segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Dicas para secar roupas rápido

                                      
 
Você que mora sozinho, mora em apartamento sem muito sol, não quer gastar muito com lavanderias, ou que precisa tomar uma decisão imediata sobre qual roupa vestir no dia seguinte, fique de olho nessas dicas importantes:

1. Congelando!
É isso mesmo. Sabe a tal camisa que vai precisar usar? Então, lave no dia anterior, não esquece de torcer, depois coloque em um saco plástico e congele. No dia seguinte tire do congelador e é só passar com o ferro. Pode testar, a mágica que funciona.

2. Ventilador e secador de cabelo
Estamos numa época louca de aumento na tarifa da conta de luz, mas economize de outro jeito se tiver com muita pressa. Suas roupas vão secar com rapidez e eficiência com a ajudinha dessa dupla dinâmica. O secador de cabelo é mais indicado para peças pequenas como meias, cuecas e calcinhas. Já o ventilador, dá conta do varal todo!

3. Toalha seca
Acelere o processo de secagem enrolando a sua roupa úmida, e já torcida, numa toalha seca. Faça tipo um rocambole com as peças (onde o recheio é a peça molhada) e fique pressionando por um tempo, isso vai ajudar a toalha a sugar o máximo de água possível. Após esse processo, pendure a roupa no varal.

4. No varal, com cabides
Ao invés de usar pregadores, pendure suas peças no varal com o cabide. Além de serem muito úteis para secarem camisas sociais sem amarrotá-las, eles possibilitam que as correntes de ar transitem livremente entre as peças, acelerando a secagem.

5. Secador de alface
O secador de folhas tem o mesmo mecanismo que as centrífugas das máquinas de lavar, mas é manual e em menor escala. Num momento de desespero, podem ser usados para a secagem, mas só serve para pequenas peças, uma por uma de preferência. Como exige um certo esforço pra ficar girando o “negocinho”, vai garantir braços ainda mais fortes!

6. Micro-ondas
Ele não seca totalmente, mas dá uma acelerada no processo, e ainda passa a roupa! Tire o prato para a peça não girar e coloque a roupa dobrada, deixe por uns 2 minutos na potência média. Depois pendure no varal, de preferência num cabide. Para tecidos delicados, faça o processo, colocando de 1 em 1 minuto, e verificando sempre. Falamos tudo sobre esse processo, aqui.

7. A clássica: Secar atrás da geladeira
Esse método só pode ser usado em casos de emergência, não deve ser rotina. Secar peças na grade que fica atrás da geladeira, com o tempo, pode acabar danificando o aparelho, além de aumentar o gasto de energia elétrica. Mas uma vez ou outra pode, e é super eficaz!

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Gastronomia vai levar país ao pódio?

 
                    

Brasil pode se tornar uma potência gastronômica, diz ministra Kátia Abreu participou do 27º Congresso da Abrasel

Ao participar da abertura do 27º Congresso da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou que o país já é uma potência mundial na produção de alimentos, mas pode se tornar também uma referência internacional gastronômica.

Durante o evento, realizado na noite de terça-feira (11/8), Kátia Abreu disse que o Ministério da Agricultura pode colaborar com a cadeia de bares e restaurantes.

“Precisamos juntar nossas forças para construir essa segunda potência. Temos universidades e escolas técnicas que produzem conhecimento na área, mas temos também esse ativo maravilhoso que são nossos produtos vegetais e animais, temperos, sabores extraordinários que são muitas vezes pouco conhecidos mesmo entre os brasileiros, imagine no mundo”, afirmou.

A ministra destacou a importância de o Brasil ter passado por uma revolução agrícola há 40 anos, deixando de importar alimentos para ser autossuficiente e exportador. Com investimento em tecnologia e pesquisa no campo, atualmente o setor agropecuário responde por 25% do PIB, 36% dos empregos e 40% das exportações.

“Se foi possível fazer isso concorrendo com gigantes no mundo, como Estados Unidos, como não vamos conseguir fazer o mesmo com nossos sabores e nossa gastronomia. Temos que imaginar isso como um grande negócio”, disse.

