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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
Do Piscinão de Ramos às dicas de moda e beleza para o verão no Rio
A moda é biquíni de fita, coquetel de parafina e óculos espelhado, afirmam banhistas. A do biquini foi adotada pela funkeira Anitta depois que foi inventado no bairro de Realengo, na Zona Oeste carioca.
Para as mulheres, o biquíni de fita isolante segue entre as modas da estação. A aplicação dura cerca de 20 minutos e deixa a "marquinha" mais definida. “É rápido e maravilhoso. Eu indico ficar uma hora de frente e uma de costas que já está bronzeada. Ninguém quer sofrer mais de biquíni no sol, é só o biquíni de fita agora”, contou uma aplicadora do biquíni.
O Piscinão de Ramos, situado na Zona Norte do Rio, tem também um novo produto para passar no corpo. "A gente coloca água oxigenada, beterraba e um pouco de parafina. Ela faz a estria queimar junto com o resto do corpo", explicou uma das banhistas.
Apesar de algumas pessoas usarem os líquidos, os dermatologistas não recomendam qualquer produto na pele para exposição ao sol.
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Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Conhece o 'nano-biquíni'?
Ele promete ser também a sensação do verão brasileiro, e muito menor.
Se o biquíni fio-dental era considerado pequeno pela mulherada, o novo modelo chamado nano biquíni veio para deixar a marquinha ainda menor neste verão. A ligação entre a frente e as costas da calcinha é feita apenas por um fio de cerca de 3 cm. Já as medidas do 'fio-dental', por exemplo, variam de 5 cm a 12 cm. As peças podem ser encontradas na forma de biquínis e até mesmo bodies e prometem ser sucesso na próxima estação.
A estilista Anna Carol aposta que o nano biquíni vai invadir as praias e piscinas. "O conjunto nano é exuberante e arrasador para quem quer usar e abusar do verão. O biquíni tem a ligação entre a frente e as costas da calcinha feita apenas por um fio. Esse modelo é ideal para a mulherada que quer uma marquinha ainda menor", avalia a profissional.
Além de biquínis, o modelo existe na versão de body/maiô. "Os bodies, que podem ser usados como maiôs, também prometem ser tendência. Suas versões são sexies, pois eles são bem pequenininhos e supercavados", comenta Anna, que atenta: "As cores dos biquínis e bodies também são um ponto a se destacar. Elas seguem as principais tendências da estação, como é o caso do neon, que continua fazendo sucesso entre as mulheres".
Como usar
A estilista Anna Carol diz que não tem restrições para o uso do nano biquíni. "O nano é para a mulher que quer aproveitar o verão com uma marquinha ultrassexy. Então, não tem essa de quem pode usar. Usa quem for bem resolvida com seu corpo, que tem uma autoestima elevada. Em tempos empoderados, a mulher assume o controle das suas decisões e vai aproveitar a vida", diz Carol. Denise Dias concorda com a profissional e brinca: "Agora, devo dizer que os homens adoram a marquinha do nano biquíni. Aquela bem pequenininha".
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Rio de Janeiro, RJ, Brasil
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Viseiras retornam com força total nas praias

Viseiras coloridas e transparentes são tendência para o carnaval do Rio, apostam vendedores. Modelos com abas transparentes e coloridas - como a usada por Anitta - têm atraído compradores no comércio popular. Mais refrescantes que bonés ou chapéus, adereço custa a partir de R$ 9 na Saara. Pelas redes sociais da Ilha do Governador as visdeiras são vendidas por até R$ 15.
Febre na década de 1980, as viseiras voltaram nos últimos anos como acessório de sucesso, viralizaram no verão europeu e ganharam adeptos pelas praias e ruas do Rio. Neste início de 2019, comerciantes ouvidos pelo G1 apostam no adereço no modelo transparente e colorido – como o usado pela cantora Anitta – como tendência para o carnaval de rua.
“Hoje o que está batendo recorde de venda são as viseiras e têm de vários gostos. Existem pessoas que querem viseiras mais estilizadas, outras preferem modelos mais neutros. Temos várias opções com preços que variam entre R$ 5 e R$ 20”, diz um vendedor da Saara, principal centro comercial popular da cidade.
