sexta-feira, 6 de março de 2015

Curitiba é única cidade limpa no país

Nem Porto Alegre, nem Florianópolis, nem São Paulo, foram listadas como aquelas capitais que fazem bem para a saúde de seus habitantes.Será que o Rio conseguirá alguma coisa até os Jogos de 2016, em meio ao caos que junta sujeira, violência e belezas naturais?
  



Nos seus 450 anos de fundação, a cidade do Rio de Janeiro passa longe do quesito limpeza,

como mostra um blog especializado no assunto (blog Hassle.com), que apontou Curitiba, como a única cidade brasileira que responde a todos os itens necessários que a elevaram ao título de Cidade Limpa da América do Sul. Ou seja, apenas uma cidade brasileira, entre tantas outras que chamam atenção principalmente por suas belezas naturais.  O blog aponta que a capital paranaense, de 1.764.540 habitantes, tem 1,5 milhão de árvores plantadas em seu centro urbano; sem contar a educação de governo e povo em relação ao meio ambiente.

Depois de Curitiba, a única cidade deste lado do Equador, apontada pela limpeza e higiene, está Bogotá (Colômbia), com 7.878.783 habitantes. Nenhuma outra mais. Vamos à relação por continentes:

Europa

Inglaterra: Birminghan, com 1.092.330 habitantes ( essa primeira, conseguiu atingir índices baxíssimos de CO2), e Nottinghan, com 303.300 habitantes;

Suécia : Estocolomo, tendo 909.976 habitantes;

Holanda: Amsterdam - 813.562 habitantes;

Noruega: Oslo - 634.463 habitantes;

Finlândia: Helsinki - 623.863 habitantes;

Dinamarca: Copenhagen - 579.513 habitantes;

Suíça: Zurich - 383.708 habitantes; e Berna - 128.948 habitantes.

América do Norte

Estados Unidos: Chicago - 2.719.000 habitantes; Austin - 885.400 habitantes; Portland - 609.456 habitantes; Mineápolis - 382.578 habitantes; e Honolulu, no Havaí - 390.738 habitantes;

Canadá: Toronto - 2.615.060 habitantes; Calgary - 1.096.833 habitantes; Othawa - 883.391 habitantes; Vancouver - 603.502 habitantes.

Ásia

Japão: Tóquio - 13.350.000 habitantes; Kobe - 1.545.410 habitantes;

Índia: Nova Déli - 11.007.835 habitantes ( essa é uma cidade que questionamos profundamente, devido a confusão do trânsito, poluição e sujeira nas ruas);

Singapura - 5.469.700;

África

Marrocos: Iframe - 40.104 habitantes;

Oceania

Austrália: Sidney - 4.757.083; Adelaide - 1.291.666;

Nova Zelândia: Wellington - 393.600.

Tem muita vontade de comer? Não se desespere

Escolhemos alternativa que controle suas compulsões com alimentos naturais.
 

 
Para você que busca manter uma alimentação mais saudável e natural, livrando-se daquelas delícias que tanto fazem mal ao organismo, confira as dicas passadas por especialistas para enganar a vontade de comer doces, frituras e gordura com produtos naturais. Acompanhe as dicas a seguir, junto os minerais correspondentes e necessários à sua saúde:

1 - Se você tem vontade de comer chocolate: coma proteína animal ou vegetal (necessidade de magnésio).

2 - Comidas açucaradas e doces: brócolis, uva e frango (cromo); frutas secas (carbono); proteína animal ou vegetal (fósforo); uva passa, espinafre e batata doce (tripofano); mirtilos, couve-flor, brócolis e repolho (enxofre).

3 - Vontade de pão, torrada e macarrão:  carne, peixe, feijão e castanha (nitrogênio).

4 - Comidas gordurosas: brócolis e vegetais de folhas verde-escuras (cálcio).

5 - Vontade de comida salgada: peixe (cloro).

6 - Compulsão por qualquer alimento: castanhas, sementes e grãos integrais (silício); uva passa, espinafre e batata doce (tripofano) e frutas cítricas (tirosina).

Trabalhando essa sua compulsão alimentar com a necessidade de recompor sais e minerais, fazendo a troca certa, garantem especialistas, os resultados serão bem mais atraentes e sua silhueta e autoestima irão agradecer bastante.

Quer continuar magra? Pare de fazer dietas

E quer emagrecer também? Pare de fazer dietas. É o que aconselha a nutricionista Sophie Deram, 50, francesa e naturalizada brasileira, em seu livro "O peso das dietas" (editora Sensus), lançado em dezembro do ano passado, em São Paulo. Doutora em endocrinologia e pesquisadora da USP, ela é contra regimes restritivos. Baseia-se em estudos que demonstram que eles podem até funcionar no começo, mas cerca de 95% das pessoas voltam ao peso inicial.
  