O Ministério da Agricultura, afirmou, trabalha intensamente para abrir novos mercados internacionais e precisa garantir ao povo brasileiro e a qualquer cidadão do mundo que nossos produtos apresentam “excelência” em sanidade.

“Por isso, o Mapa não cortou nenhum um centavo da sua previsão orçamentária na área de defesa agropecuária, porque acreditamos na importância que isso tem para o Brasil e para o segmento de alimentos”, discursou.

Empresário cria "coxinhas da felicidade" em São Paulo

   
                      
                            

Com recheio de 'hot roll' a churros, bar reinventa receita de coxinhas. Publicitário criou sabores inusitados do petisco em Ribeirão Preto. "Uni minha paixão com algo que me dá prazer no bar, que é cozinhar", diz.

Do G1

Hot roll, shimeji cremoso, queijo coalho com orégano, linguiça aberta com brócolis e churros de doce de leite. Se essas delícias já dão água na boca como prato principal, o que dizer de transformá-las em ingrediente principal de um dos petiscos mais adorados pelos brasileiros: a coxinha?
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Foi exatamente esta a ideia do publicitário Raphael Souza Filho, de 30 anos. Com criatividade de sobra e talento para a cozinha, Souza Filho, que é proprietário de um bar em Ribeirão Preto (SP), decidiu arriscar desenvolvendo receitas inusitadas para o petisco e chamar atenção dos clientes.

"A coxinha é algo que está na cultura do brasileiro. Coloco a coxinha na mesma posição do brigadeiro, do guaraná, do pão de queijo. Tem uma frase que eu sempre digo, não conheci ninguém triste comendo coxinha. Tem que estar feliz comendo coxinha!", diverte-se.

Natural de Santos (SP), Souza Filho trabalhou com publicidade durante nove anos em São Paulo (SP). No ano passado, mudou-se para Ribeirão Preto a trabalho, mas viu no mercado de bares uma chance de criar seu próprio empreendimento. Largou o emprego e decidiu investir no negócio, desta vez como empresário.

Paixão por coxinha

"Comecei a pesquisar sobre o mercado em Ribeirão e vi uma boa oportunidade para abrir um bar. Falaram de vários bares, e notei que o povo de Ribeirão gosta de coxinha. Foi aí que veio a ideia de tentar uma coxinha diferente. Pensei que meu bar tinha que ter um carro-chefe. E que se eu fosse abrir, teria que abrir com algo que ninguém tem. Juntei coisas que eu gostava muito e que talvez pudessem dar certo como coxinha", conta o dono do Obah Gastrobar.
Não conheci ninguém triste comendo coxinha. Tem que estar feliz comendo coxinha!"

O bar foi inaugurado em dezembro de 2014. Entre os petiscos do cardápio, cinco tipos de coxinha: salmão com cream cheese, shimeji cremoso, calabresa com catupiry, carne desfiada com redução de cerveja Demoiselle, típica de Ribeirão, e a clássica frango com catupiry. E foi a coxinha que leva salmão que mais agradou o público, segundo Souza Filho.

"Muita gente vinha e perguntava: existe mesmo isso aí? Servimos essa coxinha com um molho tarê. Ela nasceu com o nome de salmão com cream cheese, mas os clientes mudaram. Uma professora de gastronomia experimentou e disse: isso não é uma coxinha, é um hot roll. Daí começaram a chegar pessoas perguntando se eu tinha a coxinha de hot roll. Foi no boca a boca. Aí adotamos o que a galera estava falando", conta.

Mais sabores

Aos poucos, as coxinhas – servidas em porções de oito unidades com preços que variam entre R$ 22 e R$ 26 – viraram marca registrada do bar. Diante do sucesso dos sabores iniciais, o publicitário resolveu desenvolver outras cinco variações para o salgadinho.

Em março, o cardápio ganhou os recheios de camarão, linguiça aberta com brócolis e molho branco, queijo coalho com orégano, strogonoff e morango com creme de avelã, primeira opção doce das coxinhas.

