A feira, com pavilhão exclusivo para crianças e espaço de youtubers, vai até o dia 8/9. Imperdível. Veja a programação.
A 19ª Bienal do Livro do Rio começa nesta sexta-feira (30/8), no Riocentro, com muita história para contar – sobretudo para os pequenos leitores. Pela primeira vez em 38 anos, as crianças terão um pavilhão exclusivo, ambientado numa floresta de contos de fadas.
Presença marcante nas edições mais recentes, o público jovem também terá atrações para tietar. Youtubers de multidões, como Luccas Neto, contam com um espaço para receber os fãs.
A expectativa da organização é vender 5,5 milhões de livros até o dia 8.
Os dez dias de Bienal reservam ainda encontros com grandes autores. Steven Levitsky, de “Como as Democracias Morrem”; C.J. Tudor, do “Homem de Giz”; Mark Manson, da “Sutil Arte de Ligar o F*da-se”, e Rachael Lippincott, de “A cinco passos de você”, são presenças confirmadas.
Serão 300 autores nacionais e estrangeiros e 520 expositores.
Entre os lançamentos, destacam-se o primeiro tomo de “Escravidão”, de Laurentino Gomes, autor da trilogia “1808-1822-1889”, sobre a história do Brasil, e “Uma Viagem do Brasil ao Japão”, de Mauricio de Sousa.
A terra do sol nascente, aliás, também é destaque desta 19ª edição.
"O país homenageado este ano é o Japão", diz Tatiana Zaccaro, organizadora da Bienal. "Vai ter oficina de mangá, de origami... tem bastante coisa", emenda.
Quando acontece a Bienal do Livro?
A 19ª edição vai desta sexta-feira (30) até o domingo da semana que vem (8).
Onde vai ser?
A Bienal ocupa três pavilhões do Riocentro, na Barra da Tijuca.
Veja os destaques de cada um.
Pavilhão 2 – Laranja: área infantil, batizada de “Pela estrada afora”; Pavilhão 3 – Azul: Espaço de Leitura e Aprendizagem, para professores, e o Café Literário, de palestras. Pavilhão 4 – Verde: Arena #SemFiltro, de palestras; Praça Copacabana, para bate-papos; e os auditórios Lapa e Madureira.
No Jardim Central há ainda o Palco Maracanã, reservado para grandes públicos.
Quais os horários?
Sexta (30): das 9h às 22h Sábado (31): das 10h às 22h Domingo (1): das 10h às 22h Segunda-feira (2): das 9h às 21h Terça-feira (3): das 9h às 21h Quarta-feira (4): das 9h às 21h Quinta-feira (5): das 9h às 21h Sexta-feira (6): das 9h às 22h Sábado (7): das 10h às 22h Domingo (8): das 10h às 22h
Onde eu vejo a programação?
As palestras e encontros estão disponíveis no site oficial.
Quanto custa o ingresso?
R$ 30, a inteira, e R$ 15, a meia.
Têm direito à meia-entrada:
Menores de 21 anos; Estudantes; Idosos; Portadores de necessidades especiais e acompanhantes; Jovens até 29 anos pertencentes a famílias de baixa renda, Professores e profissionais da rede pública de ensino do Rio de Janeiro.
Crianças pagam?
Crianças de até um metro de altura entram sem pagar.
Onde compro os ingressos?
Há bilheterias no próprio Riocentro e no Solar de Botafogo (Rua General Polidoro 180) – esta, de terça a domingo das 16 às 20h.
Também é possível comprar on-line para qualquer dia do evento.
Qual o valor do estacionamento?
Carros, vans e motos pagam R$ 28 pela diária de 12 horas. A hora adicional sai a R$ 6.
Ônibus e caminhões pagam R$ 85 pelo período e R$ 18 a hora extra.
Que opções de transporte público servem à Bienal?
METRÔ + BRT
Da Linha 4 do metrô, nos fins de semana, pegar a linha exclusiva na Estação Jardim Oceânico até a Estação Olof Palme. O serviço vai das 9h30 às 22h45. Nos dias úteis, pegar a linha 53 (Jardim Oceânico-Sulacap) e fazer baldeação na Estação Morro do Outeiro, embarcando na linha 51 (Recreio-Vila Militar).
ÔNIBUS REGULARES
Do Centro
348 (Riocentro-Candelária, via Linha Amarela) 352 (Castelo-Riocentro, via Linha Amarela) 368 (Castelo-Riocentro, via Grajaú-Jacarepaguá)
Azul será a única empresa a operar os voos da ponte área, pelo Santos Dumont, até 21 de setembro. As outras empresas restantes tiveram de ser remanejadas para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, enquanto durarem as obras no aeroporto situado no Centro da capital carioca.
Elevada a quarta rota doméstica com mais voos no mundo, a ponte aérea Rio-São Paulo voltou a ser realizada por três companhias aéreas nesta quinta-feira (29/8) com a entrada em operação da empresa Azul no trecho.
A estreia foi com um Embraer 195, para 118 passageiros, aeronave homologada para voar na pista auxiliar de Santos Dumont. Até o dia 21 de setembro, data prevista para o fim das obras na pista principal de Santos Dumont, a aérea será a única a operar no terminal.
De acordo com John Rodgerson, presidente da companhia aérea, a Azul vai operar com aviões Embraer na rota até o fevereiro, quando devem chegar os cinco aviões modelo Airbus A320neo, para até 180 passageiros, encomendados pela companhia para operar a ponte aérea. A ideia, segundo Rodgerson, é usar os A320neo nos horários de maior demanda e os Embraer nos de fluxo reduzido.
A Azul foi criada há 11 anos com uma estratégia de conectar cidades médias do interior a grandes aeroportos de conexão (hubs) como Viracopos, em Campinas, no interior paulista, e Confins, em Belo Horizonte. Com o passar dos anos, a empresa foi ganhando espaço nas principais rotas do país, como Rio-Brasília e São Paulo-Brasília. Com isso, entrou em clima de guerra com Gol e Latam, então dominantes nesses trechos. A disputa culminou na saída da Azul da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear) no início deste ano.
De acordo com pesquisa, aplicativos já transportam o triplo dos passageiros de táxis. Muitos estão deixando de lado até o transporte urbano por ônibus ou o VLT. Até mesmo os turistas, a maioria nacional, está preferindo chamar um carro desses serviços ao invés do táxi. Outro aplicativo, o Taxi-Rio, também mais barato, teria pouca adesão dos profissionais da classe.
Aplicativos como Uber, 99 e Cabify já transportam quase 750 mil passageiros por dia no Rio contra pouco mais de 233 mil dos táxis. Uma das explicações para essa diferença está no bolso do usuário: em muitos casos, já é mais barato se deslocar fazendo uso desses serviços prestados por veículos particulares do que pelo transporte público, seja por ônibus (R$ 4,05), trens ou metrô (ambos a R$ 4,60). As conclusões são de um estudo do Núcleo de Pesquisas em Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ.
Segundo projeções do professor Marcelino Araújo Veira da Silva, que coordenou o levantamento, 25% dos usuários dos aplicativos antes se deslocavam de transporte público, e 75% usavam o próprio carro ou táxi. Pelas ruas, não é difícil encontrar exemplos. A estudante de Letras e autônoma Priscila de Paula, de 38 anos, quase todos os dias usa o celular para chamar seu transporte. Moradora da Cidade Nova, ela frequenta um centro religioso na Saúde. De transporte público, precisaria pegar um ônibus e o VLT. Mas para evitar baldeação, sempre opta por um carro particular.
