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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Saúde & Beleza Natural : Máscara feita com açaí vira opção de tratamento estético


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A moda começou no Rio. Objetivo da máscara é rejuvenescer a pele através da ação dos antioxidantes. Receita é uma opção de baixo custo para complementar os tratamentos estéticos.

O açaí da hora do lanche está se transformando na alternativa para cuidados com a beleza. A pedido de pacientes, a dermatologista Ana Carolina Sumam criou uma substância feita com produtos naturais e a base de açaí.

Rico em vitaminas e com poder antioxidante, a mistura deixa a pele mais hidratada e previne o envelhecimento. A mistura leva ainda morango, abacate e mel.

“As pacientes vão perceber que a pele vai ficar mais macia, mais hidratada, luminosa. O açaí tem uma ação emoliente, ou seja, aumentam a hidratação da pele. O açaí também é rico em antioxidantes, que vão trazer inúmeros benefícios para a pele também”, disse a dermatologista Ana Carolina Sumam.

“O objetivo é prevenir o envelhecimento, porque o açaí é rico em antioxidantes. Rico em antocianina, flavonoides. Substancias que diminuem o estresse oxidativo na pele e no nosso organismo. Com isso, a gente vai conseguir preservar as fibras elásticas e colágenas, a pele vai ficar mais firme. A ação antioxidante diminui o dano na pele. Além de outros benefícios, porque ele é rico em vitamina A, C e E”, completou a médica.

Outros benefícios

Na Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a assessora do departamento de cosmiatria, Patricia Ormiga, confirmou o efeito benéfico do açaí.

“A nossa pele sofre oxidação pelos radicantes que sobram de todo o metabolismo em todos os órgãos. É isso que faz o processo de envelhecimento, quando você tem uma ação antioxidante é como se você tivesse retardando o envelhecimento”, disse Patrícia.

Patrícia Ormiga disse ainda que há estudos que apontam para outros benefícios da fruta. De acordo com ela, há indícios de ações positivas no sistema imune e benefícios para pacientes com doenças cardíacas.

“Além da questão antioxidante, existem estudos que mostram outros benefícios. Tem trabalhos que mostram alguma ação antiflamatória, uma ação positiva quanto ao sistema imune, uma ação cardio protetora, então pacientes com doenças cardíacos poderiam se beneficiar das antocianinas presentes no açaí”, afirmou a médica.

Baixo custo e cuidados

A máscara também é uma alternativa para os tratamentos de beleza convencionais, que geralmente têm alto custo. A possibilidade de fazer a mistura com produtos naturais deixa o tratamento mais acessível.

“Além de ser uma coisa fácil de fazer, porque pode-se fazer em casa. Tem um baixo custo, que qualquer um pode fazer. Ela também é feita de produtos 100% naturais. Hoje em dia, na prática clínica, cada vez mais a gente recebe pacientes com a necessidade de produtos naturais”, disse Ana Carolian Sumam.

A dermatologista Patricia Ormiga disse ainda que é necessário ter cuidados ao ficar exposto ao sol após passar a máscara: “Os pacientes têm que ter cuidado quando expostos a esse produto do açaí porque ele pode ser fotossensibilizante. Ele pode aumentar a reação da pele quando exposta ao sol. Sempre que usar qualquer máscara contendo açaí, lembrar de limpar bem a pele, lavar e usar o foto protetor”

Como fazer a máscara de açaí

Ingredientes:

   - Uma colher (de sopa) rasa de abacate
   - Uma colher (de chá) cheia da polpa de açaí
   - Um morango
   - Uma colher (de sopa) rasa de mel

Modo de preparo:

Amasse o abacate, em seguida misture a polpa de açaí, o morango e o mel num recipiente, até formar uma pasta.

Aplicação

Faça a limpeza do rosto com água e sabonete neutro ou específico para o seu tipo de pele. Depois, enxugue bem a pele e passe a mistura no rosto de forma uniforme com as pontas dos dedos, massageando levemente. Deixe a pasta agir por 20 minutos e retire com água fria. Em seguida, use o filtro solar e evite a exposição ao sol.

sábado, 18 de maio de 2019

Natura adota conceito mais natureza em lojas físicas

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Primeira unidade no novo formato é inaugurada em Salvador, sob inspiração da arquitetura modernista e dos jardins de Burle Marx, e terá ponto de logística reversa. França, Estados Unidos, Argentina e Chile terão 9 lojas do mesmo tipo.

Na sexta-feira, 10/5, a Natura irá inaugurar no Shopping Barra, em Salvador, sua primeira loja física da região Nordeste, região considerada chave na estratégia de expansão nacional da empresa. Será a 38ª loja da marca, que incluiu esse modelo em seu plano de multicanalidade em 2016 e, hoje, está presente em dez estados brasileiros e no exterior, com outras nove lojas –  em Paris (3), Nova York (2), Buenos Aires (2) e Santiago (2) – além do e-commerce e da venda direta, ou “por relações”, como costuma chamar.

A proposta do novo conceito de loja, criada em parceria com o escritório Metro Arquitetos, é trazer ainda mais brasilidade e a cara da Natura ao espaço, assim como valorizar a experiência dos consumidores, ampliando sua interação com os produtos. A arquitetura modernista e os jardins do paisagista Burle Marx foram as fontes de inspiração do novo projeto.

“Usamos materiais em seu estado natural e formas orgânicas para criar um ambiente que apela a todos os sentidos, equilibrando exposição de produtos com informação e experiência”, comentou Martin Corullon, sócio do Metro Arquitetos.

Os produtos estarão distribuídos por três segmentos, pensados para permitir a experimentação. O primeiro é dedicado aos itens de cuidados pessoais, traz a linha Ekos, 100% vegana, com 90% de ingredientes naturais e ativos da biodiversidade amazônica. Outra ilha é dedicada à perfumaria, que também contém ativos brasileiros, álcool orgânico e vidro reciclado. E na terceira estão produtos de cuidados para o rosto e maquiagem. Mas a preocupação com a sustentabilidade não está apenas nos produtos, a loja também será a primeira a ter um ponto de logística reversa, no qual será possível retornar a embalagem de qualquer produto cosmético já utilizado, para ser transformada em novos frascos de produto.

Ligada à natureza, mas não desligada dos novos tempos, a Natura também embarcou mais tecnologia a essa nova experiência que pretende dar aos clientes. Além de um espelho virtual na área de maquiagem que faz uma avaliação e diagnóstico de pele, sugerindo soluções de hidratação, um sistema de pagamento mobile também será utilizado, num sistema mais ágil que os caixas tradicionais. Já quem quiser fazer uma viagem pelas comunidades extrativistas da Natura, na Amazônia, poderá ter essa experiência com um óculos de realidade virtual localizado na ilha de Ekos.

