Mostrando postagens com marcador #rotas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #rotas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Um São João diferente na cidade do Porto

  A imagem pode conter: atividades ao ar livre
  Ponte sobre o Rio Douro - Portugal  Foto: Fernanda Ferraro

O dia 24 de junho foi comemorado em Portugal, mas precisamente na cidade do Porto, na Região Norte daquele país, como se fosse réveillon. Teve muita queima de fogos de artifício, cantorias e uma multidão assistindo ao espetáculo que foi registrado por uma ex-moradora da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro,, Fernanda Ferraro, que está morando e trabalhando muito naquela cidade lusitana. Outro detalhe interessante é que, diferente do Brasil, a festa tem uma culinária não muito especial, mas deliciosa, como as sardinhas na brasa.

  A imagem pode conter: comida
  São João em Portugal e gastronomia  - Foto: Fernanda Ferraro

Cidades do Rio de Janeiro agitam seus festivais de inverno

   Resultado de imagem para 18ª edição do Festival Sesc de Inverno
   Hotel Quitandinha - Petrópolis

A praiana Búzios, na Região dos Lagos; Paraty, na Costa Verde fluminense e Teresópolis, na Região Serrana,  são alguns dos municípios que se destacam.

Mal o inverno chegou e, junto com ele, vem também um calendário repleto de festivais e eventos pelo interior do estado, que vão animar o mês de julho. Há opções gastronômicas e culturais no litoral , no Vale do Café e na Serra Fluminense .

1 - Búzios. De 5 a 14 de julho acontece a 18ª edição do Festival Gastronômico de Búzios, que reunirá cerca de 80 restaurantes, que vão apresentar pratos em versões de degustação, nas calçadas em frente dos estabelecimentos. Na Orla Bardot, o Altto e o Salt são alguns dos participantes.

2 - Vale do Café. As cidades históricas que compõem o Vale do Café promovem a 16ª edição do Festival do Vale do Café, com atrações musicais, artísticas e gastronômicas em diversas das antigas fazendas da região. Além das apresentações e atrativos, há cursos de instrumentos musicais. As fazendas Alliança e União são algumas das que participam. De 18 a 28 de julho.

3 - Vassouras. A cidade recebe, de 5 a 7 de jullho, a 4ª edição do Devoart Gastro Beer, que reúne food trucks, música e cerveja artesanal, além de workshops de cutelaria, queijos, fotografia, vinho, café, trufas e outros temas.

4 - Paulo de Frontin. O Jardim Ecológico Uaná Etê realiza, até o dia 14/7, a 2ª Festa das Luzes da Mata Atlântica. A iluminação especial, no meio da Mata Atlântica, acontece às 17h30 e o ingresso dá direito a conhecer os 22 jardins do local, grande atração do parque. Além da iluminação especial, show de música, DJs e exposições de arte animam o públuico.

5 - Serra Fluminense. As cidades de Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburo e Três Rios recebem a 18ª edição do Festival Sesc de Inverno, que acontece nos 4 municípios dos dias 19 a 28 de julho, com atrações gratuitas de música, teatro, dança, literatura e arte, entre outros temas.

6 - Teresópolis. Dos dias 12 a 21 de julho, Teresópolis sediará o festival Vinho nas alturas, quando vinícolas e distribuidores apresentam seus rótulos acompanhados de degustações de alguns restaurantes da cidade. Acontece no hotel Le Canton.


quarta-feira, 19 de junho de 2019

Brasil tem 30 cidades coloniais para se conhecer

     Resultado de imagem para paraty
     Paraty - RJ

Elas dão exemplos de construções do período colonial, e são algumas cidades históricas espalhadas pelo Brasil que conseguiram manter características dessa época, com inúmeros casarios ainda bem conservados, ruazinhas de pedras, igrejas gigantescas com seus interiores repleto de decorações banhadas a ouro e outros monumentos imponentes.

Esse cenário nos dá uma sensação de nostalgia e nos transportam diretamente para o passado, fazendo com que os turistas que visitem essas cidades históricas, compreendam (ou pelo menos imaginem) como era o dia-a-dia das pessoas que viveram nesses municípios durante nesse período.

São cantos no Brasil muitos charmosos e repletos de atrações, que envolvem história e natureza, confira:

REGIÃO - Sudeste

Paraty – Rio de Janeiro

Um dos destinos mais visitados do RIio de Janeiro, a cidade de Paraty possui um charmoso centro histórico em frente ao litoral de águas em tons de azul e verde. Além das construções simbólicas que enfeitam as ruas e becos da cidade histórica, os turistas podem aproveitar de ótimas praias, trilhas ecológicas e praias.

Petrópolis – Rio de Janeiro

Conhecida também como Cidade Imperial Petrópolis no Rio de Janeiro, nasceu do sonho do Imperador D. Pedro I que descobriu os valores climáticos e belezas naturais da região serrana.

São Luiz do Paraitinga – São Paulo

A cidade recebe muitos turistas durante o ano, mas é no carnaval que o destino tem seu apogeu quando milhares de foliões colorem as ruas do centro histórico para acompanhar as tradicionais marchinhas.

Bananal – São Paulo

Bananal está bem próximo à divisa com o estado do Rio de Janeiro ainda preserva seus patrimônios históricos. Em seu interior também existem fazendas de café em meio a mata atlântica muito bem preservada da região que podem ser visitadas.

Iguape – São Paulo

Iguape é umas das cidades mais antigas do Brasil, e está localizada a 220 km de São Paulo no Litoral Sul Paulista. Está localizada a 220 km de São Paulo no Litoral Sul Paulista. Quem gosta de praia pode pegar uma balsa e atravessar uma ponte para Ilha Comprida, ou pegar uma balsa para a Barra da Ribeira.

Ouro Preto – Minas Gerais

Concebida com o título de Patrimônio Histórico da Humanidade , a cidade de Ouro Preto é a grande joia do estado de Minas Gerais. Ouro preto simplesmente abriga o maior conjunto arquitetônico do barroco brasileiro e preservando imponentes construções que fazem parte da história do país, como as igrejas de São Francisco de Assis e a de Nossa Senhora do Pilar, decorada com mais de 400 quilos de ouro.

São João del Rei – Minas Gerais

Entre os principais cartões postais da charmosa cidade histórica estão a igreja de São Francisco de Assis, e sobrados e casarões, como o Solar dos Neves, que até hoje pertence a família de Tancredo Neves. Outra atração muito procurada é o passeio de Maria Fumaça até a cidade de Tiradentes.

Tiradentes – Minas Gerais

Outra cidade muito famosa pelos turistas que passam pela Estrada Real, é o município de Tiradentes. A simpática cidade mineira atrai visitantes que buscam um turismo que mescla história, gastronomia, artesanato, cultura e ecoturismo. Localizada a 200 km de Belo Horizonte, a cidade fica aos pés da Serra de São José possibilitando vários passeios em meio a natureza para desfrutar de trilhas ecológicas e maravilhosas cachoeiras.

Diamantina – Minas Gerais

Fundada em 1713 o município alcançou o posto de terceira maior povoação do estado graças a descoberta da grande concentração de diamantes. Caminhe pelas ruas e descubra um pouco da história brasileira através das construções antigas da cidade. Se você gosta de natureza não deixe de explorar a Gruta do Monte.