O estudo da Coppe se baseou em entrevistas feitas com taxistas e motoristas de aplicativos, que informaram, por exemplo, a média de horas que trabalham por dia, bem como o faturamento e a quantidade de corridas realizadas. Como não conseguiu acesso a todos os números das empresas e não há estudos atualizados sobre origem e destino dos deslocamentos feitos no Rio que levem em conta os aplicativos, o pesquisador usou dados alternativos para fazer projeções.
O total de usuários tomou como base levantamento feito na Região Metropolitana de São Paulo em 2017, onde são feitas 3,21 viagens de aplicativo a cada deslocamento de táxi. Para o cálculo de passageiros, foi atribuída uma relação de 1,2 passageiro por veículo, que o professor considerou até conservadora.
Com base na arrecadação das taxas cobradas do Uber pela prefeitura, a Coppe estimou que apenas essa empresa faria 400 mil viagens por dia. Os demais aplicativos responderiam por outras 224,4 mil.
O Táxi-Rio, aplicativo da prefeitura exclusivo para os “amarelinhos’’, foi analisado numa categoria à parte. O estudo concluiu que esse recurso ainda tem uma adesão reduzida entre os taxistas, com apenas 8,29% do total das corridas. O estudo foi encomendado pela Comissão de Transportes da Câmara de Vereadores do Rio, que faz nesta quinta-feira uma audiência pública para apresentar os dados.
Não basta ter lábios volumosos. As celebridades como Cleo (ex-Pires), Kim Kardashian e Kylie Jenner querem mais: elas são adeptas do lápis de contorno para aumentar ainda mais a boca.
“Essa tendência se consagrou nos anos 1990. Naomi Campbell, por exemplo, sempre usou”, lembra o beauty expert Fernando Torquatto. “Depois, caiu no ostracismo e agora voltou com tudo. O ideal é usar batom matte e, em seguida o lápis, que tem a função de projetar os lábios", explica.
Segundo o especialista, é preciso tomar cuidado. "Se for bem feito, remete ao look ‘supermodel’; caso contrário, corre o risco de ficar com cara de maquiagem de novela mexicana”, finaliza Torquatto.
Em resumo, teremos tendências de Primavera 2019 bem versáteis e cheias de vida. Com um apelo comercial no ponto e muita beleza para quem gosta. Nossa modelo Góia Drumond, de Minas Gerais, mostra algumas dessas peças bem descoladas. A moda vai unir looks casuais, referências dos anos 80 e muito mais. Linho, vintage, poás, blazer, o azul, o vermelho, o preto,são os toques.
Linho, o tecido da vez
A grande aposta da vez é o linho. Além da sua característica estrutural e sua textura, o tecido do momento será acompanhado de padronagens incríveis e super vibrantes. Essa tendência tem muito potencial pela sua capacidade de proporcionar looks despretensiosos, mas com muita informação de moda e conforto.
Uma característica importante do linho, como tendência de Primavera 2019, é a sua performance em modelagens e cortes em saias, bermudas e calças. Isso se deve pela sua capacidade de estruturação e resistência, que normalmente essas peças pedem e necessitam.
Listras, um amor clássico
Uma tendência que pode ser usada em várias ocasiões e climas, faz parte de vários universos e moods da moda e tem tudo a ver com a primavera deste ano. Mas, dessa vez a cor é bem importante e o seu sentido (horizontal e vertical) também! Sem mais enrolação, as listras podem e devem ser uma resposta para uma produção e peça-chave da primavera brasileira.
Falando dessa padronagem na nossa Coleção Primavera 2019, veremos combinações inusitadas e união de forças e estilos. Exemplo: animal print com listras, color block com listras e combinações ousadas de cores e sentidos.
Mix de estampas
Quem lembra das estampas tropicais e florais da primavera do ano passado? Então, elas estão de volta. Mas, a novidade é que elas estão acompanhadas. Além do aclamado animal print e listras, como mostgramos anteriormente na Moda Inverno, teremos cores vibrantes (bem próximas ao neon), que dão todo o tom primaveril às peças.
Por mais que seja uma mistura de estampas, nessa estação veremos combinações super harmônicas, que combinarão modelagens sóbrias e simples com tons pulsantes e cores sólidas (color block) com padronagens bem complexas.
Animal print
Além do seu sucesso na temporada anterior, a estampa ganhou os corações pela sua versatilidade e beleza. Afinal, não é qualquer padronagem que vai bem com cores sóbrias e terrosas do inverno e tons vibrantes da primavera. A versão mais atual da estampa que imita bicho, trabalha super bem com neon e não deixa nada a desejar quando acompanhada de cores mais neutras como preto e o branco. Ou seja, já entendemos que essa é uma tendência que devemos, ter uma atenção extra, por conta do seu apelo comercial e muita informação de moda.
A beleza dos detalhes (fivelas, botões e amarrações)
É através dos detalhes e dos acabamentos que essa nova estação promete fazer a cabeça dos amantes da moda festiva. Mais especificamente as fivelas, os botões e as amarrações serão responsáveis pela complexidade e informação de moda dos looks mais despojados da estação. Macaquinhos, blusas e os shorts de linho são as peças que irão receber esses acabamentos. Assim, o que era despretensioso, ganha mais e estilo e personalidade.
Tá saindo de casa para poder pegar um vôo, seja da Ponte Aérea Rio-São Paulo, ou para outras localidas do Brasil e do exterior? É bom ficar alerta: saia antes, muito antes, para não chegar atrasado ao compromisso. O tráfego está engarrafando na Linha Vermelha, Estrada do Gaelão e na Av. 20 de Janeiro, em direção ao aeroporto.Para minorar, a pista do BRT foi liberada a outros veículos. A mudança dos vôos do Santos Dumont, no Centro, para o Galeão está provocando transtornos.
Objetivo é o desafogar os acessos ao Aeroporto Internacional Tom Jobim. Até o meio da manhã, somente táxis convencionais e um pequeno número de veículos de passeio usaram a via alternativa para chegar ao Galeão e a Av. 20 de Janeiro.
A prefeitura liberou a pista do BRT Transcarioca em direção ao Galeão para a passagem de qualquer veículo na manhã desta segunda-feira. Porém, até o meio da manhã, somente táxis convencionais e um pequeno número de veículos de passeio estão usando a via, uma alternativa para desafogar o trânsito em direção ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, que está engarrafado.
Simone Mendonça, gerente de operação de terminais do Consórcio RioGaleão, disse que o efetivo foi reforçado para atender o aumento da demanda:
- Reforçamos o nosso efetivo da parte de raio-X, da segurança. Os órgãos públicos também estão aqui presentes. Estamos tendo apoio da prefeitura, do Centro de Operação, da CET-Rio, do Detro, da Polícia Militar. Estão todos aqui hoje no Galeão nos ajudando a monitorar o problema de trânsito, que é da própria cidade, e nas nossas operações. Tudo aquilo que programamos vem acontecendo de forma positiva - garantiu Simone.