Segundo Paula Andrade, diretora de varejo da Natura, até o final de julho estão previstas mais cinco inaugurações sob o novo conceito: Fortaleza, Vitória, Brasília, Balneário Camboriú e Belo Horizonte. O antigo modelo permanece nas praças que já foram inauguradas e essas outras lojas serão adequadas ao novo formato aos poucos, mas a companhia diz ainda não ter previsão de quando as reformas serão iniciadas.

“No ano de 50 anos da marca, as novas lojas chegam para reforçar a história construída pela Natura, uma empresa que prioriza o uso de ativos da biodiversidade brasileira e que acredita no poder das relações”, afirma Paula, para quem a nova loja também está alinhada ao novo posicionamento institucional da marca – O Mundo É Mais Bonito Com Você – desenvolvido com sua agência Africa e colaboração do coletivo Mesa & Cadeira e da @hybrid_collab, e que vem sendo divulgado por meio de campanha criada pela Africa.

Fonte Meio & Mensagem


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

" No Bra !!" - Mulheres querem beleza natural dos seios à mostra

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A deputada estadual Ana Paula da Silva, a Paulinha (PDT), chamou a atenção na posse na Assembléia Legislativa de Santa Catarina por um motivo curioso. A quinta parlamentar mais votada em nas últimas eleições acabou virando assunto nas redes sociais por conta do macacão utilizado no evento.

Nas redes sociais, as fotos da parlamentar usando o macacão foram divulgadas e o seu decote, sem sutiã, acabou virando alvo de críticas, inclusive em sua página pessoal. Ela precisou mediar as mensagens e alguns comentários fizeram menção a estupro, algo que agora ela usará para levar os ofensores à Justiça.

“Os [comentários] mais maliciosos eu fiz questão de apagar porque nenhuma mulher merece receber esses comentários. A participação das mulheres na política é tão minúscula, somos tão poucas, por isso causamos essa reação. Mulheres se vestem de todas as maneiras, só que não estão representadas no poder”, afirmou a deputada.

                          
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                          Ariel Winter

Falta de respeito em uma cerimônia muito formal?  Ou apenas uma maneira de se vestir acompanhando a tendência da moda neste verão? Não. Em busca de mais conforto e do reconhecimento da beleza natural dos seios, cada vez mais mulheres se libertam do acessório — mas, como a parlamentar, enfrentam resistência.

O sutiã já marcou importantes momentos na história da luta da mulher por seu espaço na sociedade e contra estruturas sociais que as oprimem. Depois de protagonizar a famosa manifestação de feministas contra a objetificação da mulher durante o concurso “Miss America”, no chamado “Bra Burning” (“Queima dos Sutiãs”), em 1968, mais uma vez a peça surge como símbolo de libertação feminina. Agora a luta é pela abolição do seu uso. Cada vez mais as mulheres desejam tirá-la do corpo para viverem com seus seios da forma como eles são.

Força da beleza natural

Esse desejo simboliza uma busca pelo reconhecimento da sua beleza natural e da dessexualização do corpo feminino – que, na visão das militantes, foi levada ao extremo pela indústria do entretenimento. Além disso, representa uma luta pela igualdade de direitos em relação aos homens – que, diferentemente das mulheres, podem andar sem constrangimentos com os mamilos à mostra em alguns ambientes.

Celebridades brasileiras estão aderindo à tendência. É o caso de Cleo Pires, que costuma aparecer com os seis naturais sob as blusas e já se manifestou pelo Instagram sobre o tema. “Meus seios não são órgãos sexuais. Antes, são órgãos feitos para alimentar um bebê”, disse ela, que criticou a política de censura de algumas redes sociais aos peitos das mulheres. 

Recentemente o Instagram e o Facebook foram questionados por alguns usuários por não permitirem a exposição de mamilos femininos, diferentemente dos masculinos. Outra personalidade que não vê problema em não usar a peça é Bruna Marquezine. “Amo e acho tão bonito”, disse em resposta a uma fã pelo Twitter. A tendência já é global e também pôde ser vista no tapete vermelho do Globo de Ouro, no domingo 6, nos looks de atrizes como Julia Roberts e Saoirse Ronan.

Em ambientes corporativos, porém, a ausência da peça provoca estranhamento. Além disso, algumas linhas da psicologia e estudos de neurociência afirmam que dessexualizar os seios seria impossível, uma vez que eles estão biologicamente vinculados à reprodução. Durante a amamentação, por exemplo, o cérebro feminino produz um hormônio semelhante ao que une um casal na vida adulta. E o fato das mamas se desenvolverem na puberdade faz com que elas estejam relacionadas com a capacidade de reprodução da mulher.

" No Bra!!"

Uma das razões que incentivam o movimento conhecido como No Bra (“Sem Sutiã”, em inglês) é o benefício que a eliminação da peça pode causar à saúde das mamas. Estudos mostram que, ao contrário do que se pensava antes, sutiãs com arames, plásticos ou bojos podem fazer mal porque comprimem os peitos. 

Segundo Jean-Denis Rouillon, professor da Universidade de Franche-Comté e um dos poucos estudiosos do tema, o sutiã não evita os efeitos da gravidade no corpo. Rouillon constatou que eles ficam mais firmes quando o acessório não é usado, porque os tecidos e ligamentos têm de trabalhar e não degeneram. Além disso, sem ele a circulação do sangue é melhor e a temperatura das mamas se mantém natural. Pensando nisso, foi criado até um dia para encorajar as mulheres a não tirarem o sutiã do guarda-roupa. 

O “No Bra Day” ocorre no dia 13 de outubro, durante o Outubro Rosa, e visa conscientizar sobre a autoavaliação para a prevenção do câncer de mama. As feministas, no entanto, protestam. Para elas, todo dia é dia da mulher deixar o sutiã em casa e libertar as mamas.


Carnaval 2019 : Cores neon estão bombando no verão

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Qual fantasia usar nos blocos de rua se não tem dinheiro para investir no carnaval? As cores neon estão despontando com muita força.

As cores fortes estão bombando no verão 2019, e, assim como nas passarelas, a tendência não poderia ficar de fora da festa mais colorida do ano. A proposta é reutilizar os elementos de uma mesma make em diferentes ocasiões, dando aquele "up" no visual. Vale lembrar que qualquer pessoa pode se jogar na tendência. Na folia, não existe a palavra exagero e o único objetivo é se divertir.

