Você que mora sozinho,
mora em apartamento sem muito sol, não quer gastar muito com
lavanderias, ou que precisa tomar uma decisão imediata sobre qual roupa
vestir no dia seguinte, fique de olho nessas dicas importantes:
1. Congelando!
É
isso mesmo. Sabe a tal camisa que vai precisar usar? Então, lave no dia
anterior, não esquece de torcer, depois coloque em um saco plástico e
congele. No dia seguinte tire do congelador e é só passar com o ferro.
Pode testar, a mágica que funciona.
2. Ventilador e secador de cabelo
Estamos
numa época louca de aumento na tarifa da conta de luz, mas economize de
outro jeito se tiver com muita pressa. Suas roupas vão secar com
rapidez e eficiência com a ajudinha dessa dupla dinâmica. O secador de
cabelo é mais indicado para peças pequenas como meias, cuecas e
calcinhas. Já o ventilador, dá conta do varal todo!
3. Toalha seca
Acelere
o processo de secagem enrolando a sua roupa úmida, e já torcida, numa
toalha seca. Faça tipo um rocambole com as peças (onde o recheio é a
peça molhada) e fique pressionando por um tempo, isso vai ajudar a
toalha a sugar o máximo de água possível. Após esse processo, pendure a
roupa no varal.
4. No varal, com cabides
Ao invés de usar
pregadores, pendure suas peças no varal com o cabide. Além de serem
muito úteis para secarem camisas sociais sem amarrotá-las, eles
possibilitam que as correntes de ar transitem livremente entre as peças,
acelerando a secagem.
5. Secador de alface
O secador de
folhas tem o mesmo mecanismo que as centrífugas das máquinas de lavar,
mas é manual e em menor escala. Num momento de desespero, podem ser
usados para a secagem, mas só serve para pequenas peças, uma por uma de
preferência. Como exige um certo esforço pra ficar girando o
“negocinho”, vai garantir braços ainda mais fortes!
6. Micro-ondas
Ele
não seca totalmente, mas dá uma acelerada no processo, e ainda passa a
roupa! Tire o prato para a peça não girar e coloque a roupa dobrada,
deixe por uns 2 minutos na potência média. Depois pendure no varal, de
preferência num cabide. Para tecidos delicados, faça o processo,
colocando de 1 em 1 minuto, e verificando sempre. Falamos tudo sobre
esse processo, aqui.
7. A clássica: Secar atrás da geladeira
Esse
método só pode ser usado em casos de emergência, não deve ser rotina.
Secar peças na grade que fica atrás da geladeira, com o tempo, pode
acabar danificando o aparelho, além de aumentar o gasto de energia
elétrica. Mas uma vez ou outra pode, e é super eficaz!
Brasil pode se tornar uma potência gastronômica, diz ministra Kátia Abreu participou do 27º Congresso da Abrasel
Ao
participar da abertura do 27º Congresso da Associação Brasileira de
Bares e Restaurantes (Abrasel), a ministra Kátia Abreu (Agricultura,
Pecuária e Abastecimento) afirmou que o país já é uma potência mundial
na produção de alimentos, mas pode se tornar também uma referência
internacional gastronômica.
Durante o evento, realizado na noite
de terça-feira (11/8), Kátia Abreu disse que o Ministério da
Agricultura pode colaborar com a cadeia de bares e restaurantes.
“Precisamos
juntar nossas forças para construir essa segunda potência. Temos
universidades e escolas técnicas que produzem conhecimento na área, mas
temos também esse ativo maravilhoso que são nossos produtos vegetais e
animais, temperos, sabores extraordinários que são muitas vezes pouco
conhecidos mesmo entre os brasileiros, imagine no mundo”, afirmou.
A
ministra destacou a importância de o Brasil ter passado por uma
revolução agrícola há 40 anos, deixando de importar alimentos para ser
autossuficiente e exportador. Com investimento em tecnologia e pesquisa
no campo, atualmente o setor agropecuário responde por 25% do PIB, 36%
dos empregos e 40% das exportações.
“Se foi possível fazer isso
concorrendo com gigantes no mundo, como Estados Unidos, como não vamos
conseguir fazer o mesmo com nossos sabores e nossa gastronomia. Temos
que imaginar isso como um grande negócio”, disse.