Procon estadual
O presidente do Procon do Estado do Rio de Janeiro, Cássio Coelho, está no Galeão como equipe reforçada para o atendimento ao público. Segundo ele, equipes da instituição fizeram plantões no sábado e no domingo nos dois aeroportos para avaliar se haveria problemas. Ele disse que, no sábado, duas indianas tentaram embarcar para São Paulo no aeroporto Santos Dumont e alegaram não terem sido avisadas da mudança:
O Procon, segundo ele, buscou fazer um trabalho preventivo 10 dias antes do fechamento do Santos Dumont. " Visitamos as companhias de aviação e os passageiros estavam sendo comunicados com 72 horas de antecedência. Além disso, providenciaram translado dos passageiros do Santos Dumont para o Galeão e vice-versa. E oferecemos também uma equipe especializada no atendimento a turistas, que fazem parte do Procontur - disse Coelho", explica.
Ele informa que é possível entrar em contato com o Procon por meio dos telefones 99371-9647 e 99332-8289 ou do email procontur@procon.rj.gov.br.
Tem a rainha Elizabeth, matriarca da realeza britânica; Steve Jobs; os trapalhões Didi e Mussum; personagens de Guerra nas Estrêlas; artistas como Amy Winehouse e Sir Paul, o lendário Beatle. E muito mais.
Elas fazem parte da História, do cinema mundial, da televisão brasileira, da música, da Economia e da Ciência, e são réplicas em tamanho real expostas no AquaRio, no Centro do Rio. Ingressos custam de R$ 10 a R$ 75. Escolas tem preços dos ingressos bem diferenciados e acessiveis aos bolsos dos pais. Vale a pena levar os alunos.
Uma exposição de réplicas em tamanho real chegou ao Rio e promete levar diversão ao público. Montada no AquaRio, no Centro do Rio, a "Dreamland" (Terra dos Sonhos) traz estátuas do Museu de Cera Dreamland, localizado em Gramado.
Visitantes podem ver a mostra até dezembro deste ano. Os ingressos custam de R$ 10 a R$ 75. As cerca de 30 estátuas que compõem a exposição foram produzidas em ateliês na França e na Inglaterra.
Entre as obras, estão réplicas da cantora Amy Winehouse, a rainha Elizabeth II, os trapalhões Didi e Mussum, Steve Jobs, os personagens da saga Star Wars Mestre Yoda e Darth Vader, e os heróis Homem de Ferro e Wolverine.
Réplicas de animais do AquaRio também estarão expostas. A tubarão mangona Margarida – primeira espécie a chegar ao aquário – e a arcada dentária do tubarão branco-gigante, já extinto, são algumas das opções para o público.
"Apresentamos o Museu de Cera Dreamland para estimular o público a voltar sempre, porque a cada visita é possível de conhecer um aquário diferente. Quem ainda não conhece um museu de cera vai se surpreender", afirmou Marcelo Szpilman, diretor-presidente do aquário.
SERVIÇO
Endereço: Praça Muhammad Ali, Gamboa – Rio de Janeiro – RJ – Brasil Horário: todos os dias, das 10h às 18h Ingressos:
Valor do combo (AquaRio + Museu): valor do ingresso do AquaRio + R$ 15,00
Valor do ingresso avulso Museu: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Valor do ingresso do Museu de Cera para associados AquaRio: R$ 10,00
Valor do ingresso do Museu de Cera para visita escolar: R$ 10,00
O caso da atriz, roteirista, escritora e modelo Fernanda Young, de 49 anos, ocorrido neste domingo quando estava no sítio da família, em Minas Gerais, é um exemplo crasso disso. Um ataque violento de asma a levou a ter uma parada respiratória, levando-a a morte. Todos sabem que essa época do ano, Inverno, é muito ruim para asmáticos, quem tem crise de bronquite ou tem tendfência a problemas cardíacos. Os dias frios e as noites muito geladas proporcionam isso e todo cuidado é pouco. Veja o que diz a médica Janyele Sales, especializada em medicina de família e comunidade, em um artigo que fala sobre " Doenças e Agravos à Saúde, Asma e Bronquite"
Uma crise de asma pode matar?
Sim, uma crise de asma pode matar. Se não for tratada adequadamente, a asma pode levar à morte devido ao bloqueio que provoca nas vias aéreas, dificultando a respiração e a oxigenação dos órgãos do corpo.
Durante uma crise de asma grave, a pessoa pode necessitar do auxílio de aparelhos para respirar. Isso acontece porque o "entupimento" das vias aéreas provocado pela asma prejudica a entrada e a saída de ar dos pulmões, causando falta de ar, tosse e chiado no peito.
Sem tratamento, a asma pode tornar esse bloqueio das vias aéreas irreversível e a pessoa deixa de conseguir enviar a quantidade de oxigênio que os órgãos do corpo necessitam para funcionar adequadamente. Nas crises mais graves, essa falta de oxigênio pode levar à morte.
Como saber se as crises de asma estão controladas?
Para saber se a asma está controlada, deve-se observar os seus sinais e sintomas. Se a pessoa tiver apresentado, pelo menos uma vez nas últimas 4 semanas, algum dos seguintes itens, é possível que a doença não esteja sob controle:
Sintomas durante o dia, mais de 2 vezes por semana; Acordar durante a noite por causa da asma; Usar medicamentos para aliviar a falta de ar mais de 2 vezes por semana; Limitação das atividades diárias decorrente da asma.
Nesses casos, o paciente deve procurar o seu médico pneumologista para uma avaliação. Para prevenir as crises de asma que podem matar, é fundamental seguir o tratamento de forma correta e contínua, mantendo sempre o cuidado com o ambiente.
Como identificar uma crise de asma?
A crise de asma caracteriza-se por sintomas respiratórios que pioram progressivamente, como tosse seca, falta de ar, chiado no peito, sensação de aperto no peito e dificuldade de falar frases longas.
Uma crise de asma pode acontecer em pessoas que já têm asma ou em quem nunca manifestou sinais da doença. Neste, caso trata-se de uma manifestação inicial da asma.
A crise de asma pode ser leve, moderada ou grave, podendo ser necessário ficar internado e usar oxigênio.
O que pode causar uma crise de asma?
Uma crise de asma geralmente é uma resposta alérgica a algum agente externo, como vírus, mofo, ácaros, pólen, pelos de animais, poluentes, fumaça de cigarro, entre outros.
Contudo, há crises de asma que são desencadeadas sem uma exposição clara a algum agente alérgeno específico.
Em caso de suspeita de crise de asma, a pessoa deve ser avaliada por um médico pneumologista. Para prevenir as crises de asma que podem matar, é fundamental seguir o tratamento de forma correta e contínua, mantendo sempre o cuidado com o ambiente.
O alerta é da Organização Mundial da Saúde. Reconheça os sinais dessa doença silenciosa. Ela pode até matar, pois geralmente o caminho é o suicídio. Nesta semana o desaparecimento de Isabela Souza, de apenas 16 anos, que havia sumido de casa, nas Pitangueiras, por quatro dias até ser encontrada ontem (domingo,25/8) no Aterro do Cocotá,no bairro da Ilha do Governador, Zona Norte do Rio, por familiares, levantou novos questionamentos sobre a depressão. Não vamos esquecer também da jovem que tentou suicidar-se do alto da passarela em frente ao Casa Show, na Portuguesa, salva por Bombeiros. Essa doença atinge 5,8% dos brasileiros e deve ser encarada sem preconceito: tem tratamento, inclusive com medicamentos específicos e atividades terapêuticas.
Tem também o caso do homem que sequestrou um ônibus na Ponte Rio-Niterói, amarrando os passageiros e espalhando garrafas com gasolina dentro do coletivo, até que foi abatido. A família diz que ele estava em depressão .