Tendência do verão 2019, as cores neon já marcam presença no visual das prévias de carnaval e prometem continuar em alta até o fim da folia. A moda não está só no figurino e acessórios, mas também na maquiagem. O G1 preparou três maquiagens artísticas com neon. Os temas escolhidos foram de arco-íris, coração e geométrico.

Todas os visuais podem ser reproduzidos em casa. Todas podfem ser produzidas com uso de base, corretivo, contorno, pó e blush. Também foi utilizado um lápis para corrigir as sobrancelhas. Confira os tutoriais:

Arco-íris

Para reproduzir essa maquiagem, é preciso ter: tinta facial em cores neon, glitter correspondente às cores escolhidas, lápis corretivo, cartela de strass colorido, rímel preto, glitter em gel na cor roxa e sombra para os olhos nas cores roxa e azul.

Com a pele pronta, a maquiagem começa pelas sobrancelhas. É necessário passar um gel de sobrancelhas (ou de cabelos) para fixar melhor a sombra roxa a ser passada em cima dos fios.

Após a sombra, para dar mais brilho, pode ser usado um gel com glitter na cor roxa, ou um glitter solto da mesma cor, a depender da quantidade de brilho que deseja obter. Em ambos os casos, o glitter deve ser aplicado com batidinhas.

O próximo passo é pegar um lápis corretivo para demarcar as linhas que separam as cores do arco-íris. De acordo com a maquiadora Rafaela Oliveira, a técnica ajuda a não borrar o visual.

"Quem não tiver um lápis corretivo na cor nude, pode pontilhar com qualquer lápis, de forma suave para não riscar muito a pele", indica, afirmando que o segredo para a linha não ficar torta é ter mão firme.

Com os traços marcados, chega o momento de pegar o pincel e a tinta neon da cor escolhida. O pincel segue a linha tracejada, a partir do canto do olho, até o final do queixo. Após a marcação da linha, chega o momento de preencher. Para Rafaela, é importante passar uma segunda mão para a cor ficar mais aparente. O processo se repete a cada espaço delimitado, cada qual com uma cor.

Por cima de cada cor, a maquiagem leva um glitter do tom correspondente. "No côncavo do olho, é melhor passar o glitter com um pincel, pois a unha pode machucar a região. No restante do rosto, dá para passar com os dedos, dando uma batidinha", aponta a maquiadora. O glitter ajuda na fixação da tinta e dá uma aparência mais homogênea à maquiagem.

Apesar de a maquiagem ter sido produzida com quatro cores, ela pode ser feita com mais ou com menos, a depender da largura definida entre as linhas. "Fazendo de forma mais estreita, existe a possibilidade de usar mais cores. O dedo mindinho pode ser usado como medida nesse caso. Da maneira que fiz, o indicador resolve", explica Rafaela.

Ao terminar de preencher todos os espaços com tinta neon e glitter, nota-se que sobra um espaço abaixo do olho. Deve ser evitado aplicar tinta na região para não causar irritação. Sendo assim, uma sombra na cor azul escuro é usada para preencher a área. "Essa cor dá um destaque à maquiagem, mas não carrega tanto o olhar como o preto", afirma Rafaela.

Do outro lado da face, o procedimento deve ser repetido. No entanto, a partir do mesmo ponto do canto do olho, as linhas são demarcadas para cima, em direção à testa.

O preenchimento de tinta e glitter do outro lado do rosto deve ser usado com a mesma sequência de cores já utilizadas, para dar harmonia, segundo a maquiadora. Para finalizar, rímel preto, batom à sua escolha e um glitter por cima do batom para dar o "tchan". O olhar ainda pode ser circundado com estrasses coloridos, daqueles vendidos em cartelas como adesivos.

Coração

A maquiagem de coração precisa dos seguintes materiais: tinta facial em cor neon, glitter dourado, esponja de lavar prato, strass prata, rímel preto, sombra para os olhos na cor azul, tesoura e papel.

A tesoura e o papel servem para fazer os corações, que são utilizados na maquiagem como um estêncil (ou carimbo). Segundo a maquiadora Rafaela Oliveira, se o papel for de uma gramatura mais grossa, a técnica funciona melhor. São feitos dois corações, de tamanhos distintos, de acordo com o tamanho do rosto da pessoa. Já a esponja serve para esfumar a sombra.

A maquiagem começa a partir do côncavo, que deve ser preenchido com a cor neon escolhida, em duas "mãos" para ficar mais evidente. "Como a modelo é morena, escolhi laranja, pois dá destaque ao tom de pele dela", afirma a maquiadora. Uma sombra marrom pode ser aplicada antes da tinta para dar mais profundidade ao olhar.

Após cobrir o côncavo com laranja, uma tinta azul é usada para contornar a linha acima do olho. "Para dar uma sensação de continuidade na maquiagem, uso uma esponja para esfumar as tintas. Mas dando batidinhas, não esfregando a pele", ensina a maquiadora. A dica é passar uma segunda mão do azul depois do uso da esponja, e esfumar novamente, para a cor ficar mais aparente.

Com o coração já recortado, a aplicação na maquiagem ocorre na área das têmporas. Para segurar o coração de forma firme no rosto, a dica é usar um lápis como ponto de apoio em uma das mãos. A outra mão é usada para melar a esponja com tinta e passar no entorno do coração, como se faz com um estêncil.

O passo se repete com o segundo coração, que deve ter um tamanho diferente do primeiro. Após as duas aplicações, a esponja entra em cena novamente para esfumar a tinta. Os dois corações são aplicados também do outro lado da face.

Para dar uma selada e um “tchan” na maquiagem, é interessante colocar glitter. “Coloquei um dourado para dar mais destaque”, afirma Rafaela.

Para incrementar o visual, estrasses prateados podem ser aplicados em pontos específicos do rosto, como no cantor interior dos olhos e nas pontas dos corações. Para finalizar a maquiagem, rímel e batom à escolha.

Geométrica

Para reproduzir a maquiagem feita com formas geométricas, os materiais necessários são: tinta facial em cor neon, glitter dourado, lápis corretivo, rímel e delineador pretos e sombra para os olhos na cor marrom.

A maquiagem começa pela linha da sobrancelha, passa para as áreas da testa e bochecha e termina com queixo e nariz. Ao todo, são utilizadas cinco tintas em cores neon: amarelo, azul, laranja, rosa e verde.