Serro – Minas Gerais

Rodeado de belas serras, morros, rios e cachoeiras a pequena cidade de Serro está localizada no nordeste do estado de Minas Gerias, na região da Serra do Espinhaço a 240 km de Belo Horizonte.

Congonhas – Minas Gerais

Declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO, a Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos é um dos maiores tesouros do destino. A melhor época para visitar Congonhas é durante a Semana Santa, quando a cidade recebe encenações, procissões e novenas que movimentam todas as ruas e ladeiras.

Mariana – Minas Gerais

Foi a primeira vila, a primeira capital e a cidade mais rica do estado de Minas Gerais, o cartão postal pricnipal do destino sã as igrejas de São francisco de Assis e Nossa Senhora do Carmo, ambas construídas na mesma praça por famílias que brigavam para ver quem tinha mais prestígio.

REGIÃO - Nordeste

Porto Seguro – Bahia

A cidade de Porto Seguro no sul da Bahia abriga o primeiro núcleo habitacional do país. Construída no topo de uma falésia, o espaço conta com imponentes prédios e igrejas históricas.

Salvador – Bahia

Tombada em 1984 como Patrimônio Brasileiro e no ano seguinte inscrito na lista do Patrimônio Mundial da Unesco, o centro histórico de Salvador possui um maravilhoso conjunto arquitetônico, paisagístico e urbanístico.

Lençóis – Bahia

Ponto de partida para quem deseja conhecer a Chapada Diamantina, a encantadora cidade de Lençóis é a cidade mais próxima do Morro do Pai Inácio e das grutas Pratinha e Torrinha.

Valença – Bahia

Valença é a porta de entrada para Morro de São Paulo, um dos mais cobiçados destinos da Bahia. A pequena cidade tem um charmoso centro colorido com sobrados e construções do século 18.

Piranhas – Alagoas

Erguida sobre as margens do Rio São Francisco, a encantadora cidade de Piranhas ficou famosa por ter sido local onde foi exposta a cabeça de Lampião e seu bando. O destino abriga casinhas coloridas bem distribuídas em ruas e becos que levam a impressionantes mirantes onde é possível observar toda a região.

Penedo – Alagoas

Penedo foi o primeiro povoado do estado. Fundada em meados do século 16, á cidade também está localizada às margens do Rio São Francisco. A maior atração da região, porém, é o passeio de barco que leva à foz do Velho Chico, no município vizinho de Piaçabuçu.

São Cristóvão – Sergipe

A quarta cidade mais antiga do país atrai turistas que desejam observar alguns dos mais ricos acervos de arte sacra do Brasil.

Laranjeiras – Sergipe

Bem próxima de Aracaju, a cidade de Laranjeira está a apenas 24km da capital e foi sede de inúmeros engenhos de cana-de-açúcar e um importante centro de comercialização de escravos.

Olinda – Pernambuco

A apenas 6 km de Recife, o centro histórico de Olinda é repleto de ladeiras pontilhados por charmosas casinhas que levam o turista que as explora ao Mirante da Sé, onde é possível ver toda a cidade com Recife no plano de fundo.

São Luís – Maranhão

A atração é famosa pelos azulejos portugueses que decoram as fachadas dos casarões de seu centro histórico. Lá é possível encontrar mercados que comercializam produtos locais, restaurantes e ótimos barzinhos.

Alcântara – Maranhão

Distante a apenas uma hora partindo do centro histórico de São Luís, Alcântara, no Maranhão merece seu reconhecimento como uma das cidades históricas mais belas do Brasil. Suas ruas carregam até hoje casarões imponentes e ruínas que tombaram com o passar do tempo. A cidade está localizada em uma parte alta onde é possível observar o mar e a capital do Maranhão mais ao fundo.

REGIÃO - Norte

Bragança – Pará

Bragança, localizada na região nordeste do Pará, a 210 quilômetros de Belém é um dos destinos mais procurados pelos turistas que visitam a região norte do país. A cidade, de origem portuguesa, guarda na sua cultura características religiosas marcantes e também festeja São Sebastião e Nossa Senhora de Nazaré.

REGIÃO - Sul

Lapa – Paraná

A simpática cidade de Lapa possui 14 quadras e 258 construções tombadas pelo patrimônio nacional. O destino fica a apenas 65 km de Curitiba e possui o maior conjunto arquitetônico do estado.

São Francisco do Sul – Santa Catarina

Localizada na Baía da Babitonga, o destino foi fundado em 1504, sendo o terceiro mais antigo do Brasil e o primeiro de Santa Catarina.

São Miguel das Missões – Rio Grande do Sul

Tombadas pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade as ruínas de São Miguel é um dos mais importantes monumentos históricos brasileiros e ficam quase na fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina e foram heranças deixadas pelas missões jesuítas no século 17.

Antônio Prado – Rio Grande do Sul

A “cidade mais italiana do Brasil” foi a última colônia italiana criada no período imperial, em 1886. Hoje o destino conta com o maior e mais completo conjunto arquitetônico da colonização italiana no país, com 48 imóveis do centro urbano tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

região - Centro Oeste

Pirenópolis – Goiás

A pequena Pirenópolis ou Piri, para os mais intimos está no interior de Goiás e além do seu charmoso centro histórico é cercada por morros e cachoeiras.

Cidade de Goiás – Goiás

Volte ao tempo caminhando pelas belas ruas do centro histórico de Goiás. Para conhecer as igrejinhas do século 18, experimentar os famosos doces goianos e fazer uma visita à Casa de Cora Coralina, esqueça o carro e caminhe sem pressa pelas pitorescas ruas de pedra.


Pernambuco, Minas Gerais e Ceará mais procurados por turistas estrangeiros

     Resultado de imagem para Pernambuco, Minas Gerais e Ceará mais procurados por turistas estrangeiros
    Ceará - Brasil

Eles fazem parte de uma relação que contém 11 estados brasileiros registraram a alta na procura. Os dados fazem parte do Anuário Estatístico 2019, lançado nesta semana pelo Ministério do Turismo.  Pernambuco (+ 45,7%), Minas (+ 44,8%), Ceará (+44,1%). Em último, São Paulo, com apenas um aumento de 4,9% na procura. Rio de Janeiro ficou de fora da relação principal, pois teve apenas pouco mais de 1 milhão. Mesmo assim, ainda permanece com local procurado.

Todas as regiões do país registraram estados em que a entrada de turistas estrangeiros cresceu. Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo demonstraram alta no número de viajantes internacionais em 2018. Os dados fazem parte do Anuário Estatístico do Turismo, divulgado pelo Ministério do Turismo nesta semana, com base em informações da Polícia Federal. No cenário nacional, também houve crescimento de 0,5% em relação a 2017, com 32.606 turistas internacionais a mais em destinos brasileiros.

Pernambuco (45,7%), Minas Gerais (44,8%), Ceará (44,1%) e Amapá (31,2%) correspondem aos estados que mais registraram crescimento na chegada de turistas internacionais no ano passado, se comparado com 2017. Na linha de frente, São Paulo (2,2 milhões), Rio de Janeiro (1,3 milhão) e Rio Grande do Sul (1,1 milhão) ainda permanecem como os principais portões de entrada dos estrangeiros no país.