"A coxinha doce veio por duas coisas: eu não tinha sobremesa para oferecer no bar. E outra coisa que pensei foi que com creme de avelã até pedra fica bom. Resolvi colocar na coxinha. Fomos aprimorando, até que coloquei o morango na receita. E virou um boom. Todo mundo quer experimentar", conta.

Atualmente, Souza Filho vende, em média, 400 porções de coxinhas por mês. A campeã de vendas é a de hot roll, seguida da versão doce de morango com creme de avelã. A "coxinha sobremesa", no entanto, ganhou uma concorrente no bar: a de churros, com massa envolta em açúcar e canela e recheio de doce de leite.

"Coloquei a coxinha de churros como sazonal, que é uma ideia nova para o bar. Quero colocar um novo recheio a cada dois meses e fazer esse rodízio. É uma forma de testar os sabores. Hoje estamos com 11 tipos. Mas essa de churros está todo mundo amando, e vejo que não vou poder retirar do cardápio", diz.

Sem parar
Com os sabores consolidados e vários outros a serem lançados, é mais que claro que o ingrediente principal do sucesso das coxinhas de Souza Filho é a criatividade.

"Sempre gostei de cozinhar. Uni minha paixão com algo que me dá prazer no bar, que é cozinhar. As pessoas são curiosas por natureza. É legal mexer com a curiosidade quando se fala em comida, em coisas diferentes para comer", diz.

O publicitário pensa em expandir ainda mais a variedade dos recheios. "A única regra é que o recheio tem que ser viciante. Tem que ser aquilo: dá para comer puro? Então dá para rechear também. A proposta do bar em si é mudar o tempo todo. É assim que faço com as coxinhas. Sou um caçador de coisas novas", conclui.

Entre os novos ingredientes em fase de experiência estão paçoca e uma coxinha só de bacon. As novidades devem entrar no cardápio após escolha do público do bar em um duelo que o dono chama de Ultimate Fighting Coxinha (UFC).

Festival gourmet em Niterói promete criações de chefes badalados

                            
 
O evento acontece a partir de hoje até domingo, no Campo de São Bento. Mais de 20 carros, barracas e bicicletas vão estacionar para o Rota Gourmet Food Truc, informa O Dia.


Enquanto esperam pela licença da Prefeitura, e o sorteio para definir seus endereços de atuação nas ruas, os food trucks aquecem motores, chapas e panelas em eventos concorridos. No caso, a união faz a força e o público agradece quando o encontro ocorre em área espaçosa, de preferência ao ar livre e próxima da natureza.

É o caso do belo Campo de São Bento, em Niterói, onde mais de 20 carros, barracas e bicicletas vão estacionar, de hoje a domingo, para o Rota Gourmet Food Truck. A lista de gostosuras sobre rodas traz pizzas, tacos, hambúrgueres, massas, sushis, brownies, sorvetes, drinques e por aí vai.

Estão confirmadas as presenças de atrações como o chef belga Frederic De Maeyer, que além de comandar a premiada cozinha do luxuoso Eça, no Rio, participa da feira com delícias como o Metralhadora, um sanduba de carne da raça bovina Wagyu assada, com batatas fritas e Catupiry dentro do pão (R$ 25).

O truck Larica Gourmet levará seu Larica Burguer, feito com 160g de carne, maionese de iogurte, farofa de bacon, cebola caramelizada no melado e pão de abóbora (R$ 23), oferecendo com o mesmo preço seu hot-dog de linguiça com molho de queijo e cebola caramelizada, além de tapiocas e pratos vegetarianos.

Com petiscos no estilo botequim, o Brasileiríssimo oferece porção de linguiça de pernil com aipim frito, queijo curado ralado e molho de cebola e ervas (R$ 18), ou pão de queijo recheado com pernil de porco acebolado, marinado na cachaça (R$ 10), entre outros quitutes.

Na seção de drinques, o carro Pilequinho tem opções como a caipirinha Doce, que leva cachaça, tangerina, melancia e erva-doce (R$ 18). Para a sobremesa, o Pain D’Epices prepara macarons variados (R$ 4 a unidade), tarteletes e o mil folhas de morango (R$ 8).