Em azul, a primeira linha traçada pela maquiadora Dorghillany Holanda é a que fica abaixo da sobrancelha. "Para fazer um contorno bem fino, é importante usar um pincel, na horizontal, sem pressionar muito. Quando a linha da sobrancelha começa a descer, no canto do olho, dá para dar uma encorpada na linha, girando o pincel e pressionando mais", explica.

Ainda conforme a maquiadora, no momento de fazer as circunferências nas diversas partes do rosto, é interessante fazer uso de um pincel com a forma redonda. A dica, para quem não tenha o material, é usar o cabo de qualquer pincel no lugar. "Dar uma giradinha com o pincel melado de tinta ajuda a deixar a forma bem marcada e circular", explica.

Para Dorghillany, também faz a diferença no visual respeitar os diâmetros das bolinhas em toda a maquiagem. Outra dica é dar uma segunda mão nelas, para a cor ficar mais aparente, e a textura, mais consistente.

As bolinhas rosas da área da bochecha são feitas na área em que é posto o iluminador, um pouco acima da marca do blush. "Ela é feita como se tivesse indo encontrar a linha da sobrancelha, da mesma forma que as bolinhas feitas na área da testa acompanham os fios", afirma Dorghillany. Já as formas triangulares, nas áreas do queixo e testa, tomam como guia o centro do rosto.

Para ela, o interessante dessa maquiagem é fazer uma "brincadeira" no rosto, a partir do uso de tintas. "É possível trabalhar com formas simples, como círculos, triângulos e linhas, mas vai de cada um. Nada impede que um desenho mais elaborado possa ser feito", lembra. Na pintura das linhas mais grossas, o uso de um lápis corretivo, previamente, pode atuar como guia.

Ainda conforme a profissional, essa maquiagem, feita a partir de detalhes, realça a beleza natural das mulheres. "Essa maquiagem é para aquela mulher que se sente bem consigo mesma. Pode notar que não fazemos contorno, nem nada", afirma.

O visual é finalizado com delineado no olho, rímel preto, batom à escolha e glitter dourado na área das têmporas.


sábado, 12 de janeiro de 2019

O Boticário tem selo vegano em seus produtos

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A onda do veganismo está aumentando no setor de beleza. Segundo a marca brasileira, 30% dos itens de maquiagem já são livres de teste ou matérias-primas de origem animal

Os produtos da marca O Boticário que são veganos vão começar a receber um selo para identificá-los. A sinalização será definida pela própria empresa e não possui uma certificadora externa. No entanto, a fabricante de cosméticos afirma que está seguindo padrões de organizações internacionais.

A empresa informa que não faz testes em animais e 30% do portfólio de maquiagem, que inclui as linhas Make B. e Intense, não possui ingredientes de origem animal.

“O Boticário já contava com produtos veganos em seu portfólio – o que estamos fazendo é dando mais clareza para a comunicação com o consumidor”, diz Alexandre Bouza, diretor de Marketing do Boticário.

No Brasil, mais de 900 produtos alimentícios, de limpeza doméstica e cosméticos têm o selo vegano do programa gratuito de certificação da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) – ONG sem fins lucrativos.

“Não sabemos quais critérios foram usados pelo Boticário, mas estamos muito contentes com essa movimentação para oferecer e identificar produtos veganos. É um caminho sem volta a ampliação desse mercado”, afirma Guilherme Carvalho, secretário executivo da SVB.

Apesar de ver a iniciativa da marca com “bons olhos”, Carvalho pondera que a certificação de uma instituição “terceira” traria mais “confiabilidade”. “Não é por má fé, mas existe uma infinidade de produtos e processos que envolvem animais e nem sempre as empresas têm conhecimento de todos.”

O processo de certificação da SVB chancela apenas itens que não fazem testes e não possuem componentes de origem animal – inclusive na formulação de ingredientes que não aparecem na embalagem do produto que chega ao consumidor final.

Aumentando

Sobre a possibilidade de aplicar o selo em outras marcas do Grupo Boticário – como Eudora, Quem disse Berenice?, The Beauty Box, Vult e Multi B -, a empresa explica que está buscando soluções com a área de pesquisa e desenvolvimento para aumentar gradativamente o número de produtos veganos.

O caminho para se tornar totalmente vegana segue os mesmos passos. A companhia se compromete a ampliar a oferta, mas não há um prazo estabelecido.  “Temos grandes desafios em termos de ingredientes, mas queremos evoluir a cada lançamento. Entre as estratégias, existem estudos do uso de glicerol somente de origem vegetal.”

Além do Brasil, O Boticário também está na Colômbia, Estados Unidos, Costa Rica, Guiana, Panamá, Venezuela, Suriname, Bolívia, Paraguai, Portugal, Líbano, Angola, Emirados Árabes, Moçambique e Japão.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Brasil é o principal destino em tratamentos estéticos para 7 países

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          Sofia Loren
Quem não se lembra dos famosos do mundo inteiro que procuravam o famoso cirurgião plástico Ivo Pitangui? Os passeios da italiana Sofia Loren, que vinha para o Rio tratar de suas plásticas, e que alegrava as praias da Ilha Grande desfilando sem a parte de cima do biquini? Nada parece ter mudado, apenas se aprimorou. E hoje os principais emissores de “turistas de saúde” para os destinos brasileiros são Estados Unidos, Emirados Árabes, Reino Unido, Egito, Omã, Alemanha e Kuait. Entre os procedimentos mais demandados estão os tratamentos cosméticos e estéticos. Turismo de Saúde é tema de evento internacional nos Estados Unidos, do qual o Brasil participa.

O Ministério do Turismo integra a comitiva brasileira que participará de 28 a 30 de outubro do 11º World Medical Tourism Congress, um dos mais importantes eventos de Turismo de Saúde no mundo. O congresso internacional será realizado em Orlando, Flórida, nos Estados Unidos, reunindo representantes dos vários segmentos dos setores de saúde e bem-estar e do turismo.

A comitiva do Brasil é coordenada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX) e tem participação da Associação Brasileira de Turismo de Saúde (Abratus). “O Brasil tem um grande potencial para o Turismo de Saúde, tanto nas vertentes médica como na de bem-estar, e os eventos internacionais são importantes para ampliarmos nosso conhecimento sobre este mercado”, afirma o secretário nacional de Qualificação e Promoção do Turismo, Bob Santos, que representa o MTur no evento.