Regiões

Do Nordeste, Bahia e Pernambuco correspondem aos estados que mais tiveram crescimento nas chegadas de turistas de outros países. Na região Norte, Amazonas e Amapá são os destaques na demanda turística internacional. No Sudeste, São Paulo e Rio de Janeiro; na região Sul, Rio Grande do Sul e Paraná; e no Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal.

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, os dados configuram um excelente termômetro para as ações que o Ministério vem implementando ao longo dos cincos meses de gestão. Este crescimento, fora do eixo São Paulo-Rio de Janeiro, demonstra um avanço na diversificação e qualificação da oferta turística de outros estados, melhorias na infraestrutura da região e ações de promoção.

“No fundo, o ponto central é a priorização do turismo brasileiro nos municípios e estados em uma gestão integrada e uniforme. Nesse sentido, vivemos um momento único, que oferece uma excelente oportunidade ao nosso país. O presidente Jair Bolsonaro tem colocado o setor de viagens no centro da agenda estratégica do Brasil e temos atacado gargalos históricos para o setor como a isenção do visto e a abertura do mercado às companhias aéreas internacionais. Tudo isso contribui para estes resultados”, ressalta o ministro.

MEIOS DE TRANSPORTE E PAÍSES DOS TURISTAS

O estudo também contemplou os principais países emissores de turistas estrangeiros para cada estado, além do meio de transporte mais utilizado. O modal aéreo ocupa a 1ª posição no Amazonas, Bahia, Ceará, DF, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Norte. Já o meio terrestre lidera as chegadas de viajantes estrangeiros no Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima e Mato Grosso do Sul. No segmento marítimo, Amapá aparece como o estado que mais contabiliza chegadas internacionais pelo meio fluvial.

Estados Unidos aparecem como um dos principais países emissores de turistas para os estados do Amapá, Amazonas, Distrito Federal e Minas Gerais. Já na América do Sul, Argentina ocupa a primeira posição na Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio Grande do Norte.

Ainda sobre este recorte, os turistas do Peru e da Bolívia são os que mais visitam o Acre. França também está fortemente presente no Amapá, no Pará e no Ceará. A Venezuela aparece com um dos principais emissores no Amazonas e Roraima, por conta da proximidade de fronteiras, assim como acontece com Argentina e Paraguai no estado do Paraná e com a Bolívia e Paraguai no Mato Grosso do Sul.

Suriname aparece como um dos principais emissores no estado do Pará, única aparição do país. Na mesma leva, Chile está entre as nacionalidades que mais enviam turistas para o Rio de Janeiro e Santa Catarina; Portugal para a Bahia e Rio Grande do Norte, e a Itália para o Ceará e Pernambuco.

sábado, 18 de maio de 2019

TURISMO & SAÚDE Rio de Janeiro Município fluminense tem a água "curativa" da novela

        

A novela "O Sétimo Guardião", escrita por Agnaldo Silva e que terminou no horário nobre da Rede Globo, tem muito a ver com a cidade de Santo Antônio de Pádua. Na novela, uma cidade guarda o segredo de uma gruta com uma água milagrosa; o mesmo acontece nesta pequena cidade, situada na Região Noroeste do Rio de Janeiro, onde sua água ajuda até a cicatrizar feridas de tão medicinal. 

     



Santo Antônio de Pádua é cercada pela Serra da Mantiqueira e pelos municípios de Miracema, São José de Ubá, Cantagalo, Aperibé e Itaocara, ambos do lado fluminense; e Pirapetinga, Recreio e Palmas, que são municípios mineiros.  O clima na região é ameno o ano inteiro. 

     

   

No parque frutífero do Hotel das Águas fica localizada a única fonte de água mineral Iodetada da América do Sul. O hotel e o parque ficam situados na rua Luís da Silva Magacho, no Centro da cidade.

Este tipo de água Iodetada é procurada para terapias renais, principalmente.  Além de tratamentos cardio-vasculares, de pele e para a terapia do rejuvenescimento.  Sem contar as outras fontes que servem também para o mesmo tratamento ( Magnesiana e Litinada). Outro local importante é o Fontanário de Água Mineral Raposo, existente desde 1911. 

   



Muita natureza

Santo Antônio de Pádua não para por aí. O município tem belezas naturais constituídas por montanhas, muito verde,  temperatura média anual de 20 graus, jardins lindos ( vale uma visita ao Jardim Canadense no EcoParque). Sem contar, claro, com a prática da Tiroleza. 
  


O município recebeu esse nome em homenagem ao padroeiro da cidade, Santo Antônio. E tem nas culturas do arroz, milho, cana de açúcar e pecuária leiteira, fontes principais de sua economia. 

  



A distância entre Santo Antônio de Pádua e a capital carioca é de 254,4 Km, pela BR - 116 ( total do percurso feito em 4h12); ou pela BR 393, com a distância de 323,1 km percorrida em 6h18. 


ESPECIAL ÁGUAS DO RIO: Rio de Janeiro tem estâncias hidrominerais que ajudam na saúde

   

O Blog Qsacada preparou uma série de reportagens especiais sobre os melhores destinos no Rio de Janeiro para você aproveitar o melhor da natureza. Fugindo do convencional, vamos mostrar estâncias minerais importantes que servem até para o tratamento da saúde, e que não são muito divulgadas. Aproveitem.

Nem só de belezas naturais e culinária os municípios tem a oferecer ao turismo, interno e do exterior, e um dos maiores exemplos disso são as fontes de águas minerais. A princípio, dois municípios se destacam: Santo Antônio de Pádua e Itaperuna. Ambos no noroeste fluminense, que são credenciados com o status de Estância Hidromineral. 

Santo Antônio de Pádua conta com a vantagem de possuir quatro fontes conhecidas tradicionalmente pelo seu valor terapêutico, sendo três delas no Centro urbano do município. E Itaperuna também possui quatro fontes, sendo duas delas no Centro urbano da cidade e outras duas na localidade de Raposo. De acordo com técnicos, três delas são de excepcional qualidade (carbogasosas).

Outros municípios que contam com nascentes são os existentes na Região Serrana do estado, como Nova Friburgo, Teresópolis, Carmo, Cachoeiras de Macacu, Miguel Pereira. Sem contar o município de Paraíba do Sul, que já foi considerada estância hidromineral, com sua água ferruginosa denominada Salutaris. 

Ilha de Mykonos, uma Grécia ainda descolada e linda


    
        Entrada da Praia em Mykonos 

A badalada ilha no Mediterrâneo pode ser uma das opções para sua viagem de meio de ano, aproveitando o verão de lá. Nos anos 1980 passou a ser paraíso dos gays. Mas, prepare o bolso, veja muito bem onde vai comer e o preço cobrado. Algumas dicas importantes:

Tente chegar durante o dia, andar por Mykonos não é tão fácil. Lembrando que no verão o sol se põe somente às 20:30, então tente pegar um voo que chegue antes disso. Não existe voo direto do Brasil para lá, é preciso ir até Atenas. Mykonos faz parte do arquipélago das Cíclades, é a ilha mais badalada da Grécia, repleta de jovens, beach clubs e festas incríveis, isso tudo envolto de cenários belíssimos e o mar ao fundo.