Verdadeira depressão
Não é loucura, frescura ou 'coisa de rico', como dizem. E pode matar. A depressão afeta 5,8% da população nacional, taxa que classifica o Brasil como o país mais depressivo da América Latina, estima a Organização Mundial da Saúde. Muitos famosos vêm compartilhando suas experiências e ajudam a diminuir o preconceito. Identificar os sintomas e buscar ajuda são os primeiros passos para recuperar o prazer de viver.
"Depressão tem cura, claro, como a gripe tem. A pessoa não pode viver em depressão, porque pode levar ao suicídio. Ela precisa reconhecer que é muito maior do que a doença. É importante refletir, colocar a vida em perspectiva, conhecer novas pessoas, mudar de área profissional e saber que há tempo para tudo. A Psicologia pode ajudar nisso", afirma a psicóloga Aline Saramago.
De acordo com o Ministério da Saúde, depressão é uma doença psiquiátrica que afeta o emocional e provoca tristeza profunda, falta de apetite, de ânimo, pessimismo e baixa autoestima. Os sintomas aparecem com frequência. Na maioria das vezes, o tratamento é feito por psiquiatra, que prescreve medicamentos, e psicoterapia, com psicólogos.
"Depressão é uma incapacidade de sentir prazer em todas as áreas da vida. É muito confundida com tristeza. Qualquer indivíduo que fique frustrado com alguma situação pode ficar triste. Mas a pessoa com depressão está mais tempo triste que o normal", explica a psicóloga e hipnóloga clínica Miriam Pontes de Farias. Segundo ela, o período do luto dura até cerca de seis meses.
Acupuntura, ioga, reiki, ajudam
Aliados ao tratamento, terapias complementares demonstram eficácia no combate à depressão. É o caso da acupuntura, da hipnose, do ioga, do reiki (terapia natural japonesa para relaxamento e cura a partir da imposição das mãos) de atividades físicas como a dança. "Muitas atividades são terapêuticas, inclusive sair com os amigos, e podem ajudar na cura", destaca Aline Saramago.
"A acupuntura atua restaurando a conectividade cerebral. Estudos mostram que, em algumas doenças, como a depressão, a pessoa perde a conectividade entre áreas cerebrais", ressalta o médico acupunturista Marcus Vinicius Ferreira, autor do livro "O que é acupuntura". "A hipnose é uma técnica de atenção concentrada. O paciente entra em transe, faz repetições para resgatar seu ânimo e alegria e sente sensações de bem-estar. Ele não dorme nem perde a consciência", diz Miriam Pontes de Farias.
Famosos desabafam ao mundo
Padres Fábio de Melo e Marcelo Rossi, Whindersson Nunes, Paula Fernandes, Heloisa Périssé, Alok, Adele e Jim Carrey foram alguns dos famosos que desabafaram sobre a doença com o mundo. Em abril, o comediante Whindersson Nunes revelou que já não tinha "tanta vontade de viver". "Apesar de tudo de bom que vem acontecendo comigo, de tudo que já conquistei, eu me sinto há alguns anos triste (...) Eu sinto angústia todos os dias, todos os dias, algumas risadas, algumas brincadeiras e depois lá estou eu de novo com esse sentimento ruim", escreveu no Twitter.
Em junho de 2018, Fábio de Melo fez um relato no Instagram. "Há um ano eu enfrentei crise de pânico e quadro depressivo. Foi o pior momento da minha vida. [...] Tristeza não é doença, mas, quando se estende no tempo, pode ser. É preciso estar atento à duração dela em nós. Há muita ignorância no trato com pessoas depressivas. É comum escutar que é frescura, exagero, falta do que fazer. Quando de fato se trata de um quadro depressivo, não, não é", publicou o religioso.
Locais de ajuda para o problema
UERJ A Uerj tem o Serviço de Psicologia Aplicada (SPA), do Instituto de Psicologia, que oferece atendimentos a preços populares. Haverá novas inscrições em 16 de setembro, 21 de outubro e 18 de novembro, limitadas a 20 vagas. Telefone: (21) 2334-0033. Endereço: Rua São Francisco Xavier, 524, sala 10.006 - bloco D - 10º andar. Maracanã.
PUC A PUC oferece o Serviço de Psicologia Aplicada na clínica universitária Padre Benkö. O atendimento é em horário agendado. O paciente entra em fila de espera e aguarda a consulta. Próximas vagas previstas para serem abertas em novembro. Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea. Telefones: (21) 3527-1573 / 3527-1574 ou 3527-1575.
UFF A UFF possui o serviço nas unidades de Niterói, Volta Redonda e Rio das Ostras. Cada uma tem suas regras de funcionamento. Niterói: (21) 2629-2951/ 2629-2952. Volta Redonda: (24) 3076-8735/ (24) 3076-8733. Rio das Ostras: (22) 2764-9604/ (22) 99228-7440.
REDE MUNICIPAL/ RIO Pacientes com sintomas de depressão devem procurar uma Clinica da Família ou Centro Municipal de Saúde para o primeiro atendimento. As unidades de atenção primária atendem os casos de menor complexidade. Os CAPs e as emergências hospitalares são para casos de maior complexidade e durante as crises mentais.
Equipamento libera "mantos sagrados" do clube por meio de pagamento com cartões de débito e crédito, em estação de Metrô da Barra da Tijuca, no Rio.
O Flamengo resolveu inovar e instalou a sua primeira "Manto Express" nesta semana. A Novidade se trata de um equipamento, similar à máquina de venda de refrigerantes, que libera camisas do clube por meio de pagamento com cartões de débito e crédito.
A primeira máquina com camisas rubro-negras foi instalada na estação de metrô Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O plano é espalhar o equipamento em estações, supermercados e aeroportos. A ideia inicial do projeto é dar prioridade para os lojistas da rede oficial do Flamengo repor o estoque de acordo com cada franquia.
"A máquina foi desenvolvida com tecnologia de ponta dispondo de um display de led para escolha do produto e aplicativo para monitoramento do estoque de produto para lojistas. A princípio serão disponibilizadas para os franqueados da rede com foco em cidades de pequeno porte e em espaços de conveniência, como aeroportos", explicou Gustavo Figueiredo, gerente de Licenciamento do Flamengo.
O valor das camisas será tabelado, sendo disponíveis os modelos infantis, adultos e femininos. O torcedor pode escolher a camisa que desejar, inserir o cartão para fazer o pagamento e levar o seu manto para casa embalado em uma caixa exclusiva. Não será possível customizar o uniforme com nome e número. Fonte Estadão
Interdição da pista principal do aeroporto situado no Centro do Rio começa neste sábado (24/8) e deve durar quase um mês. Companhias aéreas chegaram a programar ônibus gratuitos para o aeroporto internacional que fica no Galeão, Ilha do Governador, distante cerca de 30 km.
As operações no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, vão praticamente cessar. A pista principal será interditada por quase um mês para obras de recuperação e de aplicação de um piso mais aderente para dias de chuva. A previsão é que os trabalhos terminem no dia 21 de setembro. Até lá, a maioria dos voos será transferida para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão, Ilha do Governador (veja a relação dos voos afetados abaixo).
Passageiros que já compraram passagem para o Santos Dumont serão avisados, por telefone e por e-mail, sobre o remanejamento.