Serviço

ROTA GOURMET FESTIVAL. Campo de São Bento. Alameda Edmundo de Macedo Soares e Silva 1, Icaraí, Niterói. De hoje a domingo, das 10h às 19h. Entrada franca.

Crise faz brasileiro virar caçador de promoção

                             
 
Numa pesquisa, divulgada por blog publicado no Estadão desta quinta-feira (13/8), indica que esse número chega a 64%. Supermercados já sacaram isso e concentram as campanhas de aniversário neste mês e há empresas que até anteciparam a comemoração para impulsionar vendas

A crise e a inflação transformaram os consumidores em “caçadores” de promoções. Hoje, 64% dos brasileiros compram produtos em promoção habitualmente, revela pesquisa do Instituto Data Popular feita no começo do mês, em 152 municípios, com 3 mil pessoas. Cinco anos atrás, a pesquisa mostrou que os adeptos das barganhas somavam 39%.

Com uma queda de 2,2% nas vendas no 1.º semestre, o pior desempenho desde 2003, o varejo, especialmente hipermercados e supermercados, decidiu fazer promoções agressivas, voltando à velha prática de sortear carro zero-quilômetro e viagens, para espantar o baixo astral dos negócios. O mote é o aniversário da empresa, comemorado coincidentemente no mesmo mês pelas redes Walmart, Pão de Açúcar, Sonda e Hirota. O Carrefour até antecipou a campanha de aniversário de outubro para este mês. O Walmart resolveu estender o aniversário que ocorria em agosto nas bandeiras da rede que atuam no sul (Nacional e Mercadorama) para todos os hipermercados. O Carrefour diz que essa prática é comum.

“Hoje, o desafio para o varejista fazer promoções é muito maior”, diz o diretor do Data Popular, Renato Meirelles. Ele se baseia em dois resultados da pesquisa. Atualmente, 87% dos entrevistados afirma que pesquisam preços antes de comprar. É uma fatia muito maior que a do levantamento de 2010, quando 52% disseram que pesquisavam os preços.

Troca. Além disso, após o ganho de renda que houve nos últimos anos e a elevação no padrão de consumo, o critério para trocar um produto mais caro por outro mais barato mudou: 82% dos entrevistados informaram que procuram marcas mais em conta entre aquelas nas quais confiam e 69% dos consumidores se recusam a comprar produtos desconhecidos só porque estão em promoção.

A rede Sonda, por exemplo, com 29 lojas espalhadas pelo Estado de São Paulo, fechou acordo com fornecedores de marcas consagradas para a promoção de aniversário. É o caso do papel higiênico Neve, da Kimberly Clark. Hoje, um pacote com 16 rolos custa R$ 19,49, um valor quase 10% menor do que um ano atrás. Segundo Júlio César Lopes, diretor de marketing da rede, se o consumidor levar um segundo pacote, o abatimento é de 50% sobre o preço em promoção.

“Estamos mais dinâmicos na campanha deste ano”, diz o executivo. Atualmente, há 30% mais produtos em oferta na loja. Além dos descontos, a empresa vai sortear cinco carros. A expectativa é que a campanha deste ano amplie em 8% as vendas. “A meta é mais modesta”, diz o executivo, em referência ao cenário econômico.

Sorteio de picape. A rede Hirota, com 14 lojas em São Paulo, é outra que está tentando segurar a queda nas vendas apostando nas promoções. “Estamos tentando reagir e não sucumbir à crise”, diz a gerente de marketing, Eugênia Fonseca. Ela diz que neste ano a promoção de aniversário está mais agressiva. A rede vai sortear uma picape Hilux, avaliada em R$ 120 mil.

Já o Walmart optou por uma estratégia diferente para comemorar o aniversário e impulsionar as vendas. A empresa prefere colocar preços mais baixos nos produtos, dentro da política de preço baixo todo dia, do que gastar com carros, diz o diretor da rede, Andre Chevis Svartman.

