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quarta-feira, 23 de outubro de 2019
SAÚDE & ALIMENTAÇÃO Conheça os benefícios do repolho verde
O preço do alimento está a centavos na Ceagesp e também na Ceasa Grande Rio, onde a caixa com 12, 15 e 18 unidades, dependendo do tamanho, estava sendo negociada nesta quarta-feira (23/10) entre R$ 12 e R$ 18, nos tamanhos pequeno, médio e grande. Veja essa e outras dicas importantespara a sua feira da semana no blog CeasaCompras (ceasacompras.blogspot.com.br).
O repolho é consumido pela humanidade desde os tempos dos faraós egípcios, que já usavam as folhas de repolho para enrolar carnes e outros alimentos, como se fosse um burrito ou panqueca. Há muito tempo, suas propriedades benéficas à saúde já eram aproveitadas, sendo a principal delas a sua contribuição para o bom funcionamento do intestino, devido à presença das fibras.
É certo que muitos torcem o nariz para essa hortaliça, porque ela também tem fama de causar gases e flatulência, mas nada que o uso de alguns temperos naturais – como gengibre, orégano, louro, hortelã ou manjericão – não possam ajudar. Na Ásia, é comum comer repolho com frituras, pois isso ajuda a eliminar parte da gordura excedente do organismo e a comer menos, porque as fibras dão sensação de saciedade. Cozinhar o repolho também ajuda a diminuir a formação de gases intestinais.
O repolho apresenta variedades que vão do vermelho, roxo, branco e verde, e suas folhas podem ser enrugadas ou lisas. Independentemente do tipo, todos compartilham diversas características em comum. Por exemplo, a presença de vitamina C - um poderoso antioxidante - protege o organismo contra infecções e doenças. A flatulência é causada pela presença de enxofre, mineral que ajuda na produção de colágeno, o que previne o envelhecimento precoce, e que ajuda o fígado a secretar a bile, que atua no bom funcionamento do corpo.
Colocar o repolho na sua dieta rotineira ainda vai trazer outros benefícios:
Previne o câncer, especialmente o de intestino.
Combate o surgimento de catarata nos olhos.
Previne o surgimento da doença de Alzheimer.
Alivia dores musculares.
Combate o diabetes.
Ajuda no bom funcionamento do coração.
Mantém ossos e dentes fortes.
Ajuda a gestante a se manter saudável durante a gestação e a produzir mais leite após o parto.
Com boa oferta o ano todo, em 2018 o Entreposto Terminal São Paulo (ETSP) recebeu cerca de 38.809 toneladas de repolho verde, provenientes principalmente das cidades paulistas de Ibiúna, Piedade, Cotia, Mogi das Cruzes e Pilar do Sul. No dia 21/10, o produto estava sendo comercializado no atacado do ETSP ao preço médio de R$ 0,49/kg.
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quarta-feira, 10 de julho de 2019
Que frutas você deve dar para o seu Pet

Você sabia que as elas também podem ser inseridas no cardápio dos cães, por exemplo?
Embora sejam carnívoros, eles também podem consumir frutas frescas ocasionalmente na forma de petiscos, porém, assim como nos humanos algumas frutas podem desencadear reações alérgicas, nos cães pode ocorrer o mesmo.
Diversas matérias veiculadas na mídia e posts em redes sociais tratam sobre esse assunto e a nossa dica é seguir apenas as recomendações vindas dos veterinários, pois são eles os melhores entendedores sobre os animais.
Em artigo publicado no site do centro veterinário Pacaembu, a médica veterinária Adriane Tomimassu explica que as frutas possuem um tipo de açúcar que fez bem ao metabolismo, a frutose, que ajuda a reduzir o risco de diabetes. Mas, embora sejam boas para a saúde, frutas em excesso podem ser tóxicas e fazer com que o animal sinta-se saciado e deixe de se alimentar com o que realmente necessita. Ração é fundamental.
Recomenda-se que as frutas sejam oferecidas apenas para pets acima de seis meses de vida e sempre como petiscos durante o dia, não ultrapassando 20% de sua alimentação. Importante também é que as frutas sejam servidas em pedaços, sem casca e preferencialmente sem sementes.
No site do centro veterinário Da Vinci, as frutas indicadas como frutas permitidas são:
1 - Banana: auxilia no sistema imunológico e é rica em potássio, fibras e vitaminas A e C, mas não vale exagerar.
2 - Maçã: pode ser servida com casca, mas sem o talo; é rica em vitaminas e ajuda na limpeza da língua e da dentição.
3 - Manga: indicada para os casos de falta de nutrientes é rica em fibras alimentares e vitamina C; deve ser servida em pedaços, sem a casca e o caroço;
4 - Morango: deve ser servido em pequenas quantidades e com a casca; rica fonte de vitaminas A e C, ajuda na função cerebral.
Agora, atenção às frutas que não são indicada:
1 - Abacate: possui a persina, uma substância tóxica para os cães e por ser gorduroso, pode gerar problemas estomacais e intestinais;
2 - Abacaxi: é ácido e pode ocasionar problemas gastrointestinais
3 - Uva: há estudos que afirmam que podem causar graves lesões renais.
Em artigo publicado no site Liberal, o veterinário Jorge Morais acrescenta ainda na lista dos permitidos o caju (sem a castanha), o caqui, a pêra, o kiwi e a goiaba e orienta que não sejam oferecidos, também, a laranja e a carambola.
Importante:
Assim como acontece conosco, mesmo com propriedades positivas, pode ser que alguma fruta recomendada não caia muito bem ao seu animal. Esteja atento e na dúvida, consulte seu veterinário de confiança. Seu cãozinho agradece!
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Não esqueça dos alimentos que aumentam sua imunidade
Especialista dá dicas para manter a saúde durante o inverno, e o combate à gripe e resfriados.
Temperaturas mais baixas durante o inverno contribuem bastante para a vulnerabilidade do organismo, o que pode resultar em gripes, resfriados, viroses, entre outras doenças. Por isso, na época mais fria do ano, é importante manter uma alimentação balanceada, porém, rica em vitaminas e minerais.
Além disso, o consumo de substâncias antioxidantes também é fundamental para que o sistema imunológico fique mais resistente a vírus e bactérias. De acordo com Luciana Novaes, nutricionista e mestre em Saúde Pública da Fiocruz, a falta de imunidade pode estar ligada a um cardápio pobre em frutas, verduras e legumes.
Uma boa dica da especialista é a relação entre as cores dos alimentos e seus benefícios. “Alimentos de cor alaranjada, como cenoura, abóbora e manga, assim como os de cor verde-escuro, caso da rúcula e do agrião, possuem uma grande quantidade de vitamina A, importante para a produção de células do sistema imune. Além disso, eles possuem ação antioxidante”, diz a nutricionista.
Segundo Luciana, é importante investir nos alimentos certos e o consumo deve ser diário. “A pessoa não precisa tomar suco de laranja todos os dias. O ideal é substituir por outros alimentos, sempre incluindo nas receitas do dia a dia. O alho e a cebola são bons exemplos. Ajudam a fortalecer o sistema imune”, explica.
Fonte O Dia
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quinta-feira, 6 de junho de 2019
SAÚDE & BEM ESTAR : Anvisa proíbe venda de produtos com a planta 'moringa oleifera'

Produto costuma ser indicado para tratar males como colesterol alto, pressão alta, diabetes, aterosclerose e envelhecimento precoce. Anvisa diz que hão há comprovação de segurança do uso dessa espécie em alimentos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adotou medidas cautelares para a venda de alimentos que apresentem a planta "moringa oleifera" em sua composição. Conforme resolução publicada no Diário Oficial nesta terça-feira (4), está suspensa a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação e a propaganda de produtos contendo a moringa em todo o país.