O Ministério
da Agricultura, afirmou, trabalha intensamente para abrir novos mercados
internacionais e precisa garantir ao povo brasileiro e a qualquer
cidadão do mundo que nossos produtos apresentam “excelência” em
sanidade.
“Por isso, o Mapa não cortou nenhum um centavo da sua
previsão orçamentária na área de defesa agropecuária, porque acreditamos
na importância que isso tem para o Brasil e para o segmento de
alimentos”, discursou.
Com recheio
de 'hot roll' a churros, bar reinventa receita de coxinhas.
Publicitário criou sabores inusitados do petisco em Ribeirão Preto. "Uni
minha paixão com algo que me dá prazer no bar, que é cozinhar", diz.
Do G1
Hot
roll, shimeji cremoso, queijo coalho com orégano, linguiça aberta com
brócolis e churros de doce de leite. Se essas delícias já dão água na
boca como prato principal, o que dizer de transformá-las em ingrediente
principal de um dos petiscos mais adorados pelos brasileiros: a coxinha?
saiba mais
Foi
exatamente esta a ideia do publicitário Raphael Souza Filho, de 30
anos. Com criatividade de sobra e talento para a cozinha, Souza Filho,
que é proprietário de um bar em Ribeirão Preto (SP), decidiu arriscar
desenvolvendo receitas inusitadas para o petisco e chamar atenção dos
clientes.
"A coxinha é algo que está na cultura do brasileiro.
Coloco a coxinha na mesma posição do brigadeiro, do guaraná, do pão de
queijo. Tem uma frase que eu sempre digo, não conheci ninguém triste
comendo coxinha. Tem que estar feliz comendo coxinha!", diverte-se.
Natural
de Santos (SP), Souza Filho trabalhou com publicidade durante nove anos
em São Paulo (SP). No ano passado, mudou-se para Ribeirão Preto a
trabalho, mas viu no mercado de bares uma chance de criar seu próprio
empreendimento. Largou o emprego e decidiu investir no negócio, desta
vez como empresário.
Paixão por coxinha
"Comecei a
pesquisar sobre o mercado em Ribeirão e vi uma boa oportunidade para
abrir um bar. Falaram de vários bares, e notei que o povo de Ribeirão
gosta de coxinha. Foi aí que veio a ideia de tentar uma coxinha
diferente. Pensei que meu bar tinha que ter um carro-chefe. E que se eu
fosse abrir, teria que abrir com algo que ninguém tem. Juntei coisas que
eu gostava muito e que talvez pudessem dar certo como coxinha", conta o
dono do Obah Gastrobar.
Não conheci ninguém triste comendo coxinha. Tem que estar feliz comendo coxinha!"
O
bar foi inaugurado em dezembro de 2014. Entre os petiscos do cardápio,
cinco tipos de coxinha: salmão com cream cheese, shimeji cremoso,
calabresa com catupiry, carne desfiada com redução de cerveja
Demoiselle, típica de Ribeirão, e a clássica frango com catupiry. E foi a
coxinha que leva salmão que mais agradou o público, segundo Souza
Filho.
"Muita gente vinha e perguntava: existe mesmo isso aí?
Servimos essa coxinha com um molho tarê. Ela nasceu com o nome de salmão
com cream cheese, mas os clientes mudaram. Uma professora de
gastronomia experimentou e disse: isso não é uma coxinha, é um hot roll.
Daí começaram a chegar pessoas perguntando se eu tinha a coxinha de hot
roll. Foi no boca a boca. Aí adotamos o que a galera estava falando",
conta.
Mais sabores
Aos poucos, as coxinhas – servidas em
porções de oito unidades com preços que variam entre R$ 22 e R$ 26 –
viraram marca registrada do bar. Diante do sucesso dos sabores iniciais,
o publicitário resolveu desenvolver outras cinco variações para o
salgadinho.
Em março, o cardápio ganhou os recheios de camarão,
linguiça aberta com brócolis e molho branco, queijo coalho com orégano,
strogonoff e morango com creme de avelã, primeira opção doce das
coxinhas.