Como ficarão os voos:
AZUL: parte da operação permanece no Santos Dumont. Na primeira semana de interdição (de 24 a 31 de agosto), voos para Campos, São José dos Campos e Ribeirão Preto ficam onde estão. A partir de 1º de setembro, aviões para Vitória entram nessa lista. GOL: toda a operação vai para o RioGaleão. LATAM: toda a operação vai para o RioGaleão.
Ônibus farão a ligação entre os dois aeroportos
Azul, Gol e Latam anunciaram o serviço gratuito de traslado entre os dois aeroportos. O passageiro deve apresentar documento com foto e o cartão de embarque – o localizador também é válido.
AZUL: Partidas de hora em hora. Do Santos Dumont ao Galeão, das 4h às 21h30; do sentido inverso, das 05h30 às 0h30. GOL: Saídas simultâneas nos dois aeroportos de hora em hora, das 4h às 23h. No Galeão, os ônibus vão parar perto da Porta D do Terminal 2. No Santos Dumont, na parte do desembarque. LATAM: Também sairão ônibus de hora em hora. No Galeão, o ponto de encontro é no Terminal 1. Do Santos Dumont para o Galeão, das 4h às 20h; no sentido contrário, das 6h às 22h.
RioGaleão adaptou
O Aeroporto Internacional Tom Jobim, de acordo com informações do consórcio RioGaleão, está se adaptando para receber este novo volume. Serão 767 mil pessoas vindas dos voos transferidos durante a obra. Isto representa um aumento de 73% no número de passageiros que passam pelo local.
Como serão os check-in e saída?
Nada muda: Passageiros continuarão embarcando e desembarcando nos portões do Terminal 2.
Acesso para embarcar no Tom Jobim
1 - Carro: particular ou de aplicativo: é permitido parar momentaneamente no Terminal 2 para saltar. 2 - Táxis: param no térreo do edifício-garagem. 3 - Ônibus e micro-ônibus de turismo e vans: obrigatório parar no Terminal 1, no piso superior. Neste caso, os grupos terão de ir andando até o Terminal 2. 4 - BRT: A estação Galeão 2 será fechada e apenas a estação Galeão 1 funcionará, a partir das 0h desta quinta (22/8) até o fim das obras.
Saindo do Tom Jobim
1 - Passarela liga o Terminal 2 do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão, ao Uber Lounge — Foto: Divulgação Passarela liga o Terminal 2 do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão, ao Uber Lounge — Foto: Divulgação
2 - Passarela liga o Terminal 2 do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão, ao Uber Lounge — Foto: Divulgação 3 - Uber: obrigatório chamar no Estacionamento Administrativo. Uma passarela liga o desembarque a essa área. 4- Carro particular e outros apps: obrigatório pegar o passageiro na área de embarque (ou parar no estacionamento). 5 - Táxis: Apenas os amarelinhos cadastrados - e os executivos de cooperativas - poderão pegar os passageiros nas saídas. 6 - Carrinhos elétricos e ônibus do aeroporto ajudam no deslocamento entre os dois terminais.
Elas fazem parte da História, do cinema mundial, da televisão brasileira, da música, da Economia e da Ciência, e são réplicas em tamanho real expostas no AquaRio, no Centro do Rio. Ingressos custam de R$ 10 a R$ 75.
Uma exposição de réplicas em tamanho real chegou ao Rio e promete levar diversão ao público. Montada no AquaRio, no Centro do Rio, a "Dreamland" (Terra dos Sonhos) traz estátuas do Museu de Cera Dreamland, localizado em Gramado.
Visitantes podem ver a mostra até dezembro deste ano. Os ingressos custam de R$ 10 a R$ 75. As cerca de 30 estátuas que compõem a exposição foram produzidas em ateliês na França e na Inglaterra.
Entre as obras, estão réplicas da cantora Amy Winehouse, a rainha Elizabeth II, os trapalhões Didi e Mussum, Steve Jobs, os personagens da saga Star Wars Mestre Yoda e Darth Vader, e os heróis Homem de Ferro e Wolverine.
Réplicas de animais do AquaRio também estarão expostas. A tubarão mangona Margarida – primeira espécie a chegar ao aquário – e a arcada dentária do tubarão branco-gigante, já extinto, são algumas das opções para o público.
"Apresentamos o Museu de Cera Dreamland para estimular o público a voltar sempre, porque a cada visita é possível de conhecer um aquário diferente. Quem ainda não conhece um museu de cera vai se surpreender", afirmou Marcelo Szpilman, diretor-presidente do aquário.
SERVIÇO
Endereço: Praça Muhammad Ali, Gamboa – Rio de Janeiro – RJ – Brasil Horário: todos os dias, das 10h às 18h Ingressos:
Valor do combo (AquaRio + Museu): valor do ingresso do AquaRio + R$ 15,00
Valor do ingresso avulso Museu: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Valor do ingresso do Museu de Cera para associados AquaRio: R$ 10,00
Valor do ingresso do Museu de Cera para visita escolar: R$ 10,00
Companhia aérea oficial do festival oferecerá voos extras com destino aos aeroportos Internacional Tom Jobim, do Galeão, e Santos Dumont no período do evento.
A Latam Airlines Brasil anunciou nessa quarta-feira (21/8), que será a companhia aérea oficial do Rock in Rio 2019, que acontece de 27 a 29 de setembro e de 3 a 6 de outubro na Cidade do Rock. Durante o período do Rock in Rio, a Latam pretende operar mais voos com destinos aos aeroportos do Galeão e Santos Dumont, com o objetivo de atender a demanda de viajantes com destino ao festival.
De acordo com Sabrina Salgado, gerente sênior de comunicação & marca da Latam Airlines Brasil, o apoio ao evento musical é uma das iniciativas da campanha que a empresa lançará em breve. “Teremos um espaço muito legal, próximo a área vip com ativações sob o tema ‘A música te faz viajar'”, completa a gerente.
Pesquisa
avaliou 200 bares e restaurantes da cidade; chef Alberto Landgraf foi
eleito o melhor do ano e recebeu cotação máxima para o Oteque
A
cerimônia, que foi apresentada pelo ator português Ricardo Pereira,
começou com homenagem a José Hugo Celidonio, um dos chefs mais
importantes da gastronomia brasileira e ex-colunista do GLOBO, que
morreu em setembro de 2018, aos 86 anos. Um vídeo com depoimentos de
chefs como Claude Troisgros, Felipe Bronze e Pedro de Artagão mostrou a
influência e a importância de Zé Hugo para a culinária carioca.
Marialice, que era casada com o chef, subiu ao palco para receber a
homenagem.
" O Zé Hugo foi peça importante desde a primeira
edição do prêmio, há 17 anos, que aconteceu no mezanino de seu
restaurante Clube Gourmet, em Ipanema, pois achamos que seria um evento
pequeno. Foi uma multidão, fechou a rua e a turma foi parar na Praça
Nossa Senhora da Paz", lembra a crítica Luciana Fróes. "Em todos esses
anos, é a primeira vez sem ele fisicamente. A homenagem traz Zé Hugo de
volta para perto da gente. De uma certa forma, ele está presente mais
uma vez".
Depois da homenagem, começou o Prêmio Rio Show de
Gastronomia, realizado no Pier Mauá,localizado no Centro do Rio, que
teve como grande vencedor Alberto Landgraf, que não só recebeu os cinco
garfinhos (a cotação máxima dada pelos jurados) por seu Oteque como
também foi eleito o melhor chef do ano.