A ilha tem essa fama de paraíso festeiro desde os anos 50 quando foi descoberta por jet setters. Nos anos 70, Jackeline Onassis ( esposa do grego Aristóteles Onassis e viúva de  Kennedy) colocou definitivamente a ilha no destino de celebridades, ricos e famosos e desde então se tornou um dos lugares mais desejados pelos viajantes. Nos anos 80 a ilha virou o paraíso dos gays e hoje, Mykonos é um misto de tudo que já foi décadas passadas, porém bem mais democrática e eclética.

De catamarã

Você pode seguir de Atenas por serviços regulares de catamarã. Este percurso tem a duração de 2h30, pelo menos. O resto é o básico numa viagem longa, como economizar fazendo parte de refeições com o comprado em mercados ou restaurantes nem tão badalados. Há gastos evitáveis: 30 a 50 euros em espreguiçadeiras de bares na orla. A cidade só tem uma rodoviária no Centro (Fabrika) de onde partem os ônibus para a orla e outros destinos. O preço varia.

Cuidado: a cidade engana o turista de primeira viagem e você pode se perder várias vezes. As ruas são estreitas e tudo muito branquinho que reflete o sol e diminui o calor no interior dos ambientes: seja casa ou hotel.

 A praia se chama Super Paradise e a áreas dos moinhos e bares a beira d' água, Little Venice. Não se empolgue muito pois a água do mar é gelada demais.

Conhecendo Mykonos Town

      



Mykonos Town (centro da ilha) sempre tem movimento, mas é na hora do por do sol que ferve de gente. Tá de carro? Se quer estacionar sem pagar (estacionamento fica no Porto Velho, é o único free). Mas, chegue cedo, o por do sol em julho é às 20:30, após as 19:00 o estacionamento já está lotado. Existem outros estacionamentos pagos na região caso você não encontre vaga no gratuito, os preços variam de 5 a 10€, geralmente ele dão desconto para carros alugados, avise que o seu é um.

Veja o por do sol na Little Venice em Mykonos Town. Sente em um dos bares e tome um drink por ali.

Se não tiver tempo de conhecer muitas praias, conheça a Elia, Ornos, Platis Gialos, Kalo Livadi, Super Paradise, Paradise e Paraga, são as mais bonitas da ilha e todas de água paradinha. : )

As praias desertas são desertas de verdade e não possuem nenhuma estrutura, nem cadeiras, nem água e nem comida, então tente passar no mercado ou em uma padaria antes de ir para elas.

Onde comer em Mykonos

    



Existem restaurantes para todos os gostos e bolsos: comer em restaurantes de médio custo e focar nas Tavernas (restaurantes gregos e especializados em comidas locais). Em média, nas Tavernas você pagará 5€ por uma cerveja grega (500ml), salada grega 9€, pratos principais entre 15 e 25€. Não deixem de provar  as cervejas gregas Mythos, Fix e Alfa, o molho grego para comer com pão Tzatziki, a Moussaka (lasanha grega com carne moída e berinjela), Souvlaki e Gyros (aquela carne que fica rodando no espeto em pé) e os pratos com frutos do mar, muito comuns pela ilha.



sexta-feira, 26 de abril de 2019

Brasileiro viajou mais de avião nos primeiros três meses de 2019

              Resultado de imagem para Brasileiro viajou mais de avião nos primeiros três meses de 2019

Número de passageiros em voos nacionais atinge 24 milhões. Resultado representa aumento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2018, o equivalente a um milhão de viajantes a mais.

O número de passageiros transportados em voos dentro do país registrou alta de 4,3% no primeiro trimestre deste ano e atingiu o patamar de 24 milhões de viajantes. O resultado apresenta um aumento de mais de um milhão de passageiros no modal aéreo em comparação com o mesmo período de 2018. Na oferta de assentos, o crescimento foi de 3,4%.

Os dados são do Relatório de Demanda e Oferta do Transporte Aéreo divulgado nesta terça-feira (23) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Somente no mês de março, o mercado doméstico registrou alta de 3,4%, transportando 7,7 milhões de passageiros em voos nacionais.

O mercado internacional também apresentou crescimento em março: +10,7%, contabilizando 801 mil passageiros em trechos com origem ou destino fora do Brasil. Já a oferta de voos internacionais aumentou 13,1% no primeiro trimestre de 2019.

Segundo o último Anuário Estatístico do Turismo, do Ministério do Turismo, o número de turistas estrangeiros que chegaram ao Brasil em todos os modais de transporte chegou a 6.588.770 em 2017. A via aérea lidera o volume de viagens, com 63,6%. No mercado interno, segundo estimativas do MTur, os brasileiros realizaram 206 milhões de viagens pelo país nos diversos meios de transporte, inclusive o aéreo, em 2018.

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, os dados reforçam a importância do turismo doméstico para a economia do país e a crescente participação do avião como modal de transporte nos deslocamentos internos. “O setor de turismo é um dos principais ativos econômicos brasileiros, com participação de mais de 8% do PIB nacional e geração de cerca de 7 milhões de empregos no país. O avanço do turismo tem reflexos na melhoria da economia e na qualidade de vida do povo brasileiro”, destaca o ministro.

Conheça algumas atrações que custam até US$ 20 em Orlando (EUA)

             Resultado de imagem para Conheça algumas atrações que custam até US$ 20 em Orlando (EUA)

Uma passeio diferente e mais barato. Nesta cidade na Flórida, museus, pistas de corrida e até áreas públicas de parques são opções para quem quer gastar menos. 

Orlando é conhecida por seus grandes parques temáticos, cujos ingressos individuais não saem a menos de US$ 85 por dia (e, no caso de Disney World ou Universal Orlando, ultrapassam a casa dos US$ 100). Mesmo assim, há atrações para quem deseja gastar bem menos que isso. É possível pilotar karts, visitar museus e fazer passeios em áreas naturais por até US$ 20, ou mesmo de graça na cidade e nos arredores. Confira algumas dessas opções a seguir.

A via principal de Orlando não tem apenas outlets ou hotéis mais em conta. Há muitas atrações com bilhetes mais baratos que US$ 20. É o caso do "museu" de bizarrices e recordes Ripley's Believe It or Not! A entrada custa US$ 18,99 para adultos e US$ 12,99 para crianças de 3 a 11 anos. No interior do estranho prédio (que, do lado de fora, parece estar sendo engolido pela terra), o visitante encontra coisas ainda mais esquisitas, como a estátua do homem mais alto do mundo e uma cópia de "Monalisa" feito com pedaços de pão. Há ainda peças de valor histórico, como um pedaço do Muro de Berlim.

Na mesma avenida, o Crayola Experience é uma atração feita para famílias. São dois andares dedicados ao mundo dos lápis de cera e muitas atividades, que vão desde brinquedos a áreas para desenhar e pintar. Quem compra o ingresso no site do Visit Orlando paga US$ 18,95. É uma boa opção para quem for às compras no The Florida Mall, que fica ao lado

Outra atração da International Drive é o I-Drive NASCAR, um complexo com pista de kart (onde se pode chegar a até 70 km/h), jogos eletrônicos, boliche, sinuca e restaurante. Para se aventurar no volante, o pacote custa US$ 18,99 para adultos e US$ 16,99 para adolescentes menores de 16 anos e maiores de 1,39m.