A farinha de moringa costuma ser informalmente recomendada para o tratamento de colesterol elevado, pressão arterial elevada, diabetes, aterosclerose e envelhecimento precoce. A planta também é conhecida como "acácia-branca".
Objeto de estudo de nutricionistas, moringa oleífera é cultivada em Santa Catarina
A agência justifica que não há comprovação de segurança do uso da moringa oleifera em alimentos. Além disso, produtos com essa composição "vêm sendo irregularmente comercializados e divulgados com diversas alegações terapêuticas não permitidas para alimentos".
As chamadas "medidas cautelares" adotadas pela Anvisa são uma resposta a violações de legislação sanitária. Também podem ser adotadas diante de riscos iminentes à saúde pública.
O que é a moringa oleifera
Trata-se de uma planta de origem asiática da família Moringaceae. Pode ser usada na alimentação, tanto na forma in natura quanto em farinha.
A planta ficou famosa por ser rica em nutrientes. Em 100 gramas de moringa, há a mesma quantidade de cálcio de 1,6 litro de leite; a mesma quantidade de ferro de 1 kg de espinafre; a mesma quantidade de vitamina A de 1,3 kg de cenoura; a mesma quantidade de potássio de 4 bananas. A moringa também é rica em vitaminas do complexo B e tem propriedades antioxidantes.
Entretanto, ainda são preliminares os estudos científicos que comprovem os benefícios da moringa para a saúde humana, embora a planta já seja vendida em cápsulas por muitas farmácias, lojas de produtos naturais e na internet.
Há quem faça chá de moringa, mas esse método não é recomendável por muitos especialistas na área de saúde.
Além disso, o cálcio presente na moringa nem sempre é adequadamente absorvido e pode agravar quadros de cálculo renal, por exemplo.
Moringa oleífera é planta rica em vitaminas e minerais.
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segunda-feira, 22 de abril de 2019
Saúde & Bem Estar : Melhore o seu desempenho para correr

São 6 dicas importantes da ciência que ajudam o desempenho na corrida. Pesquisadores analisaram 70 estudos já feitos sobre a atividade física e compilaram algumas descobertas - que vão do papel do alongamento ao descanso.
Antes de correr, há quem se alongue antes da atividade, depois dela ou em ambos - ou em nenhum momento. Há quem prefira se hidratar mais, menos, ou quem recorra a suplementos energéticos para impulsionar a prática.
Mas, para além do que praticam os leigos - afinal, correr é uma atividade à qual muitos recorrem em todo o mundo, como prova a multiplicação de maratonas -, o que diz a ciência?
Um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, resolveu analisar 70 estudos sobre essa prática física - e produziu uma síntese com informações que podem ajudar os corredores a melhorar seu desempenho.
"Algumas das descobertas foram verdadeiramente surpreendentes, enquanto outras confirmam o que muitos praticantes já sabem", diz Chris Lortie, biólogo do Centro Nacional de Síntese e Análise Ecológica de Santa Bárbara, que conduziu a análise e também é um corredor amador.
Lortie destaca, porém, que ele e sua equipe não estão propondo uma série de regras que devem ser rigorosamente seguidas - afinal, cada caso é um caso, é há pessoas que correm "para ficar em forma, outras para ganhar medalhas e outras apenas pelo prazer de estar ao ar livre".
"Cada pessoa deve olhar para seus próprios resultados, pensar sobre o que está tentando alcançar e aplicar o que funciona para ela", diz o especialista.
A seguir, estão alguns destaques da síntese feita pelos pesquisadores que podem ajudar a orientar o teu treinamento - ou, em alguns casos, simplesmente te surpreender.
1. Frio, e não aquecimento
Para a maioria dos praticantes de corrida, a ideia de esfriar-se antes do exercício pode parecer não fazer sentido.
O senso comum diz que é melhor, inclusive, se aquecer primeiro para evitar lesões e fazer com que os músculos trabalhem em um nível ideal.
Mas Lortie e seus colegas descobriram que o contato com o frio - passando gelo sobre a pele, mas nunca diretamente sobre os músculos, por exemplo - antes da corrida pode, na verdade, ter um impacto positivo em percursos longos.
O resfriamento prévio permite que o corpo do atleta trabalhe por mais tempo, antes que comece a superaquecer.
A explicação para isso ainda é desconhecida, mas há algumas hipóteses. Uma delas é a de que isto retarda uma resposta natural do corpo quando há superaquecimento, que é reduzir a atividade muscular.
Outra é que o resfriamento reduz o acúmulo do ácido lático, que tende a aumentar em altas temperaturas.
Infelizmente, para aqueles que preferem correr à toda velocidade, mas por pouco tempo, esta regra não funciona. A estratégia parece funcionar apenas durante um período prolongado.
2. O papel do alongamento
Embora alongar-se possa melhorar a flexibilidade, a análise de Lortie e sua equipe revela que isto não faz muita diferença quando a preocupação é apenas em melhorar o desempenho.
"Essa descoberta foi uma grande surpresa", diz o pesquisador.
"Do ponto de vista do desempenho, (o alongamento) não traz nenhum benefício - não vai fazer você correr melhor ou mais rápido."
"Alongar-se sozinho parece funcionar se você estiver se recuperando de uma lesão, uma vez que ajuda a esticar as fibras musculares à medida que elas se recuperam."
3. Saltar para ser mais veloz
Os profissionais já sabem disso, mas a pliometria (ou treinamento de salto) faz com que os músculos trabalhem com sua força máxima em um curto período de tempo.
Os estudos analisados por Lortie e sua equipe mostram que fazer 10 semanas de pelo menos 15 sessões por semana de 80 saltos de alta intensidade pode ajudar a aumentar a velocidade da corrida.
4. A recuperação é crítica
Para gente como a gente, um dia de recuperação pode significar ficar em frente à televisão ou em um bar com os amigos.
Mas Lortie traz um balde de água fria para quem tem como objetivo melhor o desempenho na corrida.
Em um estudo com esquiadores, cientistas pediram que metade do grupo passasse os dias seguintes aos treinos e competições no chalé.
A outra metade foi convidada a correr sem muito esforço ou fazer um pouco de exercício na esteira.
No dia seguinte, aqueles que fizeram um pouco de exercício tiveram resultados melhores do que aqueles que ficaram descansando, sem fazer nada.
"É algo que todos nós podemos fazer de diferente, independente do nosso nível de treinamento: tente fazer uma recuperação um pouco ativa ao invés de passiva".
5. Treine menos
"É contraintuitivo", diz Lortie, mas diminuir o tempo e a frequência de treinamento antes de uma competição "pode realmente melhorar o seu rendimento".
Estudos analisados no levantamento mostraram que a redução do volume de treinamento duas semanas antes de um evento esportivo pode aumentar o desempenho, em média, entre 41% e 60%.
"Muitos programas de treinamento para maratonas, por exemplo, recomendam cortar a quilometragem nas últimas duas semanas", diz ele.
"É importante lembrar que nem todos os atletas terão uma melhora de 40%, mas, na média, esse parece ser o nível de aumento", diz o pesquisador.
6. Concentre-se em uma meta
"Este é com frequência um segredo que muitos praticantes de esporte negligenciam", diz Lortie.
"É sobre visualizar o objetivo durante todo o sofrimento. Se você esquecer isso, está perdido."
"Existem muitas coisas físicas que você pode fazer - você pode ter todo o equipamento necessário, mas se não estiver no estado mental certo, nunca terá o melhor desempenho."
Para aqueles que estão começando a correr agora, Lortie recomenda estabelecer metas modestas e viáveis que podem ser estendidas pouco a pouco.
"Eu escolho uma árvore ou algum ponto onde quero chegar e, quando chego, escolho outro objetivo", diz ele.
