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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Cadeg tem festival no Rio com gosto e tempero da Amazônia














Pirarucu é a estrela com 14 receitas exclusivas desse peixe de água doce. CADEG: Rua Capitão Félix 110, Benfica

O Gosto da Amazônia acontece no  Cadeg, entre os dias 20 de setembro e 6 de outubro. Serão 14 restaurantes com pratos exclusivos feito com o peixe, um dos maiores de água doce do mundo. Além dos menus especiais, outros produtos da região, como café, castanha do Brasil, óleos e farinhas especiais e o próprio pirarucu congelado serão vendidos no mercado.

A temporada de pesca sustentável do piraucu vai até novembro, e o manejo é praticado em 34 áreas protegidas da Amazônia. De acordo com as normas, apenas 30% do total dos peixes  podem ser pescados por cada área para garantir  a continuidade da espécie.

Saiba o que os restaurantes vão servir no festival:

Adega Cesari: Pirarucu na brasa com salada de legumes e arroz de brócolis (R$ 120, para duas pessoas.

Barsa: Moqueca Amazônica de pirarucu selvagem dos índios Paumari, puxada com cubinhos de haddock com arroz de brócolis e farinha amarela d'água do Amazonas, com castanhas e frutas secas.  (R$ 115,  para duas pessoas e  R$ 196, para quatro).

Beijo & Beijo: Quiche em massa integral recheada com pirarucu desfiado ao molho de ervas, cream cheese e especiarias e salada verde (R$ 19,90).

Brasas Show: Lombos de pirarucu marinados em ervas finas, assados ao forno, com mandioca frita,  pimentão vermelho e brócolis, e  farofa de camarão e arroz com açafrão da terra  (R$ 129,90, para duas pessoas).

Cantinho das Concertinas: Pastel recheado de pirarucu com Catupiry ou pirarucu com palmito e Catupiry (R$ 6, cada).

Concheta: Filé de pirarucu empanado na farinha panko e castanha do Pará, arroz de brócolis, purê de batata com banana da terra, mix de legumes com pimentões, vagem, tomate cereja e cenoura  (R$ 55, individual e  R$ 29,50, pequeno).

Corujão: Pirarucu, pimentões vermelho e amarelo, cebola, pimenta de cheiro, coentro, leite de coco, azeite de dendê e camarão, com arroz e pirão (R$ 135, para duas pessoas).

Costelão: Parte nobre do pirarucu assado com batata rostie, salada e arroz com brócolis (R$ 99, para duas pessoas).

Cucina Penna: Lombo de pirarucu ao forno com molho mediterrâneo, com mousseline de banana pacovã e arroz de siri. O prato dá direito a uma musse de cupuaçu com creme de avelã (R$ 139, para duas pessoas).

Empório Gourmet Steakhouse: Pirarucu temperado com ervas, incrustado de castanha do Pará, com cubos de banana da terra fritos e creme de castanha e arroz com alho poró (R$ 149,90, serve duas pessoas).

Espetáculo: Lombo de pirarucu na brasa ao molho pesto de coentro com toque de jambu e camarões e purê de mandioquinha, com moqueca de pupunha, farofa manauara e arroz de brócolis. O prato dá direito a um pudim de tapioca com geleia de açaí e banana da terra, sobre vitória régia (R$ 149,90, para duas pessoas).

Gruta S. Sebastião: Espetada de pirarucu com camarão VG, arroz colorido, batata portuguesa e molho de limão. De cortesia, o cliente ganha duas doses de batida de maracujá e duas rabanadas portuguesas (R$ 139, para duas pessoas).

Na Minha Casa: Porção de três bolinhos de pirarucu, servidos com molhinho de pimenta no tucupi (R$ 15).

Rei do Bacalhau: Pirarucu ao leite de coco, com arroz de açafrão e alcaparras e farofa amarela. O prato dá direito a duas garrafas de vinho branco Sauvignon Blanc 187 ml (R$ 139, serve três pessoas).

Confira a programação
Dia 22, domingo:

12h: Textura do pirarucu e a flora brasileira e mousse de pirarucu com jambu e ova de surubim, acompanhado de torradinhas de focaccia, com Frédéric Monnier e Marcelo Barcellos.

13h30: Salada de feijão Santarém com pirarucu defumado e pesto de coentro, com Bianca Barbosa.

14h30: Como aproveitar os alimentos e evitar o desperdício, Mesa Brasil Sesc.
Dia 28, sábado:

13h: Como aproveitar os alimentos e evitar o desperdício,  Mesa Brasil Sesc.

14h30: Lombo de pirarucu poché, molho champagne, caviar mujol e cenouras coloridas,  com Ricardo Lapeyre.