- Tenho orgulho imenso em
receber esse prêmio pela segunda vez em apenas um ano e meio de
funcionamento. Já tenho 10 garfinhos! - brincou - Ainda bem que consegui
vir esse ano, porque ano passado fiquei preso na cozinha. Eu sou de São
Paulo e nem lá vi um evento desse porte, com tamanho engajamento do
público e dos chefs - disse Landgraf.
Outras casas também
entraram para o seleto time do prêmio máximo: os hors-concours Cipriani ,
Gero , Lasai , Naga e Oro também ganharam os cinco garfinhos.
Nello Cassese, chef do Cipriani, comemorou:
-
É uma grande honra receber esse prêmio pelo segundo ano consecutivo.
Significa que vencemos os desafios de cada dia na cozinha. Fico muito
feliz em representar a culinária do meu país e mostrar para os
brasileiros a verdadeira filosofia da cozinha italia.
Rogério Fasano, restaurateur do Gero, deu a receita para o sucesso.
-
Depois de tantos anos se mantendo, a gente não se acomoda. É sempre um
desafio manter o padrão. O segredo do sucesso é algum talento e trabalho
- disse Fasano.
E Felipe Bronze, chef do Oro, destacou a
importância de saber manter o espírito contemporâneo, com maturidade,
sem perder a essência:
- É um desafio se manter relevante. O
restaurante tem que fazer comida moderna, envelhecer, sem ficar velho. O
Oro fará nove anos em outubro e seguimos cada vez mais jovens no
espírito - disse Bronze.
Além dos restaurantes fora de série
condecorados com os cinco garfinhos, os jurados do Prêmio Rio Show de
Gastronomia elegeram as melhores cozinhas em suas categorias.
PREMIADOS POR CATEGORIA
1 - Chef: Alberto Landgraf 2 - Novidade: Posi Mozza e Mare 3 - Contemporâneo: Puro 4 - Francês: Olympe 5 - Italiano: Grado 6 - Português: Rancho Português 7 - Carne: Malta 8 - Japonês: Shiso 9 - Pizza: Ella Pizzaria 10 - Peixe: Satyricon 11 - Brasileiro: Sud, o Pássaro Verde 12 - Vegetariano: Naturalie Bistrô 13 - Bar: Garoa Lounge
Empresa
entra na ponte aérea com estratégia agressiva, reduz o preço das
passagens e ameaça reinado da Latam e Gol no mercado doméstico. Azul
oferece passagens a partir de R$ 99 em seus aviões Embraer E195.
A
Azul parece determinada a alterar o quadro atual da aviação brasileira,
controlada pela Latam e Gol, que detêm, juntas, cerca de 70% do mercado
nacional. Desde a quebra da Avianca, em maio, assistia-se a uma
elevação crescente do preço das passagens, além da interrupção de alguns
voos domésticos que eram operados exclusivamente pela companhia. Com a
reviravolta provocada pela Azul o negócio da aviação pode entrar num
ciclo virtuoso de competição e satisfação para o consumidor.
O
foco inicial da disputa é a ponte aérea, quarta rota doméstica com maior
movimentação no mundo – tem ocupação média de 81% entre as 20 mais
movimentadas. A ponte aérea representa 17% das viagens de negócios no
País e entre maio e junho de 2019 os preços da passagem chegaram a subir
86% em comparação com 2018. No próximo dia 29, a Azul fará seu primeiro
voo nessa rota.
“Com a gente na ponte aérea, a concorrência vai
aumentar e eles vão ter de melhorar o produto” John Rodgerson,
presidente da Azul.
Tarifas promocionais
“O duopólio
(Latam e Gol) está querendo manter Congonhas fechado. Com a gente na
ponte aérea, a concorrência vai aumentar e eles vão ter de melhorar o
produto”, disse o presidente da Azul, John Rodgerson, em conferência
telefônica com jornalistas. A empresa assumiu quinze licenças de voo
(slots) que pertenciam à Avianca e realocou outras 19 de Porto Alegre e
Curitiba. Dessa forma, ela vai oferecer 34 voos diários entre Rio e São
Paulo, um a cada 50 minutos, e utilizará cinco aviões Embraer E195 nessa
rota. Isso dará uma importante vantagem para a Azul no primeiro mês de
operação, quando a pista principal do aeroporto Santos Dumont, no Rio de
Janeiro, ficará fechada para obras de manutenção.
Por conta
disso, as aeronaves só poderão pousar na pista auxiliar. Gol e Latam,
que operam aviões Airbus e Boeing, estarão impedidas de aterrissar nessa
pista por questões de segurança e seus vôos serão desviados para o
Galeão. Em setembro, apenas os Embraer E195 da Azul, com capacidade para
118 passageiros, descerão no Santos Dumont.
Como estratégia de
entrada na ponte aérea, a Azul vai voar com tarifas promocionais a
partir de R$ 99. O menor preço disponível para o voo inaugural, porém, é
de R$ 168. Segundo levantamento da Kayak, maior ferramenta mundial de
busca de viagens, diante do anúncio das novas tarifas, o preço médio da
passagem da ponte aérea baixou 42% de um dia para o outro, de R$ 610
para R$ 354 no trecho São Paulo-Rio de Janeiro. É uma boa notícia.
Espera-se que essa vantagem não seja apenas momentânea e favoreça a vida
do consumidor daqui para frente.
Pista
principal será interditada; Aeroporto Internacional Tom Jobim, no
Galeão, faz teste para receber mais passageiros. Ele receberá 767 mil
pessoas vindas dos voos transferidos durante a obra. Isto representa um
aumento de 73% no número de passageiros que passam pelo local.
A
pista principal do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, um dos
principais do país, será fechada no próximo sábado (24) para obras. Mais
de 200 voos serão transferidos para o Galeão - os passageiros da Azul,
Gol e Latam serão afetados. Apenas a pista auxiliar, que só pode receber
aviões menores, vai continuar funcionando.
Todos os dias, quase 25 mil pessoas passam pelo Santos Dumont. A expectativa é de que a obra dure até o dia 21 de setembro.
A
Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que as empresas são
obrigadas a informar sobre mudanças de voos com até 72 horas de
antecedência e reembolsar o valor integral da passagem caso o passageiro
desista da mudança.
Como ficam os voos
LATAM: toda a operação vai para o Aeroporto Internacional Tom Jobim (RioGaleão). GOL: toda a operação vai para o Aeroporto Internacional Tom Jobim (RioGaleão).
AZUL: parte da operação permanece no Santos Dumont. Na primeira
semana de interdição (de 24 a 31 de agosto), voos para Campos, São José
dos Campos e Ribeirão Preto ficam onde estão. A partir de 1º de
setembro, aviões para Vitória entram nessa lista.
Adaptações no Galeão
O
Aeroporto do Galeão está se adaptando para receber este novo volume.
Serão 767 mil pessoas vindas dos voos transferidos durante a obra. Isto
representa um aumento de 73% no número de passageiros que passam pelo
local.
1 - CHECK-IN E SAÍDAS
Nada muda: Passageiros continuarão embarcando e desembarcando nos portões do Terminal 2.
2 - ACESSO AO GALEÃO PARA QUEM VAI EMBARCAR
Carro particular, de aplicativo ou táxi: é permitido parar momentaneamente no Terminal 2 para saltar.
