeyer devido a uma decisão judicial que impedia o tráfego de carros.

A decisão de fechar as portas foi tomada no sábado (22), como antecipou o colunista Ancelmo Gois, de O Globo.

Jogo de empurra

Em nota, a Prefeitura do Rio informou que a determinação de fechar a Niemeyer foi da Justiça e que interditou a via para cumprir a decisão.

"De acordo com a decisão judicial, o trânsito está interditado nos dois sentidos para circulação de veículos motorizados e não motorizados, preservados os acessos a moradores e pessoas por eles autorizadas", diz o Município.

Ainda no texto, a prefeitura comunicou que "agentes fazem o bloqueio e controlam o acesso de veículos". E complementa: "a Prefeitura recorreu à Justiça para manter a via aberta, mas não foi atendida".

Interdições constantes

Desde fevereiro deste ano, Anna Thereza calcula que o motel ficou fechado 60 dias, principalmente na parte da noite, horário de maior movimentação no estabelecimento.

Diante dos problemas, a empresária questionou, por exemplo, por que veículos são proibidos de trafegar na via, mas, por outro lado, pedestres passam sem serem incomodados por agentes municipais.

"Há limites para veículos, mas não há para pedestres? Só tem risco para automóvel? Como vai manter um estabelecimento desse tamanho [do VIP's] com essa via interditada? E sem nenhuma resposta da prefeitura? Eu sou a terceira geração da gestão do VIP's e ninguém pra me dar uma satisfação. Nada. É descaso e falta de respeito", reclamou a empresária.

Funcionando há 48 anos na Niemeyer, o Vip's tem 43 quartos e empregava 60 pessoas. Anna Thereza lamentou ter que demitir os colaboradores e disse que eles são uma equipe maravilhosa. Ela não disse o que vai acontecer com o imóvel.

Niemeyer fechada

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu, no dia 6 deste mês, manter fechada a Avenida Niemeyer. Para o poder judiciário, a via ainda não estava segura e deveria permanecer interditada para o tráfego de veículos

Depois disso, estava prevista uma nova vistoria pelos peritos nomeados pela Justiça no prazo de cinco dias. Somente a partir desse período seria decidido se a via seria reaberta ou não.

Fonte G1


Destruição do turismo no Rio

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Impasse entre prefeitura e consórcio impede circulação de VLT em mais locais do Centro

Os bancos ocupados por funcionários da lojas vizinhas, descansando do almoço, e os letreiros eletrônicos acesos confudem os incautos que circulam pelas estações da Linha 3 do VLT, que passa pela Avenida Marechal Floriano. Desavisados como a fotógrafa Ozemira Macedo, de 56, perdem tempo esperando pelo bondinho que não passará por ali. Pronto desde dezembro, o trecho ainda não tem previsão para entrar em operação. O consórcio alega um pendência financeira com a prefeitura, que já ultrapassa os R$ 140 milhões. Já o município diz que está revendo o contrato de concessão. A pista livre acaba sendo utilizada pelos ciclistas que não precisam disputar espaço com os carros.

— É uma falta de respeito com a população — se queixou a mulher que depois das compras esperava pegar o VLT para economizar a caminhada até a Central do Brasil, de onde seguiria para Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde mora.

Nova ligação

O novo trecho ligará a Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont, pela Avenida Marechal Floriano, num total de dez paradas. Destas, três estações são novas. As sete restantes já em atividade serão compartilhadas com as linhas 1 e 2. O percurso total de quatro quilômetros será feito, de uma ponta a outra, em até 18 minutos.

A estimativa do consórcio VLT Carioca é que quando a Linha 3 estiver em funcionamento aumente de 80 mil para 150 mil o total de pessoas transportadas diariamente pelo sistema, que já conta com as linhas 1 e 2. A primeira faz ligação da Rodoviária Novo Rio com o Aeroporto Santos Dumont e a segunda, do Saara à Praça XV. A previsão era que a Linha 3 entrasse em operação em janeiro logo após o fim dos testes dos bondinhos modernos. Mas isso não aconteceu.

Queda de braço irresponsável

Em janeiro, o prefeito Marcelo Crivella se reuniu com representantes do consórcio para resolver o impasse relativo a uma dívida, que não estaria sendo paga desde maio de 2018. Na ocasião, o prefeito infomou que as duas partes tinham chegado a um acordo e sua expectativa era de que o trecho começasse a operar até os primeiros dias de fevereiro. Em maio, o consórcio anunciou que, sem chegar a um acordo, tinha negociado com seus fornecedores e solicitou autorização do município para colocar o trecho em funcionamento, mas não obteve retorno.