Isso acontece, segundo ela, porque o cérebro entende essa mudança repentina na alimentação como um perigo e se adapta para reter mais gordura. "A dieta estraga o cérebro", diz ela. A seguir, trechos da sua entrevista à Folha.

Folha - Por que a sra. defende gordura e é contra as dietas?

Sophie Deram - Sempre achei sem noção essa guerra contra a gordura. Ela sempre fez parte da minha vida. Claro que sem exagero, mas, na França, comia manteiga de manhã, queijo, foie gras.
Quando me mudei para o Brasil, fui trabalhar com genética e obesidade infantil. Fiz doutorado e percebi que as crianças obesas, mesmo com a maior vontade do mundo, não conseguiam emagrecer quando tinham um problema de comportamento alimentar. O que me assustou foi ver que 95% das pacientes com transtorno alimentar tinham começado fazendo dieta. A dieta estraga o cérebro.

Como nutricionista, a sra. nunca prescreveu dietas?

Nunca consegui fazer isso. Como poderia para falar para alguém: "Amanhã, ao meio-dia, coma duas colheres de arroz". Quem sou eu para saber a fome que ela terá amanhã no almoço?
Fiz pesquisas de genética do transtorno alimentar, coordenando no Hospital das Clínicas o banco de DNA dos pacientes que têm transtornos alimentares. O que controla o nosso peso é o nosso cérebro. Ele controla nossas emoções, a fome, a saciedade. Às vezes, a gente come sem controlar, sem planejar.

O que acontece com o cérebro quando fazemos dieta?

Nós assustamos o cérebro. Ele reconhece a dieta como um perigo e desenvolve mecanismos de proteção. Cerca de 95% das pessoas que fazem dieta voltam a engordar, às vezes até mais.
Estudos com gêmeos idênticos mostram que o gêmeo que faz dieta é mais gordo do que o gêmeo que não fez. A ciência já demonstrou que fazer dieta engorda. E o que normalmente mandam o obeso fazer? Fechar a boca e malhar. São duas ações que aumentam o apetite.
As dietas têm risco em potencial de fazer a pessoa desenvolver transtornos alimentares. É claro que não acontecerá com todos. Aí entra a genética. Estudos mostraram que, se você tem determinado gene, há mais risco de desenvolver bulimia se fizer uma dieta. Esse gene está em 30% da população.

Mas dietas são passadas por médicos e nutricionistas...

Sim. Mas eles não conseguem mudar a cabeça. Isso é que foi ensinado pra gente. Eu aprendi que o peso é resultado daquilo que você come menos aquilo que você gasta. Não concordo com essa simplificação do peso. Claro que é importante não comer demais, não liberar tudo.
Quem fez muita dieta vai comer muito. É uma adaptação do cérebro. Quanto mais você faz dieta, mais apetite você vai ter. E esse aumento do apetite permanece por pelo menos um ano depois da dieta. Você vai engordar porque o corpo quer proteger você de uma próxima escassez.

Essas dietas que cortam carboidratos e contam calorias, são inúteis a longo prazo?

Inúteis eu nunca vou falar porque sou cientista. O que eu estou dizendo é que, fazer esse tipo de dieta te coloca em risco de engordar, de desenvolver transtorno alimentar. Isso é uma bomba, especialmente para os nossos jovens em crescimento. Mães que têm medo que a criança engorde tentam restringir [a comida]. Isso a leva comer escondido, mesmo sem fome ou a comer sem limite.

Como os pais devem agir?

O trabalho dos pais é oferecer comida de qualidade. Em casa, tenha uma rotina, cozinhe. Não precisa proibir doces, por exemplo, mas que o consumo seja ocasional. Não entupa seu filho de refrigerante no almoço, a melhor bebida que existe é água.
É a primeira coisa que eu negocio com as crianças: diminuir sucos e refrigerantes e beber mais água. Eles me olham e dizem: "Ahhh, vai ser horrível!" Depois voltam muito felizes pra me contar: "Eu consegui beber água".
É impressionante, mas tem crianças bebendo mais de um litro de suco por dia.

A questão é que, para muitos pais que trabalham fora, fica difícil essa rotina de cozinhar, fazer sucos naturais...

Não precisa cozinhar coisas complicadas. É possível fazer um jantar em 15, 20 minutos. O negócio é se organizar para não acontecer de chegar em casa cansado, com fome, e não ter nada na geladeira.
O que vai fazer? Vai pedir comida ou sair para comer um lanche rápido. Quanto mais você conseguir incluir alimentos da natureza, para quais o nosso corpo foi programado, melhor.

É comum alguns alimentos, serem demonizados e outros endeusados. Há interesses comerciais nesse jogo?

Não existe um alimento que vai salvar a sua vida. Nosso corpo precisa de variedade, de qualidade. Nosso cérebro está aqui procurando o melhor bem-estar possível. Mas se a gente o agride o tempo todo, ele precisa se defender ganhando gordura. A gordura nos salvava nas cavernas. Nosso cérebro pensa que gordura é proteção.