16h: Moqueca Amazônica, acompanhada de arroz de brócolis e farofa panko, com Marcelo Barcellos.
Dia 06, domingo:

12h: Barriga de pirarucu a pil pil, cozido no azeite com cuscuz de farinha d’água e ervas PIAL e torresmo de barriga de pirarucu, com Ana Ribeiro e Teresa Corção.

13h30: Pirarucu defumado, purê de banana e cardamomo, tartare de feijão vermelho e pirarucu crocante com tapenade de açaí, com  Andressa Cabral e Jessica Trindade. 

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Rio 2016 tem Programa de Índio

Feira cultural indígena ocupa Fundição Progresso. Evento reúne 20 etnias das cinco regiões do país e contará com apresentações de cantos.




Cariocas e turistas em passagem pelo Rio em virtude da Olimpíada poderão ter contato com a cultura indígena de, pelo menos, 20 etnias brasileiras, durante a realização da Feira Cultural Indígena, entre os dias 14, 18 e 21 deste mês, das 14h às 20h, na Fundição Progresso.

Além da venda de artesanato, haverá apresentações de dança, contação de histórias, pintura corporal e a exposição “O Rio de Janeiro continua Índio”. O evento é uma realização da Secretaria de Cultura, em parceria com a Associação Indígena Aldeia Maracanã (AIAM) e com o apoio da Fundição Progresso e do Museu da Justiça. A entrada é franca.

Palácio Laranjeiras tem móveis iguais aos de Versalhes e da Casa Branca

TURISMO NO RIO


Paixão da família Guinle pela dinastia francesa garantiu mobiliários do século XVIII. Piano, decorado por mestre francês, foi tocado por Nat King Cole e Louis Armstrong.

 A paixão do empresário Eduardo Guinle pela história da dinastia francesa garantiu que o Palácio Laranjeiras tenha em seu acervo uma relíquia do século XVIII: o Bureau du Roi. Trata-se de uma réplica perfeita da escrivaninha que pertenceu ao rei Luís XV e encontra-se no Palácio de Versalhes, em Paris.

Localizada na Biblioteca, a peça de madeira marchetada, com adornos em bronze e duas gavetas escamoteadas é um dos itens mais importantes do mobiliário do palacete, que passa por obras de restauro, patrocinadas com recursos da Petrobras e outras empresas.
 
Piano Steinway 

Outra preciosidade do mobiliário está na pequena sala de música do Palácio Laranjeiras, o piano Steinway, decorado pelo mestre francês Aristide Cavaillé-Coll. A sala em estilo rococó, com adornos musicais dourados pintados nas paredes, é uma reprodução do Petit Cabinet do Palácio de Versalhes, que era usado pela princesa Adelaide, filha do rei Luís XV.

A patente do piano é de 1874 e acredita-se que ele tenha sido fabricado entre 1908 e 1911, nos Estados Unidos. O piano seguiu para a França, onde foi feita a nova caixa decorada, inspirada no cravo que pertenceu à rainha Maria Antonieta, esposa de Luís XVI, e encomendada por Eduardo Guinle para combinar com o teto da sala de música. Os pés talhados em dourado também harmonizam com os adornos nas paredes.

De acordo com a diretora de Conservação e Restauro da Casa Civil, Simone Algebaile, não há notícias de outros pianos decorados no Brasil.

– Nat King Cole e Louis Armstrong chegaram a tocar neste piano, quando foram recebidos pelo presidente Juscelino Kubitschek. Hoje, existem apenas 100 unidades desse modelo de piano da Steinway e sabemos que uma delas está na Casa Branca – contou Simone.

Além da Petrobras, outras 12 empresas custearam as obras de restauro do Palácio Laranjeiras: Ambev, Bradesco, Bradesco Seguros, Cedae, CSN Energia, Gás Natural Fenosa/CEG Rio, Eletrobras Furnas, Light, MRS Logística, Instituto CCR, EDF Norte Fluminense e Vale.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Onde ir nas férias das Olimpíadas?



Roteiro etílico tipo exportação no interior fluminense


Incluídos no Vale do Café, alambiques vendem mais cachaça para o exterior. Nos últimos 12 meses, a exportação da bebida representou 64% da produção da cachaçaria Magnífica.

Em vez da farta produção dos tempos do Ciclo do Café, no século 19, as fazendas históricas da região agora têm outra identidade. Incluídos pela primeira vez no roteiro do Festival do Vale do Café, os alambiques já dão uma outra identidade à área. Em conversas informais entre produtores, municípios como Barra Mansa, Vassouras, Valença e Barra do Piraí fazem parte do Vale da Cachaça. Mas eles ainda precisam quebrar a resistência dos próprios brasileiros, já que vendem mais para países do exterior.