Segundo a Abratus, o Brasil ocupa atualmente a posição 22 no ranking mundial Medical Tourism Índex da Global Healthcare Resources, com crescimento de 20% ao ano. Os principais emissores de “turistas de saúde” para os destinos brasileiros são Estados Unidos, Emirados Árabes, Reino Unido, Egito, Omã, Alemanha e Kuait. Entre os procedimentos mais demandados estão os tratamentos cosméticos e estéticos.

“Vamos preparar o mercado brasileiro para fazer negócios com os grandes compradores internacionais, ampliando a participação do país na rota do turismo médico internacional”, diz a presidente da Abratus, Julia Lima.


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

OPERAÇÃO VERÃO - Celulite: "Estou quase desenhando o mapa-mundi", diz Anitta


                               Resultado de imagem para anitta Celulite: "Estou quase desenhando o mapa-mundi", diz Anitta

Bem-humorada, cantora postou foto exibindo o bumbum e recebeu elogios, mas assumiu uma coisa que muitas mulheres evitam falar:  as celulites que todas sempre tem. É comum. No entanto, uma dor de cabeça para muitas. No entanto, Anitta chuta o pau da barraca e dá o exemplo.

As fotos de Anitta em Fortaleza, no Ceará, fizeram o maior sucesso. Com um maiô vermelho e bem cavado, a cantora mostrou suas curvas e o bumbum à beira da piscina. Anitta surpreendeu ao responder de forma bem-humorada o comentário de uma seguidora, que fez elogios à sua boa forma.

"Arrasou, amiga. Queria poder sentar-me assim sem ficar com celulite", escreveu uma fã. Anitta, então, respondeu que também tem celulites. "Amor, foi a luz do fotógrafo, porque eu estou quase desenhando o mapa-mundi na minha perna", brincou a cantora.

Em dezembro do ano passado, Anitta lançou o clipe da música "Vai Malandra" e chamou atenção por não fazer retoques na imagem, mostrando celulites e gordurinhas. 

O que é a celulite?

A celulite é caracterizada por vários "furinhos" que surgem na pele, em várias partes do corpo, afetando principalmente as pernas e o bumbum. Ela é causada pelo acúmulo de gordura e também pelo acúmulo de líquidos nestas regiões.

Mas apesar da celulite estar relaciona a diversos fatores, existem diversos tratamentos eficazes que podem atenuar ou até mesmo eliminar a celulite completamente.

Confira nossas 6 dicas para combater a celulite:

1. Emagrecer para queimar gordura e combater o inchaço

Como celulite é gordura, o excesso de peso pode contribuir fortemente para o problema. Basta perder alguns quilinhos para que se elimine boa parte da celulite. O ideal é fazer exercícios 1 hora por dia, de 4 a 5 vezes por semana e diminuir a ingestão de calorias.

2. Ter uma dieta balanceada

Uma alimentação saudável ajuda o corpo a recuperar o seu equilíbrio bioquímico, criando um ambiente menos favorável ao desenvolvimento da celulite. A dieta para celulite deve conter alimentos saudáveis como frutas, legumes e verduras, diminuindo o consumo de alimentos ricos em gordura.

Uma boa dica é sempre ler os rótulos dos alimentos antes de comprar.

3. Diminuir a ingestão de sal

Isto é recomendado porque ele aumenta a retenção de líquidos que estão intimamente ligados à celulite. Uma boa estratégia é só adicionar sal no final do preparo das refeições e aumentar a quantidade de ervas aromáticas como tomilho, orégano e manjericão, por exemplo. Outra boa solução é não colocar sal nas saladas, um bom tempero para saladas é a mistura de limão com azeite.

4. Combater a prisão de ventre para desinchar

Porque quem sofre de prisão de ventre tem maior probabilidade de desenvolver celulite, pois o intestino não funciona corretamente, acumulando toxinas que favorecem a celulite. Por isso, a ingestão de fibras deve ser aumentada, os alimentos devem ser bem mastigados e lanches durante a noite devem ser evitados.

5. Melhorar a circulação sanguínea

Essa é uma dica fundamental para eliminar a celulite. Para melhorar a circulação sanguínea é recomendada a prática diária ou regular de exercícios físicos que fazem suar a camisa.

Para abrir os vasos sanguíneos da pele e manter o sistema de remoção de impurezas do organismo, é preciso beber bastante água, afastar-se do sal, diminuir o consumo de café e cigarro e esfoliar a pele para melhorar a circulação.

6. Tratamentos estéticos para eliminar gordura

Fazer tratamentos como massagem anti-celulite, velashape, lipocavitação ou radiofrequência, por exemplo, é uma ótima ajuda extra para combater a gordura localizada e a celulite. Estes tratamentos podem ser realizados de 1 a 2 vezes pelo tempo determinado pelo fisioterapeuta que irá acompanhar os resultados.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Miss Plus Size Carioca: ‘Tive vários apelidos maldosos’

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Uma autêntica volta por cima no preconceito. Enfermeira de 18 anos, moradora em Magé, na Baixada Fluminense, vence concurso e vai participar da etapa nacional.

A infância e a adolescência foram épocas complicadas para Nicolle Santana. A técnica de enfermagem foi alvo de bullying por não se encaixar nos padrões. Gordinha, foi com o incentivo da avó que se tornou modelo plus size e na noite da última segunda-feira foi eleita Miss Plus Size Carioca 2018, no palco do teatro Rival. “Eu sempre fui gordinha, tive vários apelidos maldosos na minha infância e isso me fazia não gostar do meu corpo e de quem eu era, mas aprendi me aceitar como eu sou”, conta ela.

Natural de Duqueu de Caxias, na Baixada Fluminense, Nicolle já tinha tentado entrar antes para o concurso promovido por Eduardo Arauju, mas não conseguiu. “No ano passado, eu quis participar, mas não pude porque faltou o dinheiro para a inscrição. Batalhei duro e neste ano consegui”, justifica ela, que é a mais nova miss plus size já eleita no estado.

Como prêmio, além de estar entre as concorrentes do Miss Plus Size Nacional, Nicolle foi contratada por uma agência, será a estrela da campanha primavera-verão da grife feminina para tamanhos especiais Citwar e recebeu o prêmio de R$ 3 mil: “Vou aproveitar o momento e trabalhar duro para seguir na carreira de modelo e atriz”.


quinta-feira, 10 de maio de 2018

A onda das Calcinhas-absorventes estão conquistando cada vez mais

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Isso mesmo, elas viraram item high-tech para menstruação e muitas marcas brasileiras lançam modelos que dispensam a famosa proteção extra no dia a dia.