"A coxinha doce veio por duas coisas: eu não tinha
sobremesa para oferecer no bar. E outra coisa que pensei foi que com
creme de avelã até pedra fica bom. Resolvi colocar na coxinha. Fomos
aprimorando, até que coloquei o morango na receita. E virou um boom.
Todo mundo quer experimentar", conta.
Atualmente, Souza Filho
vende, em média, 400 porções de coxinhas por mês. A campeã de vendas é a
de hot roll, seguida da versão doce de morango com creme de avelã. A
"coxinha sobremesa", no entanto, ganhou uma concorrente no bar: a de
churros, com massa envolta em açúcar e canela e recheio de doce de
leite.
"Coloquei a coxinha de churros como sazonal, que é uma
ideia nova para o bar. Quero colocar um novo recheio a cada dois meses e
fazer esse rodízio. É uma forma de testar os sabores. Hoje estamos com
11 tipos. Mas essa de churros está todo mundo amando, e vejo que não vou
poder retirar do cardápio", diz.
Sem parar
Com os sabores
consolidados e vários outros a serem lançados, é mais que claro que o
ingrediente principal do sucesso das coxinhas de Souza Filho é a
criatividade.
"Sempre gostei de cozinhar. Uni minha paixão com
algo que me dá prazer no bar, que é cozinhar. As pessoas são curiosas
por natureza. É legal mexer com a curiosidade quando se fala em comida,
em coisas diferentes para comer", diz.
O publicitário pensa em
expandir ainda mais a variedade dos recheios. "A única regra é que o
recheio tem que ser viciante. Tem que ser aquilo: dá para comer puro?
Então dá para rechear também. A proposta do bar em si é mudar o tempo
todo. É assim que faço com as coxinhas. Sou um caçador de coisas novas",
conclui.
Entre os novos ingredientes em fase de experiência
estão paçoca e uma coxinha só de bacon. As novidades devem entrar no
cardápio após escolha do público do bar em um duelo que o dono chama de
Ultimate Fighting Coxinha (UFC).
O
evento acontece a partir de hoje até domingo, no Campo de São Bento.
Mais de 20 carros, barracas e bicicletas vão estacionar para o Rota
Gourmet Food Truc, informa O Dia.
Enquanto esperam pela
licença da Prefeitura, e o sorteio para definir seus endereços de
atuação nas ruas, os food trucks aquecem motores, chapas e panelas em
eventos concorridos. No caso, a união faz a força e o público agradece
quando o encontro ocorre em área espaçosa, de preferência ao ar livre e
próxima da natureza.
É o caso do belo Campo de São Bento, em
Niterói, onde mais de 20 carros, barracas e bicicletas vão estacionar,
de hoje a domingo, para o Rota Gourmet Food Truck. A lista de gostosuras
sobre rodas traz pizzas, tacos, hambúrgueres, massas, sushis, brownies,
sorvetes, drinques e por aí vai.
Estão confirmadas as presenças
de atrações como o chef belga Frederic De Maeyer, que além de comandar a
premiada cozinha do luxuoso Eça, no Rio, participa da feira com
delícias como o Metralhadora, um sanduba de carne da raça bovina Wagyu
assada, com batatas fritas e Catupiry dentro do pão (R$ 25).
O
truck Larica Gourmet levará seu Larica Burguer, feito com 160g de carne,
maionese de iogurte, farofa de bacon, cebola caramelizada no melado e
pão de abóbora (R$ 23), oferecendo com o mesmo preço seu hot-dog de
linguiça com molho de queijo e cebola caramelizada, além de tapiocas e
pratos vegetarianos.
Com petiscos no estilo botequim, o
Brasileiríssimo oferece porção de linguiça de pernil com aipim frito,
queijo curado ralado e molho de cebola e ervas (R$ 18), ou pão de queijo
recheado com pernil de porco acebolado, marinado na cachaça (R$ 10),
entre outros quitutes.
Na seção de drinques, o carro Pilequinho
tem opções como a caipirinha Doce, que leva cachaça, tangerina, melancia
e erva-doce (R$ 18). Para a sobremesa, o Pain D’Epices prepara macarons
variados (R$ 4 a unidade), tarteletes e o mil folhas de morango (R$ 8).