Nos últimos 12 meses, a exportação representou 64% da produção da cachaçaria Magnífica, um dos principais alambiques da região, localizada numa fazenda de 450 hectares em Vassouras. Isso equivale a quase cem mil garrafas, vendidas para Inglaterra, Alemanha, França e Itália. No mês passado, representantes da empresa estiveram em Paris e Milão durante uma semana, para apresentar os produtos em bares europeus.
A Magnífica produz atualmente quatro tipos de cachaça, com preços que variam de R$ 30 a R$ 300

E a cachaça foi muito bem recebida lá fora. Os estrangeiros estão dando um reconhecimento à cachaça que a gente não está tendo aqui no Brasil. Tem um trabalho a ser feito de divulgação e reconquista do consumidor mais exigente para consumir cachaça de qualidade”, argumenta Raul de Faria, sócio e filho do fundador da cachaçaria, com 30 anos de existência.

Ele acredita que a participação no Festival do Vale do Café é uma oportunidade para começar a mudar esse cenário. Com capacidade de produção de até 500 mil litros por ano, a Magnífica comercializa quatro tipos de cachaça, com preços que variam de R$ 30 a R$ 300. “O evento é uma grande oportunidade de divulgar o processo de produção de cachaça de alambique e uma oportunidade das pessoas degustarem uma cachaça premium”, acredita.

Na Cachaçaria Werneck, sediada em Rio das Flores, o problema é o mesmo. Só no primeiro semestre, a exportação para três países representou a metade das vendas de cachaça no período. A cachaça foi vendida nos Estados Unidos, Honduras e Inglaterra. “O foco nunca foi exportação. Mas as vendas caíram no mercado doméstico por causa do aumento dos impostos”, analisa o proprietário Eli Werneck.

Mas ele acredita que a presença no Festival do Vale do Café pode ser o primeiro passo para modificar essa tendência. “O fundamental de tudo isso é a divulgação, porque as pessoas ficam fascinadas com a destilaria e com o produto.”

Uma divulgação que já começou na última sexta-feira, na cachaçaria Magnífica. No mesmo dia, também foi feita visita à cachaçaria Pilão, em Miguel Pereira. No sábado, foram guiadas visitações às cachaçarias Werneck e Vilarejo, em Conservatória, distrito de Valença. Neste domingo, ocorrerão visitas às cachaçarias Carvalheira, em Vassouras, e Ribeirão, em Barra do Piraí.

Produtores agora lutam para reduzir os impostos

Com altitude que varia entre 300 e 600 metros, a região possui condições climáticas e de solo favoráveis nos canaviais. Um contraste com o aumento dos impostos, que dificultam a atividade dos produtores de cachaças artesanais. Situação que está mobilizando a categoria a buscar melhores condições para os negócios com o auxílio da associação conhecida como Cachaças dos Vale. “Estamos nos inserindo na rota da cachaça. Queremos expandir a associação e fortalecer os produtores”, argumenta Eli Werneck, presidente da entidade.

Os empresários do ramo se queixam da mudança da regra no cálculo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), no fim do ano passado, que inflacionou o produto. Agora, o Instituto Brasileiro da Aguardente de Cana e Cachaça abre diálogo com o governo federal para mudar o estatuto, colocando tributação simples aos pequenos produtores.

São empresas que não têm estrutura e merecem o incentivo, porque geram o emprego e produzem cachaça. É o terceiro destilado mais consumido no mundo. Os pequenos produtores dão visibilidade ao produto aqui e lá fora. São embaixadores do Brasil de uma boa bebida. Merecem ser estimulados, não penalizados”, defende Raul de Faria, da Magnífica.

Fonte:  Mapa Estratégico do Comércio

terça-feira, 19 de julho de 2016

Onde ir nas Olimpíadas?

Museu Histórico do Rio reabre depois de 6 anos

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Primeira etapa foi inaugurada pelo prefeito Eduardo Paes neste sábado (16/7). Exposição de abertura do espaço será sobre o Cristo Redentor. O local é um dos mais bonitos e aprazíveis da capital carioca, que chegou a abrigar móveis e a história da família imperial e cenário de filmes e novelas.

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O Museu Histórico da Cidade, que fica na Gávea, Zona Sul do Rio, estava  fechado desde 2010 e, e agora, revitalizado, o espaço teve a primeira etapa concluída. Foram gastos mais de R$ 3 milhões nas obras do museu. O acervo do espaço guarda parte da história da cidade e a exposição para a reabertura será sobre o Cristo Redentor. Segundo promete a prefeitura, toda a obra será entregue até o fim do ano.

O museu fica na Estrada Santa Marinha, sem número, no Parque da Cidade. O espaço irá funcionar de terça a domingo, das 10h às 17h.  

SERVIÇO
Exposição :: Divina Geometria - Cristo Redentor por Oskar Metsavaht
Local :: Museu Histórico da Cidade (Estrada Santa Marinha, s/n, Parque da Cidade - Gávea)
Data :: 17 de julho a 2 de outubro de 2016
Horário :: 3ª feira a Domingo, das 10h as 17h
Entrada franca