Não sou a Bela Gil, meu cardápio é muito menos saudável do que eu gostaria, mas impossível não ficar curiosa ao dar de cara com uma loja com decoração moderninha, num dos bairros mais caros de São Paulo, com as prateleiras cheias de calcinhas absorventes, reutilizáveis, ecológicas e mais todos os adjetivos que fazem a cabeça do público hippie-chic-sustentável.

Parece mesmo que nada se cria, tudo se transforma. Prova disso é que, em pleno século 21, uma das mais novas soluções para conter o fluxo de sangue do período menstrual é uma versão high-tech dos paninhos usados por nossas bisavós. Depois de já ter experimentado (e curtido) coletores menstruais, não precisou muito para que a vendedora me convencesse a levar um dos modelos disponíveis.

A aparência é de uma calcinha como tantas outras vendidas no mercado, não fosse pelo forro um pouco mais espesso na região que envolve a vulva. Tão pouco que cheguei a duvidar que de fato funcionasse, apesar de ter optado pelo modelo maior, recomendado para quem tem fluxo mais intenso. Nem é o meu caso, mas preferi não correr o risco. Ainda assim, ela tem um terço da espessura de um absorvente padrão.

Temia passar o tempo todo com a impressão de que vestia uma fralda, mas, para minha surpresa, o modelo, mesmo o maior, é charmosinho e confortável. 

Tudo muito bom, tudo muito bem, até que senti o sangue descer. E a primeira sensação foi de "xi, ferrou". Corri para o banheiro a tempo de ver a calcinha ainda com uma pequena mancha, antes que fosse absorvida pela camada do tecido mais aparente e desaparecesse. A expectativa era de que eu me sentisse molhada, afinal, aquilo é um tecido. Nada. Me senti seca o tempo todo e não demorou para que eu me concentrasse nos meus afazeres e simplesmente esquecesse que estava vestindo uma calcinha com tal finalidade. Exatamente o que prometem os absorventes mais modernos do mercado.

Mesmo depois de algumas horas com a peça, não havia qualquer mal cheiro, sinal de vazamentos ou outro incômodo. Fiz também o teste da academia e, depois de 40 minutos na esteira, o mesmo bom resultado. O que ainda não fiz foi passar a noite com a tal calcinha-absorvente, com medo de dormir e acordar no cenário de "O Massacre da Serra Elétrica". Receio injustificável pela performance que ela demonstrou até agora.

A premissa é a mesma dos paninhos usados durante séculos: algumas camadas de tecido posicionadas estrategicamente para que a menstruação seja receptada. A diferença está na tecnologia usada na confecção das calcinhas-absorventes. 

Como não pensaram nisso antes? Na verdade, nos Estados Unidos há inúmeras marcas no mercado, e uma das mais famosas é a Thinx. A australiana Modibodi é apontada com uma das precursoras no uso da tecnologia que vemos disseminada agora, mas desde os anos 1990 a canadense Lunapads, que já vendia absorventes reutilizáveis, entrou também no mercado.

A marca testada pela reportagem foi a Pantys, lançada por aqui no ano passado. Foram 40 protótipos até chegar ao modelo final, que tem quatro camadas, segundo a americana Emily Ewell, uma das sócias e CEO da empresa.

A Pantys tem quatro modelos, que variam de tamanho de acordo com o fluxo e são vendidas em três cores. Os preços vão de R$ 75 a R$ 95. É bastante salgado se for comparado a um produto sem essas características. Na ponta do lápis e da consciência ecológica, no entanto, pode valer a pena, porque a calcinha é feita para ser usada durante dois anos ou cinquenta lavagens, sem que perca o poder de absorção.

Também lançada no país ano passado, a marca Herself vende um produto com o mesmo propósito. Em seu site, há uma conta simples da economia que pode ser feita. Em dois anos, poupam-se 288 absorventes descartáveis, R$ 325, sem contar a redução no impacto ambiental. Segundo a marca, uma pessoa usa 10 mil absorventes na idade fértil, o que gera 150 kg de lixo. 

Nesta semana, a Pantys lança o kit maternidade (R$ 225), que inclui sutiã e calcinha absorventes, indicados para o pós-parto e amamentação.

Outra novidade cada vez mais comum no mercado são as calcinhas que matam fungos e bactérias, como as lançadas recentemente pela marca 2Rios Lingerie. Segundo a empresa, o tecido atrai os microrganismos que morrem em contato com o revestimento.

Para o professor de ginecologia da Unicamp Carlos Alberto Petta, mais importante do que investir em produtos com essas características é cuidar da saúde íntima.

Calcinhas de algodão comuns são as mais recomendadas porque não retêm calor e impedem que a região íntima da mulher se transforme num ambiente propício a infecções. Alguns cuidados na lavagem são essenciais, como o uso de sabão neutro, nada de amaciante e nunca misturar com outras peças de roupa.

Fonte Folha


Você tem 400 mil motivos para nos procurar

                 Nenhum texto alternativo automático disponível.
Nos últimos meses tem se falado muito nas Fake News, principalmente depois das eleições norteamericanas. Aqui no Brasil, a chamada grande imprensa vem acusando toda a Internet de promover notícias falsas, sem conteúdo e embasamento. Mentirosas, afirmam. O objetivo por trás disso são blogs feitos por jornalistas desempregados e outros empreendedores, que estão dividindo a audiência e afetando diretamente essas empresas. Elas acreditam que sim. Hoje, com um celular na mão, qualquer um "é repórter". 

Na outra vertente, nessa guerra toda, aparecem os "fazedores" de notícias que atuam, em sua boa maioria, nas eleições. O caso do PT foi o maior exemplo. No ramo do entretenimento nem se fala: insinuações, xingamentos e outras barbaridades.  Tem também os astros e empresas que contratam "robôs" para aumentarem suas audiências nas redes sociais. Fabricam até influenciadores que se acham e iludem.

Não somos Fake News. Não usamos "robôs". O nosso público é real e com poder aquisitivo. Garantimos isso, pois estamos até do outro lado do Mundo: da América do Sul aos países árabes mais proeminentes. Portanto, veja o que temos de dizer para vocês:

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domingo, 6 de maio de 2018

Fora, alisamento!

                                     Resultado de imagem para Pérola Gonçalves cabelo afro

Ter cabelos crespos ou cacheados transformou-se em um movimento estético e até mesmo político, de empoderamento feminino. E cada vez mais jovens abandonam a rotina de alisamento, ganham autoestima e valorizam sua identidade negra.