Gordura então faz bem?

Não estou dizendo para as pessoas se entupirem de gordura. Mas não deveríamos demonizá-la. Isso foi um dos maiores erros da nutrição. A gordura foi demonizada por estudos que associavam seu consumo a uma maior incidência de doenças cardiovasculares. Hoje a gente vê que foram estudos malfeitos. A partir disso, o mundo começou uma guerra contra a gordura. E a indústria se adaptou a isso. Não acredito em conspirações da indústria. Ela precisa vender. E o que você coloca para substituir a gordura? Açúcar, carboidrato. O excesso de carboidrato aumenta o risco de doenças cardiovasculares.

Você acredita que as pessoas estejam com medo de comer?

Sim, as pessoas estão assustadas. Eu sempre digo: pare de pensar, não precisa ser uma nutricionista para comer bem. Volte a lembrar do seu avô. Ele não se pesava, comia café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar, e ele estava bem.

Mas no passado as pessoas eram mais ativas, não?

Acho que elas tinham menos estresse. Muitas pessoas fazem academia hoje e nem por isso estão mais magras. Você precisa ser ativo, andar a pé, de bicicleta. Para muitas pessoas, academia é uma tortura. Atividade física tem que ser prazerosa, não é para ser difícil e só ser feita se tiver muita força de vontade.

Qual o seu principal conselho para quem busca perder peso?

A pessoa precisa se perguntar por que quer perder peso. Se é porque acha que ser magro é mais bonito, deve pensar que isso pode ser contra a sua genética. Tenho pacientes que começaram dietas querendo perder três quilos e, 20 anos depois, estavam com 20 kg a mais.
Se for pra resolver um problema de saúde, resolva, mas vá atrás de saber o que fez você engordar. Faça as pazes com você. Esse é um exemplo fantástico aos nossos filhos para que eles não tenham que viver a guerra com a comida que a gente vive agora.

Mulher: será que existe idade certa para cortar os cabelos?

Há muito tempo as mulheres acham que o comprimento dos fios deve diminuir à medida que a idade aumenta. Mas, segundo cabeleireiros considerados ‘top’, não há fundamento nessa teoria e eles dão dicas para manter os cabelos lindos, leves e soltos. A moda agora entre artistas internacionais é o "Long Bob". Veja essa reportagem do Estadão.
   


Comprido, médio ou curto? Não adianta: tem uma hora na vida da mulher em que essa dúvida invariavelmente bate à porta. Essa e tantas outras: será que estou velha demais para ter o cabelo comprido? Fios longos envelhecem? Os curtos evidenciam o que se quer esconder? As respostas são muitas e variam para cada mulher. Mas uma coisa é certa e os cabeleireiros mais 'hypados' do mundo concordam: cabelos compridos, retos, lisos e sem corte têm, sim, data de validade. Fios muito retos e sem movimento evidenciam marcas da idade. Pior ainda se não estiverem bem tratados e opacos. No fim das contas, tudo depende de um bom corte e dos cuidados com brilho e hidratação.

“Concordo que os cabelos não devem ser muito longos a partir de uma certa idade, porém, hoje, 50 anos são os novos 40 e assim por diante”, diz Ulisses SJ, cabeleireiro do salão Blend, em São Paulo. “Assim como em qualquer idade, é importante levar alguns princípios em consideração na hora de escolher um bom corte”, afirma. “Descarto a teoria de que mulheres mais velhas não podem usar cabelos compridos”, diz o cabeleireiro Marcelo Brito, do Studio Tez, em São Paulo. Eles lembram algumas regrinhas básicas para a mulher que já passou dos 40:
  


A regra de ouro quando se vai cortar o cabelo é respeitar o formato do rosto e a estatura de cada um. Rostos quadrados e ovais ficam bem com todos os tipos de cortes, desde fios assimétricos até um 'Chanel'. Já os arredondados pedem um corte desfiado, com volume. “Se você tiver os traços bem delicados, não tenha medo do 'Pixie', aquele corte Joãozinho, que mostra bem o rosto”, diz Marcelo Brito. Quem tem rosto triangular deve evitar os fios curtos demais e em muitas camadas. “Uma opção é investir em um corte mais curto na parte de trás e com mechas mais compridas na frente, que dá equilíbrio ao rosto”.

Tudo é uma questão de biotipo: “Há mulheres que, apesar da idade, possuem traços que ficam super bem mesmo com fios longos. Sarah Jessica Parker é uma delas. A perfeita combinação entre cor, corte e ondas fazem de seu longo cabelo um sucesso”, diz Ulisses SJ. Mulheres esguias ficam super bem com este look.

Os fios precisam estar sempre bem cortados, de preferência em camadas ou repicados para dar leveza, com a coloração em dia (por conta dos fios brancos) e hidratado. Com a química, o cabelo tende a ficar danificado.