Passeie nos parques temáticos sem pagar

Tanto o Walt Disney World quanto o Universal Orlando Resort têm áreas onde não se precisa pagar para circular. São calçadões que reúnem lojas, restaurantes e algumas atrações, sempre margeando lagos. Mas um aviso: caminhar por esses lugares é de graça, mas é uma verdadeira tentação para os bolsos.

No complexo da Disney são dois. O maior deles é o Disney Springs (antigo Downtown Disney), que está mais para um bairro temático que para um mero calçadão. São quatro zonas distintas: The Landing, Marketplace, West Side e Town Center, com lojas que vendem desde Mickeys de pelúcia a verdadeiras obras de arte inspirada no (cada vez maior) catálogo de personagens da Disney.

O Disney Springs não dá acesso a nenhum parque. Ao contrário do Disney’s BoardWalk, que dá acesso a uma das entradas ao Epcot. Seu calçadão tem apenas 400 metros de extensão, mas muito charme e e arquitetura inspirados em destinos costeiros americanos da primeira metade do século XX. Há artistas de rua e passeios de barco pelos canais do resort.

Já o Universal CityWalk é o acesso principal aos parques temáticos Universal Studios Florida e Islands of Adventure. Também há dezenas de restaurantes temáticos e lojas, incluindo de grifes que não têm nada a ver com as atrações dentro do parque. Ele termina num lago, de onde partem barcos para os hotéis da Universal.

A maioria dos turistas não vai a Downtown Orlando. E quando vai, o interesse maior é a vida noturna. Mas no coração da cidade fica o Lake Eola Park. Ótimo lugar para piqueniques e contemplação, além de contar com um grande sistema de trilhas e ciclovias. A fonte principal é outra atração imperdível, sobretudo à noite, quando há espetáculos de luz e movimentos coreografados. A entrada é franca.

Outro jardim que merce a visita, no norte da cidade, é o Harry P. Leu Gardens. São três quilômetros de calçadas em meio a jardins exuberantes, árvores tropicais e semitropicais e 40 coleções de flores de todo o mundo. O jardim das borboletas e o relógio de flores, ao lado do qual acontecem apresentações musicais ao ar livre, são dois dos pontos mais conhecidos. É possível também visitar o casarão no centro do terreno, datado de 1880. A entrada custa US$ 10 para adultos e US$ 5 para crianças de 4 a 17 anos.

Com ingressos a US$ 19,50 (para adultos; crianças de 3 a 12 anos pagam US$ 13,75), o Central Florida Zoo & Botanical Gardens é outra ótima opção para passeios em família na cidade, com mais de 500 animais e 23 hectares de jardins. Ele fica a cerca de 25 minutos do centro de Orlando, na vizinha Sanford.

Entre Sanford e Orlando está a Ilha Wekiva, que fica às margens do Rio Wekiva e na borda do parque estadual que preserva suas nascentes. A entrada custa US$ 2 e dá direito a passar o dia nessa grande área verde, onde se pode nadar, jogar vôlei, fazer um piquenique ou apenas relaxar na grama ou sob as árvores. Há ainda outras atividades pagas, como aluguel de caiaque, botes e stand-up paddle.

Um pouco mais distante da cidade, em Lake Wales, está o marco histórico nacional Bok Tower Gardens. A torre principal tem 60 sinos que tocam duas vezes ao dia. Em torno dela se estende um jardim de 100 hectares com árvores e plantas de todos os cantos do mundo, com áreas para contemplação e outras para trilhas e caminhadas. O lugar é também um santuário de pássaros, o que atrai muitos birdwatchers. Os ingressos para adultos custam US$ 15 e os ingressos para crianças são de US$ 5.

Cultura que cabe no bolso

Para quem quer programas culturais de qualidade, a dica é pegar o carro e dirigir ao norte de Orlando, em direção à cidade de Winter Park. Só passear pelas ruazinhas pacatas, cheias de cafés, restaurantes e lojas independentes já vale a pena. Mas se o tempo permitir, programe uma visita ao Albin Polasek Museum & Sculpture Gardens, que reúne esculturas de Albin Polasek em um lindo jardim. A entrada csta US$ 10.

A cidade também sedia o festival Popcorn Flicks in the Park , com exibe filmes "para toda a família" ao ar livre nas segundas quintas-feiras de cada mês no Central Park.

Winter Park conta também com boas opções de museus e galerias de arte, alguns deles com entrada franca durante todo o ano, como o Winter Park Historical Museum, o Crealdé School of Art Galleries e o Cornell Fine Arts Museum, este com mais de cinco mil obras que vão desde antiguidade até arte contemporânea. Outro destaque da cidade é o The Charles Hosmer Morse Museum of American Art, que abriga a coleção mais abrangente de Louis Comfort Tiffany, e que tem entrada gratuita às sextas-feiras, das 16h às 20h, entre novembro e abril (nos outros dias, o ingresso custa US$ 6).

Fonte O Globo

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Rio tem turismo de aventura no Pico das Agulhas Negras, em Itatiaia

         Imagem relacionada

Epicentro do trekking e da escalada na Região Sudeste, o Parque Nacional do Itatiaia carrega consigo uma aura de pioneirismo quando se fala em esportes ao ar livre no Brasil. Primeira unidade de conservação permanente do País, criada em 1937, o Itatiaia reúne alguns dos pontos mais altos da Serra da Mantiqueira, bem na divisa entre Rio de Janeiro e Minas Gerais. Concentra três das dez montanhas mais altas do Brasil e, por conta disso, é uma espécie de playground de montanhistas e amantes da caminhada.

O cenário é inusitado, não se parece com quase nada que temos no Brasil. Campos de mato alto e seco, intercalados com rochas de tamanhos variados e cercado por proeminentes picos de granito. Não apenas isso, mas também oferece boa infraestrutura, como área de camping, com banheiros e chuveiros. Além disso, oferecem um dos únicos albergues de montanha do Brasil, o Abrigo Rebouças, a 2.350 metros de altitude. Com 20 camas e paredes de pedra, é uma alternativa para quem não quiser ou não puder acampar.
       

       
    
O Parque Nacional do Itatiaia tem caminhadas para esportistas de todos os níveis, dos mais amadores aos mais experientes. Nos mais de 120 quilômetros quadrados do parque não são mais autorizados acampamentos selvagens nem travessias de vários dias. Entre as duas mais célebres montanhas, o Pico das Prateleiras e o Pico das Agulhas Negras, com 2.790 metros de altitude. Ao longo de um dia inteiro de contemplação e superação os visitantes podem ter uma experiência muito completa.

O básico antes de ir: onde ficar, quanto custa e regras do parque

Antes de mais nada é preciso decidir se você irá pernoitar na montanha ou dormir numa pousadinha e madrugar para entrar cedo no parque. O melhor jeito é chegar por lá de carro. Há hospedagens na parte baixa, perto do município de Itatiaia, mas saiba que é preciso chegar muito cedo na portaria do parque porque há limites de visitantes por dia em cada pico. Caso decida dormir no Abrigo Rebouças é preciso reservar pelo site do Parque Nacional  ou por e-mail. Opernoite custa R$ 30 no abrigo ou R$ 18 no camping, além dos R$ 16 de entrada no parque para brasileiros residentes.