Embalagens maiores. Percebendo o aperto no orçamento do brasileiro, desde o início de julho, a rede lançou campanha “vem que dá”. Com negociações fechadas com cerca de 20 grandes fornecedores, como Coca-Cola e P&G, a varejista consegue oferecer preços reduzidos para produtos de marcas importantes em embalagens maiores, para que o consumidor não corte os itens da sua lista de compras. Um exemplo é o detergente líquido para roupas em embalagem de 5 litros da marca Omo por R$ 26,90. No segmento de eletrônicos, outra forma de atrair o consumidor foi ampliar de 10 para 24 vezes o prazo de pagamento no cartão próprio.

Na rede Pão de Açúcar, que também comemora o aniversário este mês, os prêmios são quatro viagens para Madri, Espanha. A rede varejista não atribui a promoção mais agressiva neste ano à crise econômica e informa que está até gastando até menos com os prêmios de aniversário porque fechou parcerias com uma companhia aérea e uma agência de viagens. A empresa não revela quanto pretende ampliar as vendas com a promoção que inclui, além de prêmios, descontos em produtos escolhidos a dedo. Nesta semana, por exemplo, cortou em 50% o preço das cápsulas de café.

Consumidor. A analista de mercado Jessica Penido é uma verdadeira “caçadora” de promoções. Só compra itens em oferta e troca dicas de preços com a colega de trabalho Cristina Alves do Santos, apesar de morarem em bairros distantes.

Desde o fim do ano passado, Jessica, que tem 24 anos e vive sozinha com uma renda mensal na faixa de R$ 3 mil, decidiu mudar seus hábitos de compra para economizar. Ela deixou de fazer a despesa de supermercado nas grandes redes e passou a se abastecer em dois mercadinhos pequenos perto da sua casa. “Eles não têm tudo o que eu gosto, mas oferecem o menor preço”, diz a analista de mercado.

O quilo de filé de frango, por exemplo, saia por R$ 17 numa grande rede varejista. Agora, Jessica encontra por R$ 11 no mercadinho vizinho. De real em real, ela já conseguiu fazer uma boa economia, só de olho nas promoções. Quando fazia compra nas grandes redes, chegava a gastar R$ 350 por mês. Agora desembolsa R$ 250.

Cristina, de 39 anos, que tem uma família de cinco pessoas, entre mãe, irmã e filhos gêmeos, também mudou os hábitos de compra. Com renda de R$ 2 mil, ela faz um pente-fino nos folhetos de ofertas de um atacadista e de um supermercado pequeno na cidade de Embu, onde mora.

Com isso, ela consegue economizar cerca R$ 70 por mês só aproveitando as promoções. “Sempre estou de olho nas ofertas de leite, porque o consumo é alto na minha casa. Às vezes, uma caixa de leite nem dura uma semana.”

Apesar de as colegas estarem ligadas no preço, elas têm estratégias diferentes na frequência de compras para economizar. Jessica concentrou as compras em uma ou duas idas ao supermercado para escapar da tentação de comprar supérfluos. Cristina vai à loja toda vez que encontra uma boa promoção

Emirates lançará voo mais longo do mundo

                       
 
Empresa aérea anuncia rota Dubai-Panamá, que durará 17 h e 35 min. Atualmente, voo de 16 horas e 55 minutos é o mais longo. Mas isso não representa muita coisa, segundo a cantora funkeira Anitta, que levou 40 horas do Japão ao Brasil sem tomar banho. A entrevista foi dada nesta quarta-feira no programa do humorista e ator Ferdinando, no Multishow. Em relação à nova rota, é bom lembrar que a Zona do Canal do Panamá tem a maior concentração de árabes da América Central, rivalizando-se apenas com os chineses na região.

Da France Presse/G1

A companhia aérea Emirates de Dubai anunciou nesta quinta-feira (13) que lançará em fevereiro um voo Dubai-Panamá, que será o mais longo do mundo. Segundo um comunicado da empresa, o voo, realizado diariamente por um Boeing 777-200-LR, durará 17 horas e 35 minutos.

"Será o voo direto mais longo do mundo", afirmou a Emirates, acrescentando que o Panamá também será seu primeiro destino na América Central.

Entre os voos atuais mais longos figuram os que conectam Dallas e Sydney (16 horas e 55 minutos), Johannesburgo e Atlanta (16 horas e 40 minutos), e Dubai e Los Angeles (16 horas e 35 minutos).