Essa maneira de pensar, com a mente focada em um objetivo, tem implicações que vão além da prática física.
"Estar ciente de suas metas e resultados é provavelmente um bom exercício para a vida, qualquer seja a coisa a que você se propõe", conclui Lortie.
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terça-feira, 19 de março de 2019
Indispensáveis: alimentos para o aumento de força e massa muscular

Além dos exercícios físicos e da suplementação, a alimentação também é uma peça-chave para quem busca o aumento de massa muscular. Confira as dicas de uma especialista sobre os melhores alimentos para incluir na dieta.
Você voltou à academia — agora para valer — no começo deste ano, quer fazer as pazes com o espelho, fortalecer a musculatura e ganhar massa magra, mas ainda não sabe por onde começar exatamente? Se esse for o seu caso, aqui vai uma dica: a alimentação.
Ter uma dieta e uma suplementação adequada é essencial para quem busca resultados, tanto estéticos quanto de qualidade de vida. Pensando nisso, a nutricionista esportiva Letícia P. Mendes (CRN-3 45937) nos indicou 7 alimentos que não podem faltar na rotina de qualquer um que busque aumentar força e massa muscular.
Mandioca
Fonte de carboidrato de médio índice glicêmico, o tubérculo é capaz de fornecer energia suficiente para a prática de atividade física e para a reposição do glicogênio muscular perdido durante o exercício.
Ovo de galinha
Possui aminoácidos, vitaminas, proteínas e gorduras essenciais para a reconstrução da musculatura, necessária sempre que o indivíduo “quebra” a massa muscular quando faz uma atividade física extenuante.
Banana
Além dos carboidratos e fibras, a fruta também possui vitaminas do complexo B essenciais para a formação de serotonina — neurotransmissor responsável pela sensação de bem estar.
Feijão com arroz
O famoso prato brasileiro é uma ótima pedida para aumentar massa magra, já que a dupla age como um combo de vitaminas, minerais, carboidratos e proteínas vegetais, importantes fontes de energia e reconstrutores do tecido muscular.
Aveia
Rica em carboidratos de baixo índice glicêmico e fibras, possui vitaminas do complexo B, o que faz dela um ótimo lanche intermediário combinado com outro alimento proteico como um whey protein, frango ou atum.
Peito de frango
Fonte de proteína e aminoácidos essenciais, em uma dieta sem restrição à carne animal, o peito de frango é o mais completo em termos proteicos — além de muito prático.
Peixes
Alimento altamente proteico, os peixes possuem ômega 3, um anti-inflamatório que contribui para a recuperação muscular após um treino intenso.
Fonte: EXTIMA - Para aumentar força e massa muscular, além de escolher bem os alimentos, é fundamental suplementar a dieta com produtos de qualidade. Nada melhor que Extima! O suplemento nutricional composto por peptídeos bioativos de Colágeno, BCAA, magnésio e vitaminas, que auxilia no fortalecimento e recuperação dos músculos!
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terça-feira, 12 de março de 2019
SAÚDE & BEM ESTAR : Qual o segredo de uma ilha japonesa para a longevidade?

Enquanto as dietas modernas tentam reduzir ao máximo o consumo de carboidratos para garantir o peso ideal, um conjunto de ilhas no sul do Japão aponta para o caminho oposto: uma dieta rica em carboidratos, associada ao baixo consumo proteínas e maior ingestão de vegetais pode ser a fórmula para um peso saudável e uma expectativa de vida elevada.
Nas ilhas japonesas de Okinawa, os habitantes apresentam ótima condição de saúde, além de terem a maior expectativa de vida do mundo. O Japão já é um país conhecido pela longevidade, mas em Okinawa essa taxa é 40% maior que a média nacional: para cada 100.000 habitantes, 68 são centenários, segundo a BBC.
De acordo com pesquisadores, esse resultado pode ser explicado pelo fato de que uma dieta com pouca proteína e muito carboidrato aciona várias respostas fisiológicas que protegem o organismo de várias doenças ligadas ao envelhecimento, incluindo diabetes, câncer, doenças cardiovasculares e demência. Outro ponto importante da dieta em Okinawa é a restrição do consumo de calorias diárias: antes da inserção das redes de fast-food na ilha, o morador médio comia 11% menos calorias do que o valor recomendado pelos órgãos de saúde internacionais. Para especialistas, essa limitação calórica não apenas permite a perda de peso, como ajuda a desacelerar o processo de envelhecimento.
A importância da dieta
O alimento base da maioria dos países asiáticos é o arroz. No entanto, em Okinawa a base alimentar é focada na batata-doce, que foi introduzida na culinária local durante o século 17. A alimentação local inclui a alta ingestão de legumes e verduras verdes e amarelos e vários tipos de soja. A carne faz parte da dieta, mas em quantidades pequenas. Por meio desses alimentos, a população adquire altas doses de vitaminas e minerais essenciais, incluindo antioxidantes conhecidos pelo efeito anti-idade.
A tradicional dieta de Okinawa também permite uma menor ingestão de calorias. Estudos realizados em animais mostraram que comer 30% menos calorias do que o normal pode reduzir em 63% o risco de morte por doenças relacionadas ao envelhecimento em um período de vinte anos. Como ainda não foi possível realizar testes clínicos de longa duração em humanos, os pesquisadores não conseguiram determinar qual é a relação direta entre uma dieta restritiva de calorias e o envelhecimento.
Ainda assim, acredita-se que esse comportamento alimentar modifica a sinalização de energia das células, permitindo que o organismo use menos recursos para preservação e manutenção – como o reparo de DNA – em vez de crescimento e reprodução, ao mesmo tempo em que limita o stress oxidativo causado por produtos tóxicos no metabolismo que podem causar dano cerebral.
Além disso, o maior consumo de carboidratos em relação à proteína pode ser outro fator crucial na longevidade e saúde da população de Okinawa. Um estudo realizado em animais descobriu que uma dieta baseada em maiores quantidades de carboidrato e poucas proteínas aumenta a longevidade e reduz alguns sinais de envelhecimento no cérebro. A pesquisa apontou que a proporção ideal para alcançar esses resultados de saúde é de dez carboidratos para cada proteína – a mesma praticada em Okinawa.
“É exatamente o oposto das atuais dietas da moda, que sugerem muita proteína e pouco carboidrato”, diz Samantha Solon-Biet, da Universidade de Sidney, na Austrália, à BBC.
Os benefícios parecem estar interligados: assim como a restrição de calorias, as dietas com poucas proteínas promovem o reparo e a manutenção celular. A escassez de aminoácidos essenciais – provenientes dos carboidratos – pode fazer com que as células reciclem material velho em vez de sintetizar novas proteínas.
Quando o corpo produzir novas proteínas, o material velho é descartado, e ao se acumular pode provocar muitas doenças. Com uma dieta com pouca proteína, esse problema é evitado. “Juntas, essas mudanças podem prevenir o acúmulo, ligado ao envelhecimento, de proteínas danificadas nas células”, explicou Karen Ryan, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, à BBC.
Outros fatores
A dieta tem papel fundamental para a longevidade em Okinawa, mas existem outros fatores que influenciam nos resultados, incluindo a genética. Por causa da localização das ilhas, houve uma isolamento relativo das populações da região, o que forneceu um perfil genético único.
Pesquisas sugerem que essa singularidade permitiu menor prevalência de uma variável genética (APOE4) que está associada ao risco de doenças cardíacas e Alzheimer. O DNA particular também permitiu uma tendência maior de carregar uma variável protetora do gene FOXO3, ligado à regulação do metabolismo e do crescimento celular. Apesar de essa diferença genética ser responsável por uma estatura mais baixa, o principal benefício compensa: a redução do risco de diversas doenças relacionadas à idade, incluindo câncer.