É possível chegar até o Abrigo Rebouças de carro, após pagar as taxas de entrada. Se não tiver um guia, é preciso contratar um por cerca de R$ 100 por grupo – há uma lista de profissionais credenciados no site do parque, na opção “Condutores de Visitantes”. É essencial ter um guia: ainda que o percurso possa parecer óbvio, é muito fácil se perder no parque. Além disso, eles auxiliam nos poucos trechos em que é necessário o uso de cordas, onde erros podem custar muito caro. Acredite, no Itatiaia guia não é custo, é investimento.

Há muitos trechos verticais em que pessoas com vertigem certamente ficarão desconfortáveis.

Será que essa montanha é para você?

Se você não está acostumado a fazer trilhas longas não é recomendável que comece a descobrir o Itatiaia pelo Pico das Agulhas Negras. No parque há rotas mais simples, como a Pedra do Altar e a Cacheira do Aiuruoca, com menor grau de exigência física e emocional. O Pico das Agulhas Negras é um maciço de granito com trechos muito íngremes, onde se usa muito as mãos – a chamada “escalaminhada” – mas não é preciso dominar técnicas de escalada ou ter experiência anterior em rocha. Dá para dizer que é bem instintivo e que os guias ajudam bastante no processo.

Se você sofre de vertigem não vá – você vai dar trabalho para o guia e para o grupo. Por muitas vezes fica-se diante de quedas livres que podem significar ferimentos graves. Para não se machucar, é preciso ser prudente e estar bem mentalmente. Fisicamente é uma jornada de alta intensidade, que costuma se estender por entre 6 e 9 horas, saindo e retornando até o Abrigo Rebouças.

Estar bem equipado, com itens de boa qualidade é vital nos trechos mais sérios do percurso.

Levar os equipamentos corretos

Seu equipamento é fundamental na montanha. É o tipo de ambiente que testa a qualidade de tudo. Vá com um calçado com o qual esteja muito acostumado a caminhar – lembre-se, caminhada é uma atividade física diferente de corrida. A recomendação é uma bota de caminhada laceada e de cano alto, para evitar torções. Jamais cogite estrear calçado na montanha. Além das bolhas quase certas, você pode comprometer o grupo todo a ter de diminuir o ritmo ou desistir do programa por sua conta.

Nas costas, uma boa mochila de ataque de até 30 litros, de preferência com barrigueira. Nela tenha filtro solar, chapéu, câmera ou celular e um casaco corta-vento. Mesmo nos dias ensolarados venta muito, machuca a pele e pode provocar hipotermia. Ah, tenha pelo menos um litro de água por pessoa e um ou dois sanduíches, além de biscoitos e frutas secas para comer ao longo do dia.

Tenha paciência e persistência, sem pressa você chega tranquilo ao cume das Agulhas Negras.

Como chegar

Como esta é uma viagem geralmente feita aos fins de semana, para considerar seu tempo na montanha é preciso levar em conta o tempo total da viagem desde a sua casa. O Parque Nacional do Itatiaia está localizado a 2h30 da Cidade do Rio de Janeiro ou a 3 horas de São Paulo pela Via Dutra, pela saída 318, em Engenheiro Passos, depois mais 12 quilômetros até Itatiaia. Em seguida, siga pela BR-354 Rio-Caxambu por outros 26 quilômetros até a Garganta do Registro. Dali até a entrada da parta alta do parque, o Posto Marcão (ou Posto 3) são 14 quilômetros em estrada de terra. Há um estacionamento neste ponto.

Depois, mais 3 quilômetros sobre pedras em péssimas condições até o camping e o Abrigo Rebouças – claro que dá pra ir caminhando, mas conte aí mais 6 quilômetros no total percorrido. Caso pare o carro neste ultimo estacionamento, serão “apenas” cinco quilômetros de caminhada até o cume, mas estamos falando de um percurso de cinco horas para ir e voltar. É super técnico e vertical. Como o parque nacional abre cedo (7 horas), vale madrugar mesmo, não apenas para se garantir no grupo máximo de pessoas por dia mas para retornar do pico em segurança e ainda com o dia claro.

No alto das Agulhas Negra há um caderno dentro de uma caixa, o livro de cume, onde quem chega pode assinar.

Cuidado consigo e com o grupo

A pressa é inimiga da felicidade durante um trekking. O cronograma acima não é à toa, mas para dar tempo de caminhar com calma. Ou melhor, lentamente. Bem devagarzinho e com cuidado, assim é o ritmo da montanha. Quem sai cedo tem tempo de ir e voltar com segurança, andando constantemente, mas numa cadência leve.

Existem pedras soltas, fáceis de tropeçar e torcer o pé. Além disso, poupar energia é tudo na montanha. Apesar de não ser uma Cordilheira dos Andes, a Serra da Mantiqueira oferece picos com mais de 2 mil metros e é possível sentir, ainda que suavemente, os efeitos da altitude e do ar rarefeito já nesse ponto.

Como não há carro que possa buscá-lo na trilha, tudo dependerá de você. Portanto, cuide bem do seu corpo. Coma bem e hidrate-se regularmente ao longo de todo o dia. De hora em hora ou quando se sentir cansado, faça paradas rápidas.

Você nunca mais vai se esquecer do Itatiaia e das Agulhas Negras.


sexta-feira, 5 de abril de 2019

'O Rio Não Para': campanha quer estimular a valorização da capital carioca

      Imagem relacionada

Objetivo da ação é resgatar o orgulho de ser carioca e mobilizar turistas do Brasil e do exterior. Se programe.

Diversas empresas privadas lançaram, nesta quinta-feira (4/3), a campanha "O Rio Não Para". De acordo com os organizadores, o objetivo da ação é "resgatar o orgulho de ser carioca e mobilizar turistas a conhecer a cidade".

Segundo o governador Wilson Witzel, o estado irá colaborar no investimento da imagem positiva do Rio. "Como foi lembrado aqui da Segurança Pública, a Polícia Militar esta fazendo a sua parte. Esse ano perdemos menos PMs do que se comparado ao ano passado. Estamos tirando de circulação gente que não presta", disse.

Já o empresário Roberto Medina destacou que a campanha é um movimento da sociedade civil, empresas e o estado para uma valorização da cidade. "Vamos olhar o Rio por outra atmosfera, olhar com mais otimismo. Vamos botar paixão, para fazer essa cidade funcionar", disse.

Campanha

Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostrou que se o Rio de Janeiro ampliar em 20% o turismo interno, o impacto econômico para a cidade será de cerca de 6 bilhões, além de uma geração de 170 mil novos empregos. Como parâmetro, o Carnaval gera um impacto econômico de cerca de R$ 3,5 bilhões, enquanto o Réveillon traz um impacto de R$ 680 milhões e o Rock In rio, R$ 1,6 bilhão.

De olho nesses números, a partir desta quinta, será lançado a campanha o "O Rio Não Para". Fazem parte da ação o lançamento do hotsite (www.rionaopara.com.br), o uso de mobiliários urbanos, a colocação de banners em shoppings e até supermercados, além da veiculação de uma propaganda em todo território nacional e mais 140 países.