O 'long bob' aderido no passado por Luiza Brunet, na altura do colo e com contornos leves que começam numa franja a partir da ponta do nariz, é ultra rejuvenescedor. “A morenice de Brunet também desmente a máxima de que a mulher não envelhece , fica loira '', brinca Ulisses.
  

Franja sempre tem um lugar de destaque também em mulheres acima de 40, pois além de deixar o rosto mais leve, também promove um ar mais jovial. A franja diagonal dá um ar de sofisticação.

Por fim, não é verdade que fios curtos podem evidenciar tudo o que se esconder nessa fase da vida, ou seja, pés-de-galinha, flacidez no colo e pescoço, perda de contorno do rosto, lábios mais finos... “Na verdade, um bom corte, com variadas formas e volumes, ajuda a dar verticalidade para mulher”, ensina Marcelo Britto. “Ele tira a atenção do rosto, pescoço ou olheiras, valorizando os traços e formatos de cada uma”.

Dia Internacional da Mulher - Uma dica: vamos festejar com muito espumante

Mas, antes, veja essa reportagem do Globo que dá uma passeio pelas regiões produtoras dos melhores espumantes brasileiros.
  


Ninguém nega: os vinhos do Brasil são os espumantes, caracterizados pela alegria e autenticidade dos brasileiros. Nos arredores do Vale dos Vinhedos, quatro vinícolas, de médio e grande porte, oferecem experiências que imprimem a autenticidade do produto.

A caminho de Faria Lemos, a Dal Pizzol é um tipo de parque temático habitado por espécies de plantas e animais. Na entrada, o Museu da Cultura do Vinho ocupa uma sala climatizada onde os proprietários guardam verdadeiras relíquias da vitivinicultura, como a garrafa da primeira safra da casa (1978), saca-rolhas de 1930, funil de 1910, ebuliômetro de 1920, ânforas e moinhos de 1880. Até o vinho comemorativo da Revolução Francesa está guardado numa prateleira.

Autor do livro “A história do vinho gaúcho”, Ronaldo Dal Pizzol é o anfitrião que, ao lado do irmão Antônio e do enólogo Dirceu Scottá, recebe o turista, empunhando uma taça de espumante Dal Pizzol Brut Charmat. A produção é tímida, 300 garrafas por ano. Mas só a produção. Do lado de fora, numa área de 80 mil metros quadrados, o projeto inédito no Brasil, Vinhedo do Mundo, reúne mais de 500 variedades de uvas de todo o planeta.

Uvas: 500 variedades para saborear

Os vinhedos estão dispostos em espaldeiras (sempre de norte a sul, para a exposição plena das uvas ao sol). No almoço, servido no Ristorante Enoteca Dal Pizzol, o bom e velho churrasco gaúcho é preparado pelas mãos do chef Avelino Enderle. Acompanha batata inglesa, coberta por pasta de queijo parmesão e cheddar com orégano, penne a la pena ou spaghetti ao funghi. Em seguida, filé grelhado ao molho de vinho tinto ou pesto. A sobremesa, de comer rezando, é uma mousse de uva. Tudo isso sai por R$ 130.

A 30 minutos dali, em Pinto Bandeira, a Cave Geisse oferece um dos melhores espumantes do Brasil, o Geisse Brut (método tradicional). A espuma que explode dá lugar a um creme borbulhante. O enólogo e um dos filhos do proprietário, Daniel Geisse, conta a história da vinícola, de 1975, e mostra as cavas (cavernas onde acontece a formação lenta de gás, de quatro a seis meses).

Daniel informa que a região, de origem vulcânica, solo repleto de basalto que cria bolsões de água, favorável à produção de uvas com baixo teor de açúcar e alta acidez, está prestes a obter a Denominação de Origem, como o Vale dos Vinhedos. Lá também é possível degustar o vinho base, fruto da primeira fermentação, que, no futuro, será um espumante.

A Geisse usa leveduras indígenas, ou seja, naquele vinhedo não tem fungicidas. Um microterroir para espumantes de alto nível, o que agradou gente graúda do setor, como o sommelier do D.O.M., João Pichetti. Há três anos, acrescentou à carta do restaurante de Alex Atala o Cave Geisse Brut (2012) e o Geisse Extra Brut (2011), este último, com edição limitada.

O giro pelas videiras é uma aventura à parte. O visitante vai de 4x4 até uma cachoeira, onde é servido outro Geisse Brut. Prepare-se para sacudir, o caminho é pedregoso. Na volta, parada no mirante para apreciar a vista dos 88 hectares, de onde sai a matéria-prima para a produção das 230 mil garrafas por ano. Dura até 1h30m e sai a R$ 70.