Serviço
ROTA
GOURMET FESTIVAL. Campo de São Bento. Alameda Edmundo de Macedo Soares e
Silva 1, Icaraí, Niterói. De hoje a domingo, das 10h às 19h. Entrada
franca.
Numa pesquisa,
divulgada por blog publicado no Estadão desta quinta-feira (13/8),
indica que esse número chega a 64%. Supermercados já sacaram isso e
concentram as campanhas de aniversário neste mês e há empresas que até
anteciparam a comemoração para impulsionar vendas
A crise e a
inflação transformaram os consumidores em “caçadores” de promoções.
Hoje, 64% dos brasileiros compram produtos em promoção habitualmente,
revela pesquisa do Instituto Data Popular feita no começo do mês, em 152
municípios, com 3 mil pessoas. Cinco anos atrás, a pesquisa mostrou que
os adeptos das barganhas somavam 39%.
Com uma queda de 2,2% nas
vendas no 1.º semestre, o pior desempenho desde 2003, o varejo,
especialmente hipermercados e supermercados, decidiu fazer promoções
agressivas, voltando à velha prática de sortear carro zero-quilômetro e
viagens, para espantar o baixo astral dos negócios. O mote é o
aniversário da empresa, comemorado coincidentemente no mesmo mês pelas
redes Walmart, Pão de Açúcar, Sonda e Hirota. O Carrefour até antecipou a
campanha de aniversário de outubro para este mês. O Walmart resolveu
estender o aniversário que ocorria em agosto nas bandeiras da rede que
atuam no sul (Nacional e Mercadorama) para todos os hipermercados. O
Carrefour diz que essa prática é comum.
“Hoje, o desafio para o
varejista fazer promoções é muito maior”, diz o diretor do Data Popular,
Renato Meirelles. Ele se baseia em dois resultados da pesquisa.
Atualmente, 87% dos entrevistados afirma que pesquisam preços antes de
comprar. É uma fatia muito maior que a do levantamento de 2010, quando
52% disseram que pesquisavam os preços.
Troca. Além disso, após o
ganho de renda que houve nos últimos anos e a elevação no padrão de
consumo, o critério para trocar um produto mais caro por outro mais
barato mudou: 82% dos entrevistados informaram que procuram marcas mais
em conta entre aquelas nas quais confiam e 69% dos consumidores se
recusam a comprar produtos desconhecidos só porque estão em promoção.
A
rede Sonda, por exemplo, com 29 lojas espalhadas pelo Estado de São
Paulo, fechou acordo com fornecedores de marcas consagradas para a
promoção de aniversário. É o caso do papel higiênico Neve, da Kimberly
Clark. Hoje, um pacote com 16 rolos custa R$ 19,49, um valor quase 10%
menor do que um ano atrás. Segundo Júlio César Lopes, diretor de
marketing da rede, se o consumidor levar um segundo pacote, o abatimento
é de 50% sobre o preço em promoção.
“Estamos mais dinâmicos na
campanha deste ano”, diz o executivo. Atualmente, há 30% mais produtos
em oferta na loja. Além dos descontos, a empresa vai sortear cinco
carros. A expectativa é que a campanha deste ano amplie em 8% as vendas.
“A meta é mais modesta”, diz o executivo, em referência ao cenário
econômico.
Sorteio de picape. A rede Hirota, com 14 lojas em São
Paulo, é outra que está tentando segurar a queda nas vendas apostando
nas promoções. “Estamos tentando reagir e não sucumbir à crise”, diz a
gerente de marketing, Eugênia Fonseca. Ela diz que neste ano a promoção
de aniversário está mais agressiva. A rede vai sortear uma picape Hilux,
avaliada em R$ 120 mil.
Já o Walmart optou por uma estratégia
diferente para comemorar o aniversário e impulsionar as vendas. A
empresa prefere colocar preços mais baixos nos produtos, dentro da
política de preço baixo todo dia, do que gastar com carros, diz o
diretor da rede, Andre Chevis Svartman.
Embalagens maiores.