“Desde o início do ano, o VLT busca negociar com a prefeitura pendências financeiras que impediam a circulação por conta de impasses com fornecedores. Sem chegar a um acordo, o VLT negociou com seus fornecedores e solicitou autorização para operar o trecho em 9 de maio, sem obter retorno. Dessa forma, passageiros e comerciantes que poderiam se beneficiar da linha em operação seguem desatendidos”, informou o consórcio por meio de nota. “Em paralelo, o VLT já se colocou à disposição para revisar a demanda contratual. A concessionária, inclusive, já oficializou essa proposta em carta, sem retorno da prefeitura.”, diz ainda o texto.

A prefeitura argumenta que a estimativa era de que o modal transportasse 260 mil passageiros/dia, mas está transportando apenas 80 mil usuários. Assim, a diferença dos 180 mil passageiros/dia precisa ser coberta pelo município, representando “um rombo diário aos cofres públicos de R$ 540 mil, quase R$ 195 milhões por ano.” Diante disso, segundo a prefeitura, o contrato de concessão está sendo revisto.

Enquanto o impasse não é resolvido, os lojistas que viram a clientela rarear com a retirada dos ônibus na via para as obras, que duraram um ano, esperam que a ciculação do bondinho moderno traga de volta esse público. Essa é a expectativa de Vicente Pereira Moura, de 57 anos, gerente de um restauranta a quilo da Marechal Floriano. Ele disse que perdeu 30% da a clientela, mas ainda não conseguiu recuperá-la.

— As obras terminaram, mas ainda não deu para sentir a diferença. Para isso é preciso que as pessoas voltem a frequentar a rua. A gente contava com o VLT para isso, mas como ele ainda não está circulando fica difícil — reclamou.

Já Hélvio Ribeiro Costa, de 27 anos, vendedor de uma loja de louças disse que o movimento do estabelecimento melhorou com o fim das obras em dezembro, mas ainda não voltou ao que era antes.

— Para isso é preciso que o VLT passe a circular por aqui — acredita.

Trabalhadores da região que se beneficiariam do serviço também reclamam da demora. O servidor público, Renato Ferreira Costa, de 39, diz que vai ao aeroporto com frequência e que o VLT seria bastante útil.

—É um desperdício de dinheiro público. Não dá para entender por que ainda não está circulando.

Segundo o consórcio VLT Carioca, o custo da Linha 3 está inserido no total do projeto, de R$ 1,157 bilhão, já que há trechos compartilhados.

Veja o que disse o Consórcio VLT Carioca:

“O VLT Carioca informa que a linha 3 está pronta para operar desde dezembro de 2018. O novo trecho ligará a Central do Brasil ao Santos Dumont, em 10 paradas, sendo três delas novas. O custo da linha está inserido no total do projeto, de R$ 1,157 bi, já que há trechos compartilhados.

Hoje, as linhas 1 e 2 transportam cerca de 80 mil pessoas por dia. Com a entrada da linha 3 em circulação e a reorganização de linhas de ônibus no Centro, estima-se que o sistema possa chegar a 150 mil passageiros transportados.

Desde o início do ano, o VLT busca negociar com a prefeitura pendências financeiras que impediam a circulação por conta de impasses com fornecedores. Sem chegar a um acordo, o VLT negociou com seus fornecedores e solicitou autorização para operar o trecho em 9 de maio, sem obter retorno. Dessa forma, passageiros e comerciantes que poderiam se beneficiar da linha em operação seguem desatendidos.

Em paralelo, o VLT já se colocou à disposição para revisar a demanda contratual. A concessionária, inclusive, já oficializou essa proposta em carta, sem retorno da prefeitura.

Para o VLT, o importante hoje é que a prefeitura busque o acerto da dívida relacionada ao investimento feito pela concessionária para a implantação, que não tem relação com o número de passageiros transportados. Os acionistas investiram para construir o sistema, o que é retornado ao longo do contrato como uma espécie de financiamento a longo prazo. Com o pagamento interrompido desde maio de 2018, mesmo com recursos previstos em orçamento da prefeitura, essa dívida hoje ultrapassa os R$ 140 milhões.

O VLT Carioca reforça que, mesmo com essas dificuldades, mantém a prestação de um serviço de qualidade aos usuários, sem reduzir as operações, o que tem sido possível apenas com aportes extras realizados pelos acionistas.”

O que disse a prefeitura:

“Diante de problemas encontrados no contrato de concessão do VLT, assinado pela gestão anterior, a Prefeitura do Rio decidiu rever os termos dessa Parceria Público-Privada (PPP) e o processo está em andamento. A estimativa era de que o modal transportasse cerca de 260 mil passageiros/dia, mas essa média está em 80 mil passageiros/dia. Pelo atual contrato, cabe ao município pagar a diferença de 180 mil passageiros/dia, o que representa um rombo diário aos cofres públicos de R$ 540 mil, quase R$ 195 milhões por ano.

Fonte Extra