Além da publicidade, para dar mais força e atrair turistas, a rede hoteleira oferecerá descontos de até 20% no valor das diárias para os meses de abril e maio.

"O Rio não tem plano B. Ou é turismo ou é turismo. Com a ação "Rio de Janeiro a Janeiro" que fizemos ano passado isso ficou evidente. Ao invés de ficar parado e falar mal das Olimpíadas, vamos aproveitar o legado que ela deixou", disse Roberto Medina em referência a ampliação da rede hoteleira, melhorias nas áreas de transporte e dos aeroportos.

CONFIRA O CALENDÁRIO DE EVENTOS QUE PROMETE AGITAR O RIO DE JANEIRO EM 2019:

Abril

2 a 5 - 13º LAAD Defense e Security

2 a 7 - Rio Internacional Squash Open

Rio Boat Show

Taça Nações (Golfe)

19 a 21 - Dreamhack Rio 2019

 Maio

11 - UFC 237

24 a 31 - Santander Delícias do Brasil

27 a 30 - Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos (COTEQ)

2ª Taça Cidade Maravilhosa (Golfe)

30 - Salão Moto Brasil

 Junho

1 e 2 - Salão Moto Brasil

1 e 2 - Santander Delícias do Brasil

12 a 14 - World Chamber Congress

22 - Meia Maratona Olympikus

23 - Maratona do Rio

 Julho

7 - Final da Copa América

25 a 28 - Game XP

 Agosto

Rio Gastronomia

 Setembro

Iron Man 70.3 Rio

Mondial de la Bière

27 a 29 - Rock In Rio

 Outubro

3 a 6 - Rock In Rio

29 a 31 - OTC Offshore Technology Conference

3° Aberto do Campo Olímpico de Golfe

 Novembro

Villamix

 Dezembro

Árvore do Rio

O maior Revéillon do mundo.

Primeiro mercado municipal do Rio tem o seu festival de Páscoa

      Resultado de imagem para 6ª edição do Festival Mesa Santa cadeg

Cadeg abre comemorações da Páscoa com a 6ª edição do Festival Mesa Santa. Evento termina no dia 21 de abril.O mercado fica situado na Rua Capitão Félix 110, em Benfica.

O Mercado Municipal do Rio (Cadeg) deu início às comemorações da Páscoa com a 6ª edição do Festival Mesa Santa. Diariamente, até 21 de abril, os estabelecimentos do mercado participarão de promoções e ofertas em diversos segmentos.

No fim de semana a programação é de palestras, degustações e atividades infantis, entre outras ações abertas ao público. Uma das presenças confirmadas é a da apresentadora dos canais Shoptime e Tempera, este último do YouTube, Flavia Bonato, que dará dicas sobre como aproveitar ao máximo o bacalhau, além do passo a passo de uma receita com ingredientes do Cadeg. Os eventos acontecerão na Avenida Central, às 13h.

Seguindo a tradição do período, empórios e restaurantes apostam em menus com carnes brancas, harmonizados com os vinhos comercializados no local. A taxa de rolha não será cobrada em alguns estabelecimentos, com oferta de preços atraentes. Haverá também descontos nos itens mais procurados nesta época do ano, como vinhos, bacalhau, cereais e azeites.

Algumasa dicas>

O Brasas Show Galeteria  está participando do Festival Mesa Santa. E eles preparam um prato exclusivo para o festival, Robalo na Manteiga de Ervas. Lombo de robalo temperado e assado em manteiga de ervas, acompanhado ao forno com batatinhas, tomate seco e alho poró. Servido com arroz de açafrão com pimenta biquinho.

Horários Brasas Show!
- Domingo a quinta de 11h às 17h, sexta e sábado de 11h às 19h.
http://www.brasasshow.com.br/

O Restaurante Cucina Penna também está participando do Festival Mesa Santa. Eles preparam uma Moqueca de Lombo de Bacalhau com Banana da Terra. Lombo de bacalhau gadus morhua cozido no leite de coco, azeite extra virgem, banana da terra, legumes e azeitonas portuguesas. Acompanha arroz com brócolis.

Horário de funcionamento:
- Todos os dias de 11h às 16h.

Rio tem um árabe para chamar de seu

         Resultado de imagem para comidas arabes

Para sentir o gostinho da novela  das 18h da Rede Globo de Televisão, 'Órfãos da terra', confira roteiro de restaurantes árabes na capital carioca. No Centro da cidade tem o mercado popular do Saara, onde você encontra o "Rei da Beirute", como dizia o "Seu Chalita" do seriado Tapas & Beijos, que te apetece. Do mais moderno ao mais tradicional.

Quibes, coalhadas, esfirras, tabule, arroz com lentilha. São muitas as iguarias árabes que fazem parte do nosso dia a dia. Seja na refeição. Seja num lanche rápido! Aqui no Rio, não é difícil se deliciar com essa culinária. Da Zona Norte à Zona Sul, passando pelo Centro e pela Baixada. Em Copacabana, por exemplo, tem o tradicional Amir, restaurante libanês comandado há sete anos pela gerente Yasmin Boushi. Segundo ela, a gastronomia típica de sua terra pode se ajustar onde for, independentemente do clima, e sem perder a essência:

— Uma característica imutável é que, mesmo adaptando nossos pratos com os ingredientes disponíveis no Brasil, preservamos a identidade da nossa gastronomia. Ainda que um quibe leve um recheio diferente do tradicional espinafre, ainda será um quibe. É uma forma de deixar nossa marca.

Conhecido como “prato das princesas”, o shishbarak, típico da Síria (que, inclusive, leva o nome de uma região no país), é um dos carros-chefe do restaurante Camelo’s, inaugurado na Tijuca em 2011 pelo sírio-brasileiro Taj Din.

— É uma receita de família. No Rio, somos os únicos a fazê-la — garante o chef, que ensina a receita dessa iguaria ao final da matéria.

Abaixo, veja um roteiro com restaurantes típicos no Rio:

O Malabie é uma das iguarias da culinária árabe
R. Ronald de Carvalho 55, loja C, Copacabana — 2275-5596.

Arab
Avenida Borges de Medeiros s/nº, no Parque dos Patins, Lagoa Rodrigo de Freitas — 2540-0747.

Baalbek
R. Barata Ribeiro 473, Copacabana — 2255-4574.

Beirute
R. Juiz Alberto Nader 168, Nova Iguaçu — 2667-7310.

Camelo’s Kebab e Fast Food
Rua Soares da Costa 69, Tijuca — 3174-2020.

Cedro do Líbano
R. Sr. dos Passos 231, Centro — 2224-0163.

Princípe da Arábia
Rua Constança Barbosa 45, Méier — 2289-5045.

Rotisseria Sírio Libanesa
Rua Largo do Machado 29, Catete — 2146-4915.

Sabor do Árabe
Rua Vasco da Gama 250, Cachambi — 3738-4456.

Sírio e Libanês
R. Sr. dos Passos 217, Centro — 2224-1629.

Stambul
Downtown. Av. das Américas 500, Barra — 3982-2190.