Percebendo o aperto no orçamento do brasileiro, desde o início de julho,
a rede lançou campanha “vem que dá”. Com negociações fechadas com cerca
de 20 grandes fornecedores, como Coca-Cola e P&G, a varejista
consegue oferecer preços reduzidos para produtos de marcas importantes
em embalagens maiores, para que o consumidor não corte os itens da sua
lista de compras. Um exemplo é o detergente líquido para roupas em
embalagem de 5 litros da marca Omo por R$ 26,90. No segmento de
eletrônicos, outra forma de atrair o consumidor foi ampliar de 10 para
24 vezes o prazo de pagamento no cartão próprio.
Na rede Pão de
Açúcar, que também comemora o aniversário este mês, os prêmios são
quatro viagens para Madri, Espanha. A rede varejista não atribui a
promoção mais agressiva neste ano à crise econômica e informa que está
até gastando até menos com os prêmios de aniversário porque fechou
parcerias com uma companhia aérea e uma agência de viagens. A empresa
não revela quanto pretende ampliar as vendas com a promoção que inclui,
além de prêmios, descontos em produtos escolhidos a dedo. Nesta semana,
por exemplo, cortou em 50% o preço das cápsulas de café.
Consumidor.
A analista de mercado Jessica Penido é uma verdadeira “caçadora” de
promoções. Só compra itens em oferta e troca dicas de preços com a
colega de trabalho Cristina Alves do Santos, apesar de morarem em
bairros distantes.
Desde o fim do ano passado, Jessica, que tem
24 anos e vive sozinha com uma renda mensal na faixa de R$ 3 mil,
decidiu mudar seus hábitos de compra para economizar. Ela deixou de
fazer a despesa de supermercado nas grandes redes e passou a se
abastecer em dois mercadinhos pequenos perto da sua casa. “Eles não têm
tudo o que eu gosto, mas oferecem o menor preço”, diz a analista de
mercado.
O quilo de filé de frango, por exemplo, saia por R$ 17
numa grande rede varejista. Agora, Jessica encontra por R$ 11 no
mercadinho vizinho. De real em real, ela já conseguiu fazer uma boa
economia, só de olho nas promoções. Quando fazia compra nas grandes
redes, chegava a gastar R$ 350 por mês. Agora desembolsa R$ 250.
Cristina,
de 39 anos, que tem uma família de cinco pessoas, entre mãe, irmã e
filhos gêmeos, também mudou os hábitos de compra. Com renda de R$ 2 mil,
ela faz um pente-fino nos folhetos de ofertas de um atacadista e de um
supermercado pequeno na cidade de Embu, onde mora.
Com isso, ela
consegue economizar cerca R$ 70 por mês só aproveitando as promoções.
“Sempre estou de olho nas ofertas de leite, porque o consumo é alto na
minha casa. Às vezes, uma caixa de leite nem dura uma semana.”
Apesar
de as colegas estarem ligadas no preço, elas têm estratégias diferentes
na frequência de compras para economizar. Jessica concentrou as compras
em uma ou duas idas ao supermercado para escapar da tentação de comprar
supérfluos. Cristina vai à loja toda vez que encontra uma boa promoção
Empresa aérea
anuncia rota Dubai-Panamá, que durará 17 h e 35 min. Atualmente, voo de
16 horas e 55 minutos é o mais longo. Mas isso não representa muita
coisa, segundo a cantora funkeira Anitta, que levou 40 horas do Japão ao
Brasil sem tomar banho. A entrevista foi dada nesta quarta-feira no
programa do humorista e ator Ferdinando, no Multishow. Em relação à nova
rota, é bom lembrar que a Zona do Canal do Panamá tem a maior
concentração de árabes da América Central, rivalizando-se apenas com os
chineses na região.
Da France Presse/G1
A companhia aérea
Emirates de Dubai anunciou nesta quinta-feira (13) que lançará em
fevereiro um voo Dubai-Panamá, que será o mais longo do mundo. Segundo
um comunicado da empresa, o voo, realizado diariamente por um Boeing
777-200-LR, durará 17 horas e 35 minutos.
"Será o voo direto mais
longo do mundo", afirmou a Emirates, acrescentando que o Panamá também
será seu primeiro destino na América Central.