Pérola Gonçalves, de 24 anos, é uma das jovens que reforçam o movimento de mulheres que abandonaram a rotina de alisamento e, hoje, ostentam seus cabelos crespos e cacheados, fenômeno cada vez mais comum. No entanto, até deixar de lado os fios quimicamente tratados, a estudante de produção editorial trilhou um longo caminho. Levada pela mãe ainda pequena, começou a fazer escova para soltar os cachos.

 “Até a adolescência foi isso. Eu fazia relaxamento, mas eu nunca andei de cabelo solto porque não ficava bom. Eu sempre andava de coque e parecia um personagem de desenho animado”, disse em tom de brincadeira.

Por volta dos 17 anos, frequentou um salão especializado em cabelo crespo e cacheado. Como resultado, a madeixa até ficou baixa, mas o coro cabeludo estava ferido em razão das substâncias usadas no procedimento. Em 2012, cansada das queimaduras e de gastar dinheiro, Pérola deixou de lado qualquer tipo de tratamento químico e entrou em transição capilar. Momento emblemático para a maioria das crespas e cacheadas, a transição representa uma mudança na qual abandona-se a chapinha para deixar o cabelo crescer naturalmente.

Não raro, o processo é difícil e delicado. As mechas adquirem múltiplas texturas, ficam frágeis, exigem cuidados. Neste momento, toda ajuda é bem-vinda, inclusive a virtual. Basta uma rápida pesquisa na internet para encontrar grupos dedicados ao assunto, com nomes que vão de “Transição Capilar: liberte-se, você não está sozinha (o)” até “Transição Capilar: voltando aos cachos”. Em alguns, o número de membros passa de 100 mil pessoas. Foi em um desses grupos que Pérola conheceu o Big Chop (grande corte).

A técnica consiste em cortar a parte do cabelo que ainda preserva química, deixando apenas fios naturais. “Você molha o cabelo, vê onde está relaxado e onde está natural e corta no entremeio. Aí eu fiquei muito tempo nisso. Hidratava o cabelo e ficava: ‘Ai, meu Deus! Como está bonito o meu cachinho em cima, mas está todo zoado em baixo´”. Apesar da hesitação, Pérola reuniu coragem e cortou o cabelo.

Expulsa da casa

Os primeiros dias exigiram jogo de cintura. Ela só saia com uma faixa no cabelo e lembrou ter lidado com olhares na rua. Contudo, o episódio mais desagradável aconteceu na casa que alugava.  Ainda na transição capilar, Pérola perguntara para a proprietária do imóvel como o cabelo estava. “Ela fez uma cara muito estranha. Eu me senti mal e prendi o cabelo de novo” lembrou. Algum tempo depois, já com o cabelo cortado, Pérola foi expulsa da casa.

Apesar de todos os aluguéis estarem em dia, a mulher pediu que a estudante desocupasse o lugar no mesmo dia. “Era uma sexta-feira e ela queria que eu fosse embora. Eu disse que não tinha dinheiro para ir embora. Eu tinha que ir para Saquarema. R$ 20 o ônibus. Ela falou: ‘Eu pago para você ir.’” 

Quando a situação aconteceu, Pérola disse não ter atribuído o motivo da expulsão ao cabelo ou ao racismo, mas hoje vê com outros olhos. “Na época, não reparei, mas só pode ter sido isso. Não tinha feito absolutamente nada. O meu crime foi ter cortado o cabelo”.

Apesar do incidente, o crespo da jovem floresceu. Ela, que na infância só andava com o cabelo preso, ostenta hoje o black volumoso com que sempre sonhou. As mudanças na autoestima também foram perceptíveis. Assim que abandonou a química capilar, passou a se achar bonita de imediato. Outro aspecto importante é a sensação de liberdade que sente agora que já não depende dos tratamentos químicos. “Eu não me sentia dona do meu cabelo. Me sentia uma refém dele. Conforme eu fui sendo dona do meu cabelo, eu me senti dona de mim”.

Aliado

Ao lado da autoestima, o cabelo pode ser um aliado quando se trata de valorização racial e identitária. É o que afirmou a antropóloga Lídia Matos, de 27 anos, cuja dissertação de mestrado discutiu o modo como o cabelo pode estimular discussões ligadas à identidade negra. “Fiz uma análise sobre o ciberespaço e foquei em duas blogueiras de beleza para tentar ver como esse discurso da transição capilar estava indo além da questão estética.” Os resultados evidenciaram que muito mais que estética, cabelo é política.

Matos foi a encontros de crespas e cacheadas em Aracaju, eventos que em um primeiro momento buscavam discutir assuntos ligados ao cabelo. No entanto, à medida que aconteciam, adquiriam um caráter cada vez mais político. “Algumas pessoas que começaram a participar desses encontros por conta do cabelo passaram a ver pautas do movimento negro como coletivos e começaram a se organizar dentro de um outro modo. Esse cabelo colocava as pessoas em contato com algo mais, que não só estética, que não só autoestima, mas algo que também é político”.

A partir de relatos, a estudiosa percebeu que o cabelo crespo e cacheado provoca reações, sejam positivas, sejam negativas. Pérola sente na pele essas reações extremadas. Ora perguntam se o cabelo é realmente dela, ora pedem para tocá-lo. Perguntas como essas são tão comuns para mulheres negras que o assunto reverberou na música americana.

Em 2016, a cantora Solange Knowles, irmã de Beyoncé, lançou uma canção inteira dedicada ao tema, acendendo um debate sobre uma das facetas mais sutis do racismo: a tentativa de fazer do negro um ser exótico. Nos versos de “Don’t Touch My Hair” (Não toque em meu cabelo), a cantora pede que não toquem em sua “coroa”, e avisa: Você sabe que esse cabelo é o meu melhor/ Levei tempo para assumi-lo / Mas este aqui é meu.

Histórias parecidas

Quando o assunto é cabelo e estética, mulheres negras costumam ter histórias muito parecidas, que normalmente envolvem um longo processo de autoaceitação e redescoberta identitária. Por vezes, o cabelo é apenas o começo, o início de algo maior. Foi assim para a youtuber Gabi Oliveira. Dos quatro aos 21 anos, a jovem contou ter usado diferentes formas de transformação capilar. Foram relaxamentos, permanentes, progressivas, extensões e alisamentos. Até que no dia 27 de dezembro, Gabi percebeu que havia algo errado.

