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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Brasileiro viajou mais de avião nos primeiros três meses de 2019

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Número de passageiros em voos nacionais atinge 24 milhões. Resultado representa aumento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2018, o equivalente a um milhão de viajantes a mais.

O número de passageiros transportados em voos dentro do país registrou alta de 4,3% no primeiro trimestre deste ano e atingiu o patamar de 24 milhões de viajantes. O resultado apresenta um aumento de mais de um milhão de passageiros no modal aéreo em comparação com o mesmo período de 2018. Na oferta de assentos, o crescimento foi de 3,4%.

Os dados são do Relatório de Demanda e Oferta do Transporte Aéreo divulgado nesta terça-feira (23) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Somente no mês de março, o mercado doméstico registrou alta de 3,4%, transportando 7,7 milhões de passageiros em voos nacionais.

O mercado internacional também apresentou crescimento em março: +10,7%, contabilizando 801 mil passageiros em trechos com origem ou destino fora do Brasil. Já a oferta de voos internacionais aumentou 13,1% no primeiro trimestre de 2019.

Segundo o último Anuário Estatístico do Turismo, do Ministério do Turismo, o número de turistas estrangeiros que chegaram ao Brasil em todos os modais de transporte chegou a 6.588.770 em 2017. A via aérea lidera o volume de viagens, com 63,6%. No mercado interno, segundo estimativas do MTur, os brasileiros realizaram 206 milhões de viagens pelo país nos diversos meios de transporte, inclusive o aéreo, em 2018.

Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, os dados reforçam a importância do turismo doméstico para a economia do país e a crescente participação do avião como modal de transporte nos deslocamentos internos. “O setor de turismo é um dos principais ativos econômicos brasileiros, com participação de mais de 8% do PIB nacional e geração de cerca de 7 milhões de empregos no país. O avanço do turismo tem reflexos na melhoria da economia e na qualidade de vida do povo brasileiro”, destaca o ministro.

domingo, 6 de maio de 2018

Sucateamento da Alitália e transtornos para passageiros

 

Correspondente da equipe do QSacada sofre em vôo de retorno à Europa.Parte do avião viajou mais de 8 horas com as luzes acesas por conta de um "curto-circuito", de acordo com a tripulação, que deveria ter sido resolvido antes da decolagem no Aeroporto Internacional Tom Jobim. Ela pensa em processar a empresa por mal atendimento.

Em maio de 2017, a falência da Alitalia foi evitada pelo governo italiano, que instaurou uma 'administração extraordinária' (é o jargão oficial). Para garantir seu funcionamento até que aparecesse um comprador, o estado ofereceu um empréstimo-ponte de 600 milhões de euros, que manteria a companhia operando até novembro de 2017.

De lá para cá, a Alitalia manteve suas operações e até acrescentou novas rotas. Alguns pretendentes se manifestaram -- entre eles, a Lufthansa. Mas eis que o prazo-limite de novembro de 2017 se aproximava, mas nenhum negócio tinha sido fechado.

Então mais uma vez o governo italiano compareceu com mais 300 milhões de euros, estendendo o prazo para a venda da Alitalia até 30 de abril de 2018.

Tudo parece se encaminhar bem, mas de todo modo, até que a Alitalia seja efetivamente comprada não é sensato comprar passagens com ida ou volta em qualquer data além de 30 de abril de 2018.

Esse é o alerta que não foi seguido por nossa correspondente em Berlin, na Alemanha, Juliana Celano, que embarcou na sexta-feira (4/5), de volta em um vôo da Alitália para Roma, para depois fazer uma conexão até a capital alemã.

" O Voo AZ 673 Rio de Janeiro - Roma saiu do Rio de Janeiro às 14:55, chegamos às 6:30 em Roma. A aeromoça me falou pra fazer uma cabana com o cobertor para ficar menos claro, como se fosse a coisa mais natural do mundo. A gente paga quase 2000 euros pra ser tratado assim", relata nossa correspondente.

Veja o video que ela enviou de dentro do avião, na página do Qsacada no Facebook.