Entre os voos
atuais mais longos figuram os que conectam Dallas e Sydney (16 horas e
55 minutos), Johannesburgo e Atlanta (16 horas e 40 minutos), e Dubai e
Los Angeles (16 horas e 35 minutos).
Em 2013, por motivos de
rentabilidade, o voo mais longo de todos deixou de operar, entre
Cingapura e Nova York, a cargo da Singapur Airlines (18 horas e 50
minutos).
O voo da Emirates sairá às 8h05 de Dubai e chegará à
Cidade do Panama às 16h40. O voo de volta sairá às 22h10 da Cidade do
Panamá e chegará em Dubai às 22h55 do dia seguinte.
O preço do bilhete de ida e volta sai em torno de R$ 7.500.
Expansão
Em
plena expansão, a Emirates tem uma frota de 235 aviões e cobre 147
destinos no mundo. A empresa é acusada por companhias americanas de
concorrência desleal, junto à Etihad Airways e à Qatar Airways, as três
companhias aéreas do Golfo que não param de se desenvolver.
American
Airlines, Delta Air Lines e United Airlines acusaram em março as três
empresas de ter recebido 42 bilhões de dólares em subsídios de seus
respectivos governos desde 2004. As três rejeitam as acusações.
'Comida não pode ser
artigo de luxo', diz chef Henrique Fogaça, em entrevista para o jornal
Folha de São Paulo. Ele fala até do modo como ajuda o filho a comer de
tudo.
Quem vê Henrique Fogaça no júri do "Masterchef", da
Band, nem imagina que o piracicabano —cuja fama no programa fica
dividida entre a de "marrento" e a de "galã"— não nasceu exatamente com a
mão na massa.
Ter se tornado cozinheiro foi quase um desvio de
percurso na vida do paulista, que repetiu três vezes de série no colégio
e começou a cursar (sem terminar) as faculdades de arquitetura e de
comércio exterior.
A mudança para São Paulo, aos 23, foi a
protagonista da reviravolta em sua vida. Hoje, Fogaça se divide entre o
restaurante Sal, os bares Cão Véio e Admiral's Place e a feira
gastronômica O Mercado. "Só comia comida congelada. Cozinhar virou uma
necessidade", explica.
Entrevista - Como aconteceu seu encontro com a gastronomia?
Henrique
Fogaça - Eu trabalhei por cinco anos no Banco Real [atual Santander] e
comia muita comida congelada. Aí pedi umas dicas para minha avó e passei
a cozinhar em casa. Eu ia cedo à feira, comprava os produtos, fazia
minha marmita e ia para o trabalho. Percebi que não queria ficar no
banco o resto da vida —aí prestei gastronomia na FMU.
Você teve uma Kombi em que vendia hambúrgueres. Considera-se precursor dos foodtrucks?
Comida
de rua sempre existiu. A minha Kombi durou mais ou menos sete meses
—criei quando estava na faculdade, chamava-se "O Rei das Ruas". Pedi
demissão, fiz um acordo com o banco e, com o dinheiro, comprei um
moldador de hambúrguer, um freezer e uma mesa de inox que tenho no Sal
até hoje.
É preciso pagar caro para comer bem em São Paulo?
Para
comer bem, tem que saber onde ir. Muita gente nova monta restaurante e
já cobra caro. Minha comida não é cara nem barata, condiz com o que
sirvo —colocamos uma margem de lucro em cima para sobreviver. Quando
criamos a feira O Mercado, a ideia era oferecer uma comida diferenciada
da que existe na rua, por um preço acessível. Comida é uma coisa
primitiva —você nasce e morre comendo. Não dá para ser artigo de luxo.
O que o pai Henrique Fogaça gosta de preparar para os filhos?
Eu
cozinho pouco em casa, fico muito fora. Não posso cozinhar para a
Olívia, que tem necessidades especiais e se alimenta por sonda. Mas o
João vai muito ao restaurante, gosta de comer nhoque com molho de tomate
e carne. Ele come de tudo —mesmo quando teima, eu digo "experimente,
confia no papai". É a maneira de educar, isso é importante.
Quais os próximos passos do Fogaça?