Um galpão com garrafas fermentando é o início da odisseia de sucesso da maioria das pessoas ligadas à vitivinicultura na Serra Gaúcha. Distante 15 minutos de Bento Gonçalves, na cidade de Garibaldi, um novo complexo turístico, inaugurado em dezembro, exibe 45 pipas desativadas, lamparinas em garrafões e muitos rótulos, fruto da cooperativa que contempla 370 famílias produtoras de vinhos de mesa, finos e sucos de uva. No setor de degustação, a visitação com provas é gratuita.

A Salton é a maior e mais impressionante vinícola da Serra Gaúcha, localizada no Vale Rio das Antas. A sommelier Mônica Coletti, eleita a melhor de Bento Gonçalves em 2014, guia a visitação, com lamparina, pelas cavas da fábrica, a 8m de profundidade. O local é escuro e climatizado naturalmente. O trajeto tem anjos iluminados nas paredes e som ambiente, herança da cultura celta adotada pelos fundadores da vinícola, desde a sua fundação em 1910. O que mais chama a atenção é a beleza da Cave da Evolução, onde prateleiras de vidro guardam preciosidades, como as garrafas do vinho tinto seco Talento servido aos papas Bento XVI (safra 2004) e Francisco (safra 2007), durante suas respectivas visitas ao país.

Os números impressionam: oito milhões de espumantes por ano, 45% da produção no país. A Salton permeou sua vinícola não só com cifras e safras fartas, mas com a história que torna este programa marcante. Nas passarelas sobre a fábrica, é possível conhecer todas as etapas da elaboração de um vinho: da chegada da matéria-prima ao engarrafamento.

Os 100 melhores

Na Serra Gaúcha, a receita para o que ainda resta do verão é se encher de brancos, espumantes e rosés. Com o dólar em alta, não favorável à importação, os vinhos nacionais têm sua chance de ouro. A Copa do Mundo despertou o interesse dos outros países pelo produto brasileiro. No Sul, encontramos rótulos de pequenos e grandes produtores que engordam as estatísticas. O Brasil está na 15ª posição em termos de produção, segundo a Organização Internacional do Vinho (OIV), e no 37º lugar, em consumo.

Na Garibaldi, o enólogo Maiquel Vignatti sugere uma sequência iniciada com o frisante (gaseificado) Relax: um demi sec leve, refrescante, com as uvas brancas trebbiano, riesling e moscato. “Uma das grandes apostas da vitivinicultura brasileira”, segundo o enólogo. O vinho branco Giuseppe Garibaldi (chardonnay pelo método charmat) prepara as papilas para o brut Pedrucci, método tradicional — no balde de gelo por 30 minutos, vai tinindo.

O tinto Chalet tem variedades de cabernet sauvignon e merlot, com leve passagem pela

barrica de carvalho: cor rubi transparente, uma marca da Garibaldi. Já o Don Laurindo é da uva francesa tannat, cultivada dentro do Vale dos Vinhedos, e apresenta aroma de vinho europeu, varietal com passagem por carvalho. O Acordes foi grata surpresa: chardonnay safra 2012, vem de Monte Belo do Sul, a região mais alta do Vale. A uva amadurece antes das outras, são perfeitas para espumantes. Observação imprescindível: o espumante Moscatel da Garibaldi ficou entre os cem melhores do mundo em 2014, segundo a Associação Mundial de Jornalistas e Escritores de Vinhos e Licores (WAWWJ).

A Dal Pizzol ainda esbanja talento na hora de oferecer variedades, e a sommelier e jornalista Silvia M. Rosa, do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), lista rótulos da microrregião de Flores da Cunha. Um incrível e incorpado
gewürztraminer (branco, alemão) abre os trabalhos para um Casa Venturini, chardonnay com passagem significativa em madeira, de boa mineralidade. Não economize nos goles: só é possível associar aroma e sabor se o primeiro for generoso.

O Aracuri é um pinot noir de Campos de Cima da Serra, saindo da Serra Gaúcha para Santa Catarina, região mais alta, favorável a esta uva, que não resiste ao calor, como ocorre na Borgonha, França. A Dal Pizzol tem seu próprio pinot noir, que acabou de nascer. O Perini reúne variedades como ancellota, tannat, merlot e cabernet sauvignon, de cor mais densa por conta do repouso em carvalho por seis anos. Um “vinhão” com história para contar, ideal para a língua sentir os taninos. Atenção, vinho é taninoso, não tânico. Por fim, um rosé brut de Caxias do Sul,
método charmat: o Quinta Don Bonifácio.

Na Salton, inicie com o espumante da linha Gerações, que foi produzido para o aniversário de 100 anos da casa, em 2010. São quatro anos de autólise e apenas 13 mil garrafas. Siga com o Séptimo (sete mil garrafas), que leva sete tipos de uvas: tannat, ancellota, merlot, cabernet franc e cabernet sauvignon, marselan e teroldego.

 

Outro espumante é o Reserva Ouro, um charmat longo, 12 meses em contato com a levedura. O Talento (aquele servido aos papas) tem variedades de tannat, cabernet sauvignon e merlot. Encerre com o Brandy, destilado de uvas finas aromáticas, coloração amarela e aroma de ameixa, uvas, passas, nozes, avelãs, amêndoas e chocolate.