Outro fator que contribui para a saúde da população idosa de Okinawa é o estilo de vida. De acordo com o Estudo de Centenários de Okinawa (OCS, na sigla em inglês), os moradores das ilhas tendem a fumar menos que a maioria das populações, o que afasta uma série de possibilidades de problemas de saúde, inclusive câncer.
O estilo de vida também é fundamental na manutenção de uma vida social ativa na velhice: por ser uma comunidade fechada, os idosos tendem a se relacionar entre si frequentemente. Além disso, por trabalharem predominantemente com agricultura e pesca, eles são fisicamente ativos.
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
RECEITA - Chá de gengibre

Quando se fala em chá de gengibre, a primeira imagem que se vem à cabeça é de ser uma bebida para se tomar no inverno, para curar resfriado ou ressaca, não é mesmo? Puro engano! O chá feito om este rizoma vai muito bem gelado e para ser tomado quando as temperaturas estão quentes, nos deixando loucos por algo refrescante!
Razões para consumir o gengibre não faltam em qualquer época do ano, devido às suas propriedades benéficas à saúde, como ter poder antisséptico e anti-inflamatório, colaborar na eliminação de toxinas do corpo, além de ajudar a combater náusea, aliviar dores intestinais, combater a dor muscular, auxiliar na prevenção do câncer, dar energia, emagrecer e ainda por cima ser afrodisíaco!
Para fazer o chá de gengibre, o recomendado é usar o rizoma fresco, mas a sua versão desidratada também pode ser utilizada sem problemas. Basta colocar pedaços de gengibre cortados em fatias com ou sem casca, ou mesmo ralado, na água para extrair suas propriedades. Quando mais novo o gengibre melhor: escolha os que possuem casca firme e sem manchas, pois estarão mais macios sem estarem ressecados e fibrosos.
Caso queira usar o gengibre descascado, retire a pele com uma colher, para retirar somente uma fina camada da pele e aproveitá-lo ao máximo. Outro cuidado é não deixar ferver o gengibre na água, pois ele pode perder parte dos seus benefícios. Na sua versão ralada, o gengibre libera mais substâncias, porém deve ser consumido mais rápido para não perder suas propriedades.
A receita que trazemos esta semana pode ser usada tanto para ser tomado quente ou gelado, sendo que o ideal é consumir no mesmo dia em que ele foi preparado, para aproveitar ao máximo as propriedades do gengibre. Depois de pronto, prefira usar mel ou açúcar mascavo para adoçar. Se preferir, misture com outros chás, como o de hibisco, ou acrescente fatias de limão ou laranja para dar um aroma todo especial. Vamos à ela?
RECEITA BÁSICA DE CHÁ DE GENGIBRE
Ingredientes
2 a 3 centímetros de gengibre fresco, ou 5 colheres do rizoma ralado
1 litro de água
Modo de preparo
- Leve a água para ferver.
- Prepare o gengibre, cortando-o em pedaços ou ralando-o.
- Antes que a água comece a borbulhar, acrescente o gengibre em pedaços ou ralado, tampe a panela, baixe o fogo e deixe ferver por cerca de 5 a 10 minutos.
- Apague o fogo, adoce a gosto com mel ou açúcar mascavo e deixe descansar até esfriar um pouco, coe e sirva! Pode ser tomado logo em seguida, ou colocado para gelar na geladeira.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
ESPECIAL SAÚDE 2 - Farinha de trigo: encontramos pelo de roedor

O achado aconteceu em testes da instituição Proteste de defesa do consumidor. E mais uma vez aparece como o pior a farinha da marca Sol, que foi denunciada pelo mesmo motivo em agosto de 2017. Em reportagem anterior falamos das marcas de café.
Entre as farinhas de trigo avaliadas, a da marca Sol foi considerada imprópria para consumo, pois nela detectamos um fragmento de pelo de roedor. Isso mostra grave falha no processo de fabricação do produto. Vale destacar ainda que, segundo a legislação, pelos de roedores, como os de rato, os de ratazana e os de camundongo, são potenciais transmissores de doenças.
Embora para alguns produtos o regulamento da Anvisa seja tolerante em relação à presença de pelo de roedor, como é o caso do ketchup (1 fragmento em 100 g do alimento), essa regra não se aplica à farinha de trigo: de acordo com a legislação, é permitido que existam 75 fragmentos de insetos em 50 g do alimento.
As outras farinhas de trigo avaliadas, Renata, Dona Benta e Rosa Branca, apresentaram, respectivamente, 33, três e cinco fragmentos de insetos em 50 g de amostra. Ou seja, elas estão dentro do que exige a Anvisa. Mas aqui vale o mesmo já dito sobre o café: bom mesmo seria se não tivéssemos encontrado matérias estranhas nos produtos.
Proteste pede providências
" É importante ressaltar que os resultados deste teste retratam uma fotografia do momento. Portanto, refletem o cenário atual e relacionado às amostras analisadas. Dessa forma, frente aos problemas, pedimos a retirada dos lotes do café Melitta e da farinha de trigo Sol do mercado. Além disso, continuamos na luta por uma legislação mais rigorosa em relação à presença de matérias estranhas nos alimentos oferecidos aos consumidores: na prática, pedimos a revisão do regulamento técnico da Anvisa que trata desse assunto (RDC 14/2014)" .
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ESPECIAL SAÚDE - Lanche comprometido: pó de café traz inseto morto e farinha de trigo tem pelo de roedor

Veja os resultados dos testes de segurança alimentar feitos pela Proteste, uma instituição que luta pelos direitos do consumidor. Uma das marcas mais contendentes, o café Melitta, em 18 de agosto de 2017 foi denunciado pelo mesmo problema de contaminação. Os cafés das marcas Cabloclo e Pilão não tinham qualquer problema. Veja.
Logo pela manhã, ou no lanche da tarde, um cafezinho cai muito bem. E se tiver um bolo gostoso para acompanhar, melhor ainda. No entanto, ao saber que tem inseto morto dentro da embalagem do pó de café, e que a farinha de trigo, um dos ingredientes do bolo, traz pelo de roedor, esse lanche deixa de ser apetitoso, não é mesmo?
Foi exatamente isso o que encontramos em nosso teste de segurança alimentar feito com esses produtos. Para verificar a presença de matérias estranhas, como ácaros, pelo de roedor e insetos, fossem elas visíveis ou não a olho nu, levamos oito marcas ao laboratório: quatro de café e quatro de farinha de trigo.
Café: inseto dentro da embalagem
Para a realização deste teste, levamos em conta o regulamento técnico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que estabelece os requisitos mínimos para avaliação de matérias estranhas macroscópicas e microscópicas em alimentos e bebidas, assim como seus limites de tolerância (RDC 14/2014). É isso mesmo: segundo a legislação, cada produto pode trazer certa quantidade de corpos estranhos. O máximo permitido no pó de café, por exemplo, são 60 fragmentos de insetos em 25 g do alimento.
O café Melitta desapontou, e muito. Isso porque encontramos um inseto inteiro morto na amostra. Além de estar em desacordo com a legislação, que não prevê a presença de insetos inteiros no pó de café, isso mostra que pode ter havido falhas no processo de produção, manipulação ou armazenamento do produto.
No café 3 Corações verificamos 15 fragmentos de insetos – número que está dentro do previsto na legislação. Olhando por esse ângulo, ele não apresentou problemas. Contudo, acreditamos que o ideal é o alimento estar totalmente livre de matérias estranhas. E isso é sim possível: nas marcas Caboclo e Pilão não detectamos nenhum corpo estranho, fosse ele macroscópico ou microscópico.