Ônibus e micro-ônibus de turismo e vans: obrigatório parar no
Terminal 1. Neste caso, os grupos terão de ir andando até o Terminal 2.
3 - PARA SAIR DO AEROPORTO
Carro particular: obrigatório parar no estacionamento, seja no Terminal 2 ou no 1 (mais barato). Uber e afins: também será preciso ir ao estacionamento do Terminal 2. Uma passarela foi construída para facilitar o acesso. Táxis: Apenas os amarelinhos cadastrados - e os executivos de cooperativas - poderão pegar os passageiros nas saídas.
A restrição de acesso para ônibus de turismo, micro-ônibus e vans preocupa guias de turismo, que temem desencontros.
“A
gente não está falando aqui duas, três ou quatro pessoas. Nós estamos
falando de grupos de 30, 40, 50 pessoas. Isso não está claro. É uma
distância grande. A gente está falando algo acima de um quilômetro e
meio, dois quilômetros de caminhada”, disse uma profissional.
Para esta demanda, o Galeão afirmou que vai oferecer carrinhos elétricos para levar as pessoas de um terminal ao outro.
Essas
mudanças no funcionamento do Aeroporto Internacional já começam nesta
segunda-feira (19), como um teste antes da transferência de voos.
Planejamento é fundamental
Os
dois aeroportos ficam a uma distância de quase 20 quilômetros. De
carro, no horário de rush, o percurso pode levar de 30 minutos a mais de
uma hora.
“O primeiro e mais importante é o dever de informação
da companhia aérea sobre as alterações de voo com o consumidor. Essa
informação tem que ser prestada com até 72 horas de antecedência. Caso
não seja respeitado o prazo, ou caso a alteração do horário de partida
ou de chegada supere em 30 minutos nos voos domésticos ou uma hora no
voo internacional, o consumidor pode solicitar reacomodação para outro
voo ou reembolso integral do bilhete aéreo”, explicou Henrique Rocha
Pereira das Neves, chefe do departamento jurídico do Procon.
Além
desse direito, o Procon afirma que as companhias aéreas garantiram que
vão facilitar o trajeto se esse aviso não for dado com as 72 horas de
antecedência.
“Os consumidores que comparecerem ao aeroporto por
falta de informação e o voo for em outro aeroporto terão direito a
traslado, seja por voucher de táxi, seja por meio de ônibus também”,
destacou Neves. Galeão afirmou que vai oferecer carrinhos elétricos
para levar as pessoas de um terminal ao outro — Foto: Reprodução/ TV
Globo Galeão afirmou que vai oferecer carrinhos elétricos para levar as
pessoas de um terminal ao outro — Foto: Reprodução/ TV Globo
Galeão afirmou que vai oferecer carrinhos elétricos para levar as pessoas de um terminal ao outro — Foto: Reprodução/ TV Globo
Orientações
Pelas
redes sociais, os aeroportos já passam informações sobre as mudanças.
No Galeão, os funcionários foram treinados para passar as informações.
“É
importante que o passageiro siga as informações dadas pela companhia
aérea. Chegar no aeroporto com pelo menos duas horas de antecedência no
caso de voos domésticos e pelo menos três horas se for um voo
internacional. Se ele respeitar esses horários, ele não vai ter grandes
problemas”, destacou Simone Mendonça, gerente de operações do Galeão.
A Infraero afirma que todas as mudanças foram planejadas e todas as companhias aéreas têm conhecimento das alterações.
A
Latam afirmou que vai oferecer transporte terrestre entre os dois
aeroportos e, caso o cliente deseje, pode pedir o reembolso. A Gol disse
o mesmo e destacou que as passagens aéreas com partida e destino no
Aeroporto Santos Dumont já estão suspensas. A Azul informou que
disponibiliza a opção de remarcação do voo para outro dia ou reembolso
integral.
As
escolas de samba desse grupo irão apresentar mais uma vez homenagens,
questões sociais e temas ligados a criação de cidades estão entre os
temas escolhidos. Escolas desfilam nos dias 23 e 24 de fevereiro, na
Sapucaí.
Questões sociais, como diversidade e intolerância,
principalmente religiosa, assim como temas ligados à vida nas cidades
estão na pauta do dia, ou melhor, tomam conta dos enredos das escolas de
samba do Grupo Especial para o carnaval de 2020, no Rio.
Confira todos os enredos:
1 - Estácio de Sá
Campeã
da Série A em 2019, a Estácio vai levar para a avenida o enredo
“Pedra”, da carnavalesca Rosa Magalhães, que estreia na escola. Rosa vai
falar da beleza sólida do material que é a base do planeta Terra e dos
caminhos trilhados por nossos ancestrais: da exploração das pedras
preciosas das Minas Gerais, passando pelas pedras citadas na literatura,
à lasca de pedra mais famosa do mundo coletada da lua pelos astronautas
da Apollo 11.
2 - Unidos do Viradouro
Com o enredo
“Viradouro de alma lavada”, os carnavalescos Tarcísio Zanon e Marcus
Ferreira vão contar a história, cultura e tradição do grupo musical
Ganhadeiras de Itapuã, que surgiu dos cantos, danças e crenças das
lavadeiras do litoral baiano.
3 - Estação Primeira de Mangueira
A
campeã do carnaval de 2019 vai pisar na Sapucaí com mais um enredo para
levar o público à reflexão. Com “A verdade vos fará livre”, o
carnavalesco Leandro Vieira vai tratar da volta de Jesus Cristo à Terra e
vai se identificar e se irmanar com os mais pobres, como os moradores
de favelas, que sofrem com todo tipo de preconceito, principalmente o
religioso, e com a intolerância.
4 - Paraíso do Tuiuti
O
carnavalesco João Vitor Araújo vai promover um encontro entre São
Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro e o rei Sebastião I, de Portugal -
o jovem monarca que morreu em batalha no norte da África e que deu
origem a lendas no Maranhão - em “O Santo e o rei: encantarias de
Sebastião”. A Tuiuti vai manter seu espírito crítico no enredo que fará
relação com a situação atual do país.
5 - Acadêmicos do Grande Rio
Gabriel
Haddad e Leonardo Bora vão estrear no Grupo Especial, assinando “Tata
Londirá: o canto do caboclo no quilombo de Caxias”. O enredo vai contar a
história do baiano Joãozinho da Gomeia, babalorixá do candomblé, que se
estabeleceu em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ganhou fama no
país e recebeu em seu terreiro artistas, embaixadores, políticos, como
Getúlio Vargas.
6 - União da Ilha do Governador
A dupla
Fran Sérgio e Cahê Rodrigues, apoiados pelo atual diretor de carnaval
Laíla, lançou o enredo “Nas encruzilhadas da vida, entre becos, ruas e
vielas, a sorte está lançada: Salve-se quem puder!”, sem apresentar
sinopse. Uma inovação para deixar os compositores mais livres para criar
o samba do carnaval de 2020.
7 - Portela
Com “Guajupiá,
terra sem males”, a dupla Renato e Márcia Lage vai contar a história dos
índios que viviam no Rio de Janeiro bem antes da chegada dos
colonizadores portugueses. E lembra hábitos, cultura, tradição,
religião, política e vida social dos tupinambás.
8 - São Clemente
Com
a irreverência e crítica bem-humorada que lhe é peculiar, a São
Clemente vai apresentar “O conto do vigário”, de Jorge Silveira. A
escola vai desfiar as histórias de malandragem e falcatruas da nossa
história, que começa com a cobiça pelo ouro das Minas Gerais. E tem como
ponto de partida: a imagem de uma santa, um burro e um vigário e a
disputa pela imagem por duas paróquias.