Em 2013, por motivos de rentabilidade, o voo mais longo de todos deixou de operar, entre Cingapura e Nova York, a cargo da Singapur Airlines (18 horas e 50 minutos).

O voo da Emirates sairá às 8h05 de Dubai e chegará à Cidade do Panama às 16h40. O voo de volta sairá às 22h10 da Cidade do Panamá e chegará em Dubai às 22h55 do dia seguinte.

O preço do bilhete de ida e volta sai em torno de R$ 7.500.

Expansão
Em plena expansão, a Emirates tem uma frota de 235 aviões e cobre 147 destinos no mundo. A empresa é acusada por companhias americanas de concorrência desleal, junto à Etihad Airways e à Qatar Airways, as três companhias aéreas do Golfo que não param de se desenvolver.

American Airlines, Delta Air Lines e United Airlines acusaram em março as três empresas de ter  recebido 42 bilhões de dólares em subsídios de seus respectivos governos desde 2004. As três rejeitam as acusações.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Entrevista inteligente com o Masterchef

                           

'Comida não pode ser artigo de luxo', diz chef Henrique Fogaça, em entrevista para o jornal Folha de São Paulo. Ele fala até do modo como ajuda o filho a comer de tudo.



Quem vê Henrique Fogaça no júri do "Masterchef", da Band, nem imagina que o piracicabano —cuja fama no programa fica dividida entre a de "marrento" e a de "galã"— não nasceu exatamente com a mão na massa.

Ter se tornado cozinheiro foi quase um desvio de percurso na vida do paulista, que repetiu três vezes de série no colégio e começou a cursar (sem terminar) as faculdades de arquitetura e de comércio exterior.

A mudança para São Paulo, aos 23, foi a protagonista da reviravolta em sua vida. Hoje, Fogaça se divide entre o restaurante Sal, os bares Cão Véio e Admiral's Place e a feira gastronômica O Mercado. "Só comia comida congelada. Cozinhar virou uma necessidade", explica.

Entrevista - Como aconteceu seu encontro com a gastronomia?
Henrique Fogaça - Eu trabalhei por cinco anos no Banco Real [atual Santander] e comia muita comida congelada. Aí pedi umas dicas para minha avó e passei a cozinhar em casa. Eu ia cedo à feira, comprava os produtos, fazia minha marmita e ia para o trabalho. Percebi que não queria ficar no banco o resto da vida —aí prestei gastronomia na FMU.

Você teve uma Kombi em que vendia hambúrgueres. Considera-se precursor dos foodtrucks?
Comida de rua sempre existiu. A minha Kombi durou mais ou menos sete meses —criei quando estava na faculdade, chamava-se "O Rei das Ruas". Pedi demissão, fiz um acordo com o banco e, com o dinheiro, comprei um moldador de hambúrguer, um freezer e uma mesa de inox que tenho no Sal até hoje.

É preciso pagar caro para comer bem em São Paulo?
Para comer bem, tem que saber onde ir. Muita gente nova monta restaurante e já cobra caro. Minha comida não é cara nem barata, condiz com o que sirvo —colocamos uma margem de lucro em cima para sobreviver. Quando criamos a feira O Mercado, a ideia era oferecer uma comida diferenciada da que existe na rua, por um preço acessível. Comida é uma coisa primitiva —você nasce e morre comendo. Não dá para ser artigo de luxo.

O que o pai Henrique Fogaça gosta de preparar para os filhos?
Eu cozinho pouco em casa, fico muito fora. Não posso cozinhar para a Olívia, que tem necessidades especiais e se alimenta por sonda. Mas o João vai muito ao restaurante, gosta de comer nhoque com molho de tomate e carne. Ele come de tudo —mesmo quando teima, eu digo "experimente, confia no papai". É a maneira de educar, isso é importante.