Agora você deve estar se perguntando quais riscos um café preparado com as amostras das marcas Melitta e 3 Corações poderiam causar à saúde. Dificilmente a ingestão de algumas xícaras seria capaz de trazer danos ao organismo. Porém, se há produtos livres de matérias estranhas no mercado, por que dar preferência àqueles que possuem inseto ou fragmentos de inseto dentro de suas embalagens?
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Cuidar do corpo e da mente: 4 passos para levar uma vida saudável e equilibrada


Exercícios, alimentação, saúde mental e acompanhamento médico: veja como esses quatro elementos podem te ajudar a viver melhor. Em meio a tantas pressões, especialistas concordam: fazer exercícios, comer bem, cuidar da saúde mental e buscar acompanhamento médico. Algumas dicas simples — como beber mais água — podem tornar esses objetivos mais fáceis de alcançar.
Faça exercícios físicos
Mexa-se: "Só de você não ser sedentário já está mil pontos à frente da pessoa sedentária", diz o clínico geral e médico de família Alfredo Salim Helito, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. "Se você tiver a opção entre ser magro e fazer atividade física, escolha a atividade física. O sedentarismo não pode acompanhar o ser humano", frisa.
Mas como começar? Para Feldman Barcelos, professor de funcional da Bodytech Sudoeste, em Brasília, o primeiro passo é, literalmente, despertar.
"O simples fato de colocar o telefone longe da cama, para poder levantar e começar a mexer o corpo, já gera uma mudança de estímulo", afirma.
"Começar a atividade física pela manhã ajuda a melhorar os hábitos — gasto calórico basal, déficit de atenção, raciocínio, hormônios que são liberados no dia a dia", explica.
E qual atividade escolher? Qualquer uma, diz Feldman, desde que seja algo prazeroso para a pessoa, seja pilates ou corrida. Ele destaca que o importante é buscar orientação profissional e ir devagar. Mesmo assim, não demora para os primeiros resultados aparecerem. "Não dá pra começar correndo 5km, o ganho é gradativo. Mas com três ou quatro semanas já dá para melhorar o sono, a disposição e a atenção".
Para criar o hábito, o educador físico sugere estabelecer metas semanais, para não deixar a empolgação da segunda-feira morrer na quarta. Outro modo de manter o compromisso é contratar um personal trainer ou malhar junto com um amigo. "Quando você marca na agenda, com outra pessoa, para desmarcar é muito mais complicado", avalia.
Alimente-se bem
A alimentação foi outro ponto de consenso entre os especialistas ouvidos pelo G1 como chave para uma vida melhor. E a primeira dica de como nutrir melhor o corpo é: beber água. "É muito simples, mas eu canso de atender paciente que bebe um copo de água no dia e não bebe mais", diz a nutricionista Lidiane Santana, que atende no Rio de Janeiro.
"Toda a filtração do sangue é pelos rins, e beber água ajuda a eliminar as toxinas.", explica.
Esqueça os industrializados
Em segundo lugar, é essencial evitar produtos industrializados — incluindo os "falsos saudáveis", como o peito de peru, por exemplo. O ideal é diminuir o consumo de processados, embutidos, refrigerantes e temperos prontos, recomenda a nutricionista funcional e oncológica Suelem Lima, da Aliança Instituto de Oncologia, em Brasília. "A solução é comer comida de verdade", diz.
A dieta que promete salvar vidas, o planeta e alimentar a todos nós (e sem banir a carne)
As duas profissionais dão uma dica para nortear uma boa alimentação: "descascar mais, desembalar menos". E, se for para desembalar, preste atenção na própria embalagem do alimento: "sempre é bom se perguntar: você conhece os ingredientes que estão no rótulo? Existem produtos com o rótulo zero açúcar que têm no rótulo a maltodextrina, por exemplo, que é outro nome para açúcar. Se tem nome esquisito, não compre", aconselha Lidiane.
Além das recomendações gerais, o mais indicado é procurar um profissional. Mas, atenção: o propósito não é ir à consulta e receber um papel com recomendações a seguir, diz Suelem.
"Tem alguns profissionais que entregam a dieta pro paciente na hora, e alguns chegam em busca desse papel. Nem sempre ficar preso ao papel é a melhor saída. O que a pessoa mais gosta de comer? O que tem dificuldade de tirar? Como se vê no espelho? O que espera dessa consulta?" questiona.
Um dos problemas em desenvolver uma alimentação saudável é, justamente, a cultura da dieta, segundo as especialistas. Para a nutricionista comportamental Paola Altheia, que atende em Curitiba, essa é uma dificuldade generalizada.
"O brasileiro faz dietas de forma crônica e de algumas vezes até recreativa. É uma coisa alarmante a banalização da dieta no Brasil. Não entendem que estão mexendo com coisa muito séria — que é o metabolismo, o corpo", afirma.
Ela busca trazer para os pacientes uma relação de "neutralização" com a comida. "É a pessoa conseguir perceber que a comida é só comida. Eu sempre falo de quantidade, frequência e contexto. Brigadeiro de panela não é a mesma coisa que panela de brigadeiro. O alimento não importa tanto assim — mas, sim, qual o contexto que ele entra na sua vida? Se for um contexto saudável, você será saudável — se for um contexto patológico, você terá uma doença", diz Paola.
Cuide da saúde mental
As intervenções tradicionais — como a psicoterapia ou a psicanálise — podem ajudar a prestar mais atenção às próprias emoções, pensamentos ou padrões de comportamento. Para a psicóloga Gláucia Flores, que atende em Brasília, o momento de buscar ajuda profissional é quando a pessoa percebe que está tendo prejuízos na vida.
"Normalmente é quando ela percebe que não está dando conta sozinha — não consegue trabalhar, não consegue se relacionar, está se afastando, se isolando. Não começa mais a ser como era normalmente", explica.
Mas a terapia não é a única forma de "olhar para dentro de si", diz a terapeuta Ivana Cangussu, também bacharela em psicologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Outras práticas que podem ajudar são a meditação, a ioga ou o Reiki, por exemplo:
"Elas trabalham o ritmo mental e dão conta de pensamentos, emoções, conflitos, que muitas vezes a gente não para para observar — vai empurrando com a barriga, não olha nunca, e acaba tendo crise de pânico, depressão", diz.
Meditação, arteterapia e Reiki passam integrar procedimentos do SUS
Hoje, ela trabalha com o theta healing — técnica norte-americana que trabalha com a palavra ativando as ondas thetacerebrais, que são acionadas quando se está sonhando ou em meditação profunda.
Além das terapias, é interessante, também, desenvolver interesses além do trabalho ou da família.
"Vamos pensar nossa vida como uma pizza: uma fatia é o trabalho, uma é a família, uma é o casamento, os filhos, o lazer. Quando a gente dá mais importância pra uma do que pra outra, essa balança fica desigual. É importante, sim, que a gente encontre prazer no trabalho, mas também ter outros interesses, para também aprender outras coisas", analisa Gláucia.
Vá ao médico
Além de adotar bons hábitos, fazer um acompanhamento médico pelo menos uma vez por ano também é recomendável, explica a clínica geral Sílvia Souto, da Aliança Instituto de Oncologia, em Brasília. Para começar, ela recomenda procurar, primeiro, um médico generalista.
"Na primeira consulta, se tiver a necessidade de um especialista, ele vai encaminhar. Muitas vezes o paciente não tem discernimento para saber qual o especialista correto", lembra.
Além dos exames de rotina — sangue, fezes e urina — a recomendação médica é de que homens façam exames de próstata a partir dos 40 anos e as mulheres, o papanicolau, a partir dos 25.