Dona de outra loja na região, Hui Fan, de 46 anos, conta que muitos foliões têm comprado a viseira transparente, que não protege do sol, para usar nos blocos noturnos, que têm varado as madrugadas pela cidade.
“Acho que a tendência para o carnaval vão ser as viseiras transparentes. Elas não protegem do sol, mas fazem um estilinho para ficarem na moda e servem também para a parte da noite, em bloco de carnaval", explica a comerciante.
Os modelos transparentes também são usados para compor um conjunto de roupas ou fantasias, segundo os vendedores.
"As pessoas estão levando também para botarem luz e chamar um pouco de atenção. Temos várias cores, preta, amarela, azul, laranja. Todas na faixa de R$ 15. A gente está vendendo bem, na média de 30 por dia”, acrescenta a vendedora.
No Centro do Rio, o G1 encontrou alguns modelos que custavam a partir de R$ 5 e eram feitas de um material espelhado furta-cor. As unidades mais caras custavam cerca de R$ 20 e eram feitas de palha ou tinham laços como enfeite.
A variedade de estampas passa por tecidos florais, de animais e coloridos se espalham pelas cabeças de homens, mulheres, crianças e idosos.
“Temos gostos de todas as idades e gênero para as viseiras. Muitos homens vêm para comprar para a revenda. A principal procura é por modelos coloridos. Além da revenda, eles gostam de usar as viseiras coloridas. Não temos um público específico. Homens e mulheres, crianças e jovens, estão procurando os estilos de viseiras”, disse Tony.
Assim como as viseiras, outro acessório voltou à moda após anos de limbo. Em 2018, como mostrou o G1, as pochetes foram o destaque do carnaval carioca.
Revenda com lucro de 108%
Em meio às compras, o G1 entrevistou o camelô Lenadro de Assis Torres, de 29 anos. Ele tem um box no mercado popular da Uruguaiana, também no Centro do Rio, e contou que vai apostar nas viseiras para conseguir seu lucro no verão. Ele compra por R$ 12 e revende por mais do dobro deste valor – R$ 25.
“Comprei o novo modelo de viseira que saiu agora em 2019. Pelo que eu vi, está sendo recorde de venda. Eu trabalho na rua, sou camelô na Rua Uruguaiana e venho todo dia comprar para revender. Essa viseira saiu a R$ 12 e o preço que eu vendo é R$ 25. Vendo todos os dias, em média, 50 ou 60 viseiras”, disse Leandro.
“Acho que a procura é mais por causa do carnaval porque é uma viseira nova, transparente, estilizada e o pessoal gosta de tirar uma foto, selfie”, completou.
Viseiras se espalham pela praia
Depois de passar pelo Saara, a equipe de reportagem foi na orla da Zona Sul do Rio para verificar se os banhistas tinham se tornado adeptos do acessório. As viseiras, comumento usadas para se proteger do sol durante as corridas ou prática de outros esportes, se tornaram acessório de moda nas areias.
“Normalmente, eu gosto de usar a viseira para correr na praia porque me ajuda bastante. Depois, como eu já estou aqui, fico com a viseira direto. Eu até vi mais gente usando agora, falaram que vai ser tendência. Muitas pessoas usam as coloridas, mas eu prefiro as neutras mesmo”, conta a universitária Bianca Manela.
Outra moradora de Ipanema, Leticia Paschoal afirmou que usar o adereço foi uma mania que pegou da mãe. Segundo ela, o objetivo é usar como forma de acessório de moda.
“Minha mãe sempre usou viseira, mas eu não gostava. Ela usa umas simples. Agora eu vi que lançaram umas coloridas, mais irreverentes, e decidi usar aqui na praia. Acabei pegando a mania da minha mãe”, afirmou Leticia.
Modelos de grife
Para quem quer investir um pouco mais, as viseiras também estão à venda em lojas de grife – e por preços mais salgados, é claro. Em sites de vendas online, há modelos de mais de R$ 300. Uma semelhante à usada por Anitta, por exemplo, sai por cerca de R$ 70 pela internet.
Fonte G1
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Rio de Janeiro, RJ, Brasil
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
Minas Gerais tem Juruaia, a cidade que se considera a capital da lingerie

Juruaia está localizada no sudoeste de Minas Gerais, a 413 km da capital, ao lado de Guaxupé e próxima a Poços de Caldas. A cidade possui cerca de 10 mil habitantes e mais de 300 fábricas de lingeries, que vendem, juntas, 2 milhões de peças por mês, especialmente, no atacado. Não é à toa que a cidade é conhecida como a capital da moda íntima.