Vou
abrir, nas próximas semanas, um restaurante na rua 13 de Maio, em
parceria com o Alberto Hiar [da grife Cavalera]. Vai ter uma cozinha
toda aberta, sem vidro. A comida vai ser uma extensão do que faço. Não
gosto de rotular. Minha comida é para comer.
A
temporada 2015 do Festival de Sopas Ceagesp termina no próximo dia 30
deste mês. Faltam apenas quatro semanas para o encerramento da sétima
edição do maior Festival de Sopas do Brasil. Até agora, mais de 60 mil
pessoas passaram pelo evento, que já serviu mais de 70 sabores de sopas
diferentes.
Nesta semana, de quarta a domingo, as opções que
acompanham as Sopas de Cebola (gratinada e sem gratinar) são os
seguintes: Sopa de Salmão com Brócolis e Chia, Sopa de Chilli Mexicano,
Lámen, Vegetariana: Creme de Pera com Roquefort, além de Canjica (na
quarta) e Sopa de Chocolate com Frutas (no domingo).
Semanalmente,
os sabores são trocados, permanecendo fixas no cardápio as Sopas de
Cebola (todos os dias). Canjica Doce, servida somente às quartas e a
Sopa de Chocolate com Frutas, que é o prato adicional apenas aos
domingos.
O evento também oferece aos frequentadores uma mesa de
antepastos (cobrados à parte por kg), com queijos, frios, conservas,
patês, azeites, pimentas, pães e outros itens que combinam bem com as
sopas. Vinhos de várias nacionalidades e outras opções de bebidas,
incluindo sucos e refrigerantes, além de sobremesas complementam o
cardápio.
Cardápio da Semana de 05 a 09 de agosto (quarta a domingo)
· Sopa de Salmão com Brócolis e Chia
· Sopa de Chilli Mexicano
· Lámen
· Vegetariana: Creme de Pera com Roquefort
· Sopa de Cebola
· Sopa de Cebola Gratinada
· Canjica Doce (somente às quartas-feiras)
· Sopa de Chocolate com Frutas (somente aos domingos)
SERVIÇO
Festival de Sopas CEAGESP 2015
Quando: Até 30 de agosto. Quarta, quinta e domingo, das 18h às 00h; sexta e sábado, das 18h às 2h.
Preço:
R$ 32,90 (por pessoa) com buffet self service de sopas à vontade
(somente as sopas); mesa de antepastos cobrados à parte, assim como
vinhos, sucos, refrigerantes e sobremesas.
Pagamento: Dinheiro, cartão de débito e crédito Visa e Mastercard.
Entrada: Portão 4 da CEAGESP (Av. Dr. Gastão Vidigal - Vila Leopoldina).
Estacionamento: Portão 4, com preço fixo de R$ 10,00, válido para todo o período em que o frequentador estiver no evento.
Site do evento: www.festivaldesopasceagesp.com
]
Todo
mundo sabe que é sempre assim: dia de festas, restaurantes e bares
cheios. Pode contar. Mas temos uma solução para você fazer diferente
nesse final de semana que inclui o Dia dos Pais: que tal uma feijoada
com muita música numa escola de samba, ou, quem sabe uma esticada a um
shopping do Leblon, para comer e beber numa food bike?
Neste
sábado (8/8), a Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira, ou
simplesmente a "Verde e Rosa", fará sua "Feijoada Nota 10", com muito
samba e soul music. A comilança está prevista para começar às 13 h,
acompanhada de atrações como Bruno Maia, Chacal do Sax. A bateria
encerra a noite, com o Interprete Estandarte de Ouro Luizito. O evento
faz parte do "Rio Gastronomia", que irá premiar a melhor feijoada deste
ano. É bom dizer que a Mangueira é bi-campeã no quesito, e quer abraçar o
tri-campeonato. A Piraquê está patrocinando a feijoada mangueirense
Veja os preços:
A feijoada custa R$ 20, e será servida entre às
13h e 16h. A entrada na quadra custa R$ 15 (primeiro lote); R$ 20
(segundo lote) e no diado evento, R$ 30. O camarote custa R$ 1.200,00
(12 pessoas com feijoada); mesa Vip R$ 300 (4 pessoas com feijoada) e
mesa R$ 60.