Serviço:
Cave Geisse: Tour de 4x4 com espumante. R$ 70. dgeisse@vinicolageisse.com.br

Salton: Visitação com degustação pela Cave Evolução (2h). R$ 50. turismo@salton.com.br

Lei regulariza venda de produtos diet e light no Rio


Supermercados deverão separar produtos de acordo com a categoria, para que não fiquem misturados e prejudicando o consumidor.
 


Os supermercados e demais estabelecimentos comerciais do Estado do Rio de Janeiro que vendem produtos dos tipos diet e light terão que se adequar a novas regras. A Lei 6.968, sancionada na terça-feira pelo governador Luiz Fernando Pezão, estabelece que as duas categorias de alimentos não devem ficar expostas no mesmo espaço, para não confundir os consumidores.
 


Vale lembrar que os alimentos diet são aqueles destinados a dietas com restrição de nutrientes, como carboidrato, gordura, proteína ou sódio. O chocolate diet, por exemplo, é aquele sem açúcar, indicado para diabéticos. Porém, não necessariamente terá poucas calorias. Por outro lado, para um alimento ser considerado light é necessário uma redução de, no mínimo 25% no valor energético ou no conteúdo de outro nutriente em comparação ao produto convencional.
 
De acordo com a nova lei estadual, os locais de venda deverão ser específicos para cada tipo de produto. O descumprimento da nova determinação poderá acarretar nas punições previstas no Código de Defesa do Consumidor, como autuação e multas. O valor da penalidade é calculado a partir da receita bruta do estabelecimento comercial.

Dia Internacional da Mulher : Rio terá "Dia da Minisaia" marcado para domingo

Ação serve de alerta contra o assédio às mulheres que vem acontecendo com frequência na capital carioca, e foi criada por idealizadores do bloco Mulheres Rodadas. Evento já conta com o apoio de normalistas e de Valesca Popozuda.
 


Mais de 50 anos após a criação da minissaia, a peça continua sendo um símbolo de liberdade para as mulheres. No domingo (8/2), Dia Internacional da Mulher, um grupo vai celebrar o “Dia Internacional da Minissaia” no Posto 4 da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Homens e mulheres estão convidados a ir à praia com minissaias para defender o direito de mulheres usarem as roupas que quiserem sem ser assediadas.

A data fictícia foi criada pelas jornalistas Renata Rodrigues e Débora Thomé, as idealizadoras do bloco de carnaval Mulheres Rodadas, que satiriza comportamentos machistas.

Nos últimos dias, a manifestação ganhou mais adesões. Jovens normalistas, colegas da adolescente de 16 anos assediada em um ônibus na terça-feira (3/2), na Zona Sul do Rio, prometem participar vestindo os seus uniformes, levando cartazes e pedindo respeito.
  


“É importante elas poderem ir para a rua conosco, terem a noção de que não são elas que estão erradas. É o mundo que tem que mudar e ser menos machista. Eu tenho o direito de usar o que eu quiser”, afirma Renata.

Débora conta que a ideia do “Dia Internacional da Minissaia” surgiu antes do caso de assédio no ônibus, episódio que, para ela, releva uma revoltante realidade. “Essa triste coincidência evidencia o problema.”
   
Até uma música, inspirada no "Rap da Felicidade", promete embalar os participantes do evento. Os versos dizem: “Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente com a roupa que escolhi. E poder me assegurar: de burca ou de shortinho, todos vão me respeitar.”

Além das jovens, outro reforço de peso recebido pelo grupo foi o de Valesca Popozuda. A cantora não poderá participar, porque tem um show agendado, mas gravou um vídeo convocando as mulheres para o movimento. O vídeo está disponível na página do evento, que foi definido por Débora Thomé como uma ação de celebração à liberdade feminina.

"Ela [Valesca] luta pelo empoderamento feminino e é pró-liberdade. Nós a procuramos, falamos do bloco e apresentamos o projeto. E ela enviou um vídeo”, explica Renata.

Contra o assédio
“A ideia [do evento] surgiu quando eu estava me arrumando para ir para à aula de dança. Eu estava com roupa de ginástica e pensei: ‘Será que eu posso sair na rua assim?’ Eu ia pegar um táxi. E fiquei pensando se eu ficaria ameaçada pela minha roupa. Isso é um problema,” conta Débora.

Há menos de um mês, o bloco de carnaval organizado por Débora e Renata, o Mulheres Rodadas, levou cerca de duas mil pessoas ao Aterro do Flamengo na Quarta-Feira de Cinzas. Na ocasião, começou a surgir a ideia de criar um evento para o Dia Internacional da Mulher.