9 - Unidos de Vila Isabel
Em
“Gigante pela própria natureza: Jaçanã e um índio chamado Brasil”, o
carnavalesco Edson Pereira vai abordar a história de Brasília, a capital
do país. A história vai ganhar ares de mitologia, com a criação da
cidade sendo transformada numa lenda indígena. No enredo, Brasília nasce
para levar esperança aos povos que habitam as vastas terras onde também
vive o indiozinho Brasil.
10 - Acadêmicos do Salgueiro
O
carnavalesco Alex de Souza vai fazer a vermelho e branco da Tijuca
cantar a vida e obra de Benjamin de Oliveira, o primeiro palhaço negro
do Brasil, com o enredo “O rei negro do picadeiro”. Assim, a escola
mantém a característica de defender enredos com temática negra. Caso
estivesse vivo, o artista que foi ator, diretor, autor, produtor,
dançarino, compositor e cantor, completaria 150 anos de idade em 2020.
11 - Unidos da Tijuca
A
azul e amarelo da Tijuca tem de volta o carnavalesco Paulo Barros, que
preparou para o próximo carnaval o enredo "Onde moram os sonhos", que
tem como tema arquitetura e urbanismo. A escola vai falar das belezas
naturais e as produzidas pela mão do homem na Cidade Maravilhosa. Barros
vai aproveitar ainda que o Rio será, pela primeira vez, a sede do
Congresso Mundial de Arquitetos, em 2020.
12 - Mocidade Independente de Padre Miguel
A
escola vai homenagear a cantora Elza Soares, uma de suas torcedoras
mais ilustres com o enredo “Elza deusa Soares”, de Jack Vasconcelos. A
história e trajetória da artista desde que ela surgiu no cenário musical
no show de calouros do apresentador e compositor Ary Barroso, nos anos
1950.
13 - Beija-Flor de Nilópolis
Os carnavalescos
Alexandre Louzada e Cid Carvalho prepararam para a Beija-Flor o enredo
“Se essa rua fosse minha”, que versa sobre os caminhos mágico trilhados
pelo mundo. Vai contar mais histórias de rumos, rotas, trajetórias,
caminhos e estradas por onde a humanidade passou até a rua mais
importante do carnaval carioca: a Marquês de Sapucaí, passarela de
samba, sonho e encantamento.
Antes
de traçar o seu roteiro, preparar suas férias, dê uma olhada nessas
dicas formuladas por especialistasque serão fatores que irão determinar o
sucesso de suas férias.
Olhar o calendário de forma estratégica,
levando em consideração fatores climáticos e culturais, pode fazer sua
viagem mais rentável, com experiências mais completas e menos
imprevistos. No entanto, dependendo do destino escolhido, não tem para
onde correr: a alta temporada é a melhor decisão. Mas é preciso analisar
caso a caso.
Para quem tem em mente o Sul, por exemplo, há um
horizonte maior do que os meses de frio, a alta temporada na região.
Principalmente para as cidades que compõem a rota do vinho, como Bento
Gonçalves e Garibaldi. Coordenadora do mestrado e doutorado em
hospitalidade do curso de turismo da Universidade Anhembi Morumbi (SP),
Elizabeth Wada explica que fevereiro e março devem entrar no radar do
turista.
“Logicamente que quem quer ver o Natal Luz de Gramado,
com aqueles desfiles temáticos, precisa ir para o Sul no calendário de
shows e carros alegóricos, em dezembro. Mas o final do verão pode ser
uma boa na Rota dos Vinhos, justamente porque é quando o turista
consegue assistir à colheita, passando pela produção, até consumir a
bebida. Fora desse período, ele passa pelas vinícolas, faz degustação,
mas não tem a experiência completa da época da colheita. Além disso, é
bom pensar num roteiro complementar, já que é possível fazer a Rota dos
Vinhos, juntamente com Gramado e Canela, numa viagem só”, ensina.
O
final do verão também traz dois trunfos: o fluxo menor de turistas e a
vantagem de que atrações invernais - como o parque de neve para esqui
Snowland, o parque de miniaturas Mini Mundo e a Vila do Papai Noel -
funcionam o ano todo.
Wada salienta, no entanto, que seguir o
calendário tradicional pode ser a melhor opção quando o destino é o frio
de Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira, a 184 km da capital
paulista. “O Festival de Inverno, entre junho e julho, de fato na alta
temporada, reforça toda a vocação turística e hoteleira da cidade,
sobretudo para quem gosta de música clássica. Com a vantagem de que o
acesso rodoviário facilita a ida de quem mora em cidades vizinhas ou só
quer passar um dia na cidade e almoçar”, diz.
Já para as praias
do Nordeste, o fator clima, de fato, fala mais alto. Professora de
planejamento do turismo da Unesp, Renata Maria Ribeiro lembra que, no
verão, por questões climáticas, o mar é mais translúcido - como nas
fotos que servem de chamariz para o turismo local e fazem dos meses de
dezembro e janeiro os mais bombados.
“No inverno, esse efeito do
mar só é alcançado com a sorte da maré baixa - que também precisa se
fazer presente para os passeios nas piscinas naturais de Maragogi, no
litoral norte de Alagoas e a 125 km de Maceió. Nas praias de Porto
Seguro, na Bahia, como Caraíva, as chuvas invernais ou do fim do verão
podem dificultar a chegada do turista, principalmente se ele fizer o
percurso de carro, por conta da condição que fica a estrada”, adverte.
“A
instabilidade climática fora do verão, com chuvas e ventos fortes, às
vezes impossibilita alguns passeios, como os de corais (em Trancoso fica
o Parque Marinho Recife de Fora, que depende das condições do mar e da
maré, e nem sempre está disponível)”, acrescenta.
Ribeiro, no
entanto, faz um mea culpa com o inverno e outono: “As temperaturas ficam
mais amenas, há turistas que preferem, e que ainda assim são propícias
para curtir o Santuário Ecológico de Pipa, em Tibau do Sul, no Rio
Grande do Norte, e o parque aquático Beach Park, em Aquiraz, no Ceará”,
exemplifica.
Elizabeth Wada concorda que, de fato, vento e maré
são problemáticos para os turistas do Nordeste: “O clima não vai mudar
porque você está lá, certo? É preciso entender isso. Julho é uma ótima
alternativa, porque é mais agradável para as pessoas do centro sul que
não gostam de encarar aquele calor elevado. Além disso, os preços ficam
mais acessíveis e o turista não se depara com aquelas jangadas lotadas”.
Já
antes de ir ao Amazonas, lembra Renata Maria Ribeiro, é preciso
entender que é uma região perto da Linha do Equador. “De junho a
novembro, lá, é verão amazônico. É um contrafluxo, ao contrário do que
temos no Nordeste. O destaque turístico na região é Alter do Chão, em
Santarém, no Pará, à margem direita do Rio Tapajós. É uma praia de água
doce, com água mais escura do que a salgada, mas com bancos de areia. No
verão amazônico, a Ilha do Mar fica aparente e funciona como praia.
Depois de novembro, começa o inverno amazônico, chove, o rio sobe e a
praia desaparece”.
Conhecido como Caribe da Amazônia, Alter do Chão une floresta e rio num só lugar