A quadra da escola fica na Rua Visconde de Niterói, 1072, bairro da Mangueira, Zona Norte do Rio. Informações: (21) 2567-3410.
Ainda
no sábado, temos a feijoada da escola de samba São Clemente, cuja a
quadra fica situada na na Avenida Presidente Vargas, 3102, na Cidade
Nova (Praça Onze). Não foram informados os preços.
No domingo,
Dia dos Pais, a Estácio de Sá, campeã do carnaval 2015, da Série A dos
desfiles, fará sua "Feijoada do Leão". O evento começa às 13h e termina
às 15h. A quadra fica situada na Avenida Salvador de Sá, 206-208, na
Cidade Nova. Também não foram informados os preços.
Ainda no
domingo, a Bateria "Furiosa" do Salgueiro estará abrilhantando a
feijoada da escola de samba da Tijuca, com um show do Meste Marcão e dos
ritmistas, incluindo aí os intérpretes Serginho Porto e Leonardo
Bessa. Tem também a exibição da banda Babado Novo com a vocalista Mari
Antunes. A feijoada começa às 13h, na quadra do Salgueiro, situada na
Rua Silva Teles, 104. A camisa convite custa R$ 40.
No dia 15/8,
será a vez da feijoada da Vila Isabel, começando às 13h; a da Escola de
Samba Beija-Flor de Nilópolis fará sua feijoada no dia 16 de setembro.
Festival Food Bikes
O
evento acontece no Sopping Rio Design Leblon, com um festival
gastronômico sobre rodas, que já está rolando e vai terminar no domingo
(9/8), Dia dos Pais. Anota aí o que tem: Beer Bike 21 (cervejas
especiais); Belgaderie (doces em potes); Boxe Free (doces e salgados sem
glútem, lactose e açúcar refinado); Brownie Bike (brownie); Confeito
Design (cheesecakes e bolos); Don Coneone (pizza em cones); É de
Chocolate (brigadeiro gourmet); Gastrobike (sonhos); Pão de Mel da Gema;
Superpaleta (paletas mexicanas); The Italian's (palhas italianas); Wine
Bike (vinhos e espumantes). Especial
Reportagem
do jornal Folha de São Paulo mostra a situação catastrófica na Região
Serrana do Rio, com lojas de moda íntima e praia fechando suas portas.
Em
uma loja deserta, em uma rua vazia, à sombra de um outdoor de 15 metros
que porta a imagem de uma mulher de calcinha e sutiã, Fátima Vieira
reconsidera sua opção de carreira.
Vieira, 54, proprietária da
loja Switch Women, mudou-se do Rio para Nova Friburgo há cinco anos, a
fim de criar seu negócio na chamada "capital brasileira da lingerie".
"Quando
cheguei aqui, a cidade era o lugar ao qual brasileiros de todo o país
vinham para comprar lingerie", diz. "Agora parei de renovar meu estoque e
estou só tentando vender aquilo que tenho. Para ser honesta, estou
pensando em desistir."
Com a economia brasileira a caminho da
pior recessão em 25 anos, muitos dos comerciantes dessa antiga colônia
de alemães e suíços enfrentam dificuldades.
Na Tanga Rosa, a história é a mesma. Rafaela Fagundes, 27, diz que os últimos meses foram sombrios. "Ninguém quer comprar nada."
De
acordo com o Sindvest, a organização patronal do setor de lingerie
local, um quarto dos 200 mil moradores de Nova Friburgo depende do setor
têxtil. Em algumas categorias de roupa de baixo, a cidade responde por
até 25% da produção brasileira.
Em 1968, a fabricante alemã
Triumph abriu uma grande fábrica na cidade. Quando ela começou a
demitir, nos anos 1980, muitos decidiram usar seus conhecimentos para
abrir novas empresas. Agora, a cidade conta com mais de 1.300
fabricantes e varejistas de lingerie. Outras centenas operam
informalmente.
"Não é mau ter tantas empresas pequenas no mesmo
lugar, mas em uma recessão as menores tendem a ser canibalizadas pelas
de maior porte, que podem arcar com um baque temporário e desenvolver
produtos especializados", diz Marcelo Prado, diretor do Iemi (Instituto
de Estudos e Marketing Industrial), especializado em moda.