Quais os próximos passos do Fogaça?
Vou abrir, nas próximas semanas, um restaurante na rua 13 de Maio, em parceria com o Alberto Hiar [da grife Cavalera]. Vai ter uma cozinha toda aberta, sem vidro. A comida vai ser uma extensão do que faço. Não gosto de rotular. Minha comida é para comer.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Dia dos Pais : Festival de Sopas CEAGESP é uma boa opção esse mês

      
 
A temporada 2015 do Festival de Sopas Ceagesp termina no próximo dia 30 deste mês. Faltam apenas quatro semanas para o encerramento da sétima edição do maior Festival de Sopas do Brasil. Até agora, mais de 60 mil pessoas passaram pelo evento, que já serviu mais de 70 sabores de sopas diferentes.

Nesta semana, de quarta a domingo, as opções que acompanham as Sopas de Cebola (gratinada e sem gratinar) são os seguintes: Sopa de Salmão com Brócolis e Chia, Sopa de Chilli Mexicano, Lámen, Vegetariana: Creme de Pera com Roquefort, além de Canjica (na quarta) e Sopa de Chocolate com Frutas (no domingo).

Semanalmente, os sabores são trocados, permanecendo fixas no cardápio as Sopas de Cebola (todos os dias). Canjica Doce, servida somente às quartas e a Sopa de Chocolate com Frutas, que  é o prato adicional apenas aos domingos.

O evento também oferece aos frequentadores uma mesa de antepastos (cobrados à parte por kg), com queijos, frios, conservas, patês, azeites, pimentas, pães e outros itens que combinam bem com as sopas. Vinhos de várias nacionalidades e outras opções de bebidas, incluindo sucos e refrigerantes, além de sobremesas complementam o cardápio.

Cardápio da Semana de 05 a 09 de agosto (quarta a domingo)
·         Sopa de Salmão com Brócolis e Chia
·         Sopa de Chilli Mexicano
·         Lámen
·         Vegetariana: Creme de Pera com Roquefort
·         Sopa de Cebola
·         Sopa de Cebola Gratinada
·         Canjica Doce (somente às quartas-feiras)
·         Sopa de Chocolate com Frutas (somente aos domingos)

SERVIÇO

Festival de Sopas CEAGESP 2015

Quando: Até 30 de agosto. Quarta, quinta e domingo, das 18h às 00h; sexta e sábado, das 18h às 2h.

Preço: R$ 32,90 (por pessoa) com buffet self service de sopas à vontade (somente as sopas); mesa de antepastos cobrados à parte, assim como vinhos, sucos, refrigerantes e sobremesas.

Pagamento: Dinheiro, cartão de débito e crédito Visa e Mastercard.

Entrada: Portão 4 da CEAGESP (Av. Dr. Gastão Vidigal - Vila Leopoldina).

Estacionamento: Portão 4, com preço fixo de R$ 10,00, válido para todo o período em que o frequentador estiver no evento.
Site do evento: www.festivaldesopasceagesp.com

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Especial Dia dos Pais - Feijoada Nota 10 e Festival Food Bikes

                                               
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Todo mundo sabe que é sempre assim: dia de festas, restaurantes e bares cheios. Pode contar. Mas temos uma solução para você fazer diferente nesse final de semana que inclui o Dia dos Pais: que tal uma feijoada com muita música numa escola de samba, ou, quem sabe uma esticada a um shopping do Leblon, para comer e beber numa food bike?

Neste sábado (8/8), a Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira, ou simplesmente a "Verde e Rosa", fará sua "Feijoada Nota 10", com muito samba e soul music. A comilança está prevista para começar às 13 h, acompanhada de atrações como Bruno Maia, Chacal do Sax. A bateria encerra a noite, com o Interprete Estandarte de Ouro Luizito.  O evento faz parte do "Rio Gastronomia", que irá premiar a melhor feijoada deste ano. É bom dizer que a Mangueira é bi-campeã no quesito, e quer abraçar o tri-campeonato. A Piraquê está patrocinando a feijoada mangueirense Veja os preços:

A feijoada custa R$ 20, e será servida entre às 13h e 16h. A entrada na quadra custa R$ 15 (primeiro lote); R$ 20 (segundo lote) e no diado evento, R$ 30.  O camarote custa R$ 1.200,00 (12 pessoas com feijoada); mesa Vip R$ 300 (4 pessoas com feijoada) e mesa R$ 60.