A cidade é uma ótima opção para comprar roupas íntimas de qualidade e com bom preço, por ser direto da fábrica. São diversas lojas muito procuradas por pessoas interessadas em revender calcinhas, sutiãs, cuecas, biquinis e sungas. Por isso, é tão comum encontrar gente de toda região que compra no atacado. Destaques para algumas marcas de lingerie como:
De acordo com a Associação Comercial e Industrial de Juruaia (Aciju) o crescimento médio anual é de 20% e o faturamento mensal supera R$ 20 milhões. A cidade, terra da lingerie, possui a maior renda per capita do sul de Minas e é responsável por 15% da produção nacional de peças íntimas.
O maior sutiã do Brasil fica em Juruaia
Em 2015, os empresários da cidade se uniram e confeccionaram um sutiã de 15,7 metros de largura, 5 metros de altura e 3,17 metros de comprimento de cada bojo, 300 vezes maior que a peça do tamanho comum. O sutiã, que é considerado o maior do Brasil, fica exposto na praça prefeito Benjamim Antônio, no centro e, durante a feira, é transferido para o centro de eventos.
Calendário de eventos
A cidade promove três eventos de moda no ano. A Felinju – Feira da Lingerie de Juruaia, é o maior evento de moda íntima de Minas Gerais, e marca o lançamento da coleção outono/inverno das indústrias de Juruaia, que envolvem lingerie, moda praia, fitness e pijamas. Este 2017, a feira ocorreu entre os dias 29 de abril e 1º de maio e recebeu mais de 20 mil visitantes durante os três dias.
A feira é promovida pela Aciju há 20 anos e conta com área de negócios para lojistas e atividades paralelas, que incluem desfiles, exposições e agenda de relacionamento. O evento é realizado no pavilhão do centro de eventos Expoju, construído, em 2015, especialmente para abrigar a feira. www.felinjujuruaia.com.br
Além da Felinju, existem outras feiras que acontecem na cidade. Em janeiro acontece os outlets das confecções, com descontos de até 70%. Fechando o calendário, em setembro, ocorre a Festlingerie, que apresenta a coleção primavera/verão. A Festlingerie coincide sempre com o feriado de 7 de setembro e recebe cerca de 15 mil visitantes e clientes a cada edição.
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Rio de Janeiro, RJ, Brasil
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
ESPECIAL LINGERIE : Cidade na Região Serrana fluminense tem a moda íntima como seu forte
Nova Friburgo é uma cidade que conta com dez colônias oficiais: suíça, alemã, italiana, portuguesa, libanesa, japonesa, africana, húngara, espanhola e austríaca. E a presença dessas colonizações não vistas apenas nas arquiteturas da cidade, mas também na culinária.
Mas a cidade é considerada a Capital Nacional da moda íntima, pois nela estão presentes mais de 1.000 fábricas de lingerie, que juntas produzem cerca de 125 milhões de peças por ano, representando 25% da produção nacional. E 14% das empresas do pólo trabalham com exportação, principalmente para os Estados Unidos, Portugal, Argentina e Uruguai.
Em consequência da grandiosidade e sucesso deste pólo de moda íntima, Nova Friburgo sedia todos os anos, a feira mais bem sucedida do setor de lingerie, fitness, moda praia e matéria-prima da América Latina, a Fevest. O evento conta com mais de 190 estandes de expositores, oferecendo oportunidade para empresários do ramo, além de desfiles e tendências.
Maior polo de moda íntima do país, Nova Friburgo reúne 950 confecções que trabalham no atacado e no varejo. Com boa variedade de produtos, elas vendem de peças básicas, com tecidos confortáveis, às mais sofisticadas, que não devem nada a marcas famosas. Além de lingerie, algumas comercializam pijamas, camisolas e roupas de ginástica e de moda praia. As lojas concentram-se principalmente em dois bairros: Ponte da Saudade (na entrada da cidade, em trecho cortado pela RJ-116) e Olaria (arredores da Rua Presidente Raul Veiga e da Rua Maria D’Ângelo Magliano).
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