Mas não é só fazer exames, explica o clínico e médico de família Alfredo Salim Helito, do Sírio-Libanês, que critica o que chama de "overdose de check-ups" no Brasil. "Esse é o médico dos sonhos: um clínico geral que acaba se tornando o seu médico de família, que a pessoa tem pra dividir os problemas do dia a dia, o médico que você tem a tiracolo. Existem médicos assim", diz.
Para achar bons profissionais — sejam médicos, nutricionistas, terapeutas ou educadores físicos, a dica também é simples: pesquisar. Fazer buscas em perfis de redes sociais, sites, pedir indicações a conhecidos — tudo é válido, desde que haja o cuidado de verificar se aquele profissional tem mesmo as qualificações que afirma possuir. "É você se identificar com a pessoa, com o que ela escreve ou diz", finaliza Lidiane Santana.
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sábado, 12 de janeiro de 2019
Jornal britânico diz que "Prato feito" brasileiro tem tamanho exagerado

E o que é pior, acusa o nosso tradicional PF de ter excesso de calorias. Só que ignoram um detalhe importante: o PF é para pobre e trabalhador braçal, e não para quem vive trancado em escritórios e sobrecarregado de dietas. Além do mais, servido desde o "pé sujo" até aquele bar descolado, os preços também são uma atração a parte na dieta e economia diária do brasileiro, principalmente o carioca e paulista.
Essa é uma das conclusões de estudo internacional que analisou valor calórico de refeições vendidas por restaurantes populares de seis países, publicada no British Medical Journal em dezembro. 'Prato feito' brasileiro tem tamanho exagerado e excesso de calorias 'Prato feito' brasileiro tem tamanho exagerado e excesso de calorias.
Os restaurantes brasileiros que vendem prato feito estão exagerando no tamanho das porções — e, consequentemente, na quantidade de calorias. Essa é uma das conclusões da seção brasileira de um estudo internacional que analisou o valor calórico de refeições vendidas por restaurantes populares de seis países, publicada no British Medical Journal recentemente.
"A nossa conclusão é que precisamos prestar atenção na quantidade de alimento que ingerimos, não só no fast food, mas também em restaurante que serve refeição completa, o PF", explica Vivian Suen, pesquisadora responsável pelo estudo no Brasil e professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. A pesquisa contou com apoio da Fapesp.
O resultado de comer mais calorias que o necessário, diz Suen, pode ser ganho de peso e obesidade.
As análises mostraram que uma refeição brasileira, sem bebida e sobremesa, contém em torno de 1200 kcal — sendo que quatro opções analisadas tinham mais de 1600 kcal. O NHS, o serviço de saúde pública da Inglaterra, recomenda que um homem adulto ingira 2500 kcal por dia e uma mulher adulta 2000 kcal.
Assim, os PFs brasileiros têm cerca de metade da necessidade calórica diária de um homem adulto e 60% de uma mulher adulta.
"Se você comer 1200 kcal no almoço, 1200 kcal no jantar, além de café da manhã e outras refeições ao longo do dia, você vai ultrapassar as calorias recomendadas", calcula Vivian. "Ao longo de um ano, 300 kcal a 400 kcal a mais que o necessário todos os dias, sem aumentar a quantidade de atividade física, pode significar alguns quilos a mais".
A pesquisadora ressalta, no entanto, que a quantidade de calorias recomendada varia de pessoa para pessoa, levando em conta seu estilo de vida, saúde, e mesmo o padrão das refeições ao longo do dia. Assim, o tamanho do PF pode não ser um problema para uma pessoa com um alto gasto calórico (por exemplo, um trabalhador que faça muito esforço físico ou um praticante de esportes) ou que coma muito apenas no almoço e compense com outras refeições menores.
"Se a pessoa comer mais que o indicado no almoço, mas não estiver ganhando peso, está ok", fala Suen.
Já para a média da população, a recomendação é pedir para os restaurantes diminuírem o tamanho das porções - principalmente a quantidade de arroz. Caso não seja possível, vale dividir o prato com outra pessoa ou mesmo embrulhar o restante e levar para casa.
Os PFs e fast foods analisados no estudo
Para fazer o estudo, os pesquisadores visitaram restaurantes em Ribeirão Preto e compraram os dois pratos mais vendidos em cada local. Todos eles eram formados pelo clássico arroz com feijão, carne e salada, com acompanhamentos diversos. Também compraram lanches e salgados fast food. Em seguida, a comida foi levada para o laboratório para análise da quantidade calórica.
O PF mais calórico pesava nada menos que um quilo. Além do arroz e feijão, tinha frango à parmegiana, macarrão alho e óleo, mandioca frita e farofa. No total, 2013 kcal — mais do que o total recomendado para uma mulher ao longo de todo o dia.
Já um dos PFs menos calóricos tinha 700 gramas e 790 kcal, composto de arroz, feijão, frango grelhado, legumes cozidos e ovo frito. É bem menos que um pão de batata analisado, recheado com requeijão, presunto e bacon, com 333 gramas e 1120 kcal.
A pesquisa não avaliou o valor nutricional dos pratos, mas, segundo Vivian Suen, o PF brasileiro, além de grande e com muitas calorias, não é muito nutritivo.
"Se olharmos o que tem no prato, vamos ver que a qualidade nutricional não é boa. Primeiro, há muito pouca salada — duas ou três folhinhas de alface. Segundo, há muita quantidade de arroz — em torno de duas escumadeiras, quando o ideal seria de 3 a 4 colheres de sopa. A carne também é muito gordurosa".
Mas qual seria o tamanho da refeição ideal? Além das 3 a 4 colheres de sopa para arroz, Vivian Suen recomenda uma colher de sopa de feijão, uma carne do tamanho da palma da mão magra (tirando a camada de gordura aparente), uma porção de legumes refogados e salada verde à vontade. Outra sugestão é comer apenas um tipo de carboidrato — se você está comendo arroz, não pegue macarrão ou salada de batata.
Resultado foi parecido nos demais países analisados
Além do Brasil, a pesquisa foi realizada em Gana, China, Índia, Finlândia e Estados Unidos. Os resultados foram parecidos para todos os países exceto a China — no país asiático, foi encontrada uma maior variedade de refeições com menor valor calórico.
Entre as motivações do estudo está "a associação positiva entre taxas crescentes de obesidade e o aumento de consumo de energia (calórica) em diversos países, realçando o papel central que comer demais desempenha na epidemia global de obesidade". Assim, compreender melhor o tamanho e valor calórico das refeições populares seria uma forma de entender possíveis razões por trás do aumento da alta da obesidade.
"Esse é o primeiro estudo de que temos conhecimento que mediu a energia das refeições de restaurantes em diferentes países, o que nos permitiu examinar dados de refeições de estabelecimentos que não fornecem informações nutricionais rotineiramente", diz a pesquisa.
Considerando todos os lugares analisados, os resultados "mostram que duas refeições médias por dia proveriam quase todo o requerimento diário de energia" de uma pessoa que tenha uma necessidade energética um pouco abaixo da média, "sem considerar nenhuma refeição adicional, bebidas, lanches, aperitivos ou sobremesa", diz a pesquisa.
"Até a média das porções avaliadas nesse estudo é muito alta em relação aos requerimentos de energia humana, especialmente para pessoas que tem requerimentos de energia menores, como pessoas sedentárias, mulheres idosas e pessoas com peso abaixo da média".
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terça-feira, 8 de janeiro de 2019
No verão, nem todos os alimentos e bebidas caem bem

Verão combina com praia, piscina, passeio no parque. Mas é justamente nesses ambientes que nosso corpo mais esquenta e transpira, o que requer uma alimentação diferenciada e ainda mais hidratação.