A quadra da escola fica na Rua Visconde de Niterói, 1072, bairro da Mangueira, Zona Norte do Rio. Informações: (21) 2567-3410.

Ainda no sábado,  temos a feijoada da escola de samba São Clemente, cuja a quadra fica situada na na Avenida Presidente Vargas, 3102, na Cidade Nova (Praça Onze). Não foram informados os preços.

No domingo, Dia dos Pais, a Estácio de Sá, campeã do carnaval 2015, da Série A dos desfiles, fará sua "Feijoada do Leão". O evento começa às 13h e termina às 15h. A quadra fica situada na Avenida Salvador de Sá, 206-208, na Cidade Nova. Também não foram informados os preços.

Ainda no domingo, a Bateria "Furiosa" do Salgueiro estará abrilhantando a feijoada da escola de samba da Tijuca, com um show do Meste Marcão e dos ritmistas, incluindo aí os intérpretes Serginho Porto e Leonardo Bessa.  Tem também a exibição da banda Babado Novo com a vocalista Mari Antunes. A feijoada começa às 13h, na quadra do Salgueiro, situada na Rua Silva Teles, 104. A camisa convite custa R$ 40.

No dia 15/8, será a vez da feijoada da Vila Isabel, começando às 13h; a da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis fará sua feijoada no dia 16 de setembro.

Festival Food Bikes

                 

O evento acontece no Sopping Rio Design Leblon, com um festival gastronômico sobre rodas, que já está rolando e vai terminar no domingo (9/8), Dia dos Pais.  Anota aí o que tem: Beer Bike 21 (cervejas especiais); Belgaderie (doces em potes); Boxe Free (doces e salgados sem glútem, lactose e açúcar refinado); Brownie Bike (brownie); Confeito Design (cheesecakes e bolos); Don Coneone (pizza em cones); É de Chocolate (brigadeiro gourmet); Gastrobike (sonhos); Pão de Mel da Gema; Superpaleta (paletas mexicanas); The Italian's (palhas italianas); Wine Bike (vinhos e espumantes). Especial

Polo de lingerie de Friburgo sofre com a crise econômica

                          
 
Reportagem do jornal Folha de São Paulo mostra a situação catastrófica na Região Serrana do Rio, com lojas de moda íntima e praia fechando suas portas.
   

Em uma loja deserta, em uma rua vazia, à sombra de um outdoor de 15 metros que porta a imagem de uma mulher de calcinha e sutiã, Fátima Vieira reconsidera sua opção de carreira.

Vieira, 54, proprietária da loja Switch Women, mudou-se do Rio para Nova Friburgo há cinco anos, a fim de criar seu negócio na chamada "capital brasileira da lingerie".
   

                    

"Quando cheguei aqui, a cidade era o lugar ao qual brasileiros de todo o país vinham para comprar lingerie", diz. "Agora parei de renovar meu estoque e estou só tentando vender aquilo que tenho. Para ser honesta, estou pensando em desistir."

Com a economia brasileira a caminho da pior recessão em 25 anos, muitos dos comerciantes dessa antiga colônia de alemães e suíços enfrentam dificuldades.

Na Tanga Rosa, a história é a mesma. Rafaela Fagundes, 27, diz que os últimos meses foram sombrios. "Ninguém quer comprar nada."

De acordo com o Sindvest, a organização patronal do setor de lingerie local, um quarto dos 200 mil moradores de Nova Friburgo depende do setor têxtil. Em algumas categorias de roupa de baixo, a cidade responde por até 25% da produção brasileira.

Em 1968, a fabricante alemã Triumph abriu uma grande fábrica na cidade. Quando ela começou a demitir, nos anos 1980, muitos decidiram usar seus conhecimentos para abrir novas empresas. Agora, a cidade conta com mais de 1.300 fabricantes e varejistas de lingerie. Outras centenas operam informalmente.

"Não é mau ter tantas empresas pequenas no mesmo lugar, mas em uma recessão as menores tendem a ser canibalizadas pelas de maior porte, que podem arcar com um baque temporário e desenvolver produtos especializados", diz Marcelo Prado, diretor do Iemi (Instituto de Estudos e Marketing Industrial), especializado em moda.