Apesar de preverem algo mais político do que o bloco de carnaval, o “Dia Internacional da Minissaia” contará com a presença de uma DJ que tocará músicas relacionadas ao universo feminino e que faz alusão a rodar, como no bloco.

Para Débora, a importância de um evento como este é a possibilidade de melhorar o cenário para as próximas gerações.

“Ficaremos felizes se conseguirmos chamar a atenção para este caso da menina e este problema da roupa. É algo para as futuras gerações, para aquelas que hoje estão com 16 e 20 anos, por exemplo.”

Estadão levanta as marcas mais falsificadas e vendidas no Brasil


  


Lacoste, Louis Vuitton, Morena Rosa e Carmim estão entre as maiores vítimas de pirataria. Prejuízo causado é de R$ 1,8 bilhão Giovana Romani. Polos da Lacoste estão entre as mais copiados.
  
Camisa polo Lacoste original 

Polos Lacoste, bolsas Louis Vuitton, camisetas Ralph Lauren, camisas sociais Dudalina, calças jeans Morena Rosa, blusinhas Carmim. Eis as principais peças cujas falsificações dominaram o mercado nacional mo último ano, de acordo com dados da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF). Nesta terça-feira, 3/2, a entidade divulgou um estudo inédito sobre o custo do contrabando no Brasil. O setor de vestuário ocupa o quarto lugar no ranking da falsificação, atrás apenas dos segmentos de cigarros, eletrônicos e informática. E o prejuízo causado anualmente ao País pelas roupas falsificadas é de 1,8 bilhão de reais.


Não precisa nem de legenda!

No ano passado, em 42 ações realizadas pela entidade em parceria com a polícia civil, 1,3 milhão de peças foram apreendidas. “Trata-se de um problema grave que deveria ganhar maior atenção das empresas, sobretudo neste período de mercado retraído”, afirma Rodopho Ramazzini, diretor da ABCF e advogado especializado em fraudes e falsificações. “Com a pirataria, a marca acaba desvalorizada e pode até quebrar. Foi o que ocorreu com grifes como a Zoomp, que não tratou a questão de maneira adequada.”

Do total de roupas piratas vendidas no país, 60% vêm do exterior - cópias de acessórios das francesas Louis Vuitton, Hermès e Dior, por exemplo, são importadas da China, enquanto falsificações de bolsas da italiana Fendi provém da própria Itália e da Turquia. Tais produtos viajam em containers e entram no país de navio. Há ainda as peças produzidas no Paraguai, a exemplo de camisetas Ralph Lauren e Tommy Hilfiger, que passam facilmente pela fronteira.

Os outros 40% de peças do mercado são confeccionados em três grandes polos: a região do Brás, em São Paulo, a cidade de Apucarana, no Paraná, e o município de Jaraguá, em Goiás. “Diferentemente da indústria tradicional, esses locais têm uma produção compartimendada. Uma fábrica corta o tecido, outra costura e outra faz as etiquetas, para dificultar a fiscalização”, afirma Ramanazzi.

Veja alguns exemplos:

Ralph Lauren verdadeira, conta com bordados e detalhes
A Louis Vuitton verdadeira custa acima de R$ 2.500
Jeans fake da Colcci foi encontrado no depósito ilegal de Goiânia
A versão fake da bolsa Miss Dior é de couro sintético e tem a costura aparente
A bolsa Dior original é feita de couro de cordeiro e tem metais dourados
Camisas falsas da marca Dudalina foram apreendidas em uma operação em Goiânia
A polo pirata Ralph Lauren pode ser encontrada à venda até na internet
A etiqueta da Lacoste pirata não lembra em nada a da original, que é branca
Cópia mal feitas de bolsas da Louis Vuitton são fabricadas na China

Em geral, as ações de apreensão realizadas pela polícia civil têm origem em denúncias recebidas também pela ABCF. No fim do ano passado, por exemplo, 30 mil peças de roupas falsificadas das grifes Dudalina, Lacoste, Colcci e Carmim foram apreendidas em um depósito em Goiânia. Ramanazzi faz questão de acompanhar as ações e, como advogado, posteriormente move ações indenizatórias a pedido das marcas  “A pirataria causa problemas para o consumidor e para a indústria”, diz ele. “Os produtos têm baixa qualidade, prejudicam a economia e, na maioria das vezes, são feitos por pessoas que trabalham em condições análogas à escravidão.”

O que dizem as grifes

As maiores vítimas de pirataria no segmento de vestuário no país têm tomado medidas para defender seus interesses. Além de ser associada à ABCF, a Morena Rosa conta com o serviço do advogado Ramazzini para impedir a venda de cópias e receber indenizações. “Neste primeiro bimestre, já tivemos sucesso ao deflagrar diversas operações ilegais e o combate à falsificação continuará sendo uma das nossas prioridades”, diz Eduardo Hernandes, gerente administrativo e jurídico grupo, que engloba também as marcas Maria.Valentina, Joy, Zinco e Lebôh. “Por mais que a pirataria seja reflexo do desejo por nossos produtos, essa prática é crime e prejudica não somente o consumidor, mas toda a cadeia produtiva.”