Evelyn Teixeira, nutricionista do Hospital Dom Alvarenga, explica que as altas temperaturas interferem no metabolismo, que fica mais lento, e torna a digestão mais lenta. O calor também eleva a transpiração, um mecanismo do corpo para manter a temperatura corporal estável (entre 35,5ºC e 37ºC).
Assim, é importante repor a água eliminada na transpiração —e não é novidade que a melhor forma de se hidratar é bebendo água. Um corpo adulto precisa, em média, de 2 litros de água por dia para realizar apenas as funções biológicas, como respiração e digestão, por exemplo.
Segundo a nutricionista Rosana Perim, gerente de nutrição clínica do HCor, esse montante inclui também a quantidade de água obtida na alimentação e varia de acordo com o tamanho da pessoa e com o clima. “Nos dias quentes, esse volume de água deve aumentar por conta da transpiração excessiva”, aponta.
Além disso, a água é essencial no processo de filtragem do sangue que acontece nos rins e tem como resultado o xixi, um líquido com impurezas e excessos retirados do corpo. A consistência das fezes também varia de acordo com a quantidade de água ingerida.
Dicas para se refrescar e manter a saúde no verão
Mas e quem não gosta de beber água? Existem opções. As especialistas reforçam que as nossas fontes de hidratação são variadas: há água em legumes, frutas e verduras.
“Nessa época, é bom usar e abusar das saladas, porque você tem um consumo maior de vitaminas e minerais com pouquíssimas calorias. As frutas frescas, como maçã, pêra, abacaxi, melancia e melão, hidratam também por terem uma quantidade maior de água”, explica Perim.
Ainda assim, é de extrema importância consumir líquidos, com a exceção de bebidas industrializadas como refrigerantes e sucos de latinha. “Eles têm muita quantidade de sódio, conservantes e corantes, são muito processados. Não acrescentam à nossa saúde e podem até atrapalhar na nossa hidratação”, afirma Teixeira.
“Pode tomar um chá gelado, de ervas ou frutas. Também tem a água de coco, que tem sódio e potássio, que supre bem as necessidades de hidratação e reposição de eletrólitos”, acrescenta Perim.
A nutricionista do HCor dá uma outra dica para quem não é fã de água pura: “Colocar fatias de frutas como laranja e limão, folhas de hortelã, canela em pau, gengibre... Assim você aromatiza a água e não ingere tanta caloria como num suco.”
Má digestão
Com o metabolismo mais lento, todos os alimentos que exigem mais da nossa digestão devem ser evitados. Esse é o caso das carnes vermelhas ou muito gordurosas, como o bacon e outras carnes de porco.
“Como a digestão é mais difícil, podem surgir aqueles sintomas de má digestão, como azia, gases e indisposição. Isso sem contar a queda de pressão depois de ingerir muita comida”, comenta Perim.
Para que o churrasco com os amigos seja um sucesso, vale substituir as carnes mais gordas por carne branca e peixes. Legumes como brócolis, couve-flor e berinjela também são ótimos na grelha e bem menos indigestos para essa época do ano.
Cuidado com elas
Cerveja e caipirinha são refrescantes e hidratantes? Nem um pouco. Qualquer bebida alcoólica interfere na diurese, que é, simplificando, o processo de produção de xixi. Quanto mais álcool você ingere, mais urina você produz.
“Não pense que as bebidas alcoólicas vão te hidratar. Pelo contrário: elas desidratam”, alerta Rosana Perim. “Justamente por produzir mais urina, você tem um risco maior de desidratar”, completa Teixeira.
Outro problema é ingerir bebidas de estômago vazio. Além de serem metabolizadas mais rápido e surtir efeito em menor quantidade, consumir álcool de estômago vazio pode irritar o trato gástrico, provocar náuseas e levar a um quadro de desidratação ainda pior.
“Então, quando consumir bebidas alcoólicas, associe sempre com água e alimentação. Latinha numa mão, garrafa de água na outra”, afirma Perim.
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Circuito Carioca de Feiras Orgânicas divulga seu calendário para 2019
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação divulgou nesta quarta-feira (02/01), no Diário Oficial, o Calendário 2019 do Circuito Carioca das Feiras Orgânicas e das Feiras de Economia Solidária. Confira:
Circuito das Feiras Orgânica
Às terças-feiras:
Em Ipanema (Praça Nossa Senhora da Paz); Laranjeiras (Praça Jardim Laranjeiras); Flamengo (Praça José de Alencar); e Barra da Tijuca (Praça São Perpétuo, ex-praça do Ó).
Às quintas-feiras:
No Leblon (Praça Antero de Quental); Barra da Tijuca (Praça General Santander); Tijuca (Praça Afonso Pena); e Ipanema (Praça General Osório).
Aos sábados:
Na Glória (Praça do Russel); Copacabana (Praça Edmundo Bittencourt); Jardim Botânico (Praça da Igreja São José); Botafogo (Praça/esquina da Rua Muniz Barreto); Freguesia (Praça Professora Camisão); Tijuca (Praça Comandante Xavier de Brito); Olaria (Praça Marechal Maurício Cardoso); Ilha do Governador (Praça Jerusalém/Jardim Guanabara); Leme (Praça Amirante Júlio de Noronha); Gávea (Praça Santos-Dumont); Urca (Praça Cacilda Becker); Grajaú (Praça Edmundo Rego); e Recreio dos Bandeiranres (Praça Restier Gonçalves).
Circuito de Economia Solidária
Locais: Santa Cruz (Rua Felipe Cardoso); Ipanema (Rua Joana Angélica-Praça Nossa Senhora da Paz); Leblon (Praça Antero de Quental); Tijuca (Praça Saens Peña); Freguesia (Estrada de Jacarepaguá, 1.221); Taquara (Rua Nelson Cardoso); Centro (Largo da Carioca); Flamengo (Largo do Machado); Cinelândia (Praça Floriano); Méier (Praça Agripino Grieco); Cidade Nova (pátio da Prefeitura do Rio); Pedra de Guaratiba (Praça Dr. Capello Barroso/Praça do Rodo); Manguinhos (Casa do Trabalhador); e Campo Grande (Calçadão).
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
BEM ESTAR : Dieta vegana pode causar deficiência nutricional

O alerta foi publicado com um estudo em importante jornal europeu. A falta de nutrientes, como vitaminas e minerais, pode reduzir a imunidade e atrasar o desenvolvimento infantil. Vegetais frescos: Comer mais alimentos - e ingerir menos sal - pode ser o segredo para um coração saudável.
O veganismo já está se tornando uma das causas da fome oculta (ou deficiência marginal), problema causado pela falta crônica de nutrientes essenciais na dieta, como vitaminas e minerais. Mesmo que passe despercebida, a fome oculta pode trazer graves consequências, incluindo menor resistência a doenças, deficiência mental e até morte. Aliás, de acordo com estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition (EJCN), a saúde óssea é uma das principais preocupações para os veganos, população cuja taxa de fraturas é quase um terço mais alta se comparada à população geral. Isso acontece porque esse grupo apresenta menor consumo de cálcio e vitamina D e baixa densidade mineral óssea.
Por causa disso, especialistas recomendam às pessoas que adotam o veganismo que consumam alimentos fortificados (com adição de vitaminas e minerais) e tomem suplementos alimentares. “Quando se é vegano, é necessário ser muito mais vigilante sobre o consumo de nutrientes que não são tão inatos à sua dieta”, alertou a nutricionista Kate Scarlata, à revista Women’s Health.
Deficiência nutricional
Ao excluir um determinado gênero alimentício da dieta é preciso substituir por outros alimentos capazes de fornecer nutrientes semelhantes. Estudos indicam que a população vegetariana e vegana apresenta taxas elevadas de deficiência de ômega 3, iodo, ferro e vitamina B12 – nutrientes mais frequentemente obtidos de alimentos de origem animal. A falta de iodo, por exemplo, pode causar deficiência mental – no Reino Unido essa deficiência de iodo é a maior causa do problema.