Suk
Av. Nossa Sra. de Copacabana 706 — 2548-6263.

Zahara
Av. Gomes Freire 421, Centro — 98359-5391.

Restaurante Abrahão Árabe
Endereço: Ilha do Governador - Jardim Guanabara - Rua Cambaúba N 1510.

Peça também pelo nosso delivery nos canais de vendas abaixo:
 Aplicativo do Abrahão disponível para IOS e Android. dire.to/abrahaoarabe
- Site www.abrahaoarabe.com.br
- Telefone 3647-4428
- Ifood


RECEITA - SHISHBARAK

O Shishbarak é um prato típico da Síria; no Rio, só é encontrado na Tijuca

INGREDIENTES

Massa:

500g de farinha de trigo

75ml de água morna

1 colher de sopa de azeite sal a gosto

1 colher de sopa de açúcar

Recheio:

500g de carne moída (patinho)

1 cebola média ralada

1 colher de sopa de manteiga sal a gosto

1 colher de chá de pimenta síria

1 colher de café de canela salsinha lavada e picada a gosto

Coalhada:

1 e ½ litro de coalhada fresca

2 colheres de sopa de amido de milho

sal a gosto

3 dentes de alho picados

1 colher sopa de hortelã.

MODO DE PREPARO

Massa: misture os ingredientes secos; junte o azeite e a água e misture até formar uma massa homogênea, que não grude nas mãos. Deixe na vasilha e cubra com um pano úmido. Deixe descansar por 30 min.

Recheio: doure a cebola na manteiga. Acrescente a carne e refogue. Misture os temperos e reserve.

Montagem: polvilhe uma superfície lisa com farinha e, com o rolo, abra a massa numa espessura fina. Corte em pequenos círculos (pode usar a boca de um copo americano como referência). Recheie cada círculo com a carne refogada já fria e feche como um capelete. Preaqueça o forno a 220°C por 15 minutos. Asse os capeletes montados por 5 min ou até dourar as pontas. Reserve.

Para a coalhada: misture a coalhada fresca com o ovo. Na panela, cozinhe a coalhada em fogo médio sem parar de mexer até levantar fervura. Abaixe o fogo. Junte o amido diluído em meio copo de água (75ml). Acrescente os capeletes assados e tempere com o sal a gosto. Doure o alho com azeite numa frigideira. Acrescente hortelã. Misture o refogado com a coalhada antes de servir.

Curitiba tem atrativos turísticos por toda parte

       Resultado de imagem para Parque Barigui
      Parque Birigui

A capital paranaense, antiga Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira local, comemorou 326 anos de fundação.

O aniversário de Curitiba é hoje, dos 326 anos da capital do Paraná, foi comemorado no domingo (31/3), do jeito que o curitibano gosta: no Parque Barigui. O local tem floresta, lago e refúgio de diversos animais nativos e migratórios. É um dos parques mais frequentados pelos turistas e moradores, congregando Parque de Exposições, Museu do Automóvel, Centro de Convenções, Casa da Leitura e Teatro da Maria Fumaça, além de áreas de lazer, quadras poliesportivas, cafés e restaurantes.

Os mais de 20 parques, aliás, estão entre os principais atrativos de Curitiba. O mais visitado é o Jardim Botânico, com estufa de vidro e metal que lembra o antigo Palácio de Cristal de Londres. Já os jardins geométricos lembram os da França. Além dos tapetes de flores, tem o bosque de mata nativa e o Museu Botânico, com espécies que são referência nacional. Também é possível visitar o Jardim das Sensações, trilha que o turista percorre de olhos vendados, conhecendo a natureza com os demais sentidos.

Outro atrativo imperdível é a Ópera de Arame, com estrutura tubular metálica e o teto transparente, construída na cratera de uma antiga pedreira. O teatro comporta 1,5 mil espectadores e fica ao lado da Pedreira Paulo Leminski, onde são realizados grandes espetáculos. Outras duas pedreiras, ligadas por um túnel com passarela sobre a água, viraram o Parque Tanguá – com jardins, mirantes e cascatas. É um dos melhores locais para se apreciar o pôr do sol em Curitiba.

A mistura dos imigrantes europeus e de outros continentes se reflete nas festas cívicas e religiosas celebradas por diferentes etnias, danças, músicas, culinária e memoriais dedicados aos antepassados. Essa herança ocupa espaços públicos como parques e bosques, entre os quais estão o Memorial Polonês, no Bosque João Paulo II; o Memorial Ucraniano; no Parque Tingui; o Memorial Árabe, no Passeio Público; e o Bosque Alemão, um dos mais belos de Curitiba, dedicado aos imigrantes e à cultura alemã.

Entre os bairros mais turísticos, Santa Felicidade foi a primeira colônia de imigrantes que vieram do Vêneto, na Itália, para o Brasil, em 1878. O bairro concentra restaurantes típicos, vinícolas, lojas de artesanato e decoração, além de casas tradicionais. O pórtico, a igreja centenária e o cemitério com panteão de 18 capelas em estilo neoclássico são marcas de Santa Felicidade.

O Centro Cívico é a sede dos três poderes do estado (Executivo Legislativo e Judiciário), ao lado do Museu Oscar Niemeyer, com acervo de mais de 2.200 obras de artistas renomados. O projeto de Oscar Niemeyer foi inspirado na araucária, árvore símbolo do Paraná. A forma e as paredes de vidro deram ao MON o apelido de “Museu do Olho”. Ainda na região central, a cidade tem a catedral neogótica da padroeira, Nossa Senhora da Luz, com mais de cem anos. O turista pode aproveitar também para conhecer a Rua das Flores e a Boca Maldita (primeiro calçadão do Brasil), o Palácio Avenida e a Rua 24 horas, além da Universidade Federal do Paraná, a primeira do Brasil, de 1912, e o Teatro Guaíra.

Para se familiarizar com o passado de Curitiba, o turista pode investir em um passeio pelas ruas de pedras irregulares com o casario preservado, as igrejas da Ordem e do Rosário, o velho bebedouro, o Memorial de Curitiba, o Palacete Wolf, a Sociedade Garibaldi, as Ruínas de São Francisco e o Museu Paranaense. O Largo da Ordem é ponto de encontro dos curitibanos à noite, em seus diversos bares, e aos domingos pela manhã, quando acontece a tradicional feira de artesanato.

CONHEÇA - A "grande quantidade de pinheiros”, do guarani kur yt yba, que originou o atual nome da cidade, é outra característica de Curitiba. A região era ponto de parada de tropeiros, condutores de gado, entre o Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Aos tropeiros se devem costumes que se uniram aos dos imigrantes europeus, no ciclo da erva-mate e da madeira, quando foi construída a Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, ligando o litoral ao planalto paranaense.

Um dos passeios mais tradicionais de Curitiba é descer a Serra do Mar de trem até a cidade histórica de Antonina, onde come-se o barreado, prato típico do Paraná. O trem percorre a região de Mata Atlântica, que é reserva da Biosfera da Unesco, atravessando túneis, pontes e abismos com paisagens de tirar o fôlego. O Museu Ferroviário de Curitiba, no prédio da antiga estação de trem, conta a história da ferrovia de 110 km com um desnível de 900 metros de altura entre a serra e o mar.