Era seu aniversário de 21 anos e a youtuber estava insatisfeita com seu cabelo. Ligou para uma cabeleireira e pediu que a raiz fosse retocada. Depois de alguma insistência, a profissional aceitou ir até a casa da jovem. Enquanto a cabeleireira alisava as mechas e as amigas a esperavam na sala, Gabi se questionou. “Por que eu estou fazendo isso? Não é normal. Não é normal estar aqui, no dia do meu aniversário, gastando quatro horas do meu dia, com gente na minha casa. A ficha caiu do nada. Eu estou em uma prisão. Isso daqui me aprisiona.”

Nascida no Rio de Janeiro e formada em relações públicas, Gabi é uma mulher de sorriso fácil e olhos cor de azeviche. Seu canal nasceu em 2015 a partir da necessidade de compartilhar aquilo que aprendia sobre estética negra e questões raciais. O modo que encontrou de saber se o conteúdo era acessível foi compartilhar os vídeos com a mãe e as tias. “Quando eu criei o canal, uma das minhas prioridades era que elas entendessem o que eu falava. E eu faço isso até hoje. Mostro para a minha mãe, para as minhas tias e pergunto: ‘Vocês estão entendendo’? A população negra no Brasil é igual à minha mãe e às minhas tias. Se elas não estão entendo, então não faz sentido para mim”.

A julgar pelos mais de 200 mil seguidores, Gabi está sendo entendida muito bem. Em razão de todo esse sucesso, uma grande empresa de produtos capilares a chamou para ser embaixadora da marca. “O cabelo crespo sempre foi ligado a algo feio, exótico, que era peruca de carnaval, uma coisa para as pessoas zombarem. Quando eu vou me vincular a alguma marca, eu penso muito em criar uma referência positiva em relação a esta estética”. Gabi destacou também a baixa representatividade do cabelo crespo em um mercado acostumado a evidenciar os cachos mais abertos.

Fonte Folha


segunda-feira, 16 de abril de 2018

Mulheres querem mais "faróis acesos" e atrair olhares

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Não basta cuidar do rosto, modificar aqui e ali, frequentar academia, pois o objetivo maior agora é o de manter os bicos do peito sempre empinados. Isso mesmo, a febre está acontecendo em Nova York (EUA), com consultórios fazendo preenchimento de mamilos.

Cirurgiões plásticos de Nova York (EUA) têm recebido cada vez mais uma demanda que até bem pouco tempo atrás era considerada incomum: clientes estão se submetendo a procedimentos para ficar com os mamilos permanentemente eriçados (conhecidos popularmente como "faróis acesos").

A maior referência da clientela é a celebridade americana Kendall Jenner, cujos seios sem sutiã, explorados à exaustão pela mídia, servem de inspiração para muitas mulheres.

"Meus mamilos nunca ficam eriçados", disse ao "NY Post" uma mulher de 28 anos, que buscou atendimento no consultório do cirurgião plástico Norman Rowe, em Manhattan.

"Eu amo a Kendall Jenner ( atriz e modelo) e adoro que ela nunca use um sutiã. Você não consegue ver os mamilos dela, mas vê que estão apontando. Acho que seria muito legal se eu tivesse mamilos protuberantes todo o tempo", acrescentou a americana, identificada como Susan.

Rowe, que se define como um designer de mamilos, afirmou que muitas mulheres que o procuram querem reproduzir a forma de se vestir e de se comportar das estrelas da TV e do cinema.

A técnica é a mesma usada nos lábios. O cirurgião injeta uma substância o para preenchimento dos mamilos, turbinando-os. O procedimento não sai por menos de R$ 2.400.

Além dos mamilos, mulheres também têm procurado consultórios para procedimentos nas auréolas, mudando o tamanho e a coloração.


segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Qual a sua cor para o Fim do Ano?

Amarelo simboliza riqueza, vermelho está relacionado ao amor e verde atrai esperança. Mas é a cor branca que, segundo levantamento da Duloren, deve ser a predileta das brasileiras na escolha da lingerie. Nos últimos 15 dias, a empresa líder de mercado no segmento da moda íntima registrou um aumento de 25% nas vendas de peças brancas em relação aos meses anteriores. Nos últimos anos, a preferida vinha sendo a amarela, que este ano caiu para segundo lugar nas vendas.

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Valesca Popozuda já sabe qual cor irá usar no réveillon. Embora não se considere supersticiosa, a funkeira conta que sempre se preocupou com a tonalidade da lingerie.

— Acho fundamental a cor da roupa íntima. Confesso que o vermelho nunca me ajudou muito, então vou apostar no amarelo e no branco pra 2018 — diz.

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Já a cantora Lexa não nega a superstição e diz que, tirando a cor preta, gosta de variar o tom da calcinha na virada do ano.

— Sempre acreditei mesmo que as lingeries influenciavam de alguma forma minha passagem de ano. Tenho uma prima que passou um ano de calcinha preta e disse que foi o pior ano da vida dela. Então não passo de preto de jeito nenhum. Gosto de lingerie vermelha, mas se for marcar muito eu uso branca. Já passei de cinza e azul, sempre acreditando no poder das cores para que as coisas boas se concretizem — diz Lexa.

O Qsacada pesquisou algumas indicações de lingerie, calcinhas e body para você fazer bonito e entrar 2018 cheia de sorte.

                      Resultado de imagem para Na Triumph, as calcinhas estão sendo vendidas a partir de R$ 10,30

Na Triunph, as calcinhas estão sendo vendidas a partir de R$ 10,30, os modeladores (R$ 27,90) e os sutiãs, a partir de R$ 34.  Já as calcinhas de microfibra, cor da pele, dos modelos maxi, midi e mini blissy, estão custando menos de R$ 30.  Separamos alguns modelos para sua escolha:

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A Valisere, nas compras acima de R$ 259,90, o frete é grátis. O destaque são os bodies brancos para a virada do ano.  Os tipos são bem tentadores: tele e renda, tiras e lurex, gola alta, ombro a ombro, manga longa. As calcinhas para o Ano Novo estão variando entre R$ 39,90 e R$ 59,90.

A DuLoren apresentou seus lançamentos com o tema "Sempre é hora de ousar". E um detalhe importante: quanto mais lingeries você comprar mais descontos terá. Os sutiãs e calcinhas para o verão e a virada do ano estão com 10% off, custando entre R$ 59,90 até R$ 89,90. O sutiã top de renda custa R$ 79,90, podendo dividir em duas vezes. Veja algumas peças que separamos para você:

                        Resultado de imagem para A DuLoren apresenta seus lançamentos com o tema Sempre é hora de ousar

Para maiores informações e ver toda a coleção que citamos aqui, entre no site das fábricas para conseguir descontos especiais.