Já a ausência de vitamina B12 pode provocar sintomas graves, como cansaço extremo, fraqueza e má digestão. No caso de crianças veganas, a deficiência pode causar atraso no desenvolvimento. Quando não tratada, a falta de vitamina B12 pode acarretar em danos irreversíveis ao nervo. Qualquer quantidade mais baixa do nutriente – ainda que não seja classificada como deficiência – pode ser prejudicial para a saúde e aumentar o risco de doenças cardíacas. “As dietas veganas consistem de ferro não-heme, que não são absorvidos pelo sangue. Quanto à B12, a vitamina é naturalmente encontrada apenas em produtos de origem animal”, disse Kate.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Rio: Feira orgânica promete comida saudável na Gávea

É a décima edição e última de 2018, que será realizada na Praça Santos Dumont.
A Feira Viva surgiu da intenção de divulgar e promover o estilo de vida da Alimentação Viva. Este se baseia no despertar de um sentido que abrange vários pontos de vista, dentre eles: saúde, preservação do meio ambiente, consciência coletiva, sustentabilidade, diversão, arte, comida como cultura, e amor. Os eventos contam com feirantes que produzem arte através do alimento vivo. Rico em sua essência e potencializado pelo preparo.
"Acreditamos que o aquecimento em excesso, assim como produtos nocivos usados na larga produção industrial não fazem bem para o nosso ambiente(interno e externo). Portanto, não fazem parte do nosso universo. Para nós, é prioridade usar alimentos e materiais ecologicamente corretos, pensando em completar os ciclos que a natureza planejou", conta a organização.
Todos vão saborear queijos, leites, bombons, crackers, pãos, kibes, salgadinhos, docinhos, tortas, sucos, smothies, sorvetes, refeições salgadas e muito mais.
Para os que ainda não conhecem: Alimentação Viva é aquela que valoriza a ENERGIA VITAL (vitalidade) dos alimentos. Por esta razão, é baseada nas SEMENTES GERMINADAS E BROTOS além do consumo de VEGETAIS CRUS tal como eles vem da natureza, sem passar por nenhuma artificialidade e por aquecimento superior a 42graus Celsius.
Atenção: serão aceitos cartões de débito e crédito na feira.
A programação contará com oficinas gratuitas.
Data: Sábado (8/12)
Horário: das 9h às 16h
Local: Praça Santos Dumont, Gávea - Zona Sul do Rio.
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quarta-feira, 19 de setembro de 2018
PRIMAVERA - Veja os alimentos indicados para a estação
Entre as frutas, destaque para abacaxi pérola, morango e mamão. Entre os legumes, destaque para abóbora e berinjela. Entre as verduras, alho poró, almeirão, espinafre, aspargos, brócolis e couve de bruxelas.
É primavera! Penúltima estação do ano, a época traz consigo, junto de dias lindos e tempos agradáveis - ideais para encontros ao ar livre, como piqueniques - um verdadeiro despertar da natureza: plantas, flores, animais e, claro, os alimentos, crescem e nos fornecem momentos únicos de prazer! Por isso, é chegada a hora de aproveitar a temporada para desfrutarmos de uma variedade imensa de alimentos em suas safras para manter a dieta diversificada, colorida, e a sua vida ainda melhor!
Conhecida como a estação das flores, a primavera também é famosa por ser época da safra de grande variedade de frutas, legumes e verduras, sendo perfeita para enriquecer a dieta com aromas, sabores e nutrientes variados, principalmente os ricos em vitaminas, antioxidantes e minerais. A nutricionista Caroline Codonho afirma que, inclusive, a maior demanda de seus pacientes durante ano acontece justamente nesse período. Ela explica como manter a melhor alimentação durante a temporada:
"Basicamente, como o tempo vai ficando mais quente, o ideal é priorizar alimentos frescos, da safra e inserir saladas compostas, que podem até mesmo valer por uma refeição se contemplarem todos os grupos alimentares! As ideias de saladas no pote, por exemplo, são recomendadas para essa estação! E sopas frias também caem bem", destaca.
Neste período é indicado o consumo de alimentos de fácil digestão, já que o tempo mais seco e quente exige mais energia do nosso organismo, que precisa ser rapidamente reposta. Para manter a alimentação mais leve, escolha sempre alimentos cozidos a vapor, grelhados e assados. A hidratação caprichada também é essencial, e que fica mais fácil com várias opções de frutas e legumes em época, que podem ser combinados em sucos e sopas ou, até mesmo num poderoso suco detox, para a limpeza do organismo:
"Uma excelente opção para melhorar as funções hepáticas seria a mistura de uma fatia de gengibre, suco de meio limão, uma folha de couve, uma maçã e 200ml de água", salientou a profissional.
Frutas, legumes e verduras da primavera
Frutas:
Abacaxi pérola, acerola, banana-nanica e prata, caju, jabuticaba, kiwi, laranja lima, pera, maçã fugi e gala, mamão formosa, mamão havaí, manga, maracujá, melão, mexerica, morango, nêspera, pêssego e tangerina.
Legumes:
Abóbora, abóbora japonesa, abobrinha brasileira, alcachofra, batata-doce, beterraba, cará, ervilha torta e comum, fava, inhame e pimentão amarelo
Verduras:
Almeirão, aspargos, brócolis, chicória, couve, couve-flor, endívias, erva-doce, escarola, espinafre, moyashi, mostarda, nabo e rabanete.
Saiba as funções nutricionais de alguns alimentos desta época do ano:
Segundo a nutricionista Stéphanie Fontanari, as cores desses vegetais não são apenas bonitas aos olhos. “Quanto mais colorido o prato, mais rico ele é em vitaminas e minerais. A pigmentação de cada alimento indica a presença de nutrientes diferentes que auxiliam no funcionamento do organismo. Por isso, é importante consumir uma refeição com cores variadas”.
Ela elenca os benefícios de alguns desses vegetais típicos da primavera:
1 - Berinjela: possui uma pequena quantidade de vitamina B5, que auxilia no metabolismo das proteínas, gorduras e açúcares. Nela também podem ser encontrados sais minerais como o cálcio, o fósforo e o ferro, que são fundamentais para a formação da massa óssea, contração muscular e coagulação sanguínea.
2 - Abóbora: possui vitaminas do complexo B como a niacina, que apresenta importante ação no metabolismo celular. Também podem ser encontrados na abóbora o cálcio e o fósforo, que são fundamentais para a formação da massa óssea, contração muscular e coagulação sanguínea.
3 - Morango: é uma fruta rica em vitamina C, que influencia no sistema imunológico. E também apresenta outros nutrientes na sua composição, como: betacaroteno, ferro, cálcio, fósforo, potássio e em menor quantidade de vitaminas A e B.
4 - Abacaxi: possui significativa quantidade de vitamina C, essencial para a formação do colágeno e melhora a absorção do ferro. Rico em fibras, que auxiliam no bom funcionamento intestinal.
5 - Mamão: possui grande quantidade de vitamina A e vitaminas do complexo B, que influenciam no sistema imunológico. Os nutrientes podem variar em relação à espécie. Outra substância interessante é a papaína, uma enzima encontrada na polpa do mamão, que funciona como facilitadora do processo de degradação de proteínas.
6 - Brócolis: é conhecido por conter um elevado teor de cálcio, contribuindo para a formação da massa óssea. Também é um alimento com uma boa quantidade de ácido fólico (folato), importante para a formação de células sanguíneas.
7 - Espinafre: excelente fonte de vitaminas A, B, C e D e de alguns minerais, como ferro, cálcio, fósforo e potássio.
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