A francesa Lacoste também mantém contrato com um escritório especializado e ainda atua junto às autoridades públicas em conjunto com outras empresas, por meio do Grupo de Proteção à Marca  (BPG). “Com essa associação, damos treinamentos e seminários aos servidores públicos que detém o poder de polícia para combater essa atividade ilícita e aos servidores das aduanas dos portos, que podem barrar a entrada de produtos falsificados no país. A empresa mantém uma política agressiva, de tolerância zero,  em defesa da sua marca”, diz a nota oficial emitida pela grife. Para o diretor de marketing da Carmim, Reynaldo Pasqua, quem adquire peças pirateadas também tem culpa. "Os consumidores de produtos falsificados, além de alimentarem uma atividade ilegal, compram uma ilusão”, afirma.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Garrafa de Coca-Cola vira tema de museu nos EUA

   

Exposição em Atlanta, pelos 100 anos, traz desenho original e garrafas ao longo dos anos. Design icônico foi criado para ser reconhecível até no escuro.

A recém-inaugurada mostra “A garrafa de Coca-Cola: um ícone americano aos 100”  vai até 4 de outubro e fica na cidade que é sede da marca nos EUA.
 


Dedicada às origens e influências da garrafa, que foi criada para ser um dos objetos mais reconhecíveis do mundo. a exibição conduz os visitantes pela história do design da garrafa. Estão à mostra o esboço original de 1915, um protótipo dessa mesma época e o trabalho de artistas que se inspiraram nele.

Também é possível ver a evolução das garrafas do refrigerante ao lonfo do tempo e uma galeria com obras do artista Andy Warhol.

História

Em 1915, a Coca-Cola pediu às indústrias de vidro que criassem uma “garrafa que alguém pudesse reconhecer mesmo no escuro, por meio do tato, e com um formato que, até se fosse quebrada, seria possível dizer rapidamente o que era”.

A Root Glass Company, em Terre Haute, Indiana, desenvolveu a garrafa vencedora.

A exposição é organizada em colaboração entre o museu e a empresa e inicia as comemorações do centenário da garrafa, que durarão um ano.

Cuidado, a cozinha pode impedir sua dieta

Tá pensando em mudar o ambiente? Pois bem, o projeto da sua cozinha pode te fazer engordar. Colocar porta no cômodo e tirar o aparelho de TV do ambiente são algumas das dicas dos especialistas. De acordo com o psicólogo Brian Wansink, as nossas cozinhas, locais de trabalho, restaurantes favoritos e lojas de comida estão nos fazendo engordar.



Em seu livro mais recente, Slim by Design (algo como "Magro pelo Design"), a tendência pode ser revertida - juntamente com o ganho de peso - com alterações em ambientes e hábitos. Ele indica, por exemplo, manter as bancadas da cozinha organizadas: o único alimento no balcão deve ser a fruteira. Quando um cereal é deixado na bancada ou na mesa, é uma tentação difícil de ser resistida. E se a cozinha é o primeiro cômodo no qual você entra, e a comida está aparente, estatisticamente você vai pesar quase 13 kg a mais do que alguém que não está exposto a essa tentação.

Segundo Jane McCartney, do stopovereating.co.uk, a tendência de cozinhas integradas não ajuda no controle de peso: "Ser capaz de fechar a porta para comida é útil", disse ela ao jornal britânico "The Telegraph". "Quando você vai para a cozinha para colocar a chaleira no fogo, deixe-a, não fique esperando ferver. Esse é um momento de perigo", completa ela.

Outra de suas dicas faz coro ao conselho de Wansink: "Mantenha a cozinha muito arrumada. isso dá uma sensação de calma e controle. Quando tudo é um caos, é muito fácil pegar alguma coisa."

Uma maneira mais sutil para fazer ajustes pode ser através de cor. Charles Spence, professor de psicologia experimental da Universidade de Oxford e autor do livro "The Perfect Meal" ("A refeição perfeita", em tradução livre), lembra de um experimento no qual a refeição foi servida sob a iluminação azul: os indivíduos comeram 20% menos do que em condições normais e não sentiram mais fome depois. Tirar a televisão da área de alimentação é outra dica preciosa: "Vários estudos mostram que pessoas que comem na frente da televisão ingerem 30% a mais", diz Spence.

Aparentemente, nós comemos 20% a menos se as refeições são servidas a partir do fogão ou da bancada e não com as travessas sobre a mesa.

Spence diz que a tecnologia pode ajudar na luta contra a obesidade. "Houve um aumento de artefatos digitais, como um garfo que lhe dá uma cotovelada e vibra se você estiver comendo muito rapidamente. Uma taça de vinho digital que permite que você saiba se está bebendo com muita frequência também pode vir a calhar para alguns".